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Caém: Futebol de homens contra mulheres e desafio de atletismo com o prefeito marcam as comemorações de ano novo (Fotos)

12 de janeiro de 2022, 11:36

Foto: Notícia Limpa

‘Um final de ano muito agradável e diferente’, comemora a dona de casa Célia Santos se referindo aos eventos ocorridos no mês de dezembro e início de janeiro no município de Caém.

Além do banho de luz recebido em alguns espaços públicos da sede e do interior, com Iluminação especial alusiva ao Natal, a população caenense teve de volta a sua tradicional feira chique, onde foram expostos e comercializados itens produzidos pela própria comunidade, apresentações musicais com artistas da terra, Festival Evangélico, entre outros.

‘Tudo muito lindo’, disse uma outra moradora ao resumir as atividades de final e início de ano em Caém, mas o que também chamou muita atenção e curiosidade, principalmente para visitantes, foram as competições de futebol com equipes formadas por mulheres disputando com times de homens e as provas de atletismos com desafios entre figuras conhecidas na cidade como o prefeito, servidores públicos, empresários e outros profissionais. Um clima de confraternização que teve o objetivo de divertir, mas também um cunho social. Quem esteve no Estádio Municipal para assistir aos ‘desafios’ de atletismo doou alimentos para serem distribuídos para famílias carentes.

No futebol de homens contra as mulheres o resultado agradou a ambos. No primeiro jogo a equipe feminina venceu a partida por 8 X 6; já na revanche os homens com ‘alguns reforços levaram a melhor e ganharam devolvendo o mesmo placar: 8 X 6. Os jogos aconteceram na comunidade de Pias.

No atletismo, o prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), não conseguiu vencer seu desafiante, o lavrador Joel Pedro de Jesus (Zinho do Ouro). Depois de ‘quase’ estar à frente, o prefeito alegou ‘problemas musculares’ e acabou perdendo a prova. Em uma outra disputa, depois de subestimar seu adversário dando 5 metros de frente na saída, o empresário Adriano Freitas cedeu a vitória para o advogado Ademir Neto (Netinho). Não faltou nem torcida, nem risadas. A cada prova os ânimos se dividiam em gritos e gargalhadas, ´num verdadeiro clima de amizade e espírito esportivo.

“Não temos medido esforços para fazer nosso povo feliz. Estamos em uma busca constante para proporcionar o melhor para a população e esta integração, com sentimentos afetivos e de harmonia é uma demonstração de união e de parceria entre a gestão e a comunidade”, ressaltou Arnaldinho ao reafirmar o compromisso de incentivar e apoiar a cultura e as práticas esportivas como forma não só de lazer e entretenimento, como de promoção e estímulo a uma vida mais ativa e saudável.

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Caso Beatriz: Estado prende autor do crime e o apresenta nesta quarta-feira

11 de janeiro de 2022, 18:36

Foto: Álbum de família

A Polícia Civil de Pernambuco conseguiu chegar ao autor do crime da menina Beatriz, assassinada em uma festa de formatura em uma escola em Petrolina, no Sertão do Estado.

O homem apontado como autor do assassinato já foi recolhido e confessou o crime. Os detalhes da operação serão apresentados nesta quarta-feira, na sede da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE), no bairro de Santo Amaro, Centro do Recife.

Marcelo da Silva, 40 anos, confessou o assassinato da menina Beatriz Mota, em Petrolina, em 2015 — Foto: Reprodução/TV Globo

A secretaria de Defesa Social vai apontar as provas técnicas do caso, que foi solucionado com base em exames de DNA na arma do crime.

O caso se arrastava há seis anos.

No final do ano passado, a mãe da garota, Lucia Mota, fez uma romaria até o Recife para cobrar pessoalmente ao governador Paulo Câmara um desfecho. Um perito foi demitido logo depois.

Site: JC

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Saída da Ford deixa rastro de desemprego e devasta economia de Camaçari

11 de janeiro de 2022, 14:23

Foto: Reprodução

Da fábrica fechada de Camaçari (BA), restaram os pátios vazios e as placas da avenida que ganhou o nome de Henry Ford, fundador da montadora. Dos funcionários, ficou a união em grupos de aplicativos de mensagens que se tornaram uma espécie de espaço de apoio mútuo pela perda dos empregos.

