Guerra contra Irã será ‘mãe de todas as guerras’, alerta presidente iraniano

06 de agosto de 2019, 06:50

(Foto: Reprodução)

A declaração surge em meio às crescentes tensões entre Washington e Teerã, após o presidente Donald Trump ter emitido uma ordem executiva autorizando sanções contra altos funcionários iranianos.

Recentemente, Donald Trump autorizou sanções contra altos funcionários próximos do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Hosseini Khamenei.

O presidente iraniano, Hassan Rouhani, advertiu que uma possível guerra contra o Irã será “a mãe de todas as guerras”.

“A paz com o Irã é a mãe de toda a paz, a guerra com o Irã é a mãe de todas as guerras”, afirmou Rouhani.

Além disso, Rouhani também afirmou que, se os EUA quiserem manter o diálogo com o Irã, deverão eliminar todas as sanções contra a República Islâmica.

“A República Islâmica do Irã é a favor do diálogo e de negociações e, caso os EUA realmente queiram conversar, antes de qualquer coisa deverão retirar todas as sanções”, ressaltou.

A declaração ocorre poucas semanas depois que Rouhani sinalizou o desejo iraniano de manter negociações com os EUA.

“Estamos sempre prontos para uma negociação. Eu digo que esta é a hora para abandonarem a intimidação, retirarem as sanções e retornarem à lógica e à sabedoria. Estamos prontos”, afirmou Rouhani.

Ele também aproveitou para acrescentar que o Irã mudou sua abordagem de “paciência estratégica” para “ação recíproca” e responderia a qualquer passo de Washington relacionado ao acordo nuclear de 2015, também conhecido como Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA).

As tensões entre os EUA e o Irã aumentaram quando o presidente norte-americano Donald Trump retirou unilateralmente o seu país do JCPOA e impôs diversas sanções econômicas ao Irã.

Antes disso, os EUA enviaram um grupo de ataque de porta-aviões e tropas adicionais para o golfo Pérsico em uma “mensagem direta” ao Irã, em um movimento que foi acompanhado pelo Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), que abateu um drone espião norte-americano.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS