A church in California has created a nativity scene putting Jesus, Mary & Joseph – the most well-known refugee family in the world – in separate cages.
It is intended to make us ask ourselves: “What if this family sought refuge in our countries today?”
Notícias
A história da única pessoa do mundo a ser atingida e ferida por um meteorito
10 de dezembro de 2019, 09:53

Foto: UNIVERSITY OF ALABAMA MUSEUMS, TUSCALOOSA, ALABAM
“Você tem mais chances de ser atingido por um tornado, um raio e um furacão, todos ao mesmo tempo, do que de ser atingido por um meteorito”.
Essa foi a fala do astrônomo Michael Reynolds, quando consultado pela revista National Geographic, sobre o quão possível era ser acertado por uma rocha vinda do espaço.
O motivo não está na falta de meteoritos que cheguem à Terra. Na verdade, de acordo com um estudo uruguaio citado pela revista Cosmos, por volta de 17 meteoritos chegam à superfície terrestre todos os dias.
Entretanto, a maioria deles cai nos oceanos ou em regiões afastadas.
Isso explica por que a probabilidade de morrer pelo impacto de um meteorito é de 1 em 1.600.000. Também está por trás da afirmação de Reynolds, autor do livro Estrelas cadentes: um guia sobre meteoros e meteoritos (Falling Stars: A Guide to Meteors and Meteorites, no original em inglês), de que é mais provável ser acertado por um raio, um furacão e um tornado ao mesmo tempo.
Mas uma pessoa teve essa “sorte”.
O nome dela era Ann Hodges e entrou para a história por protagonizar o único caso registrado oficialmente de alguém atingido por um meteorito.
O que aconteceu?
Hodges tirava um cochilo em sua casa, em Sylacauga, uma região rural no Alabama, no sudeste dos Estados Unidos, na tarde de 30 de novembro de 1954, quando acordou de repente.
Sentiu uma pancada forte no quadril e, quando abriu os olhos, viu que sua casa estava cheia de fumaça e de escombros.
Depois do susto inicial, ela e sua mãe, que também estava na casa, descobriram que havia um grande buraco no teto. Seu aparelho de rádio também estava destroçado.
Então descobriram o que havia causado todo o dano: uma rocha preta, do tamanho de um melão, que havia entrado pelo buraco, ricocheteado no rádio para depois atingir Ann, que tinha 31 anos à época.
As mulheres ligaram para a polícia e para os bombeiros, que chamaram um geólogo do governo, que trabalhava em uma escavação próxima. O especialista logo chegou ao lugar para identificar a rocha.
Ele identificou que se tratava de um meteorito, o termo que define qualquer rocha que venha do espaço.
As autoridades decidiram entregá-lo à Força Aérea para inspeção. Afinal, ainda estavam na Guerra Fria, e era necessário descartar qualquer possibilidade de um complô soviético.
A Força Aérea analisou o objeto e confirmou que se tratava de um meteorito
“Uma bola de fogo”
Depois disso, a pequena cidade ficou em polvorosa. Muitos viram o objeto no céu antes que ele caísse na casa dos Hodges.
Segundo os depoimentos preservados no Museu de História Natural do Alabama, alguns disseram ter visto “uma luz avermelhada brilhante, como uma vela romana soltando fumaça”.
Outros relataram ver “uma bola de fogo” e ouvir uma grande explosão, seguida de uma nuvem marrom.
Com o tempo, soube-se que o meteorito tinha 3,8 quilos e era, na verdade, a metade maior de um meteorito que se partira pouco antes de se chocar contra a Terra.
Um vizinho dos Hodges, que era agricultor, encontrou um pedaço menor enquanto lavrava a terra e o vendeu, ganhando uma pequena fortuna, de acordo com fontes locais.
Entretanto, Ann não teve a mesma sorte.
Enviado por Deus
Transformar-se na única pessoa do mundo a ser oficialmente reconhecida como vítima da queda de um meteorito trouxe muita fama, mas não muita fortuna para Ann Hodges.