O anúncio de encerramento das atividades produtivas da Ford no Brasil, que completa um ano em 11 de janeiro, deixou rastro de desemprego, queda na produção industrial e baque em efeito cascata na economia de Camaçari. No início de 2021, a empresa também comunicou o fechamento das fábricas em Taubaté (SP) e Horizonte (CE), além da unidade baiana.

Camaçari abrigou a primeira indústria de automóveis do Nordeste após uma longa batalha política e fiscal na década de 1990 e virou um polo de desenvolvimento nos anos seguintes. O encerramento das atividades piorou o já frágil cenário para a economia da região, afetando especialmente o futuro dos prestadores de serviços que se estabeleceram no local para atender a operação.

O fechamento da fábrica impactou o comércio e o setor de serviços da cidade, sobretudo os ramos de educação e imobiliário. A prefeitura estima que, apenas em salários dos funcionários diretos da Ford e de sistemistas, cerca de R$ 20 milhões deixaram de circular mensalmente na economia local.

Instalada em bairro planejado que cresceu no entorno da fábrica, a loja de material de construção de José Edmílson Oliveira, 49, teve uma queda de 40% no faturamento em 2021: “A Ford agregava muitas empresas. Esse pessoal costumava comprar aqui”.

Escolas e faculdades particulares, por exemplo, perderam alunos. O índice de desligamentos atingiu 50% em alguns cursos. O impacto foi tamanho que a prefeitura teve de abrir um refinanciamento de dívidas tributárias dos estabelecimentos de ensino.

“A massa salarial era injetada na economia local. Era um dinheiro que ia para consumo, para serviços e aluguéis dos imóveis onde funcionários da Ford moravam. Parte disso se perdeu”, afirma o secretário de Governo de Camaçari, Helder Almeida.

Também houve um baque na arrecadação do município -apenas em tributos municipais, a perda foi de R$ 50 milhões por ano. Mas a redução de receita será ainda maior quando for recalculada em 2023 a distribuição da cota do município do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), tributo recolhido pelo estado.

É mais difícil mensurar, no entanto, o impacto na vida das pessoas. Os milhares de funcionários demitidos tomaram diferentes rumos. Parte voltou para suas cidades de origem, outros montaram pequenos negócios e teve até quem usou o dinheiro da rescisão para comprar um carro e se tornar motorista de aplicativo.

A maioria tem futuro incerto. Celso Ricardo Moreira, 43, por exemplo, trabalhou por 20 anos na Ford. Começou no chão de fábrica e chegou a inspetor de qualidade. Após a demissão, abriu uma empresa de administração de condomínios, mas ainda está em busca de seus primeiros clientes.

“Decidi trabalhar por conta própria e estou tocando a empresa devagar. É difícil conseguir uma nova vaga na indústria porque não tem mercado de trabalho para tanta gente”, afirma.

Seu colega Iomário Silva, 26, também dá os primeiros passos na sua empresa de instalação de placas de energia solar. A transição não é fácil, conta. Neste mês, o plano de saúde dos funcionários demitidos, que foi estendido por um ano, será suspenso e isso lhe traz preocupação.

Entre os meses de janeiro e novembro de 2021, o setor de veículos, reboques e carrocerias fechou 4,8 mil empregos formais na Bahia, indicam dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do governo federal.

O saldo mede a diferença entre demissões e contratações. Das 4,8 mil vagas perdidas, 4,6 mil foram registradas em Camaçari.

O impacto na economia local só não foi maior porque parte dos demitidos ainda permanece na cidade e se mantém com o dinheiro recebido na rescisão. É o caso de Charles Alencar, 49, que trabalhou na montadora desde o início das operações, no setor de estamparia, e agora está desempregado há um ano.

Com dificuldade de se recolocar no mercado por causa da idade, também decidiu abrir um negócio. Mas preferiu esperar a crise da pandemia arrefecer. Seu colega Edson Pereira, 52, é outro que segue sem emprego: “A situação da maioria é de ansiedade e preocupação com a família”.

Números calculados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sinalizam que a indústria baiana foi atingida com força pela saída da montadora.

No acumulado de janeiro a outubro de 2021, a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias despencou 94,6% no estado nordestino. O Brasil teve alta de 28,2% em igual intervalo.

Com o baque no setor automotivo, a produção industrial da Bahia, em termos gerais, foi puxada para baixo: houve queda de 13,1% até outubro.

