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Tardígrados, seres ‘indestrutíveis’, podem estar vivos na Lua

08 de agosto de 2019, 04:07

Pode haver vida na Lua, no fim das contas: seres virtualmente indestrutíveis que suportam radiação extrema, calor crepitante, as temperaturas mais frias do universo e décadas sem comida.

Essas criaturas não são alienígenas, mas sim terráqueos microscópicos conhecidos como tardígrados, que provavelmente sobreviveram à queda durante uma tentativa de pouso na superfície lunar da sonda israelense Beresheet em abril, informou a organização responsável pela viagem nesta terça-feira.

Com base em uma análise da trajetória da espaçonave e da composição do dispositivo em que os animais microscópicos haviam sido armazenados, “acreditamos que as chances de sobrevivência para os tardígrados (…) são extremamente altas”, disse à AFP Nova Spivack, fundador da Arch Mission Foundation.

A organização sem fins lucrativos dedica-se a espalhar cópias do conhecimento humano e da biologia da Terra em todo o Sistema Solar, uma missão que equipara à criação de uma “Enciclopédia Galática” como um presente para o futuro.

“Os tardígrados são ideais para incluir porque são microscópicos, multicelulares e uma das formas mais duráveis de vida no planeta Terra”, disse Spivack.

Ele acrescentou que as criaturas diminutas, que têm menos de um milímetro, foram desidratadas, colocadas em animação suspensa e depois encapsuladas, e deveriam reviver no futuro.

Os tardígrados foram armazenados dentro de uma “Biblioteca Lunar”, um dispositivo de nanotecnologia que se assemelha a um DVD e contém um arquivo de 30 milhões de páginas da história humana visível sob microscópios, assim como DNA humano.

Os tardígrados podem viver na água ou em terra, e são capazes de sobreviver a temperaturas de até 150 graus Celsius e até -272 graus Celsius, embora por alguns minutos.

 

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CBF é multada e Gabriel Jesus é suspenso por dois meses na seleção

08 de agosto de 2019, 04:01

Foto: © REUTERS / Andrew Boyers (Foto de arquivo)

O jogador do Manchester City sofreu a sanção mais dura: foi suspenso por dois meses na seleção – 

AConmebol anunciou nesta quarta-feira punições à seleção brasileira e ao atacante Gabriel Jesus por infrações cometidas na final da Copa América, no dia 7 de julho, no Maracanã, no Rio de Janeiro. O jogador do Manchester City sofreu a sanção mais dura: foi suspenso por dois meses na seleção.

Assim, será desfalque certo nos amistosos contra Colômbia e Peru, nos dias 6 e 10 de setembro. Serão os primeiros jogos do time nacional desde a conquista da Copa América, em solo nacional. O técnico Tite fará a convocação no dia 16, sexta-feira da próxima semana, no Rio.

Gabriel Jesus também foi multado em US$ 30 mil (cerca de 119 mil) em razão do comportamento considerado inadequado durante a final contra o Peru. Expulso de campo na etapa final, após levar o segundo cartão amarelo, ele fez sinal de roubo com as mãos ao deixar o gramado. E, irritado, golpeou o banco de reservas e ainda tentou derrubar a cabine onde ficava o monitor do árbitro de vídeo.

A Conmebol enquadrou o jogador nos itens “b”, “c”, “d” e “e” do Artigo 7 do Regulamento Disciplinar da Conmebol: “comportar-se de maneira ofensiva, insultante ou realizar manifestações difamatórias de qualquer índole”, “violar as pautas mínimas daquilo que se considera como um comportamento aceitável no âmbito do esporte e do futebol organizado”, “insultar de qualquer maneira e por qualquer meio a Conmebol, suas autoridades e dirigentes” e “comportar-se de maneira tal que o futebol, como esporte em geral, e a Conmebol, particularmente, possam parecem desacreditados como consequência deste comportamento”.

O jogador pode recorrer da decisão junto à Câmara de Apelações da Conmebol em um prazo de sete dias. Já no caso da seleção não há chance de recurso. A CBF foi multada em US$ 15 mil (R$ 59,5 mil) ao ser enquadrada no “inciso c” do Artigo 13.2 do Regulamento Disciplinar da Conmebol: “acender chamas, fogos de artifício ou qualquer outro objetivo pirotécnico”. A infração teria sido cometida pela torcida, mas, pelas regras da entidade, são atribuídas à entidade relacionada à equipe mandante.