A notoriedade foi súbita: quando seu marido, Eugene, chegou do trabalho naquele 30 de novembro, havia tanta gente na entrada da casa que demorou até que ele conseguisse alcançar a porta.
A casa onde viviam os Hodges, em Sylacauga, no Alabama, atraiu muita atenção na época
“Hoje tivemos um dia bastante emocionante”, disse Ann à agência de notícias Associated Press. “Não consegui dormir desde que fui atingida”.
Apesar do machucada, a mulher não foi levada a um hospital até o dia seguinte, cercada pela multidão.
O médico confirmou que só se tratava de um hematoma.
Mas o golpe mais forte sentido por Ann não foi físico, e sim emocional.
Ela estava convencida de que o meteorito pertencia a ela. “Sinto que é meu. Creio que Deus tinha a intenção de que chegasse a mim. Afinal, foi a mim que ele acertou”, afirmou, segundo os depoimentos mantidos no Museu de História Natural.
Entretanto, ela não era dona da casa onde vivia. Ela e o marido alugavam o imóvel de uma mulher chamada Birdie Guy, que era viúva.
Quando a Força Aérea confirmou que se tratava de um meteorito e quis devolver o objeto ao seu dono, começou a batalha judicial para definir quem teria direito a mantê-lo.
Ainda que Guy tenha ganhado o pleito, o público à época tomou partido dos Hodges, cujo sobrenome fora usado para batizar a pedra espacial.
Guy acabou aceitando 500 dólares para entregar o meteorito.
O Smithsonian, um museu americano de prestígio, ofereceu-se para comprar o famoso objeto extraterrestre dos Hodges, mas Eugene estava convencido de que poderia obter mais dinheiro e recusou a oferta.
Os Hodges pensaram que ficariam ricos graças ao meteorito, mas isso não aconteceu
Sua aposta não deu certo. No fim das contas, ninguém demonstrou interesse em comprar o meteorito e os Hodges acabaram doando o objeto para o Museu de História Natural do Alabama, em 1956 – onde está até hoje.
Anos mais tarde, Ann sofreu um colapso nervoso e, em 1964, separou-se do marido.
Acabou internada em uma clínica e, com apenas 52 anos, faleceu de insuficiência renal em 1972.
Segundo Eugene, ela “nunca se recuperou” de toda a loucura gerada pelo meteorito.
“Os Hodges eram pessoas simples do campo”, destacou o diretor do museu, Randy Mecredy. “E realmente acredito que toda a atenção levou à sua ruína”.
Outros casos
Ainda que Ann Hodges seja o único caso confirmado, houve outras situações em que pessoas asseguraram ter sido acertadas por meteoritos.
Um dos casos mais notórios ocorreu há quase uma década, em 2009, quando um adolescente alemão de 14 anos, chamado Gerrit Blank, disse ter sido ferido por uma pedra espacial. Ele teria machucado a mão com o objeto, que teria o tamanho de uma ervilha.
BBC News
Whatsapp é principal fonte de informação do brasileiro, diz pesquisa
10 de dezembro de 2019, 06:23

Foto: Reprodução
Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado mostrou o Whatsapp como principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram receber notícias sempre pela rede social.
O ambiente possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, sendo a plataforma mais popular juntamente com o Facebook.
Depois do Whatsapp, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%.
No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos.
Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais.
No caso do Instagram, a diferença é ainda maior. Entre os jovens, 41% relataram buscar informações sempre na rede social. Já na faixa dos 60 anos ou mais, o índice caiu para apenas 9%.
A pesquisa também avaliou os hábitos dos entrevistados nas redes sociais. O tipo de ação mais comum foi a curtida de publicações, ato realizado sempre por 41% dos participantes da sondagem. Em seguida, vieram compartilhamento de posts (20%), publicar conteúdos (19%) e comentar mensagens de outros (15%).
