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Marido mata mulher a facadas durante briga por causa de futebol

02 de fevereiro de 2021, 09:53

Foto: Reprodução

A palmeirense Érica Fernandes Ceschini morreu no domingo (31) após ser atacada a facadas pelo marido, de 34 anos, no Parque São Domingos, em São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, o casal teve uma discussão por causa de futebol. As informações são do jornal Extra.

Conforme a polícia, Érica estava comemorando a vitória do clube no fim de semana como campeão da Libertadores, o que teria desagradado o marido corinthiano. Em depoimento à polícia, o homem alegou que foi agredido primeiro pela vítima, que lhe teria golpeado com uma faca. No entanto, ele teria conseguido pegar o objeto, desferindo diversos golpes contra a mulher.

Em nota, a Polícia Militar informou que foi acionada e encontrou a mulher morta caída no chão da cozinha. A perícia da Polícia Civil foi realizada e o caso foi registrado no 33º DP (Pirituba).

Ainda segundo a polícia, o suspeito estava com lesões no abdômen e foi socorrido ao Hospital do Mandaqui, onde permaneceu internado sob escolta policial. Leonardo Ceschini foi autuado por homicídio qualificado. O casal tinha filhos gêmeos pequenos.

Fonte: IstoÉ 

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Metade da população é contra privatização dos Correios, indica pesquisa

01 de fevereiro de 2021, 22:22

Foto: Reprodução

Um levantamento realizado pela empresa Paraná Pesquisas mostra que metade da população brasileira (50,3%) é contra a privatização dos Correios. Outros 43,1% disseram ser favoráveis à venda da estatal, enquanto 6,5% não souberam ou não responderam.

O levantamento ouviu, por telefone, 2.020 pessoas de 208 municípios nos 26 Estados e no Distrito Federal de 22 a 26 de janeiro de 2021. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A privatização dos Correios, responsável pela entrega de mercadorias e correspondências em todos os municípios brasileiros, é estudada pelo governo federal. O texto, no entanto, ainda não foi enviado ao Legislativo. O caso envolve forte articulação com o Congresso.

ESTRATIFICAÇÃO

Os mais jovens, os que cursaram até o ensino fundamental e as mulheres são, proporcionalmente, os mais contrários à privatização. Já os homens, os mais favoráveis.

Leia os percentuais no quadro abaixo:

PRIORIDADE DO GOVERNO

Em entrevista ao Poder em Foco em julho de 2020, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que sua pasta tem 3 eventuais privatizações pela frente: Correios, EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e Telebras.

Segundo o ministro, Os Correios são uma “prioridade do governo” e têm resultado financeiro positivo, o que “provavelmente” atrairá potenciais compradores. A meta é que essa estatal seja privatizada até o final do mandato de Bolsonaro (2022).

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‘O gordo está morrendo’, teria dito médico pessoal de Maradona

01 de fevereiro de 2021, 13:44

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Transcrições de supostos áudios enviados pelo médico pessoal de Diego Maradona, Leopoldo Luque, foram divulgadas neste final de semana pelo portal argentino “Infobae”. O neurocirurgião é um dos principais suspeitos no caso que investiga a morte do ex-jogador.   

Em um dos áudios de uma conversa entre o neurocirurgião e a psiquiatra Augustina Cosachov, Luque afirma que a família do ex-craque “estava ciente” da difícil situação de Maradona.   

“Calma, Agustina, fizemos tudo o que podíamos. A família estava ciente da situação, sabia que era um paciente difícil. A única coisa que peço agora é me avisar caso eles estejam com raiva e me diga quais são seus movimentos”, disse o neurocirurgião.   

Já em uma suposta conversa com um colega, Luque mostrou muita frieza quando soube da morte do ídolo. O médico teria dito na gravação que o “gordo está morrendo”.

“Sim, idiota, o gordo está morrendo. Parece que teve uma parada cardiorrespiratória, vou para lá”, afirmou o médico particular de Maradona.   

