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IBGE vai divulgar pela 1ª vez dados sobre orientação sexual de brasileiros

24 de março de 2022, 13:54

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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) afirmou nesta quarta-feira (23) que vai divulgar no dia 25 de maio dados referentes à orientação sexual autodeclarada de brasileiros com 18 anos ou mais.

Os indicadores foram levantados em um módulo inserido na PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), realizada em 2019, em parceria com o Ministério da Saúde.

Essa edição do estudo teve o acréscimo de novos recortes, incluindo uma pergunta sobre a orientação sexual das pessoas com 18 anos ou mais, de acordo com o instituto.

O IBGE confirmou a divulgação após ter sido acionado pelo MPF (Ministério Público Federal) na Justiça. O MPF questionou o fato de o Censo Demográfico 2022, que também será realizado pelo instituto, não incluir perguntas sobre a população LGBTQIA+.

A ação foi ajuizada na terça-feira (22) e requer que o IBGE seja obrigado a adicionar campos referentes à identidade de gênero e à orientação sexual nos questionários básico e amostral do Censo.

O IBGE rebate essa ideia. O órgão afirma que, em razão da metodologia, o Censo “não é a pesquisa adequada para sondagem ou investigação de identidade de gênero e orientação sexual”.

“A metodologia de captação das informações do Censo permite que um morador possa responder por ele e pelos demais residentes do domicílio. Pelo caráter sensível e privado da informação, as perguntas sobre a orientação sexual de um determinado morador só podem ser respondidas por ele mesmo”, argumenta o instituto.

O IBGE também afirma que a coleta das informações na PNS atende ao eixo dois da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

“A investigação se faz necessária tanto para a elaboração de políticas públicas voltadas para essa população quanto para o monitoramento de potenciais desigualdades de aspectos sociais e de saúde, segundo as diferentes orientações sexuais”, diz o instituto.

Coleta do Censo deve começar em agosto

O Censo, por sua vez, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas dos brasileiros.

Na prática, os dados apurados funcionam como base para uma série de políticas públicas, além de decisões de investimento de empresas.

As informações do Censo balizam, por exemplo, os repasses do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), fonte de recursos para as prefeituras.

O IBGE já realizou testes para o levantamento em todas as unidades da federação. O início da coleta de dados do Censo está previsto para agosto.

Até lá, o IBGE planeja concluir um concurso que prevê a contratação de mais de 200 mil trabalhadores temporários para as operações.

O Censo costuma ser feito em intervalos de 10 anos. A edição mais recente ocorreu em 2010.

Inicialmente, a nova pesquisa estava prevista para 2020. Contudo, a pandemia acabou impedindo o trabalho do instituto nas ruas do país à época.

Em 2021, o Censo amargou novo adiamento. O motivo foi o corte de recursos destinados à pesquisa. A verba para 2022 foi liberada após o STF (Supremo Tribunal Federal) ser acionado.

Folhapress

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Em nota, presidente da APLB/Caém comemora aumento salarial e elogia o papel do prefeito do município

24 de março de 2022, 11:37

Foto: Notícia Limpa

Esse é um mês para se comemorar! Enquanto muitos municípios negam o reajuste do Piso do Magistério de 33,24% aos professores cumprindo a Lei Federal nº 11.738/2008 e outros dispositivos jurídicos, atendendo e cumprindo o que dispõe o Plano de Carreira Municipal, em Caém os professores irão receber já esse mês (março) o reajuste de forma linear e cumprindo os dispositivo constitucionais do Plano de Carreira Municipal. 

Estamos acompanhando em vários municípios a luta dos nossos colegas que estão paralisando suas atividades através do movimento grevista ou decretando “Estado de Greve”.  Não são poucos os municípios dos maus prefeitos que insistem em não cumprirem a lei e garantir o direito dos trabalhadores. Nos solidarizamos com os nossos colegas e lamentamos tal situação, por falta de compromisso de muitos gestores os professores vêm paralisando suas atividades, o que provoca um mal desnecessário a toda a sociedade. Triste realidade, mas estamos em um país chamado Brasil, em que educação só é prioridade em palanques eleitoreiros.