A pesquisa ouviu 2.400 pessoas com acesso à internet em todos os estados e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas por telefone no mês de outubro.
A amostra foi composta de modo a buscar reproduzir as proporções da população, como as de gênero, raça, região, renda e escolaridade. Segundo os autores, o nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois para mais ou para menos.
Com informações da Agência Brasil
Igreja evangélica monta presépio com Jesus ‘enjaulado’ como refugiado
09 de dezembro de 2019, 22:14

Foto: Reprodução
O que você pensaria se visse Jesus, Maria e José separados por jaulas? Esta foi a questão que a Igreja Metodista de Claremont, na Califórnia, Estados Unidos, quis levantar, com o intuito de gerar um debate sobre as políticas do governo de Donald Trump na fronteira sul do país.
Um presépio montado na entrada do templo mostra as figuras da Sagrada Família separadas e enjauladas, como é feito pela polícia norte-americana com os imigrantes que chegam à fronteira com o México.
Um texto publicado no site oficial da igreja levanta diversos questionamentos. “E se esta família procurasse refúgio no nosso país hoje?”, dizia um trecho da nota. “No tempo em nosso país, quando as famílias de refugiados procuram asilo nas nossas fronteiras e são separadas umas das outras, nós lembramos a família de refugiados mais conhecida do mundo: Jesus, Maria e José, a Sagrada Família”.
A narrativa ainda afirma que “a Sagrada Família ocupa o lugar das milhares de famílias sem nome separadas nas nossas fronteiras”.
“Imagine José e Maria barrados na fronteira e Jesus, com menos de dois anos, tirado de sua mãe e colocado atrás das grades de um centro de detenção da patrulha de fronteira, como foi feito com mais de 5.500 crianças nos últimos três anos”.
Confira o vídeo abaixo e a nota na íntegra:
Leia o texto na íntegra (em tradução livre)
No tempo em nosso país quando as famílias de refugiados procuram asilo nas nossas fronteiras e são separadas umas das outras nós lembramos a família de refugiados mais conhecida do mundo: Jesus, Maria e José, a Sagrada Família.
Logo após o nascimento de Jesus, José e Maria foram obrigados a fugir com seu jovem filho de Nazaré para o Egito para escapar do rei Herodes, um tirano. Eles temiam perseguição e morte.
E se esta família procurasse refúgio no nosso país hoje?
Imagine José e Maria barrados na fronteira e Jesus, com menos de dois anos, tirado de sua mãe e colocado atrás das grades de um centro de detenção da patrulha de fronteira, como foi feito com mais de 5.500 crianças nos últimos três anos.
Jesus cresceu para nos ensinar bondade e misericórdia e a acolhida de todas as pessoas.
Ele disse: “Eu estava com fome e você me deu comida, eu estava com sede e você me deu algo para beber, eu era um estranho e você me acolheu.” Mateus 25:35
No presépio da Igreja metodista de Claremont, neste Natal, a Sagrada Família ocupa o lugar das milhares de famílias sem nome separadas nas nossas fronteiras.
Dentro da igreja, você verá esta mesma Sagrada Família reunida em um presépio que se une aos anjos em cantar “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” Lucas 2:14
Fachin autoriza transferência de Geddel para presídio em Salvador
09 de dezembro de 2019, 22:09

Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou nesta segunda-feira (9) a transferência do ex-ministro Geddel Vieira Lima do presídio da Papuda, em Brasília, para uma penitenciária em Salvador. Fachin atendeu pedido feito pela defesa para que o ex-ministro fique preso na cidade em que residem seus familiares.
Em outubro, o ex-ministro foi condenado pela Segunda Turma do STF a 14 anos e dez meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa na ação penal do caso relacionado aos R$ 51 milhões em espécie encontrados pela Polícia Federal (PF) em um apartamento há dois anos, quando Geddel foi preso preventivamente.
Conforme a decisão, Geddel ficará preso no Centro de Observação Penal (COP) na capital da Bahia.