Luque foi quem operou o ex-jogador dias antes de sua morte e vem sendo investigado pelas autoridades por homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar. Ele também é investigado por ter adulterado a assinatura de Maradona para ter o seu histórico clínico.   

Dalma Maradona, filha do ex-campeão argentino, afirmou em suas redes sociais que ouviu as conversas de Luque.   

“Acabei de ouvir o áudio do Luque com a psiquiatra. E vomitei. A única coisa que peço a Deus é que se faça justiça e que todos os que têm de pagar paguem. Luque, você é um filho da p…, e esperamos que a justiça seja feita”, escreveu Dalma. (ANSA).   

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União entra em disputa por água de cervejaria na Bahia

31 de janeiro de 2021, 15:32

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 A antiga disputa por uma fonte de água para a produção de cerveja da que hoje é a maior fábrica da Heineken no Brasil ganhou um elemento novo e inesperado nas últimas semanas: o governo federal.

Com o litígio já julgado, sem possibilidade de recurso legal, e a decisão perto de ser oficializada, entraram no caso a AGU (Advocacia-Geral da União) e o MME (Ministério das Minas e Energia).

O empresário baiano Maurício Britto Marcellino da Silva ganhou na Justiça o direito de explorar o subsolo onde está a água que sustenta a produção da Heineken em Alagoinhas (BA), cidade cem quilômetros ao norte de Salvador.

A decisão transitou em julgado, ou seja, tornou-se definitiva, em 2015, não cabendo mais recurso. Depois de muitas idas e vindas, a ANM (Agência Nacional de Mineração) confirmou a decisão no fim do ano passado e, na última semana, enviou um ofício ao ministério pedindo que todas as autorizações dadas para a cervejaria fossem cassadas.

Segundo o MME, o ofício da ANM chegou à Secretaria de Geologia e Mineração na última semana. “Dessa forma, ainda deverá seguir o fluxo de análise das áreas técnica e jurídica antes de ser dado o parecer final do MME.”

Procurada, a Heineken se manifestou em nota. Afirmou que desconhece qualquer ofício, enviado pela ANM para o Ministério de Minas e Energia, requerendo a cassação do seu requerimento de lavra para exploração de água mineral e que tem todas as licenças para a fábrica operar e que “não há nenhuma possibilidade de fechar sua unidade”.


O processo agora está na mesa de Alexandre Vidigal de Oliveira, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do ministério.

Há cerca de dois meses, a AGU entrou no caso. Apresentou uma petição no processo da agência afirmando que não concorda com o acordo firmado com a ANM para que a decisão judicial fosse cumprida. Os advogados do empresário não entendem o repentino interesse da AGU pelo caso.

“A União é pessoa jurídica distinta da agência de mineração e não é parte do processo”, afirma Luiz Henrique Oliveira do Carmo, advogado de Marcellino da Silva.


A disputa pela fonte tem mais de 20 anos, e a história é cheia de passagens controversas.

Segundo os advogados do empresário, Marcellino da Silva fez o requerimento para obter o direito de prioridade de exploração de fosfato em uma área de 2.000 hectares, na região de Alagoinhas, em 1993.

Pela lei brasileira, ganha o direito de exploração do subsolo, independentemente de qual seja o mineral explorado, quem primeiro apresenta o pedido no órgão competente. Na época, esse órgão era o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), que foi substituído pela ANM em 2017.

O pedido acabou interceptado por um interesse político, afirma o advogado.


“Em dezembro de 1996, meu cliente foi surpreendido por uma notificação informal do antigo Departamento Nacional de Produção Mineral para ter uma conversa. Ele compareceu e disseram o seguinte: ‘Querem implantar uma fábrica de bebidas nessas terras, quem vem é a Schincariol, e você vai precisar ceder a área'”, diz o advogado.

Em 2011, a Schincariol, que recebeu o direito de exploração da área, foi vendida ao grupo japonês Kirin Holdings Company. Em fevereiro de 2017, a cervejaria Heineken anunciou acordo para a compra da Brasil Kirin -e, com isso, assumiu a fábrica baiana.

