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Saiba como descobrir se estão espionando seu celular

28 de agosto de 2019, 14:05

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A tentação é forte: seu companheiro esquece o celular sobre a mesa, e você morre de vontade de xeretar o WhatsApp, as ligações recebidas e os sites que ele visitou, sobretudo se tem dúvidas sobre a fidelidade. Esse desejo não é novo, mas, em vez de pegar o telefone da vítima e navegar no conteúdo, agora existem ferramentas que fazem esse trabalho sujo sem o conhecimento (nem o consentimento) dela. É o chamado stalkerware(algo assim como “vírus do assediador”), e a má notícia é que qualquer um pode ser espionado sem ter consciência disso. Como detectar se o seu celular foi afetado por esse programa?

Antes de analisar as chaves para detectar esse espião no smartphone, é bom conhecer como o stalkerware funciona. Esses aplicativos operam de forma muito similar à do malware (código malicioso): uma vez instalados no aparelho da vítima, começam a registrar todo tipo de atividade que for enviada posteriormente a um servidor ao qual o espião tenha acesso. Mas a técnica não é exatamente igual. “Ao contrário do malware, que é instalado de forma maciça, esse software é instalado por alguém que tem acesso ao celular”, disse ao EL PAÍS Fernando Suárez, vice-presidente do Conselho Geral de Associações de Engenharia Informática da Espanha. Ele cita também outra importante peculiaridade desse tipo de programa: “Ao contrário dos aplicativos de controle parental, esses não são visíveis no celular da vítima.” Mas… como saber se o aparelho está sendo espionado por um stalkerware?

Pop-Ups inesperados aparecem no navegador

Segundo o The Kim Komando Show, programa de rádio dos Estados Unidos sobre tecnologia, uma maneira de descobrir se o celular foi vítima dessa espionagem é através da súbita aparição de janelas emergentes (Pop-Ups) no navegador. Trata-se de comportamentos fora do normal que não devem ser minimizados pela vítima. Do mesmo modo, um súbito aumento de spam no e-mail e na recepção de mensagens de texto de desconhecidos, com excessiva frequência, devem ser motivos de preocupação.

 O celular sumiu temporariamente?

Se o seu smartphone desapareceu por um tempo antes de ter um comportamento estranho (por exemplo, se você o deixou no quarto e ele apareceu na sala horas depois), então pode ser que alguém tenha instalado o programa espião nele.

A bateria de repente dura muito menos

Um celular com stalkerware trabalha muito mais que os outros – e essa atividade tem um impacto sobre a duração da bateria. Se você detectar uma súbita queda no rendimento, acompanhada das situações descritas acima, pode suspeitar e tomar as medidas necessárias.

O celular esquenta constantemente

Além do maior consumo da bateria, os aparelhos afetados pelo programa espião precisam desempenhar muito mais tarefas – o que gera um aumento da temperatura.

Instalar apps fora das lojas oficiais

Não se trata de um sintoma em si. Mas se você perceber algum desses comportamentos atípicos após ter instalado um aplicativo fora das lojas oficiais (App Store e Google Play), a chance de que o celular tenha sido infectado é muito maior. Tanto a Apple como o Google levam muito a sério a segurança de suas plataformas, e por isso é extremamente recomendável instalar appsdas lojas oficiais. A boa notícia para os donos do iPhone é que esse dispositivo dificilmente se torna vulnerável aos ataques, já que a Apple obriga os usuários a instalar todos os apps através da loja. Já o Android é mais suscetível, pois as pessoas podem instalar os aplicativos sem o controle do Google.

O que fazer se você tem suspeitas?

O mais recomendável é restaurar o aparelho para padrão de fábrica. Além disso, convém instalar um software que possa detectar os invasores. “Em 2018, identificamos mais de 26.000 aplicativos de stalkerware”, afirma Daniel Creus, da Kaspersky Security, dando uma dimensão real do problema. Esta empresa modificou recentemente seus appsde segurança em celulares para enfrentar o fenômeno.