09 de dezembro de 2019, 22:04

Foto: Reprodução
O Podemos expulsou o deputado Marco Feliciano (SP) do partido. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 9, pelo comando da legenda em São Paulo por oito votos unânimes e deve ser comunicada pelo presidente estadual da sigla, Mario Covas Neto, nesta terça-feira, 8.
Se quiser reverter a decisão, o parlamentar poderá recorrer à executiva nacional do partido. A expectativa entre dirigentes da sigla, no entanto, é que ele aceite sair da legenda. Como foi expulso do partido, Feliciano não perde o mandato, a menos que haja uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que não deve acontecer.
A denúncia que originou a expulsão de Feliciano cita uma série de acusações ao deputado. Entre elas, estão os gastos de R$ 57 m8l referentes a um tratamento odontológico reembolsados pela Câmara, caso revelado pelo Estado. Além disso, o apoio irrestrito ao presidente Jair Bolsonaro, acusações de assédio sexual no gabinete, recebimento de propina, pagamento a supostos funcionários fantasmas e até comentários sobre o cantor Caetano Veloso.
O partido decidiu expulsar Feliciano por “incompatibilidade programática e comportamento incondizente com as diretrizes” do Podemos. A saída forçada de Feliciano ocorre dentro da estratégia do Podemos de se afastar do “bolsonarismo” e se firmar como a sigla da Lava Jato. O partido tem atraído parlamentares da centro-direita descontentes com o governo e, só no Senado, passou de cinco para dez parlamentares nos últimos meses – a segunda maior bancada.
Dirigentes do Podemos querem desvincular a imagem do partido à de Feliciano. Alguns deputados e senadores, citam as fontes nos bastidores, condicionam a negociação de migração para a legenda à saída do deputado dos quadros do Podemos.
Procurado pela reportagem para comentar a decisão do partido, Marco Feliciano não respondeu. No início do mês, quando perguntado sobre o assunto, o parlamentar afirmou que iria respeitar a decisão da legenda. “Para mim, o que acontecer está bom. Que o eleitor julgue o caso. Um partido expulsa um deputado por apoiar um presidente da República. Aí, não tem mais o que fazer”, afirmou, na ocasião.
Cerveja engorda? Pelo contrário, novo estudo diz que não
09 de dezembro de 2019, 10:47

Foto: Reprodução
Uma nova pesquisa realizada na Espanha revela que o consumo regular de cerveja não influencia os resultados da composição corporal daqueles que realizam exercícios do tipo HIIT (treinos intercalados de alta intensidade).
O estudo, publicado no periódico científico Nutrients, acompanhou 72 pessoas ao longo de 10 semanas. Os participantes foram divididos em dois grupos: sedentários e os que praticavam HIIT. Enquanto os participantes do grupo de sedentários tiveram que consumir álcool, aqueles que estavam no do HIIT puderam escolher se queriam ou não. Os que escolheram beber receberam cerveja (com teor alcóolico de 5,4%) ou água com gás misturada com vodka. Aqueles que optaram por não beber receberam cerveja não alcoólica ou água com gás comum.
Durante cinco dias por semana, os homens do grupo de treino HIIT beberam aproximadamente 325 ml (ou de cerveja ou de água com vodka) ao almoço e jantar. Já as mulheres ingeriram essa mesma quantidade apenas ao jantar.
As sessões de HIIT foram realizadas dois dias por semana (um total de 40 a 65 minutos cada aula) a uma taxa de esforço percebido (EPR) de oito ou mais em uma escala de um a 10 — ou seja de intensidade extremamente difícil.
Os investigadores mediram a composição corporal de todos os participantes (massa corporal, circunferência da cintura, razão cintura/quadril, gordura abdominal e densidade óssea) no início e no final do período de estudo de 10 semanas.
Cerveja engorda ou atrapalha os resultados?