“Maurício não concordou em ceder a área. Então, fizeram um parecer interno para tirar a concessão dele e cederam a área para a cervejaria”, afirma o advogado. “Foi quando ele entrou com essa ação, que durou 24 anos; e saiu vitorioso em todas as instâncias.”

Ocorre que, mesmo com a decisão judicial, a agência não oficializou o direito de uso para o empresário. No início de 2017, dois anos após ter ganho a causa na Justiça, os advogados entraram com um pedido de cumprimento de sentença.

“Decisão judicial não se discute, se cumpre”, afirma o advogado. “O primeiro parecer determinou o cumprimento da decisão, que invalidou o parecer usado para cassar a licença na década de 1990 com a recomendação de que a superintendência da Bahia adotasse as devidas providências.”

A fábrica da Heineken de Alagoinhas é a maior da empresa no Brasil e emprega atualmente 1.400 pessoas, entre funcionários diretos e indiretos. A empresa retira cerca de 16 bilhões de litros de água por ano do local.

Apesar da decisão judicial, nada aconteceu. Seguiu-se, então, uma nova rodada processual, que também avançou em favor do empresário.

“Em 2019, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), deu um prazo de 60 dias para que a agência cumprisse a decisão”, diz o advogado. “Aguardamos os 60 dias, e a agência não se manifestou nos autos.”

Optou-se, então, por punir financeiramente os integrantes da agência. O advogado conta que a Justiça estipulou uma multa de R$ 8 milhões para ser paga na pessoa física de cada diretor. “Aí resolveram marcar uma audiência de conciliação para o dia 19 de março porque queriam que a gente deixasse de executar a multa em cima deles.”

Foi quando veio a pandemia, e a data da audiência foi remarcada para o início de junho, por videoconferência. Naquele encontro, que está gravado, ficou decidido que a multa não seria cobrada, mas a agência deveria dar o cumprimento imediato à decisão.

Em novembro saiu a primeira publicação no Diário Oficial da União, da parte da agência, anulando os direitos de outorga da Heineken, mas falta agora o Ministério de Minas e Energia se manifestar.

A Heineken afirma que acompanha e participa do processo envolvendo sua cervejaria desde o momento em que tomou conhecimento sobre o assunto, em 2018.

“Além disso, a companhia reforça que não há nenhuma possibilidade de fechar sua unidade produtiva e encerrar suas atividades na Cervejaria de Alagoinhas na Bahia, sob nenhuma hipótese, e reitera que a empresa possui todas as licenças para operar.”

A Heineken também diz que não é parte do processo, por isso nunca perdeu nenhum prazo de manifestação.

“A empresa entrou com recursos administrativos para que a ANM revisse os últimos andamentos do caso, que aconteceram, no entendimento da companhia, sem a observância do princípio da coisa julgada administrativa, ou seja, do fato de que já existia decisão favorável ao sr. Mauricio Marcelino para a exploração de fosfato na maior parte da área requerida.”

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Apesar do apelo de Bolsonaro, caminhoneiros mantêm paralisação

31 de janeiro de 2021, 15:23

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Apesar dos apelos do presidente Jair Bolsonaro, a paralisação dos caminhoneiros autônomos a partir desta segunda-feira (1º) será mantida, afirmou ao Broadcast o presidente do Conselho Nacional dos Transportadores Rodoviários de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, acrescentando que a duração do movimento é “indeterminada” e que 22 Estados participam do conselho. Dias afirma que a redução ou zeragem do PIS/Cofins sobre o diesel, cogitada pelo governo, não seria suficiente para terminar com a greve, porque o principal problema é a política de paridade ao preço internacional adotada pela Petrobras.

“Quem teria a culpa de desabastecimento do País se o movimento se prolongar por 3, 4, 5 dias, como foi na época do presidente Michel Temer, quando durou 11 dias, não são os caminhoneiros, é quem é responsável pela pasta. Se o presidente chamar para conversar no primeiro dia e resolver, todo mundo volta a trabalhar no dia seguinte. Até agora não teve diálogo com Conselho Nacional ou com a categoria.”