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Cientistas encontram provas que confirmam ter havido uma guerra descrita na Bíblia

28 de agosto de 2019, 13:41

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Dois textos do século IX a.C., escritos com símbolos do alfabeto moabita e números egípcios, narram uma história sobre a rebelião do rei Mesha. A insurreição do rei terminou com a dominação por Israel da região de Moab.

Além de confirmar um episódio desctito na Bíblia e lançar luz sobre uma guerra entre os reinos de Israel e Moab, as inscrições de um altar descoberto em 2010 no sítio arqueológico de Khirbat Ataruz, localizado na Jordânia, representam o exemplo mais antigo de escrita moabita, disse na quinta-feira (22) Christopher Rollston, um dos autores do estudo do artefato, ao portal Live Science.

https://mobile.twitter.com/LiveScience/status/1164494954644684800?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1164494954644684800&ref_url=https%3A%2F%2Fbr.sputniknews.com%2Fciencia_tecnologia%2F2019082814443884-cientistas-encontram-provas-que-confirmam-ter-havido-uma-guerra-descrita-na-biblia-foto%2F

Guerra bíblica revelada em um altar de pedra de 2.800 anos

Durante a guerra, a povoação de Khirbat Ataruz, conhecida na antiguidade como Atarot, foi conquistada e saqueada. A pilhagem foi gravada em uma das inscrições no altar, que especifica a quantidade de bronze levada pelo rei Mesha.

Outro texto, muito menos compreensível, provavelmente também descreve este episódio bélico relatando que “4 mil homens estrangeiros dispersados” e “abandonados em grande número”, lembrando além disso uma “cidade destruída”.

Admitindo que “ainda há muito por esclarecer” sobre esta inscrição, os investigadores supõem que as inscrições teriam um sentido dedicatório e/ou comemorativo, “inclusive poderia se referir a eventos históricos relacionados com a conquista moabita de Atarot e seu território circundante”.

Deste modo, o altar confirmaria a narrativa bíblica sobre estes acontecimentos, destacou Rollston.

Ele indicou ao mesmo tempo que se trata da “mais antiga evidência” do uso da escrita moabita, destacando a “sofisticação” dos escribas locais, comparáveis aos do antigo Israel.

Para além ter deixado este rastro, a insurreição do rei Mesha é descrita no Segundo Livro dos Reis (3:4-27) que faz parte da Bíblia.

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Três características que fazem de alguém uma boa pessoa

28 de agosto de 2019, 12:33

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Veja alguns indícios que podem mostrar qual sua verdadeira personalidade – 

Você vê o melhor das pessoas ou presume que os outros estão sempre prontos para ‘lhe passar a perna’? Em uma conversa dá prioridade à honestidade ou prefere manter o charme e as aparências a qualquer custo? As suas respostas determinam em parte o quanto é ou não uma ‘pessoa correta’, de acordo com um grupo de psicólogos que surgiu com uma nova maneira de categorizar traços de personalidade benéficos, divulgada pela BBC.

Ajuda a entrar nesse grupo se vê os humanos, e a humanidade em geral, como fundamentalmente bons – e os trata também desse modo.

Duas décadas atrás, psicólogos surgiram com a agora infame ‘tríade obscura’ dos traços de personalidade para melhor entender as pessoas que não pensam duas vezes em fazer trapaças ou aquelas que atacam as fraquezas e vulnerabilidades alheias.

Desde então, os investigadores se apoderaram desse trio – narcisismo, maquiavelismo e psicopatia -, relacionando-o a uma variedade de coisas, como sucesso no trabalho, problemas de relacionamentos e até mesmo os ‘sete pecados capitais”.

É exatamente por isso que Scott Barry Kaufman, psicólogo da Universidade Columbia, nos EUA, decidiu que era hora de recompor o equilíbrio a favor do lado mais positivo do caráter humano.