É a maior retração, com folga, entre os 15 locais pesquisados pelo IBGE no ano. O segundo maior recuo na produção industrial, de 5,2%, foi registrado em Mato Grosso.

“A queda na Bahia está muito ligada ao fechamento da Ford”, aponta o economista João Paulo Caetano, da SEI (Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia), vinculada ao governo estadual.

À época do anúncio do fechamento da montadora, o órgão projetava que o fim das operações em Camaçari poderia gerar um baque anual de cerca de R$ 5 bilhões para a economia baiana, o equivalente a 2% do PIB (Produto Interno Bruto).
Segundo Caetano, o valor exato das perdas só poderá ser calculado a partir da divulgação do PIB de 2021, o que ainda não ocorreu.

ESTADO BUSCA INTERESSADOS

O governo estadual afirma que, em 2021, a Bahia perdeu cerca de R$ 280 milhões em arrecadação com o encerramento das operações da montadora.

O cálculo leva em consideração o ICMS direto e o recolhimento ao Fundese (Fundo de Desenvolvimento Social e Econômico).

Para reparar os impactos, o governo tenta levar novos investimentos para Camaçari. A administração estadual indica estar em negociações com o setor automotivo, mas ainda evita citar nomes de companhias que teriam interesse em preencher o espaço deixado pela Ford.

“Todo o esforço do governo está sendo feito no sentido de atrair outra grande indústria para ocupar a área da Ford em Camaçari, pois esse é o modo mais direto e eficaz de neutralizar os efeitos da saída da empresa”, diz o governo.

O estado também menciona que foi indenizado em R$ 2,1 bilhões pela Ford após o encerramento das operações, recursos que foram agregados ao orçamento em 2021.

Superintendente da Fieb (Federação das Indústrias do Estado da Bahia), Vladson Menezes considera que a mão de obra qualificada pode ser um chamariz para eventuais interessados em substituir a montadora. Mas isso, por si só, não é suficiente, diz.

Menezes entende que o estado precisa buscar avanços em áreas como infraestrutura, e incentivos fiscais serviriam para dar competitividade para a instalação de novos negócios, segundo ele.

Além disso, também é importante um ambiente político e econômico menos incerto no Brasil, o que fica mais complicado em ano eleitoral, avalia.

“Quanto mais esse processo demorar, mais difícil vai ficar a situação, porque as empresas sistemistas estão deixando de operar ou porque uma parte dos trabalhadores pode estar migrando para outros setores”, afirma Menezes.

Procurada pela reportagem, a Ford não deu detalhes sobre o impacto em suas operações causado pelo fechamento das fábricas no Brasil. A empresa informou que “o mercado brasileiro ainda é um dos maiores da América Latina e, portanto, extremamente relevante para a Ford”.

Folhapress

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Umbu, o fruto que encanta a Bahia e ultrapassa fronteiras

11 de janeiro de 2022, 10:31

Foto: SDR/CAR

É tempo de umbu e seus derivados pelos quatro cantos da Bahia! Neste mês de janeiro, verão na Bahia, e a safra do umbu promete espalhar esse fruto originário da Caatinga pelas mesas de baianos e baianas, mas também por famílias de outros estados Brasil e até da Alemanha. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de umbu, em 2020, foi de 5,4 mil toneladas, representando 57% do total do país, sendo destaque nacional.

Na Bahia, a produção é resultado de um extrativismo sustentável, que proporciona renda para milhares de famílias.
Além de ser comercializado in natura, o umbu pode ser consumido em suco e umbuzada, e também pode ser adquirido e consumido em produtos como geleias, doces, picolés, umbubom, cervejas e licores artesanais. Essas transformações foram possíveis a partir dos investimentos do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em cooperativas e associações da agricultura familiar, que passaram a contar com agroindústrias de beneficiamento de frutas e com as orientações do serviço de assistência técnica e extensão rural (Ater).

As ações proporcionam o aumento da produção e da produtividade e a qualificação da produção, tendo como um dos principais resultados produtos com valor agregado, que atendem à demanda do mercado.Um dos casos de sucesso relacionados à ‘Árvore Sagrada do Sertão’ é o da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), localizada no município de Uauá, do Território Sertão do São Francisco. A cooperativa, que comercializa a produção para diversos municípios da Bahia, em outros estados do Brasil e até para a Alemanha, teve, em 2021, faturamento de R$1,5 milhão.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes, ressalta que os investimentos têm a finalidade de agregar valor a esse fruto, que é símbolo do Sertão, mas que por muito tempo foi utilizado para alimentação animal e se perdia. Ele destaca a importância de se manter a cultura regional, enquanto se investe na melhoria das condições de trabalho e diversificação da produção, o que tem proporcionado alcançar um ganho em escala nunca visto na Bahia, contando com investimentos que incluem agroindústrias, melhoramento do cultivo, aumento de produtividade, e introdução de novos cultivares como o umbu gigante.

“Não fosse assim, nós hoje estaríamos com uma safra grande de umbu sem ter aonde beneficiar e o Estado permitiu que isso fosse feito, de modo que nosso propósito está plenamente aceito e atingido, que é o de agregar valor a esse fruto, na medida em que preservamos a Caatinga e preservamos o umbu, que é o símbolo do Sertão, e damos a ele um sentido importante para que ele continue sendo símbolo do Semiárido Nordestino, que começa a ser admirado pelos doces, geleias, umbuzada que, finalmente, a Coopercuc conseguiu envasar. Valeu o investimento feito pelo Governo do Estado na cultura do umbu”, enfatiza Josias Gomes.

Por meio de projetos como o Bahia Produtiva e o Pró-Semiárido, executados pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR/SDR), foram destinados recursos da ordem de R$6 milhões, em infraestrutura, maquinários, equipamentos e outros investimentos voltados para o beneficiamento de frutas. Com as ações, agricultores e agricultoras familiares têm garantido a sua renda com o fruto da terra.

Lucas Carvalho dos Anjos, que é empresário e possui uma loja no município de Lençóis, na Chapada Diamantina, lembrou que o umbu é bastante azedo, mas que conseguiram dar versatilidade à fruta, de modo a permitir sua produção em escala sem perder a qualidade. “Compro para a revenda e sou consumidor do produto. Eu tenho uma loja em Lençóis de produtos da Chapada Diamantina e eu abro exceções para produtos que eu considero de qualidade.

Denise Cardoso, presidente da cooperativa, apresenta a linha de produtos derivados do umbu e fala sobre a expectativa dessa safra. “Os produtos derivados do umbu que produzimos aqui são a geleia, os doces, doce de corte, cerveja, licor, umbubom. São vários produtos, tem as polpas, os sucos, e as perspectivas são boas, em relação à safra deste ano. Acredito que será um ano bom para a gente”. Em média são colhidas 60 toneladas do fruto, ao ano, nessa região, mas a expectativa é chegar às 100 toneladas, até março de 2022.
Nutrição e sistema imunológico

Além do sabor marcante e dos inúmeros nutrientes o umbu ajuda a aumentar a imunidade, já que é fonte de vitaminas do complexo B, A e C, além de possuir alto teor de minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e zinco. Neste período de pandemia, é uma boa opção para manter a imunidade em alta.

Imunidade 

Além do sabor marcante, o umbu ajuda a aumentar a imunidade, já que é fonte de vitaminas do complexo B, A e C, além de possui alto teor de minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e zinco. Neste período de pandemia, é uma boa opção para manter a imunidade em alta. Cuide-se! 

Assessoria de Comunicação SDR/CAR 

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Prédio da Prefeitura de Caém passará por reforma geral

11 de janeiro de 2022, 10:20

Foto: Ascom/PMC

A sede da Prefeitura Municipal de Caém, depois de muitos anos, passará por uma profunda reforma em sua estrutura física. O prédio vai receber diversas melhorias, como recuperação do telhado e do forro; pintura, troca de pisos, novos ambientes e outros serviços.

Além disso, a fachada será revitalizada com adequação às normas de acessibilidade. A previsão para o término das obras é de 120 dias.

Todos os setores que funcionavam no prédio foram realocados para outros ambientes com endereços diferentes. O trabalho que será desenvolvido visa além da revitalização do patrimônio, também a integridade física dos funcionários e do público em geral.

Os serviços autorizados pelo prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) estão previstos para iniciar nesta terça-feira (11). Para o prefeito, a reforma irá refletir diretamente nos serviços prestados à população. “A reforma era um antigo anseio da população e dos servidores, e vai trazer mais qualidade ao ambiente de trabalho, conforto e bem-estar aos funcionários, além de proporcionar um melhor conforto para o público”, salienta o chefe do Executivo.