No sábado (30), Bolsonaro pediu que a categoria não entrasse em greve e disse que todo mundo perderia se isso acontecesse, “o Brasil todo”. Questionado sobre o apelo do presidente, Dias afirmou que entende que o presidente não pode incitar greves, mas reclamou que “não chegou nada para categoria de autônomos” nos primeiros dois anos de governo. “Não podemos deixar passar este ano, o ano que vem é de eleição, senão os caminhoneiros vão continuar no submundo.”

O presidente do CNTRC também disse que a categoria não irá bloquear as estradas, deixando faixas livres. “Vamos fazer a manifestação dentro da lei. Temos o direito de conscientizar a categoria. Somos um País democrático e está na Constituição o direito de fazer manifestação livre.”

Uma liminar concedida pela Justiça Federal do Rio no sábado proíbe caminhoneiros em greve de bloquear, mesmo que parcialmente, a rodovia BR-101, que margeia o litoral do País. A decisão vale para todo o trecho da BR-101 no Rio. Uma decisão liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo, concedida na sexta-feira (29), já havia proibido bloqueios da Rodovia Presidente Dutra, trecho da BR-116 que liga São Paulo ao Rio.

Além do fim da política de paridade ao preço internacional dos combustíveis, a pauta de reivindicações da categoria tem outros nove pontos, mas outro tema urgente, segundo Dias, é a modificação da redação do projeto 4199/2020, o BR do Mar, que, segundo o dirigente, dá vantagem para empresas estrangeiras no transporte de cabotagem, o que favorecia a contratação de empresas frotistas para fazer o frete em detrimento de caminhoneiros autônomos. “Os caminhoneiros estão preocupados em perder emprego”, diz ele, argumentando que não foi avaliado o impacto social do projeto e nem as condições da categoria nos portos do País, que fica “ao relento”.

A pauta também discute aposentadoria especial para a categoria, o cumprimento do piso mínimo do frete, estabelecido em 2018 após a paralisação de 11 dias, respeito à jornada de trabalho e maior fiscalização da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), entre outras reivindicações.

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Vinho brasileiro tem salto histórico no ano de pandemia

31 de janeiro de 2021, 15:14

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Em um ano muito difícil para a economia brasileira, o mercado de vinhos foi na direção oposta e deu um salto histórico em 2020. O consumo per capita subiu 30% no País, em meio ao isolamento social, chegando à máxima de 2,78 litros para cada habitante com mais de 18 anos. No entanto, o ano foi especialmente positivo para o nicho historicamente menos prestigiado das vinícolas nacionais: o de vinhos finos. Segundo a Ideal Consulting, que acompanha a evolução do setor, as vendas desses produtos dobraram.

Excluindo os espumantes da conta, o mercado brasileiro ainda está bastante concentrado nos vinhos de mesa, explica Felipe Gualtaroça, presidente da Ideal Consulting. Esse produto – associado principalmente aos garrafões de 5 litros, mas não mais restrito a eles – representa 63% da produção nacional, enquanto o produto importado abocanha mais 31%. Resultado: o vinho local produzido a partir de uvas viníferas só representa 6% do consumo total (veja quadro abaixo).

Uma confluência de fatores contribuiu para o mercado como um todo, mas principalmente os vinhos brasileiros de preço mais alto, tivessem uma expansão de consumo fora da curva em 2020. O principal deles foi a alta do dólar, que se manteve bem acima de R$ 5 por boa parte do ano. No entanto, as vinícolas nacionais se beneficiaram também de uma melhor distribuição – tanto no varejo tradicional quanto no e-commerce – e pela qualidade da safra 2019/2020, que garantiu a oferta de um produto de melhor qualidade nesse momento de experimentação.

“Foi uma chance para o consumidor se livrar do preconceito que tinha em relação ao vinho fino brasileiro”, diz Gualtaroça. O especialista lembra que a safra que está sendo colhida neste momento também é considerada de qualidade superior à média brasileira graças à condição climática favorável.