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Torcedor detido por ofender Bolsonaro verá jogo em camarote do Corinthians

07 de agosto de 2019, 13:43

Foto: Reprodução/Facebook

Depois de emitir nota de repúdio à ação policial, clube convidou Rogério Lemes Coelho para assistir a jogo no espaço presidencial da arena em Itaquera. –

Três dias depois de ser detido por policiais militares na Arena Corinthians  por ter ofendido o presidente Jair Bolsonaro, o torcedor alvinegro Rogério Lemes Coelho assistirá ao jogo desta quarta-feira, 7, a partir das 19h15, diante do Goiás, pelo Brasileirão, do camarote presidencial do estádio. O clube, que já havia emitido uma nota contra a ação policial, confirmou que convidou o jovem para conhecer o espaço. 

Rogério Coelho foi levado por policiais militares para prestar depoimento depois de ofender Bolsonaro antes do clássico do último domingo 4, entre o time da casa e o Palmeiras, que terminou empatado em 1 a 1. Segundo o boletim de ocorrência, a atitude foi “para evitar um tumulto”. Na terça-feira, 6, o Corinthians se posicionou e considerou o ocorrido um “atentado às liberdades individuais”. Nesta quarta, o site Meu Timão divulgou imagens do momento em que o torcedor foi detido.

“O clube historicamente reitera seu compromisso com a democracia e a defesa do direito constitucional de livre manifestação, desde que observados os princípios da civilidade e da não violência. A agremiação lembra que diferentes autoridades, entre elas o presidente do clube, já foram alvo de manifestações da torcida durante os mais variados eventos esportivos realizados no local e o episódio caracteriza-se como um grave atentado às liberdades individuais no Estado Democrático de Direito”, escreveu o Corinthians em nota.

Rogério desabafou sobre o caso em suas redes sociais. Publicou a foto do BO no Instagram com a legenda “Ditadura!!”. No Facebook, deu mais detalhes: postou duas fotos, com hematomas no punho e nos dedos de uma das mãos. Disse que estava xingando Bolsonaro, quando levou um “mata-leão”. “Quando eu caí, me algemaram, me levaram para uma sala e ficaram me humilhando”, explicou.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que “a conduta foi adotada para preservar a integridade física do torcedor, que proferia palavras contra o presidente da República, o que causou animosidade com outros torcedores, com potencial de gerar tumulto e violência generalizada”.

Rodrigo não respondeu às tentativas de entrevista da reportagem. A delegada Monia Olga Neubern Pescarmona assina o boletim de ocorrência e também foi procurada. A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública não quis marcar entrevista e se limitou a divulgar uma nota:

“A SSP esclarece que todas as polícias de São Paulo são instrumentos do Estado Democrático de Direito e não pautam suas ações por orientações políticas. Entre as atribuições da Polícia Militar estão: proteger as pessoas, fazer cumprir as leis, combater o crime e preservar a ordem pública. No caso em questão, a conduta foi adotada para preservar a integridade física do torcedor, que proferia palavras contra o presidente da República, o que causou animosidade com outros torcedores, com potencial de gerar tumulto e violência generalizada. A pasta informa que não houve prisão, mas a condução dele por policiais militares ao posto do Juizado Especial Criminal (Jecrim), instalado dentro da Arena Corinthians, onde foi registrado boletim de ocorrência não criminal e depois liberado para voltar a assistir à partida de futebol.”

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Alemanha apreende US$ 392 milhões em cocaína em navio vindo do Brasil

07 de agosto de 2019, 10:10

Foto: Reprodução

Funcionários da alfândega em Hamburgo encontraram 1,5 tonelada de cocaína em um navio de contêineres que chegou do Brasil. É a segunda grande apreensão de drogas em semanas.

O escritório de alfândega da cidade portuária disse nesta quarta-feira (7) que o carregamento foi encontrado na semana passada em um contêiner de caixas de papelão carregado no navio em Rio Grande, Brasil, e dirigido para Antuérpia, na Bélgica. Os 1.575 pacotes de cocaína estavam escondidos em 64 sacos esportivos.