Em Caém, essa realidade tem sido diferente, graças a habilidade da APLB Sindicato, que de forma clara e transparente começou construir esse entendimento ainda em janeiro. Não podemos deixar de reconhecer o compromisso do gestor municipal e do secretário de Educação no reconhecimento do direito. Ambos sem hesitarem abriram a via do diálogo e do entendimento com o sindicato, avaliando cada passo para garantir o reajuste na sua integridade. Sabemos que se trata de um direito amparado por lei e a gestão não está fazendo nenhum favor, apenas cumprindo a lei. Porém, poderia ter seguido as orientações da CNM (Confederação Nacional dos Municípios) ou da UPB (União dos Prefeitos e Prefeitas da Bahia), que orientaram os municípios a não pagarem o reajuste. O prefeito de Caém poderia ter agido como muitos gestores que vêm negando o direito e dificultando o mesmo. Claro que agiríamos da mesma forma que muitos colegas estão agindo. Mas isso, não foi necessário, o debate entre poder público e sindicato construiu o melhor caminho para todos.

Ter garantido o pagamento já no mês de março, foi e é uma grande conquista da categoria. Caém sai na frente de muitos outros municípios, fruto do trabalho coletivo do sindicato e da gestão. Quando o bom senso prevalece todos ganham, ou o contrário todos perdem. Isso é o que está acontecendo em outros municípios.

Uma educação pública de qualidade, implica diversos fatores: escolas bem estruturadas fisicamente e tecnologicamente, condição de trabalho e PRINCIPALMENTE VALORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES, entre diversos outros fatores.

Gilvando Inácio de Oliveira – APLB/Caém

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MEC tem mais de 3,5 mil obras escolares atrasadas

24 de março de 2022, 10:27

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Atualmente o Ministério da Educação (MEC), tem mais de 3,5 mil obras escolares atrasadas, ou seja, isso significa que um a cada cinco contratos firmados entre 2008 e 2021 já passou da data de entrega sem que o trabalho tenha sido concluído. Juntas, essas obras consumiram R$ 1,3 bilhão. Entre elas, estão construções, ampliações e reformas de creches, escolas e quadras esportivas.

Dessas, 3.513 obras, 155 já foram declaradas canceladas, com um desperdício de R$ 21 milhões. Já outras 1.831 estão inacabadas. Além disso, 348 estão paralisadas e 564 seguem em execução. São dados do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação tem R$ 45 bilhões em recursos em 2022. Presidido por Marcelo Lopes da Ponte, nome ligado ao Centrão do Congresso, o órgão é responsável por uma série de transferências de dinheiro da União para estados e municípios. Parte delas é obrigatória e tem destino definido, como o Fundeb e os programas para merenda e transporte escolar.

Apesar disso, existe uma parcela que o Ministério da Educação pode definir para onde vai e quem recebe. É nesse momento que a influência política e, atualmente, religiosa, atua.

“Pensando no papel redistributivo que o MEC tem, os critérios deveriam ser a necessidade de cada rede e, para definir a ordem de prioridade, a vulnerabilidade de cada uma, com apoio técnico para que o dinheiro seja bem utilizado” afirma Caio Callegari, pesquisador em financiamento da educação.

Todavia, o ministro Milton Ribeiro tem sofrido acusações de definir a destinação de verbas de acordo com o intermédio dos pastores Gilmar dos Santos e Arilton Moura.

Em um áudio divulgado pelo jornal “Folha de S. Paulo” , Ribeiro afirmou que “a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar (…) Por que ele? Porque foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim”.

Em nota, Ribeiro negou que o  presidente Jair Bolsonaro tenha pedido atendimento preferencial a prefeituras apadrinhadas por pastores e afirmou que todas as solicitações feitas à pasta são encaminhadas para avaliação da área técnica. Ontem (23), o procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito para apurar. Das obras com atraso, 378 foram contratadas já na gestão de Jair Bolsonaro, de 2019 até 2021.

De acordo com os dados, fiscais das prefeituras apontaram os motivos da demora de 1.598 construções. Dessas, a explicação mais comum para o atraso foi contrato rescindido (519) e abandono de empresa (405). Mas também aparecem como justificativas irregularidades na gestão (132) e atraso no pagamento (29).