Espumantes. Enquanto o vinho fino local ainda tem um caminho ladeira acima, os fabricantes de espumante já haviam conseguido cair no gosto do consumidor brasileiro. Hoje, as vinícolas locais dominam o mercado nacional de espumantes. Durante a pandemia, esse peso do produto local se ampliou ainda mais: passou de 81%, em 2019, para 84%, no ano passado.

Membro do conselho da família Valduga – que reúne seis das principais marcas de vinho e espumantes do País, como Casa Valduga, Casa Madeira e Ponto Nero -, Jones Valduga diz que o ano de 2020 “com certeza foi atípico”. O empresário projeta que será possível manter em 2021 o ritmo de expansão agregado de 25% do ano passado. “A Ponto Nero, que trabalha exclusivamente com espumantes, cresceu 30% em 2020. E estamos vendo também um aumento do interesse por nossos vinhos branco e rosé.”

Sócio-proprietário da vinícola Luiz Argenta, da cidade gaúcha de Flores da Cunha, o empresário Deunir Argenta, que também é presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), diz que o “alento” percebido de 2020 veio em boa hora: “Vínhamos quase sem crescimento – em 2017, 2018 e 2019, praticamente o mercado se estagnou”, aponta.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Mineração sustentável: mineradora baiana é a primeira a participar do programa padrão de sustentabilidade canadense

30 de janeiro de 2021, 09:26

Foto: Ascom JMC

(Da assessoria) – A unidade da JMC Yamana Gold, em Jacobina, na Bahia, é a primeira mina brasileira a participar do padrão de sustentabilidade desenvolvido pela Associação de Mineração do Canadá (Mining Association of Canada- MAC). O programa da Associação de Mineração do Canadá ‘Towards Sustainable Mining’ – TSM ou ‘Rumo à Mineração Sustentável’ é um programa de sustentabilidade reconhecido mundialmente que apoia as empresas de mineração no gerenciamento de riscos ambientais e sociais importantes. O processo de implementação dura cerca de três anos e a Yamana já concluiu o primeiro ano que consiste no cumprimento de vários requisitos básicos e auto-avaliações para suas unidades na América do Sul, incluindo as operações de Jacobina. Há um cronograma de trabalho em andamento para as atividades previstas nas próximas etapas.

“Ser sustentável é uma premissa para trabalhar no ramo da mineração hoje em dia. A Yamana possui programas muito intensos voltados à sustentabilidade do setor e esse é um grande passo para que continuemos trabalhando com alto desempenho, segurança e responsabilidade socioambiental. Nossas ações visam refletir um conjunto de valores que compartilhamos com nossos empregados e comunidades, incluindo honestidade, transparência e integridade”, afirma Ivan Rigoletto, diretor de Saúde, Segurança e Sustentabilidade da Yamana.

A adesão da Yamana Gold em participar do programa ocorre de forma voluntária. “Participar do TSM vai além das exigências legais e fortalece o compromisso contínuo das práticas e indicadores de sustentabilidade empresarial para as mineradoras”, reforça Rigoletto. O IBRAM já está em tratativas para trazer o programa TSM para seus associados no Brasil.

Sustentabilidade

A Yamana trabalha na busca constante da eficiência operacional para ser sustentável. A utilização racional dos recursos naturais é uma premissa para o desenvolvimento dos negócios no município de Jacobina. O reuso da água em todos os processos da empresa, a reciclagem do lixo orgânico com a implantação de uma usina de compostagem em parceria com uma cooperativa local, o controle da poluição atmosférica por meio de programas específicos para este fim, além da garantia do bem-estar da biota e das comunidades que vivem no entorno da mineradora fazem parte do dia a dia da empresa.

Desde 2012 existe o Instituto de Desenvolvimento Socioambiental com o objetivo de fortalecer e aumentar ainda mais o alcance dos programas voltados à sociedade e ao meio ambiente. A criação do instituto teve como base a consolidação e os excelentes resultados das ações educacionais, sociais, ambientais e culturais, por meio das quais milhares de pessoas foram beneficiadas.