“Fiquei bastante frustrado com o fato das pessoas serem tão fascinadas com o lado sombrio, enquanto o lado da luz da personalidade estava sendo negligenciado”, explica.

Por outro lado, a ‘tríade de luz’ investigada por Kaufman e uma equipe de investigadores compreende três traços de personalidade. Cada um deles destaca um aspecto diferente de como cada individuo interage com os outros: desde ver o melhor nas pessoas a ser rápido a perdoar, do aplaudir o sucesso dos outros a ficar desconfortável e manipular as pessoas.

Afinal, que características são essas?

O que as ‘pessoas corretas’ necessitam de ter

O primeiro traço, o humanismo, é definido como acreditar na dignidade inerente e no valor de outros seres humanos.

O segundo, o kantismo, recebe o nome do filósofo Immanuel Kant, e neste caso indica tratar as pessoas como fins em si mesmas, não apenas como peões involuntários em um jogo pessoal de xadrez.

Finalmente, a ‘fé na humanidade’ é sobre acreditar que os outros humanos são fundamentalmente bons e não pretendem se aproveitar do outro.

William Fleeson, psicólogo da Universidade Wake Forest, nos EUA, diz que as três características encaixam-se bem na pesquisa existente sobre o que faz de alguém uma boa pessoa. Em particular, acreditar que outras pessoas são boas parece ser fundamental.

“Quanto mais alguém acredita que os outros são bons, menos sente a necessidade de se proteger e de punir os outros quando estes fazem algo mau”, detalha.

As ‘pessoas corretas’ não estão apenas beneficiando o resto do mundo com a sua gentileza. Kaufman descobriu que aqueles que têm uma alta classificação nestes traços apresentam uma maior autoestima, senso de identidade e satisfação com seus relacionamentos e com a vida em geral.

Uma série de características fortes também revelaram estar associadas a pontuações altas, como curiosidade, entusiasmo, amor, bondade, trabalho em equipa, perdão e gratidão.

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Mais de 18 marcas, como Timberland, Vans e Kipling, suspendem compra de couro brasileiro

28 de agosto de 2019, 10:03

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Entidade do setor enviou carta ao ministério do Meio Ambiente pedindo atenção ao tema – 

Mais de 18 marcas internacionais, como Timberland, Vans e Kipling, suspenderam a compra de couro brasileiro devido às notícias relacionando as queimadas na região amazônica com o agronegócio no país, segundo informações do CICB (Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil) enviadas ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, nesta terça-feira (27).

“Recentemente, recebemos com muita preocupação o comunicado de suspensão de compras de couros a partir do Brasil de alguns dos principais importadores mundiais. Este cancelamento foi justificado em função de notícias relacionando queimadas na região amazônica ao agronegócio do país”, disse o presidente da CICB, José Fernando Bello, no documento.

Entre as marcas que já solicitaram a suspensão de compra de couro do Brasil estão Timberland, Dickies, Kipling, Vans, Kodiak, Terra, Walls, Workrite, Eagle Creek, Eastpack, JanSport, The North Face, Napapijri, Bulwark, Altra, Icebreaker, Smartwoll e Horace Small.

Kipling é uma das marcas que suspendeu a compra de couro brasileiro 

“Entendemos com muita clareza o panorama que se dispõe nesta situação, com uma interpretação errônea do comércio e da política internacionais acerca do que realmente ocorre no Brasil e o trabalho do governo e da iniciativa privada com as melhores práticas em manejo, gestão e sustentabilidade”, afirmou Bello.

No documento, ele também pede ao ministério uma atenção especial à situação a qual o setor enfrenta, afirmando que é “inegável a demanda de contenção de danos à imagem do país no mercado externo sobre as questões amazônicas”.

À Folha, Bello minimizou o tom da carta, dizendo que as marcas não fizeram nenhum cancelamento e só enviaram um documento aos curtumes, solicitando garantia de rastreabilidade. Ele confirmou, contudo, que novos pedidos não devem vir até ocorrer esclarecimentos.

“Claro que enquanto isso não estiver esclarecido, eles não vão colocar novos pedidos”, disse.

De acordo com Bello, esse questionamento é comum pelas marcas, e que os curtumes brasileiros têm certificações nacionais e internacionais que controlam tais demandas. Na sua avaliação, isso é uma medida apenas para controlar um tema que é muito discutido.

“Nada mais é do que uma preocupação deles porque esse assunto está muito quente no mercado. Então eles querem esclarecimento para dar continuidade aos pedidos”, afirmou.​

O presidente da entidade disse ainda que a ideia da carta era mostrar ao ministério que tem setores que estão tendo que responder internacionalmente sobre as questões envolvendo na Amazônia.

“Para eles se sensibilizarem que tem uma cadeia toda envolvida nesse bioma. Uma cadeia organizada, não é uma cadeia clandestina. É toda documentada. Nós exportamos 80% da produção de couro brasileiro.”

A reportagem entrou em contato com o ministério do Meio Ambiente para saber se alguma medida foi ou deverá ser tomada para reverter as suspensões, mas até a publicação deste texto não obteve resposta.

 

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‘Pé grande’ é avistado em montanhas de cidade norte-americana (VÍDEO)

28 de agosto de 2019, 09:27

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Um casal registrou o momento em que uma figura misteriosa surge nas montanhas de Utah, nos EUA.

As imagens mostram uma suposta figura, aparentemente do tamanho de um humano, escondida em uma floresta ao longo das montanhas.

No dia seguinte, o casal retornou ao local e teria encontrado pegadas, consideradas ser do lendário Pé Grande, cita o tabloide britânico The Sun.

 

A suposta criatura seria grande e escura, e estaria andando entre as árvores no momento em que foi flagrada.

Apesar da euforia sobre o registro do suposto Pé Grande, alguns internautas acreditam que a figura que aparece no vídeo possa ser a de um urso andando sobre as patas traseiras e afirmam não acreditar na lendária criatura.

 

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População do Brasil passa de 210 milhões de habitantes

28 de agosto de 2019, 09:05

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Três Estados do Sudeste estão no topo da lista dos mais populosos: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – 

O Diário Oficial da União (DOU) traz nesta quarta-feira a mais nova estimativa da população brasileira feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com os dados, o País já conta com mais de 210 milhões de habitantes, quantidade superior aos 208 milhões registrados em 2018. O número atualizado é de 210.147.125 de habitantes.
Três Estados do Sudeste estão no topo da lista dos mais populosos. São Paulo lidera com 45.919.049 de habitantes – a capital do Estado tem hoje 12.252.023 pessoas. Em seguida, vêm Minas Gerais, com 21.168.791 de habitantes, e Rio de Janeiro, com 17.264.943.
 
No Nordeste, a Bahia tem a maior população da região, com 14.873 064 de habitantes. No Sul, Paraná e Rio Grande do Sul quase empatam no número de pessoas, com 11.377.239 e 11.433.957 de habitantes, respectivamente. No Norte, o Estado do Pará é o mais populoso, com 8.602.865 de habitantes, e, no Centro-Oeste, é o Estado de Goiás, com 7.018.354. Pela nova estimativa, o Distrito Federal tem 3.015.268 de moradores.
 
Entre outros objetivos, a nova estimativa será utilizada para o cálculo das cotas dos fundos de participação de Estados e municípios. Os dados têm data de referência em 1º de julho de 2019 e estão organizados por Estados, Distrito Federal e municípios.
 
 
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‘PEC do Índio’ é aprovada e permitirá agropecuária em terras indígenas

28 de agosto de 2019, 08:58

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As comunidades indígenas agora poderão plantar e comercializar produtos – 

AComissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta terça-feira, 26, a admissibilidade da proposta que permite exploração agropecuária e florestal em terras indígenas, a chamada PEC do Índio. Foram 33 votos a favor, 18 contra e uma abstenção.