Ainda de acordo com as explicações, até questões climáticas foram responsáveis por atrasarem obras, em cinco casos. Em Cândido Mendes, no Maranhão, um colégio de quatro salas começou a ser erguido na zona rural em 2014. Depois de 30% concluído e R$ 137 mil gastos, os fiscais do FNDE registraram, em 2018, que a obra não poderia continuar por dificuldade de acesso ao local onde era erguida. Uma imagem de uma motocicleta passando por uma rua de barro, no meio da mata, alagada, foi anexada ao relatório de fiscalização.

Todas essas obras são feitas com dinheiro federal e tocadas por estados e municípios, que têm a responsabilidade pelo progresso das construções. No entanto, na avaliação de Callegari, o Ministério da Educação deveria garantir assessoria técnica em casos de problemas.

“É papel do MEC dar apoio técnico para entender as questões do atraso e o que precisa ser feito para que elas avancem” avalia.

O FNDE e o MEC foram procurados para falar sobre as obras atrasadas, mas não retornaram à reportagem.

IG

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Cansei de mim

24 de março de 2022, 10:14

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Cansei-me da elite brasileira! E eu sou parte dela. Cansei de mim.

Branco, com acesso aos Poderes, formado pela UnB e com mais condições de vida do que a absoluta maioria da população. Mas, que coisa nós viramos! Um Brasil triste, capenga e ridículo. Termos ainda 30 % dos brasileiros apoiando o crápula do Presidente diz muito sobre quem nós somos: um país que nega a existência do navio negreiro, que teima em dizer que não há racismo e que convive com a violência e a misoginia. Uma aristocracia que ganha dinheiro com a miséria. Nós somos uma sociedade que aceita sentar-se com o Bolsonaro defensor de torturadores, que cospe nas mulheres, que cultua a morte e exalta a tortura.

A pior representação do que poderíamos imaginar. Vamos esquecer daquela ideia do brasileiro cordial. Vamos fixar no brasileiro sacana, covarde e indiferente com a pobreza, com a fome e com o desemprego. Naquele para o qual pouca importa se nosso sofrido povo está em estado de abandono – com 14 milhões de famélicos e 20 milhões de desempregados. Essa é a nossa elite.

Às vezes, como elite que sou, fico andando pela Europa, ainda que a trabalho, e devo dizer que não vejo aqui o ambiente tóxico que temos no dia a dia da imprensa brasileira. É difícil ter, como temos, alguns jornalistas viúvos do ex-juiz Sérgio Moro e que se apresentam como ícones. Parece não existir fundo nesse buraco. Nós somos o fim do tal poço.  

Mas, ainda assim, é preciso resistir às tragédias diárias. Não é possível viver somente entre uma guerra sanguinária de uma ocupação covarde e bandida e um Brasil se desmilinguindo como povo e como nação. Hoje, somos uma imagem pálida do que éramos na era do Lula. O bando chefiado pelo Moro, que foi o principal eleitor do bolsonarismo, a serviço de grupos que precisam ser desmascarados, roubou o que tínhamos de mais nosso: uma identidade orgulhosa de um país.

Sendo lulistas ou não, temos apenas uma chance de voltar a ter o Brasil de volta: derrotar esse projeto obscurantista. Vamos vencer o fascismo, confrontar os representantes da barbárie e fazer um Brasil feliz de novo!

Na verdade, não estamos a pedir muito. É um pouco de respeito, uma pitada de amor, um carinho pelas pessoas que estão absolutamente desprotegidas e um afago, no limite. Até, quem sabe, um abraço amigo. Ou seria pedir demais um contato assim, quase amoroso, com quem esses bárbaros cuidam de afastar das nossas vidas? E vamos enfrentá-los em todas as áreas.

Ainda agora, o Superior Tribunal de Justiça condenou um dos membros daquele bando.  O tal Deltan foi condenado a pagar ao Lula, pela leviandade do uso do power point, um valor a título de danos morais. Um gesto mínimo de respeito por parte do Judiciário. Um reconhecimento de que a breguice, o uso político e a ausência de técnica jurídica do Ministério Público não podem prevalecer. Deltan não é só corrupto e incompetente; ele é coitado, brega e vulgar.  E a sua reação contra o Tribunal foi de um destempero de quem se julga acima das instituições.

É o começo do fim do grupo que Moro comandava. Vamos garantir a eles os direitos que eles desprezaram. Todos, inclusive o da prisão somente após o trânsito em julgado. Sem vingança, apenas com respeito à Constituição.

Remeto-me ao grande Castro Alves, em O Navio Negreiro:

“Quem são estes desgraçados,

Que não encontram em vós,

Mais que o rir calmo da turba

Que excita a fúria do algoz?

Quem são?”

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

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Anitta implora a jovens para tirar título de eleitor: ‘Não salvo país sozinha’

24 de março de 2022, 09:28

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Na noite desta quarta-feira (23), Anitta implorou que seus fãs tirem o título de eleitor para ajudar a mudar os rumos do Brasil. A cantora aproveitou o momento para pedir a saída de Jair Bolsonaro da Presidência da República. “Não dá para salvar o país sozinha, não”, ironizou ela. 

“Tem 16 ou 17 anos ou fará 16 anos até dois de outubro? Mudou de cidade e quer votar para o novo presidente do Brasil? Então, fique sabendo que é muito fácil tirar ou transferir o título hoje em dia. É tudo online e não precisa de biometria”, iniciou a voz de Girl From Rio por meio do Twitter. 

Em outro post, a cantora brincou com uma frase que costuma ser usada por seus fãs em momentos turbulentos. “Vamos lá galera… Vocês ficam falando ‘Anitta faz alguma coisa’, mas não dá para salvar o país sozinha, não.  Faz esse título de eleitor aí logo. A gente muda o presente, eu viro top 1 , a Bruna Marquezine estrela de Hollywood e a nação segue adiante”, continuou ela, que corrigiu em seguida: “Eu quiser dizer muda o presidente”.

“Então agora é isso, hein? Me pediu foto quando me encontrou em algum lugar? Se for maior de 16, eu só tiro a foto se tiver foto do título de eleitor”, finalizou a artista em outra publicação.  

Essa não foi a primeira vez que a cantora demonstrou não estar satisfeita com a presença de Bolsonaro na presidência. Por diversas vezes, Anitta criticou o comportamento do político e ainda chegou a trocar farpas com ele nas redes sociais. 

Em uma das confusões, o governante debochou das lives sobre política realizadas pela cantora com a advogada e apresentadora Gabriela Prioli. Após perceber a crítica, a poderosa reclamou das atitudes do político. “Devia estar cuidando do Brasil”, disparou ela.

MSN

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Justiça decreta prisão de diretora de escola em que crianças foram filmadas amarradas com lençol

24 de março de 2022, 09:18

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A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias da responsável pela Escola de Ensino Infantil Colmeia Mágica, na zona leste paulistana. O local passou a ser investigado pela polícia após vídeos de crianças amarradas com lençóis serem compartilhados na internet.

A decisão, publicada na segunda-feira (21), acolheu pedido da Polícia Civil e do Ministério Público, que afirmam haver fortes indícios de que as crianças matriculadas na escola eram vítimas de tortura. O caso corre em segredo de Justiça.

A polícia afirmou à Justiça que o pedido de prisão é necessário para garantir a serenidade da investigação, evitando a destruição de provas e o contato da diretora do colégio, Roberta Regina Rossi Serme Coutinho da Silva, 40 anos, com testemunhas e pais de alunos.

A diretora não havia se apresentado ou sido localizada pela polícia até a publicação desta reportagem. A irmã dela também é investigada, mas não foi alvo do pedido de prisão expedido pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

O advogado de defesa delas, André Dias, afirmou à reportagem, na manhã desta quarta-feira (23), que suas clientes estão em um “lugar seguro”. O defensor afirmou que não iria comentar sobre a decisão judicial.

A reportagem apurou que Dias entrou com um pedido de habeas corpus, ainda na noite de segunda-feira, para derrubar a decisão judicial, o que não aconteceu até o momento.

As investigações começaram após vídeos, feitos com um celular, mostrarem crianças amarradas com lençóis, no banheiro da escola infantil.

Um mandado de busca e apreensão foi cumprido por investigadores da Cerco (Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas), da 8ª Delegacia Seccional, no último dia 10.

Na ocasião, policiais apreenderam sete lençóis, supostamente usados para restringir o movimento das crianças, além dos celulares das responsáveis pela instituição de ensino.

À época, o caso era investigado como maus-tratos. Mas, no decorrer das investigações, tortura e associação criminosa também foram incluídos como objetos de apuração por parte da polícia.

As suspeitas, em depoimento, negaram conhecimento sobre as situações vexatórias das crianças veiculadas na internet.

À polícia, ambas reconheceram o banheiro como sendo da instituição de ensino. Cerca de 20 pessoas foram ouvidas, entre funcionários e pais de alunos.

Professoras e ex-professoras da Colmeia Mágica afirmaram em depoimento, segundo registros da Promotoria, que crianças eram colocadas em bebês-conforto, dentro do banheiro, amarradas com lençóis, quando choravam com insistência. Elas relatam que, para abafar o choro, por vezes eram colocados cobertores na cabeça dos bebês, e a porta era fechada.

A prática ocorria, ainda segundo funcionárias, por suposta orientação da direção da escola.

As suspeitas negam qualquer envolvimento ou conhecimento dos maus-tratos.

O advogado André Dias reforçou à reportagem, no último dia 17, que o colégio busca descobrir quem fez as gravações e colocou as crianças naquela situação.

Pais de alunos No dia 19, uma manifestação com pais de alunos ocorreu em frente à escola.

Um agente de trânsito de 25 anos afirmou à reportagem que uma das crianças que aparece amarrada em um dos registros é seu filho de 11 meses. O nome dele e de outros pais de alunos será omitido para preservar a identidade das crianças.

Ele disse nesta quarta que a criança foi matriculada na instituição quando tinha quatro meses de vida. A escola foi escolhida, acrescentou, pelo fato de ele conhecer a diretora da unidade.

Antes da veiculação das imagens com as crianças amarradas em lençóis, o agente diz que já havia notado uma mudança de comportamento no filho, mas que acreditou ser algo normal, até então, por causa da idade do menino.

O homem afirmou que o filho fica agitado quando é coberto com algum lençol em casa. A criança, acrescentou, costuma ficar com os braços esticados para cima quando deita na cama.

O agente diz que só começou a ficar de fato desconfiado ao ver policiais cumprindo um mandado de busca e apreensão no local, no dia 10.

Em 2010, a diretora da Colmeia Mágica foi investigada pela morte de uma criança sob seus cuidados.

O advogado da escola confirmou o caso, acrescentando que ele foi arquivado. A reportagem apurou que o processo, de fato, não tramita mais na Justiça.

Folhapress

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Motorista flagrado dando tapa na bunda de uma mulher pode pegar até cinco anos de prisão

23 de março de 2022, 16:15

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A Polícia Civil do Ceará informou que o motociclista flagrado dando um tapa na bunda de uma mulher no Bairro Ellery, em Fortaleza, é investigado por importunação sexual. O assédio foi registrado por uma câmera de segurança. A pena prevista é de um a cinco anos de cadeia. As informações foram publicadas pelo portal G1. 

A lei que tornou crime a importunação sexual foi sancionada em setembro de 2018. De acordo com a legislação, importunação sexual é o ato libidinoso praticado contra alguém, e sem a autorização, para satisfazer o desejo próprio ou de terceiro.

A lei também cita a divulgação de cena de estupro, de cena de sexo ou de pornografia – trata-se da divulgação, por qualquer meio, de cena de sexo ou nudez ou pornografia sem o consentimento da vítima, além da divulgação de cenas de estupro.

A Secretaria da Segurança Pública cearense informou que uma equipe da Polícia Militar realiza buscas na região, para capturar o suspeito. 

As denúncias podem ser feitas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança, ou para o (85) 3101-0181, o número de WhatsApp.

