Procedimento revolucionário permite atrasar a menopausa até 20 anos

06 de agosto de 2019, 09:00

Procedimento revolucionário permite atrasar a menopausa até 20 anos

(Foto: © DR)

Há nove mulheres que já se submeteram à cirurgia – 

Uma nova descoberta poderá mudar a vida de milhares de mulheres. A novidade, promovida pela empresa ProFaM, de Birmingham, no Reino Unido, permite adiar em até 20 anos a menopausa.

O revolucionário procedimento, que pode ser feito em 30 minutos, é realizado para ‘enganar’ o relógio biológico das mulheres, fazendo-o acreditar que elas são muitos mais novas do que são na realidade, explica o The Sunday Times.

Este consiste em retirar um pedaço do ovário de uma mulher e congelá-lo a uma temperatura de -150ºC.  Esse pedaço de tecido é guardado até que a mulher chegue à idade da menopausa, altura em que lhe é recolocado. O pedaço de tecido rejuvenescido permite assim ‘enganar’ o organismo.

Segundo a mesma publicação, mulheres que padecem de problemas de coração ou osteoporose, causados pela menopausa, podem usufruir muito com este atraso. 

No Reino Unido, nove mulheres com idades entre os 22 e os 36 anos já se submeteram à cirurgia. Uma paciente de 34 anos afirma que o procedimento é indolor. A operação custa entre 3 mil e 8 mil euros.

“As mulheres estão vivendo mais anos do que alguma vez viveram. É muito provável que muitas passem a viver muito mais durante o período de menopausa do que do período fértil”, afirma o professor Simon Fishel, chefe executivo e cofundador da empresa em causa. O homem considera, ainda, “fascinante” a evolução dos cuidados médicos que permitam que estas coisas aconteçam.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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