O escritório estimou que o valor de comercialização da droga nas ruas é de US$ 392 milhões.

Na sexta-feira, a alfândega de Hamburgo anunciou a apreensão de 4,5 toneladas de cocaína no mês passado em um contêiner embarcado no Uruguai, com valor estimado de quase US$ 1,1 bilhão.

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Desmatamento na Amazônia aumentou 278% em julho em comparação a 2018

07 de agosto de 2019, 09:40

Foto: Reprodução

As áreas desmatadas na Amazônia totalizaram 2.254 km2 em julho, 278% a mais que em julho de 2018 (596,6 km2), segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira (6) que confirmam uma tendência alarmante posta em dúvida pelo presidente Jair Bolsonaro.

Nos últimos doze meses, o aumento do desmatamento na região foi de 40% com relação aos doze meses anteriores, totalizando 6.833 km2, de acordo com o sistema de detecção em tempo real (Deter) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O Deter, que registra alertas de desmatamento em tempo real, tinha destacado em junho um aumento de 88% com relação ao mesmo mês do ano passado.

Bolsonaro questionou estes dados e insinuou que o presidente do INPE, Ricardo Galvão, poderia estar a serviço de alguma ONG, antes de exonerá-lo na sexta-feira, nomeando em seu lugar interinamente Darcton Policarpo Damião, um militar.

O presidente e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, rebateram na semana passada as leituras das imagens de satélites publicadas pelo INPE e prometeram a implantação de outro, que seria mais preciso.

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Xiaomi quer lançar smartphone com câmara de 108MP

07 de agosto de 2019, 09:24

Foto: Divulgação

O sensor ISOCELL de fotografia que poderá ser usado foi desenvolvido pela Samsung – 

AXiaomi confirmou que pretende adotar o mais recente sensor ISOCELL de fotografia desenvolvido pela Samsung, o que permitirá à empresa chinesa lançar um smartphone com 108MP.

Significa que a resolução máxima de uma fotografia captada por este sensor terá 12,032 x 9,024 pixeis, o que será uma revolução no mundo da fotografia mobile.

Apesar de ter confirmado a informação, a Xiaomi não revelou detalhes sobre o smartphone que incluirá este sensor nem quando planeja lançá-lo.

 

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Traficante pego tentando fugir vestido de mulher é encontrado morto em cela de Bangu 1

06 de agosto de 2019, 09:38

Foto: Divulgação

O preso Clauvino da Silva, de 42 anos, que tentou fugir da cadeia vestido de mulher, foi encontrado morto na cela que ocupava no presídio Bangu 1 na manhã desta terça-feira. De acordo com informações da Secretaria de Administração Penitenciária, o traficante se esforcou com um lençol. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil foram acionados.

Clauvino tentou fugir de Bangu 3, unidade que abriga presos da maior facção criminosa do Rio, no último sábado. Após o episódio, ele foi colocado em isolamento em Bangu 1, presídio de segurança máxima do Rio. Clauvino, que possuía condenação de quase 100 anos de prisão, tentou fugir usando uma máscaraperuca e roupas femininas. Ele pretendia se passar pela sua filha, Ana Gabriele Silva, de 19 anos.

Clauvino da Silva vestiu máscara, peruca, óculos, roupas femininas, mas não conseguiu enganar agentes penitenciários

Ainda de acordo com informações da Seap, a grávida foi a responsável por entrar com o material para que o preso se disfarçasse: máscara, peruca e roupas. Todos os envolvidos estão sendo encaminhados para a 35ª DP (Campo Grande).

Caso virou notícia pelo mundo

A tentativa de fuga do traficante ganhou manchetes nos maiores jornais do mundo, como o americano New York Times, o inglês The Guardian e o espanhol El País.

“O senhor da Silva, que cumpre uma sentença de 73 anos por tráfico de drogas, planejou simplesmente sair pela porta da frente deixando para trás sua filha adolescente”, escreveu o New York Times.

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Lápide de ‘verdadeira Branca de Neve’ é exposta em museu na Alemanha

06 de agosto de 2019, 09:17

Era uma vez um museu em uma charmosa e antiga cidade alemã que recebeu uma lápide muito importante, perdida há muito tempo.