A proposta altera a Constituição e diz que as comunidades indígenas podem, de forma direta, exercer atividades agropecuárias e florestais em suas terras, com autonomia para a administração dos bens e a comercialização dos produtos.

Para ser aprovado, o texto precisa ainda passar por uma comissão especial e depois ir ao plenário da Câmara. Na segunda-feira, 26, no entanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou que não deve dar celeridade ao processo. Cabe a ele criar essa comissão.

A votação na CCJ ocorreu após acordo em que a oposição desistiria da obstrução se a relatoria declarasse a inadmissibilidade de outra proposta que tramitava em conjunto, mais abrangente quanto à exploração agropecuária, mineral e hídrica em terras indígenas.

A sessão da CCJ foi acompanhada por lideranças indígenas e houve protesto. A deputada Joênia Wapichana (Rede-RR) disse que a proposta está na linha do atual “desmonte das políticas públicas indigenistas”.

 

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Assalto a dedo’ no Rio de Janeiro repercute nas redes sociais

28 de agosto de 2019, 08:48

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O caso do assalto em um bairro da zona norte acabou viralizando nas redes sociais – 

Nesta terça-feira (27), a Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou um caso inusitado que acabou repercutindo nas redes sociais. Um homem praticou um assalto em um bairro da zona norte da cidade usando a mão em forma de arma.

No Twitter, a PM comentou o caso: “Um dos criminosos flagrados por câmeras cometendo assaltos com o dedo no Cachambi é preso por policiais do 3º BPM. Os vídeos dos assaltos foram amplamente divulgados em diversos grupos de whatsaap e em telejornais. O carro usado na prática dos crimes foi apreendido”, informou sobre o motorista que aparece nas imagens.

De acordo com informações do jornal ‘Extra’, as Câmeras de segurança na Rua Tenente França captaram o momento em que um homem sai de um carro vermelho anunciando assalto enquanto “finge” estar armado com os dedos. De imediato, a jovem que estava na calçada levanta os braços, em posição defensiva, mas não chega a entregar a mochila. Depois um segundo homem sai do veículo e também se aproxima da vítima, age como se fosse levar os pertences dela, mas se afasta de mãos vazias.

De acordo com informações da 23ª DP (Méier), onde o caso foi registrado, um homem, que é motorista de aplicativo, procurou a polícia dizendo que foi abordado por dois jovens — ambos eram seus conhecidos — que lhe pediram uma carona. Os dois, então, “teriam pedido para ele parar o carro e abordar uma jovem, tentando roubar seus pertences”. 

Ainda conforme informou a Polícia Civil, após o fato, o motorista “ficou com receio das consequências e pediu para que eles (os dois conhecidos) se livrarem do veículo”. O automóvel foi localizado próximo ao Jacarezinho e, depois levado para a delegacia. O veículo será encaminhado para o pátio legal.

O caso continua sendo investigado e os agentes buscam ainda o paradeiro dos outros dois jovens envolvidos na tentativa de roubo.

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Afinal, o feijão é saudável ou somente uma bomba de sódio?

28 de agosto de 2019, 08:43

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Veja o que diz uma especialista sobre o legume – 

Ofeijão preto é um dos legumes mais versáteis. Encaixa-se perfeitamente no burrito, faz uma base saborosa de hambúrguer vegetariano, em uma bela feijoada e se destaca como o ingrediente estrela no chili. Claramente, ele veio para ficar, mas afinal será que é realmente saudável?

O feijão preto está indiscutivelmente entre os legumes mais nutritivos que pode comer. A sua casca contêm poderosos antioxidantes, que têm sido associados à retardação do envelhecimento e a uma diminuição do risco de câncer, de acordo com Annessa Chumbley, nutricionista da Premier Protein, nos Estados Unidos, em declarações à entrevista GQ.