Nenhum dos grupos experimentou alterações negativas na composição corporal. Além disso, todas as pessoas do grupo de treino HIIT — mesmo as que beberam álcool — perderam gordura corporal e ganharam massa muscular magra.
“Não é de surpreender que o treino HIIT tenha desencadeado essas mudanças no corpo. Pesquisas anteriores são bastante claras de que o treino pode ajudar a estimular a queima de gordura e a desenvolver músculos”, disse Cristina Molina-Hidalgo, da Universidade de Granada.
“Mas por que o álcool não alterou a perda de peso? Tudo se resume a quantas calorias ingerimos versus quantas queimamos”, explica Amy Goodson, especialista em dietética esportiva.
“As mudanças na composição corporal geralmente ocorrem com a melhoria dos padrões alimentares e um treino regular. O álcool pode fazer parte de um padrão alimentar saudável. Mas deve estar dentro das necessidades totais de calorias da pessoa”, disse. “Muitas vezes, quando os indivíduos consomem álcool — com ou sem exercício — e não levam em consideração as calorias adicionais, o ganho de peso ocorre, levando a efeitos negativos na composição corporal geral”.
O estudo não analisou como os participantes comeram durante esse período. Frequentemente, quando as pessoas iniciam um novo programa de exercício físico, também tendem a começar alimentar-se de maneira mais saudável, explica Amy. Se esse for o caso dos participantes, isso poderia ter um papel importante na melhoria da composição corporal. Comer de maneira mais saudável teria-lhes um pouco mais de espaço para adicionar algo mais calórico no cardápio. Como beber cerveja, mas sem exagerar nas calorias — o contrário pode levar ao ganho de peso.
Rússia é banida de competições e está fora de Olimpíadas e Copa
09 de dezembro de 2019, 10:40

Foto: Reprodução
A Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês) decidiu nesta segunda-feira (9) banir a Rússia de competições oficiais por quatro anos por causa dos escândalos de doping envolvendo atletas do país.
Com a punição, a Rússia ficará fora dos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio, e campeonatos mundiais que sigam regras da Wada como a Copa do Mundo de Futebol em 2022, no Qatar. Também não poderá participar dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, em Pequim, nem organizar ou sediar eventos esportivos oficiais.
A Rússia tem 21 dias para recorrer da decisão ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS). Caso entre com o recurso, as sanções aplicadas pela Wada ficam suspensas até que o TAS as confirme ou rejeite.
Por unanimidade, o comitê da Wada aprovou as sanções porque a Agência Antidoping Russa (Rusada) teria falsificado dados dos controles antidoping entregues à entidade no início do ano.
Atletas russos que não foram envolvidos nas supostas fraudes em testes de doping poderão participar de competições oficiais como atletas independentes ou por outros países.
A entrega de milhares de dados brutos de controle antidoping, armazenados nos servidores do antigo laboratório de Moscou, sob a supervisão do Comitê de Investigação da Rússia, era uma condição imposta pela Wada para retirar, no final de 2018, a suspensão anterior da Rusada.
O órgão antidoping mundial esperava, assim, trazer à luz os controles positivos que não tiveram consequências, abrir processos disciplinares contra atletas e encerrar o caso uma vez por todas. Mas especialistas enviados pela Wada descobriram que “centenas” de resultados suspeitos foram apagados, alguns entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, pouco antes da entrega dos dados.
Morte de menino em MG relembra perigo sobre usar celular enquanto carrega
09 de dezembro de 2019, 10:32

Foto: Reprodução
Um menino de 13 anos morreu em Montes Claros (MG) na noite de sexta-feira (6), segundo a família contou à Polícia Militar, por conta de um choque elétrico ao carregar um telefone celular. Wender Santos Bezerra chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de de Urgência e Emergência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos.
O menino teria colocado o celular com o carregador ligado à tomada, ao mesmo tempo em que ouvia música com o fone no ouvido sentado a uma cadeira. Ele caiu no chão e foi visto pelo irmão mais novo, que chamou os pais.