Era do túmulo de Maria Sophia von Erthal, uma baronesa que teria, segundo se acredita, inspirado os Irmãos Grimm a escrever “Branca de Neve e os Sete Anões”.

Sua lápide restaurada acaba de ser exposta no Museu Diocesano de Bamberg, no sul da Alemanha. Ela foi doada pela família que a resgatou.

O diretor do museu diz que a vida de Sophia “se tornou o núcleo da Branca de Neve”.

A baronesa cresceu em um castelo em Lohr am Main, a cerca de 100 km a oeste de Bamberg, no norte da Baviera, e morreu em 1796.

“A história da vida de Sophia era bem conhecida no início do século 19”, disse o diretor do museu, Holger Kempkens, à BBC.

O conto de fadas “Branca de Neve” (“Schneewittchen” em alemçao), escrito por Jacob e Wilhelm Grimm, foi publicado em 1812 e alcançou audiências globais quando Walt Disney criou o filme de animação em 1937. Mas houve várias outras adaptações.

© ARCHDIOCESE OF BAMBERG Oficial da igreja Norbert Jung com a lápide, que só ressurgiu recentemente (foto: Dominik Schreiner)

“Os irmãos Grimm transformaram em literatura as histórias que ouviram da população local”, disse Kempkens.

© Getty Images Baronesa Sophia cresceu no castelo de Lohr am Main

“Há indicações – embora não possamos provar com certeza – que Sophia foi a modelo (para a personagem) Branca de Neve. Hoje, quando você faz um filme sobre uma pessoa histórica, também há ficção. Então, neste caso, acho que existe uma base histórica, mas também há elementos fictícios.”

O amado conto de Branca de Neve tem alguns elementos famosos:

– Uma madrasta má que planeja matar Branca de Neve por inveja

– Um espelho mágico que responde “Branca de Neve” quando a madrasta pergunta: “Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?”

– A maçã envenenada da madrasta

– Os sete anões que cuidam de Branca de Neve e trabalham em uma mina

– Um príncipe que encontra Branca de Neve em um caixão de vidro e a resgata com um beijo.

Os irmãos Grimm viveram por muito tempo perto de Hanau, que fica a apenas 50 km de Lohr am Main.

Na década de 1980, Karlheinz Bartels, um historiador local em Lohr, pesquisou paralelos entre a vida de Sophia e o conto de fadas, chamado “Schneewittchen” em alemão:

– O pai de Sophia, um nobre chamado Philipp Christoph von Erthal, se casou novamente após a morte de sua primeira esposa, e a madrasta de Sophia tinha a reputação de ser dominadora e agir em favor de seus filhos biológicos

– Lohr era um famoso centro de produção de vidros e espelhos. O pai de Sophia era dono da fábrica de espelhos, e hoje um museu em Lohr exibe orgulhosamente um daqueles espelhos com a inscrição: “Amour propre” (“amor próprio”, em francês)

– Uma floresta assustadora aparece no conto, e uma floresta perto de Lohr era conhecida por abrigar ladrões e animais selvagens perigosos

– Branca de Neve correu por sete colinas antes de chegar à cabana habitada pelos sete anões, que trabalhavam em uma mina; e uma mina fora de Lohr, agora em desuso, pode ser alcançada cruzando sete colinas

© Alamy Na história, Branca de Neve morde uma maçã envenenada – mas sobrevive

– Anões e/ ou crianças de fato trabalhavam na mina, e usavam capas como proteção contra pedras e poeira

Mas algumas partes significativas do conto certamente não foram derivadas da vida de Sophia: o caixão de vidro (apesar de seu pai ter um comércio de vidros), a maçã envenenada e o príncipe salvador.

A vida de Sophia não teve um final tão feliz: ela ficou cega em sua juventude e morreu solteira em um convento, aos 71 anos.

Kempkens disse que a lápide de mármore tinha uma camada de giz escondendo a inscrição, então exigiu uma cuidadosa restauração. A inscrição diz: “A nobre heroína do cristianismo: aqui ela descansa após a vitória da Fé, pronta para a ressurreição transfigurada”.