Brasil 247

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Brasileiros enfrentam até 4 horas de fila para abastecer na Argentina

23 de março de 2022, 11:06

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 Logo após a Petrobras anunciar o mega-aumento dos combustíveis, em Foz do Iguaçu, cidade do Paraná localizada na Tríplice Fronteira, motoristas cruzam a fronteira argentina para economizar.

Morador de Foz, o funcionário público Carlos Mendes, 50, roda 24 quilômetros entre ida e volta até o posto de gasolina mais próximo em território argentino, localizado em Puerto Iguazu, para encher o tanque do carro e da moto.

Ele costuma pagar o equivalente a R$ 3,10 a R$ 3,20 pelo combustível, cerca da metade do preço que ele gastaria no Brasil. Com o novo reajuste, ele calcula que a economia vai ser ainda maior.

Apesar da vantagem econômica, abastecer na Argentina é uma operação demorada, já que Puerto Iguazú recebe cada vez mais muitos brasileiros. A fila para cruzar a aduana pode chegar a três quilômetros, equivalentes a uma hora de espera; já o engarrafamento no posto costuma chegar a até quatro horas.

“Se [a gasolina] superar os R$ 7, não tem por onde correr. A busca pelo combustível mais barato gera longas filas, mesmo assim ainda vale a pena. Não sei qual é a mágica que o governo argentino faz para ter a gasolina tão barata”, diz Mendes que cruza a fronteira em média a cada 25 dias.

Já em Cidade de Leste, do lado paraguaio da Tríplice Fronteira, as filas de carros são menores, mas a economia também é reduzida. Mesmo assim, o preço do litro de gasolina é 30% a 40% mais barato do que no Brasil.

Em Curitiba, frentistas relataram que o movimento começou a aumentar pouco antes do meio-dia desta quinta. No meio da tarde as filas já chegavam a uma hora de duração, nos postos mais movimentados.

O taxista aposentado Nelson Hauptman, 89, enfrentou 50 minutos de engarrafamento para encher meio tanque de gasolina num posto na rua Alberto Folloni, no bairro Juvevê, na zona norte da capital paranaense. “Esta guerra não é boa para ninguém”, afirmou.

Pela localização numa esquina, a fila de carros ocupava quase três quadras na rua Alberto Folloni, uma na rua São Sebastião e dobrava na rua Eurípides Garcez do Nascimento, onde se estendia por mais três quadras.

A engenheira civil Nicole Rodrigues, 26, alcançou a bomba após 40 minutos de espera. “Visito obras o dia inteiro e rodo bastante de carro”, diz ela, que costuma gastar de R$ 600 a R$ 1.000 por mês de combustível. Com o reajuste, esta despesa pode subir até R$ 1.200 mensais.

Num outro posto no cruzamento da rua Martim Afonso com a rua Brigadeiro Franco, no bairro Mercês, na zona central da capital, a fila começou a engrossar no meio da tarde com diversos carros que ocupavam faixas nas duas vias, dificultando o trânsito na região.

O motoboy Darci Mascarello Filho, 31, correu para a bomba assim que soube do reajuste de preços. “Rodo de 150 a 200 quilômetros por dia em Curitiba e região metropolitana e gasto R$ 400 por mês de gasolina. Com o aumento vou gastar R$ 500. Obviamente o frete também vai aumentar”, explica.

O Paranapetro, sindicato dos revendedores de combustíveis e lojas de conveniências do Paraná, denunciou que desde o último final de semana, “algumas distribuidoras já começaram a aumentar os preços de venda para os postos, antes de qualquer anúncio oficial de elevação na Petrobras, alegando uma maior entrada de combustíveis importados no mercado”.

“Esta é uma prática frequente: algumas distribuidoras costumam repassar os aumentos com grande agilidade para os postos, muitas vezes de imediato”, afirmou a entidade em nota.

Folhapress

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Secretaria de Educação de Caém sorteia brindes para alunos matriculados na rede municipal de ensino

23 de março de 2022, 10:23

Foto: Ascom/PMC

Por meio de uma live, a Secretaria de Educação de Caém realizou na tarde desta terça-feira (22), no Centro de Atendimento Educacional Especializado Professor Emídio Rômulo das Neves, o sorteio de brindes para os alunos matriculados na rede municipal de ensino.