VEJA ABAIXO OS NOVOS LOCAIS DE CADA SETOR DA ADMINISTAÇÃO PÚBLICA DE CAÉM:

1 – CÂMARA DE VEREADORES: Gabinete do Prefeito; Secretaria de Finanças; Contabilidade; Administração e Planejamento; Recepção e Chefia de Gabinete;

2- PRÉDIO DE BRUNO CIGANO: Recursos Humanos e Setor de Tributos;

3- PRÉDIO DE ZÉ MOTA: Jurídico; Secretaria de Infraestrutura; Comunicação; Licitação e Contratos;

4- CASA VIZINHA A PAPELARIA DE KIVO: Secretaria de Agricultura e ADAB;

5- SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS: Sala do Empreendedor.

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Jorge Amado concorreu ao Nobel de literatura há 50 anos e perdeu para Neruda

09 de janeiro de 2022, 11:36

Foto: Reprodução

 O escritor brasileiro Jorge Amado foi considerado pela Academia Sueca em 1971 para ganhar o prêmio Nobel de literatura. É isto o que revela um documento recentemente divulgado pela instituição, que só abre os nomes considerados para cada prêmio 50 anos após a ocasião. Naquele ano, o poeta chileno Pablo Neruda foi o vencedor.

Ainda assim, de acordo com os arquivos, o presidente do comitê Anders Österling ficou na dúvida se Neruda era a escolha certa, considerando se “tendência comunista cada vez mais dominante em sua poesia [era] compatível com o propósito do prêmio Nobel”.

Eram quase cem nomes na lista –muitos célebres, como o argentino Jorge Luis Borges (que acabou recebendo apenas um Nobel póstumo), o búlgaro Elias Canetti, o francês André Malraux, os americanos Ezra Pound, James Baldwin e Arthur Miller. Mas nesse rol, apenas uma mulher: a poeta e tradutora estoniana Marie Under.

A escritora expressionista chegou a concorrer ao prêmio oito vezes e ajudou a fundar o sindicato dos escritores no seu país natal. Não há obras dela publicada no Brasil.

O páreo também tinha William Golding, de “O Senhor das Moscas”, Günter Grass –que receberia o prêmio em 1999–, Graham Greene, que já havia aparecido em listas anteriores, assim como Vladimir Nabokov e Tennessee Williams.

À época, Amado já tinha publicado alguns de seus maiores sucessos, como “Capitães da Areia”, de 1937, “Gabriela, Cravo e Canela”, de 1958, “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, de 1966, e “Tenda dos Milagres”, de 1969, com traduções em diversos idiomas.

O documento original em sueco aponta apenas ainda que a indicação de Amado foi sugestão do professor de literatura francesa na universidade de Nancy, Laurent Versini. Enquanto isso, Neruda já acumulava três recomendações.

O baiano já havia aparecido na lista de 1967 do Nobel, assim como o itabirano Carlos Drummond de Andrade –quando perderam para o guatemalteco Miguel Ángel Asturias.

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Em 2021, Brasil contabiliza quase 77 mil divórcios

07 de janeiro de 2022, 07:27

Foto: Reprodução

Um levantamento divulgado pelo Colégio Notarial do Brasil (CNB) mostrou que o país contabilizou cerca de 77.112 divórcios durante o ano de 2021. Segundo o documento, a quarentena e o isolamento social, impostos pela pandemia de Covid-19, são as principais causas do fim dos matrimônios. As informações são do R7.

A advogada Claudia Stein disse que “o que me parece é que ficou muito mais fácil se divorciar. O casal decide se separar e, no dia seguinte, já consegue assinar o divórcio no cartório. Nós temos hoje também uma população bem mais jovem que se divorcia com mais frequência. A outra questão é a pandemia. As pessoas nunca ficaram tanto tempo juntas. É isso que está acontecendo nesse momento”.

Essa simplicidade em colocar um fim no matrimônio se deu após a Corregedoria Nacional de Justiça editar, em junho de 2021, uma ação na qual permitiu que divórcios fossem realizados online durante uma videoconferência com um tabelião.

A ida ao cartório é necessária apenas para o casal que tem filhos, porque é preciso regularizar a guarda, o regime de convivência e a pensão.

