Igreja evangélica monta presépio com Jesus ‘enjaulado’ como refugiado

09 de dezembro de 2019, 22:14

Presépio de igreja na Califórnia promoveu ação de conscientização sobre refugiados (Foto: Reprodução)

O que você pensaria se visse Jesus, Maria e José separados por jaulas? Esta foi a questão que a Igreja Metodista de Claremont, na Califórnia, Estados Unidos, quis levantar, com o intuito de gerar um debate sobre as políticas do governo de Donald Trump na fronteira sul do país.

Um presépio montado na entrada do templo mostra as figuras da Sagrada Família separadas e enjauladas, como é feito pela polícia norte-americana com os imigrantes que chegam à fronteira com o México.

Um texto publicado no site oficial da igreja levanta diversos questionamentos. “E se esta família procurasse refúgio no nosso país hoje?”, dizia um trecho da nota. “No tempo em nosso país, quando as famílias de refugiados procuram asilo nas nossas fronteiras e são separadas umas das outras, nós lembramos a família de refugiados mais conhecida do mundo: Jesus, Maria e José, a Sagrada Família”.

A narrativa ainda afirma que “a Sagrada Família ocupa o lugar das milhares de famílias sem nome separadas nas nossas fronteiras”.

“Imagine José e Maria barrados na fronteira e Jesus, com menos de dois anos, tirado de sua mãe e colocado atrás das grades de um centro de detenção da patrulha de fronteira, como foi feito com mais de 5.500 crianças nos últimos três anos”.

Confira o vídeo abaixo e a nota na íntegra:

Stefan Simanowitz @StefSimanowitz
 

A church in California has created a nativity scene putting Jesus, Mary & Joseph – the most well-known refugee family in the world – in separate cages.

It is intended to make us ask ourselves: “What if this family sought refuge in our countries today?”

Vídeo incorporado
 

Leia o texto na íntegra (em tradução livre)

No tempo em nosso país quando as famílias de refugiados procuram asilo nas nossas fronteiras e são separadas umas das outras nós lembramos a família de refugiados mais conhecida do mundo: Jesus, Maria e José, a Sagrada Família.

Logo após o nascimento de Jesus, José e Maria foram obrigados a fugir com seu jovem filho de Nazaré para o Egito para escapar do rei Herodes, um tirano. Eles temiam perseguição e morte.

E se esta família procurasse refúgio no nosso país hoje?

Imagine José e Maria barrados na fronteira e Jesus, com menos de dois anos, tirado de sua mãe e colocado atrás das grades de um centro de detenção da patrulha de fronteira, como foi feito com mais de 5.500 crianças nos últimos três anos.

Jesus cresceu para nos ensinar bondade e misericórdia e a acolhida de todas as pessoas.

Ele disse: “Eu estava com fome e você me deu comida, eu estava com sede e você me deu algo para beber, eu era um estranho e você me acolheu.” Mateus 25:35

No presépio da Igreja metodista de Claremont, neste Natal, a Sagrada Família ocupa o lugar das milhares de famílias sem nome separadas nas nossas fronteiras.

Dentro da igreja, você verá esta mesma Sagrada Família reunida em um presépio que se une aos anjos em cantar “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” Lucas 2:14

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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