O caso agora será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais para solucionar as causas da morte. O corpo de Wendel vai ser velado na manhã deste sábado (7). Ainda não há informações sobre a marca e o modelo do celular e do carregador.
O laudo preliminar do IML (Instituto Médico Legal) foi emitido com “causa indeterminada”, sem haver sinal de causa violenta no corpo. O laudo final da necrópsia deve sair em 30 dias.
A morte de Wender é mais uma dentre recentes envolvendo celulares ligados a carregadores. Uma mulher de 26 anos morreu em setembro na Rússia após seu celular, que estava carregando, cair na banheira. Na Tailândia, um homem de 40 anos foi encontrado morto em novembro, supostamente eletrocutado enquanto usava o celular deitado na cama.
As recomendações dos especialistas para evitar ser mais uma vítima são:
Evitar ao máximo mexer nos aparelhos durante a recarga da bateria. E isso vale para todos os dispositivos eletrônicos
Evitar usar carregadores piratas
Evitar usar o celular conectado na tomada durante o banho ou em algum ambiente perto de água ou vapor
Evitar usar o celular quando ele estiver esquentando demais
Evitar carregar o celular em extensões elétricas de má qualidade
Cuidar da rede elétrica do local onde você costuma carregar o celular
Prato feito pesa mais no bolso do brasileiro
08 de dezembro de 2019, 12:56

Foto: Reprodução
Otradicional prato feito do brasileiro – arroz, feijão, bife, batata e ovo – está pesando mais no bolso do consumidor. A alta de preços de quase todos alimentos básicos acumulada nos últimos 12 meses até novembro supera a inflação geral do País, de 3,27% para o período. A inflação deve fechar este ano com folga abaixo do centro da meta de 4,25% fixada pelo governo.
“Essas pressões não comprometem a meta de inflação, mas o bolso da população”, afirma André Braz, coordenador do IPC do FGV/ IBRE. Ele destaca que, pelo fato de serem alimentos básicos, a alta do preço da comida castiga mais os mais pobres, especialmente a grande massa de desempregados e subempregados. Nestes casos, a renda do trabalho encolheu ou sumiu.
O sinal de alerta de que se alimentar ficou mais caro soou quando o preço da carne vermelha disparou, puxada pela alta de preço do boi no campo. No final do mês passado, a cotação da arroba bateu o recorde de R$ 231, de acordo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Com isso, segundo relatos, alguns cortes da carne bovina chegaram a subir quase 50% nos açougues. Na média nacional, a carne vendida ao consumidor aumentou 14,43% nos últimos doze meses e mais da metade só em novembro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Analistas consideram que ocorre uma tempestade perfeita no mercado de carne bovina. O aumento de 10% das exportações em volume neste ano, puxada pela China que enfrenta problemas na oferta de proteína animal, atraiu os exportadores que recebem em dólar pelo produto. Somado a isso, o consumo doméstico, que normalmente cresce nesta época do ano por causa da injeção do 13.º salário, ganhou vigor com o dinheiro extra do FGTS.
Do lado da oferta, Wander Fernandes de Sousa, analista de carnes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), lembra que hoje há escassez de bois para abate por causa da entressafra, quando os animais ficam magros. Nos últimos anos, por causa de preços defasados da arroba, houve abate de matrizes. Isso também reduz a disponibilidade de produto hoje.
Os supermercados dizem que não têm como evitar o repasse de preço ao consumidor porque os produtos são perecíveis e os estoques normalmente são enxutos. “Não temos como absorver essa alta de custos”, diz Ronaldo dos Santos, presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), admitindo que as negociações com os fornecedores ficaram mais tensas nas últimas semanas, especialmente num mercado com concorrência muito acirrada.
A reação imediata desse cabo de guerra entre indústria e comércio é que o consumidor colocou o pé no freio nas compras. Na carne bovina houve uma redução de 10% a 15% nos volumes vendidos, conta Santos. Já no frango e nos ovos, ele notou aumento de 10% nas vendas no período.
Nos bares e restaurantes, essa ginástica não é tão fácil. Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que representa um milhão de estabelecimentos no País, diz que, na maioria das vezes a substituição de ingredientes não agrada aos clientes. “Há esforço para trocar a carne por frango ou peixe, mas isso esbarra no hábito alimentar.”
A saída encontrada pelos bares e restaurantes, segundo Solmucci, tem sido aumentar em cerca de 15% o preço do prato feito ou manter a carne, mas em versões mais em conta. Há restaurantes de Belo Horizonte (MG), por exemplo, que trocaram o tradicional bife do prato feito por carne moída: “A carne moída ocupa mais espaço e é mais em conta.”
Pressões a caminho
Além das pressões nos preços dos alimentos do prato feito, Braz, da FGV, lembra que a forte desvalorização cambial que houve no início de novembro, que fez o dólar passar de R$ 4,20, poderá contaminar os preços em dólar de commodities. O milho e soja, usados na ração de frango e suínos, e o trigo, boa parte importado e que entra no preparo do pão francês das massas, poderão ficar mais caros.
Consumidores tentam driblar os aumentos
Cada um do seu modo, os brasileiros estão se virando para tentar manter o prato feito na mesa. Trocar o bife caro pelo frango ou ovo, que são mais baratos, ir mais vezes ao supermercado à caça de ofertas e até mudar horário da feira são as alternativas usadas pelos consumidores para driblar a alta de preços dos alimentos básicos.
Desempregada desde que nasceu a filha, de cinco meses, Ana Daniela Andriani Oliveira, de 26 anos, conta que, antes da disparada de preço, cozinhava carne diariamente para as duas filhas pequenas e o marido. Nas últimas semanas, ela substituiu a carne pelo ovo e conseguiu reduzir parcialmente o aumento de despesa. “O preço do ovo subiu também, eles aproveitam”, reclama.
Diante da forte alta de preços de alimentos básicos, o advogado Damião Márcio Pedro, de 58 anos, decidiu cozinhar mais em casa para economizar. “Antes de ir comer fora, agora penso bem”, conta Pedro. No passado recente, ao menos uma vez por semana ele ia ao restaurante. “Hoje, é uma vez a cada 15 dias e olhe lá.”
O advogado diz que está indo mais vezes às compras para aproveitar as promoções. E também, nos últimos tempos, está mais atento aos preços.
A aposentada Marisa Lima, de 62 anos, também acha que a inflação está controlada, mas apenas na renda. “No resto, está nada, o salário está congeladíssimo, defasado”, afirma. Apesar de não comer carne, o marido e os filhos consomem o alimento. “Acho o aumento da carne um absurdo. Carne agora é de vez em quando e reforço as refeições com legumes”, diz.
Feijão, no entanto, é obrigatório nas refeições da família e, na sua opinião, não tem como substituí-lo. Uma alternativa para minimizar a alta na despesa em geral com alimentação foi mudar o horário de ir à feira. Nos últimos tempos ela tem idos mais perto do fim da feira, a chamada “hora da xepa”, para gastar menos.
A diretora de teatro Simone Pompeo, de 59 anos, divorciada e com dois filhos, adotou a mesma estratégia de Marisa. “Antes, ia à feira às 8h para ficar livre, agora é só às 13h, quando os preços caem”, diz ela, que consegue uma economia de 50% indo mais tarde. Ela também optou por cozinhar em casa para reduzir gastos e comer melhor.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Vacina da gripe será dada a partir de 55 anos; criança terá reforço para febre amarela aos 4
08 de dezembro de 2019, 09:07

Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde anunciou para 2020 mudanças nas indicações de duas vacinas do calendário nacional. A partir do ano que vem, a vacinação contra febre amarela será estendida a todos os municípios brasileiros e uma dose de reforço será dada a crianças de quatro anos. Além disso, a vacina contra a gripe passará a ser oferecida a partir dos 55 anos (até 2019, ela era dada para idosos a partir dos 60).