Três bicicletas, tablets, pendrives, mochilas e cestas básicas foram sorteados para os cerca de dois mil alunos matriculados.

Presente na abertura do sorteio, o prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), destacou o trabalho e a dedicação da equipe da Secretaria de Educação, principalmente o comportamento dos profissionais durante o período mais crítico da pandemia do coronavírus. “Estaremos sempre destacando o importante papel dos profissionais em educação do nosso município, pelo profissionalismo e o comprometimento com esta sublime causa que é a de educar. Não poderíamos de parabenizar também aos pais por reconhecerem também a importância da educação para a vida dos seus filhos”, disse Arnaldinho.

O secretário de Educação, Esporte, Cultura e Turismo do município, Ronaldo Alves, ressaltou também o envolvimento de todos, família e educadores, para promover um ensino melhor a cada dia. “Professores, técnicos e outros profissionais que atuam na nossa rede de ensino, com a presença das famílias, têm trabalhado para que possamos oferecer um ensino de qualidade para os educandos caenenses”, salientou Ronaldo.

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‘Não há vitórias na guerra. Todos são derrotados’, diz papa Francisco

23 de março de 2022, 10:10

Foto: Reprodução

O papa Francisco voltou a falar sobre a guerra na Ucrânia durante a audiência geral desta quarta-feira (23) e ressaltou que os conflitos bélicos nunca trazem vencedores porque todos perdem.

“Com a guerra, tudo se perde, tudo, não há vitórias em uma guerra. Todo mundo é derrotado. Que o Senhor envie o seu Espírito para que faça entender que a guerra é uma derrota para a humanidade e nos libere dessa necessidade de autodestruição” , disse aos fiéis.

” As notícias das pessoas deslocadas, das pessoas que fogem, das pessoas mortas, das pessoas feridas… tantos soldados mortos de um lado a outro, são todas notícias de morte. Pedimos ao Senhor da vida que nos liberte dessa morte da guerra” , acrescentou.

Pedindo aos fiéis para que rezem pelo fim dos conflitos, na Ucrânia e no mundo, o líder católico destacou que é preciso orar para que “os governantes entendam que comprar armas e fazer armas não é a solução do problema, que tem como solução trabalhar todos juntos para a paz” .

O Pontífice lembrou que consagrará a Rússia e a Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria no próximo dia 25 de março e convidou a todos a rezarem pelo fim do conflito.

“Esse ano, no caminho da penitência da Quaresma e de jejum, pedimos ao Deus da paz, que se comova com a guerra em curso na Ucrânia. Na Polônia, vocês são testemunhas acolhendo os refugiados e escutando as suas histórias. Enquanto nos preparamos a viver um dia especial de orações, pedimos à mãe de Deus que alivie o coração dos nossos irmãos e irmãs aflitos pela crueldade da guerra “, reforçou ainda.

Aos fiéis, afirmou durante sua fala, ao destacar a importância da relação entre idosos e jovens, que aprendeu a ter “ódio das guerras” com seu avô. “Eu posso dar um testemunho pessoal. O ódio e a raiva à guerra eu aprendi a ter com meu avô, que tinha combatido em 1914 e ele me transmitiu essa raiva à guerra porque me contou os sofrimentos e isso não se aprende nos livros, se aprende transmitindo dos avôs aos netos” , acrescentou.

Visita à Ucrânia

O embaixador ucraniano na Itália, Yaroslav Melnyk, reforçou ao “Sky Tg24” que Kiev está trabalhando para uma visita do líder católica ao país, assim como havia sido dito um dia antes pelo representante no Vaticano.

“Nós admiramos muitíssimo o papel da Santa Sé, as palavras do papa Francisco sobre a Ucrânia. Nós faremos o possível para organizar a visita do Papa a Kiev, mas nem tudo depende de nós porque precisamos organizar a segurança. Mas, nós faremos o possível” , acrescentou reforçando a necessidade de um acordo de cessar-fogo para que isso ocorra.

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