Além disso, uma pesquisa publicada no periódico científico Journal of Agricultural Food Chemistry identificou o feijão preto como tendo mais antioxidantes do que qualquer outro tipo de feijão.

Veja a informação nutricional para uma xícara de feijão preto:

– 227 calorias;

– 15 gramas de proteína;

– 1 g de gordura;

– 15 g de fibra;

– 41 g de hidratos de carbono;

– 0,5 g de açúcar;

– 2 g de sódio.

Os benefícios do feijão preto para a saúde

1. Aumenta a saciedade e acelera o metabolismo

“Considero o feijão preto o meu ‘super feijão’, diz Chumbley. “Em uma xícara, existem quinze gramas de proteína e quinze gramas de fibra. Essa combinação funciona para mantê-lo mais cheio, por mais tempo.” Chumbley também observa que, devido ao seu alto teor de zinco, o feijão preto ajuda a metabolizar a gordura.

2. Controla os níveis de açúcar no sangue

Se está seguindo uma dieta de baixo índice glicêmico, então este feijão é o alimento ideal. “Contém amido resistente, que passa pelo intestino delgado em grande parte não digerido e ajuda a evitar que os níveis de açúcar no sangue sejam elevados.”

3. Combate doenças cardíacas

Feijão preto pode manter a saúde do coração sob controle, diminuindo o colesterol. “As quantidades elevadas de fibras solúveis presentes no feijão preto ajudam a diminuir o colesterol LDL (mau)”, diz.

Mas, o feijão preto também tem algumas desvantagens

A maioria das pessoas pode comer feijão preto sem qualquer problema. “Mas, se sofre de síndrome do intestino irritável, pode ter gases ou inchaço por causa do seu alto nível de fibra”, diz Chumbley. Se esse for o caso, aumente o consumo lentamente ao longo do tempo. 

“Da mesma forma, aquelas com hipertensão devem tomar cuidado com a variedade enlatada de feijão preto, já que pode ter um alto teor de sódio”, alerta.

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Diamantes achados no Brasil são tão antigos quanto a Lua, aponta pesquisa

27 de agosto de 2019, 17:07

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Imagine que nas entranhas da Terra exista um reservatório – ou mais – de diamantes tão antigo quanto a própria Lua. Surpreendente, não? Pois é isso que sugere um novo estudo realizado pela Universidade Nacional Australiana e que teve uma “prova” identificada em terras brasileiras. Foram encontrados, em Juína, no Mato Grosso, 23 diamantes superprofundos. Os pesquisadores conseguiram extrair gás hélio dos diamantes, servindo como embasamento para o estudo.

O reservatório estaria escondido a 410 quilômetros no manto da Terra, em algum lugar entre a crosta e o núcleo e esses diamantes estariam nessa grande reserva de rocha parcialmente intacta desde que o mundo é mundo. Com isso, eles estariam resguardados das violentas atividades geológicas da Terra.

A maior parte dos diamantes se forma entre 150 e 230 quilômetros abaixo da crosta terrestre e, ocasionalmente os superprofundos – que se formam entre 230 e 800 quilômetros abaixo da superfície terrestre – são trazidos para a superfície, porém são diferentes daqueles que conhecemos.

Segundo a líder do estudo, Suzette Timmerman, esses diamantes são a substância natural mais difícil e indestrutível que se conhece, por isso formam uma cápsula do tempo perfeito que nos dá uma janela para a Terra profunda. “Perguntas permanecem sobre a forma deste depósito: É um grande reservatório único ou há vários reservatórios antigos menores? Onde exatamente está o depósito? Qual é a composição química completa deste depósito?”, questiona.

Para identificar os diamantes encontrados no Brasil como prova da existência deste depósito e como sendo tão antigos quanto a Lua, a análise não foi de observação direta e sim por meio de traços geoquímicos. Os pesquisadores mediram os isótopos de hélio contidos nestes diamantes superprofundos que foram trazidos à superfície por conta de violentas erupções vulcânicas.

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