Também é historicamente significativa porque naquela época as mulheres não costumavam ter suas próprias lápides.

A lápide de Sophia estava originalmente em uma antiga igreja em Bamberg que foi derrubada, disse Kempkens.

A lápide foi então instalada em um hospital fundado por um irmão de Sophia. Quando uma nova clínica foi construída na década de 1970, a lápide foi removida e mantida por uma família local, que depois a doou para o museu de Bamberg.

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Procedimento revolucionário permite atrasar a menopausa até 20 anos

06 de agosto de 2019, 09:00

Procedimento revolucionário permite atrasar a menopausa até 20 anos

Foto: © DR

Há nove mulheres que já se submeteram à cirurgia – 

Uma nova descoberta poderá mudar a vida de milhares de mulheres. A novidade, promovida pela empresa ProFaM, de Birmingham, no Reino Unido, permite adiar em até 20 anos a menopausa.

O revolucionário procedimento, que pode ser feito em 30 minutos, é realizado para ‘enganar’ o relógio biológico das mulheres, fazendo-o acreditar que elas são muitos mais novas do que são na realidade, explica o The Sunday Times.

Este consiste em retirar um pedaço do ovário de uma mulher e congelá-lo a uma temperatura de -150ºC.  Esse pedaço de tecido é guardado até que a mulher chegue à idade da menopausa, altura em que lhe é recolocado. O pedaço de tecido rejuvenescido permite assim ‘enganar’ o organismo.

Segundo a mesma publicação, mulheres que padecem de problemas de coração ou osteoporose, causados pela menopausa, podem usufruir muito com este atraso. 

No Reino Unido, nove mulheres com idades entre os 22 e os 36 anos já se submeteram à cirurgia. Uma paciente de 34 anos afirma que o procedimento é indolor. A operação custa entre 3 mil e 8 mil euros.

“As mulheres estão vivendo mais anos do que alguma vez viveram. É muito provável que muitas passem a viver muito mais durante o período de menopausa do que do período fértil”, afirma o professor Simon Fishel, chefe executivo e cofundador da empresa em causa. O homem considera, ainda, “fascinante” a evolução dos cuidados médicos que permitam que estas coisas aconteçam.

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Guerra contra Irã será ‘mãe de todas as guerras’, alerta presidente iraniano

06 de agosto de 2019, 06:50

Foto: Reprodução

A declaração surge em meio às crescentes tensões entre Washington e Teerã, após o presidente Donald Trump ter emitido uma ordem executiva autorizando sanções contra altos funcionários iranianos.

Recentemente, Donald Trump autorizou sanções contra altos funcionários próximos do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Hosseini Khamenei.

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, advertiu que uma possível guerra contra o Irã será “a mãe de todas as guerras”.

“A paz com o Irã é a mãe de toda a paz, a guerra com o Irã é a mãe de todas as guerras”, afirmou Rouhani.

Além disso, Rouhani também afirmou que, se os EUA quiserem manter o diálogo com o Irã, deverão eliminar todas as sanções contra a República Islâmica.

“A República Islâmica do Irã é a favor do diálogo e de negociações e, caso os EUA realmente queiram conversar, antes de qualquer coisa deverão retirar todas as sanções”, ressaltou.

A declaração ocorre poucas semanas depois que Rouhani sinalizou o desejo iraniano de manter negociações com os EUA.

“Estamos sempre prontos para uma negociação. Eu digo que esta é a hora para abandonarem a intimidação, retirarem as sanções e retornarem à lógica e à sabedoria. Estamos prontos”, afirmou Rouhani.

Ele também aproveitou para acrescentar que o Irã mudou sua abordagem de “paciência estratégica” para “ação recíproca” e responderia a qualquer passo de Washington relacionado ao acordo nuclear de 2015, também conhecido como Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA).

As tensões entre os EUA e o Irã aumentaram quando o presidente norte-americano Donald Trump retirou unilateralmente o seu país do JCPOA e impôs diversas sanções econômicas ao Irã.

Antes disso, os EUA enviaram um grupo de ataque de porta-aviões e tropas adicionais para o golfo Pérsico em uma “mensagem direta” ao Irã, em um movimento que foi acompanhado pelo Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), que abateu um drone espião norte-americano.

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