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Dica: Tire manchas da roupa e tecidos com vinagre

30 de janeiro de 2021, 08:33

Foto: Reprodução

Vinagre, palavra originária do francês antigo ‘vin aigre‘ou vinho azedo, conforme explica um artigo da autoria da apresentadora e guru de lifestyle Ana Maria Braga, publicado no seu blog no site da Globo, é uma substânciaresultante de duas fermentações: alcoólica e acética. O produto é obtido a partir de qualquer fonte que contenha açúcar, como por exemplo uva, maçã ou arroz.

Utilizado desde a antiguidade para limpar e conservar os alimentos, o vinagre é atualmenteusado sobretudo como tempero. Porém, continua a ter outras utilidades verdadeiramente surpreendentes.

Vinagre contra as manchas

Segundo Ana Maria Braga, para retirar nódoas de tecidos basta colocar a peça em questão de molho numa mistura de quatro xícaras (chá) de água, duas colheres (sopa) de detergente líquido e três colheres (sopa) de vinagre durante 10 minutos. Em seguida, lave normalmente.

Já se for uma mancha de suor, deve nesse caso deixar a roupa de molho em 250 ml de água morna com uma colher (sopa) de vinagre e depois lavar normalmente. Como vê, é fácil!

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Bahia passa de 10 mil mortos por Covid-19 e quantidade de novos casos é quase o dobro nos últimos dez dias

29 de janeiro de 2021, 17:46

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 34 óbitos e 4.173 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,7%). O total de mortos pela doença passa a 10.021, representando uma letalidade de 1,72%. Neste mês de janeiro ocorreram 574 óbitos e 84.225 novos casos de pessoas infectadas pelo coronavírus. O número é ainda deve terminar menor que dezembro, que teve 94.583 casos, mas é clara a tendência de alta: nos últimos dez dias foram 37.556, quase o dobro do mesmo período do mês passado (19.688).

De acordo com  o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), em 24 horas foram recuperados 3.262 paciente e dos 581.880 casos confirmados desde o início da pandemia, 559.616 já estão curados e 12.243 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

A Sesab contabiliza ainda 969.648 casos descartados e 136.748 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (29).

ÓBITOS

O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 34 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. Dentre os 10.021 óbitos, 56,57% ocorreram no sexo masculino e 43,43% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,95% corresponderam a parda, seguidos por branca com 19,63%, preta com 14,77%, amarela com 0,63%, indígena com 0,14% e não há informação em 9,88% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 70,88%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,05%).

Retirado do Blog de Giorlando Lima 

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Xiaomi apresenta tecnologia para carregar bateria à distância

29 de janeiro de 2021, 14:30

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Os fios estão cada vez mais perto de serem extintos. A Xiaomi apresentou nesta sexta-feira, 29, uma tecnologia capaz de carregar a bateria de aparelhos a metros de distância. Segundo a fabricante chinesa, o sistema, chamado de Mi Air Charge, consegue carregar vários dispositivos a 5W ao mesmo tempo – obstáculos físicos aparentemente não reduzem a eficiência de carregamento.

A empresa não especificou o limite de distância para o carregamento, mas disse que o sistema funciona em um “raio de vários metros”.

A ideia é que o Mi Air Charge funcione tanto para celulares quanto para outros dispositivos tecnológicos, como relógios e pulseiras inteligentes. Uma das grandes apostas da Xiaomi nos últimos anos tem sido a casa conectada, e essa nova tecnologia parece uma ferramenta para integrar ainda mais diferentes aparelhos.

O sistema funciona com antenas de cinco fases integradas, que conseguem indentificar onde está o dispositivo a ser carregado. Além disso, uma matriz de controle composta por 144 antenas transmite ondas milimétricas com a energia diretamente ao aparelho.

A Xiaomi disse ao site The Verge que nenhum produto comercial com a tecnologia será lançado neste ano – não há previsão de quando o Mi Air Charge chegará ao mercado.

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