IstoÉ

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Tráfego de veículos é liberado em 54 trechos de rodovias baianas

06 de janeiro de 2022, 17:52

Foto: Secom/Ba

As ações emergenciais feitas pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) já permitiram a circulação total ou parcial de veículos em 54 trechos de rodovias estaduais atingidos desde o início das fortes chuvas. Nesta quinta-feira (6), os serviços foram realizados na BA-663, em Itabuna, entre os distritos de Ferradas e Itamaracá; na BA-262, entre Ilhéus e Uruçuca; na BA-972, em Coaraci, entre a sede municipal e os distritos de Itamotinga e Cafundó, e também no acesso à Floresta Azul.

Os trabalhos em alguns trechos contam com o apoio dos Consórcios Intermunicipais de Infraestrutura, que receberam, até o momento, 35 equipamentos da Seinfra para auxiliar na execução dos serviços.

Por conta das condições da pista ou das pontes ao longo das vias, outros 15 pontos ainda estão com o trânsito interrompido e só serão liberados após os reparos necessários.

Saiba mais informações sobre a Operação Chuva em nosso portal http://www.bahia.ba.gov.br

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Mais duas unidades escolares serão reformadas no interior de Caém

06 de janeiro de 2022, 15:14

Foto: Ascom/PMC

O ano de 2022 já inicia com boas notícias para a população de Caém. Na manhã desta terça-feira, 4 de janeiro, o prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) esteve visitando a região das comunidades de Monteiro e Bom Jardim e anunciou a ordem de serviço para início imediato das reformas das unidades escolares Alferes Quinino Teixeira de Oliveira e Antônio Marcelino dos Santos. Esta última funcionará como uma extensão da Creche Mãe Bebe e atenderá 40 crianças com idades de um a três anos.

As intervenções físicas vão desde melhoramentos de telhados, extensão de muros, reforma geral de banheiros, manutenção na rede elétrica e implantações de equipamentos como pias, torneiras e vasos sanitários. A creche receberá ainda um parque infantil com brinquedos e um piso novo na sua área externa.

Conforme o secretário Municipal de Educação, Ronaldo Alves, no geral, mais de 100 alunos serão beneficiados com as obras que trarão conforto também para a classe docente que contará com um ambiente mais humanizado. “A Prefeitura de Caém, através da Secretaria de Educação tem dado uma atenção especial para a comunidade escolar como um todo. A melhorias vão desde a atenção aos profissionais, aos pais e principalmente para os alunos, uma demonstração de compromisso da atual gestão”, destacou Ronaldo

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Papa condena conservadores da Igreja por estarem envoltos em “armadura”

06 de janeiro de 2022, 15:03

Foto: Reprodução

O papa Francisco fez uma aparente crítica aos conservadores que resistem às mudanças na Igreja Católica Romana nesta quinta-feira, lamentando aqueles cuja religião ele disse ser autorreferencial e envolta em uma “armadura”.

Na Missa da Festa da Epifania do Senhor, Francisco pareceu dirigir críticas específicas àqueles indispostos a aceitar sua decisão de restringir a missa tradicionalista em latim, dizendo que a liturgia não pode ficar presa em uma “língua morta”.

“Teremos nós ficado presos por muito tempo, aninhados dentro de uma religiosidade convencional, externa e formal que não aquece mais nossos corações e muda nossas vidas?”, questionou o papa.

“Nossas palavras e nossas liturgias acendem no coração das pessoas o desejo de caminhar em direção a Deus, ou são uma ‘língua morta’ que fala apenas de si e para si mesma?”

A missa em latim saiu de uso geral após o Concílio Vaticano 2º de 1962 a 1965 e foi substituída pelas línguas locais.

Em julho, tendo argumentado que a missa em latim estava sendo explorada pelos anti-reformistas para prejudicar a unidade da Igreja, Francisco endureceu as regulações sobre quando a língua pode ser celebrada, anulando as decisões de seus dois predecessores.

Desde então, alguns conservadores, incluindo bispos, têm desafiado abertamente o papa, resultando no último capítulo do que alguns apelidaram de “guerras litúrgicas” da Igreja.

A fé não é “uma armadura que nos envolve; pelo contrário, é uma viagem fascinante, um movimento constante e inquieto, sempre em busca de Deus”, disse Francisco.

O papa fez seus comentários durante a homilia de uma missa na Basílica de São Pedro no dia em que os cristãos comemoram o que a Bíblia diz ser a chegada dos três reis magos a Belém após o nascimento de Jesus.

A participação foi limitada a cerca de 1.500 pessoas devido às restrições da Covid-19.

Reuters

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