As novas diretrizes estão em ofício enviado pelo Ministério da Saúde no final de novembro a representantes das secretarias estaduais e municipais de Saúde. No documento, a pasta detalha três campanhas de vacinação que serão feitas ao longo do ano que vem, com as datas das ações e os públicos-alvo.
O ofício anuncia ainda alterações na estratégia contra a febre amarela. Todo o País passará a ser considerado área de recomendação para a vacina. Com isso, parte dos Estados do Nordeste que ainda não tinham essa recomendação também deverão ter sua população vacinada. Isso inclui 1.101 municípios de sete estados nordestinos: Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.
De acordo com o ofício do ministério, a mudança foi definida “em virtude da situação epidemiológica no País e a necessidade de proteger esta população contra a doença”.
A outra mudança na indicação dessa vacina é direcionada a crianças de quatro anos, que, mesmo já vacinadas, precisarão tomar uma dose de reforço nessa idade. Segundo A Organização Mundial da Saúde, uma única dose desse imunizante é capaz de proteger a pessoa por toda a vida. No entanto, estudos indicam que quando a vacina é dada a crianças muito novas, a eficácia pode ser menor, como explica o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha.
“Isso (eficácia menor) acontece principalmente em crianças vacinadas antes dos dois anos. Nessa idade, o sistema imunológico ainda é imaturo e há uma interferência dos anticorpos passados pela mãe”, explica o especialista.
Gripe
No caso da vacina contra a gripe, foram mantidos os públicos-alvo já conhecidos, como crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos, portadores de doenças crônicas, mas foi adicionada ao grupo prioritário a população de 55 a 59 anos, que até agora não tinha direito à vacina na rede pública.
“Visando ampliar o acesso à vacinação dos grupos mais vulneráveis, neste ano os adultos de 55 a 59 anos de idade também serão vacinados. O público-alvo, portanto, representará aproximadamente 67,7 milhões de pessoas. A meta é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários para a vacinação”, diz trecho do documento do ministério. A campanha será realizada de 13 de abril a 15 de maio.
Cunha elogiou a decisão do ministério de ampliar o público-alvo da vacina contra a gripe. “Nós, das sociedades científicas, preconizamos que o maior número possível de pessoas deva ser vacinada, mas sabemos que os recursos são limitados e a capacidade dos laboratórios produtores também. A ampliação da faixa etária é uma notícia muito boa porque a vacina é considerada a forma mais eficaz de prevenção da gripe e de suas complicações”, destaca.
Além das ações contra gripe e febre amarela, o ministério fará duas campanhas de vacinação contra o sarampo para públicos não contemplados em 2019: em fevereiro e março, para crianças e jovens de 5 a 19 anos, e em agosto, para adultos de 30 a 59 anos. A pasta planeja ainda, para setembro, uma campanha contra a poliomielite e multivacinação para atualização da caderneta de vacinação da criança e do adolescente.
Veja detalhes das campanhas
Campanha nacional de vacinação contra o sarampo
Primeira etapa: 10 de fevereiro a 13 de março de 2020
Público-alvo: população de 5 a 19 anos
Segunda etapa: 3 a 31 de agosto de 2020
Público-alvo: população de 30 a 59 anos
Campanha nacional de vacinação contra a influenza (gripe)
Data: 13 de abril a 15 de maio de 2020
Público-alvo:
Idosos com 60 anos ou mais
População entre 55 e 59 anos
Crianças de 6 meses a 5 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
Gestantes
Puérperas (até 45 dias após o parto)
Trabalhadores da saúde
Professores das escolas públicas e privadas
Povos indígenas
Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
Forças de segurança e salvamento
Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas
População privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional
Campanha nacional de vacinação contra a poliomielite e multivacinação
Data: 9 a 30 de setembro de 2020
Público-alvo: atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade e busca de crianças menores de 5 anos não vacinadas contra a poliomielite.
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