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Inflação é a maior para outubro desde 2002 e vai a 10,67% em 12 meses

10 de novembro de 2021, 13:37

Foto: Reprodução

Puxada por gasolina e passagens aéreas, a inflação oficial do país, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), voltou a ganhar força e acelerou para 1,25% em outubro, acima das projeções de analistas.

A taxa é a maior para o mês desde 2002, informou nesta quarta-feira (10) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Analistas de mercado consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 1,06%. Em setembro, a alta do IPCA havia sido de 1,16%.

Com o resultado de outubro, a inflação acumulada em 12 meses permanece acima de dois dígitos, alcançando 10,67%. Trata-se do maior acumulado desde janeiro de 2016 (10,71%).

O IPCA está distante do teto da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central) em 12 meses. O teto é de 5,25% em 2021. O centro é de 3,75%.

Em outubro, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados subiram, com destaque para transportes. Esse segmento teve a maior variação (2,62%) e o principal impacto no índice do mês (0,55 ponto percentual).

O resultado de transportes foi influenciado pelos combustíveis (3,21%). A política de preços da Petrobras leva em consideração as cotações do petróleo no mercado internacional, que subiram com a reabertura da economia global, e o comportamento do dólar, acima de R$ 5.

Segundo o IBGE, a gasolina avançou 3,10% em outubro. Assim, teve o principal impacto individual (0,19 ponto percentual) no IPCA do mês.

Foi a sexta alta consecutiva dos preços desse combustível. A gasolina acumula disparada de 42,72% nos últimos 12 meses.
Os preços do óleo diesel (5,77%), do etanol (3,54%) e do gás veicular (0,84%) também subiram em outubro.

Pedro Kislanov, gerente da pesquisa do IBGE, lembrou que o aumento dos combustíveis acaba pressionando itens diversos ao longo da cadeia produtiva. Valores de fretes de mercadorias ficam mais caros, por exemplo.

“Isso acaba afetando outros componentes”, disse.

Um dos reflexos da alta dos combustíveis aparece nas passagens aéreas. Em outubro, o item subiu 33,86%, respondendo pelo segundo maior impacto individual no IPCA (0,15 ponto percentual).

Segundo Kislanov, a alta das passagens é comum em outubro. Mas a elevação foi turbinada por impactos adicionais do combustível (querosene de aviação) mais alto. Também pesou a demanda maior por viagens, estimulada pela vacinação contra a Covid-19.

“É comum a alta [das passagens] em outubro. Mas também há a depreciação cambial e o aumento do combustível. Isso pode ter contribuído. Houve ainda o aumento da demanda”, indicou.

Entre os grupos de produtos e serviços, a maior contribuição (0,24 p.p.) em outubro veio de alimentação e bebidas. O segmento teve alta de 1,17%.

A pesquisa do IBGE contempla 16 capitais e regiões metropolitanas. No acumulado de 12 meses, 12 metrópoles têm IPCA acima de 10%.

Curitiba (PR) é aquela com maior inflação: 13,48%. Belém (PA) tem o menor índice (9,27%).

A escalada inflacionária no país ganhou corpo ao longo da pandemia. Em um primeiro momento, houve disparada de preços de alimentos e, em seguida, de combustíveis.

Alta do dólar, estoques menores e avanço das commodities ajudam a explicar o comportamento dos preços.

Ao longo de 2021, a crise hídrica também passou a ameaçar o controle da inflação. A escassez de chuva forçou o acionamento de usinas térmicas, elevando os custos da geração de energia elétrica. O reflexo é a luz mais cara nos lares brasileiros.

Há, ainda, o efeito da crise política protagonizada pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido), já que a turbulência joga o dólar para cima.

A tensão no mercado financeiro teve novo capítulo no final de outubro, quando o governo resolveu driblar o teto de gastos para pagar o Auxílio Brasil.

Em uma tentativa de frear a inflação, o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) vem subindo a taxa básica de juros, a Selic.

Os preços em patamar alto, em um ambiente de juros maiores, desemprego acentuado e renda fragilizada, dificultam o consumo das famílias e os investimentos das empresas.

O mercado financeiro vem elevando suas projeções para o IPCA. A mediana para o acumulado em 2021 é de 9,33%, conforme a edição mais recente do boletim Focus, divulgada na segunda-feira (8) pelo BC.

Foi a 31ª semana de alta nas previsões. Economistas não descartam novas revisões para cima.

Folhapress

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Marília Mendonça deixa herança milionária

10 de novembro de 2021, 13:30

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Ainda não é possível saber como a herança milionária será repartida entre os familiares. Confira o valor

A cantora Marília Mendonça, que faleceu na última sexta-feira (5) após ser vítima de um acidente aéreo em Minas Gerais, deixou uma herança no valor de R$ 500 milhões, de acordo com informações publicadas pelo programa “A Tarde é Sua”, comandado por Sônia Abrão. 

Ainda não é possível saber como a herança milionária será repartida entre os familiares ou se existe um testamento que facilite a partilha dos bens. A informação foi publicada pelo portal Ne 10. 

Marília morava em um condomínio de luxo em Goiânia, capital do estado de Goiás, com o filho, Léo Mendonça, e a mãe, Ruth Dias. 

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Quem sabe faz bem feito

10 de novembro de 2021, 09:24

Por Por Gervásio Lima –

Insistir em fazer o que ainda não aprendeu é como ‘se meter onde não foi chamado’, ou como diz o bom baiano: ‘querer entrar no jogo sem ficha’. O desejo não se completa quando o sentimento é aventureiro. Aquilo que se pensou e achou que sabia, envolvido apenas na necessidade de realizar egoistamente um intento pessoal, inevitavelmente será frustrante para o ’sonhador’, com resultado desastroso.

Um bom sonho pode virar realidade, desde que se busque uma realização de forma a não prejudicar os que sonham diferente. É bom saber que vontades e objetivos caminham juntos até que uma tal de vaidade aparecer para bagunçar o coreto.

Planejamentos e atitudes fazem parte da vida. Enquanto um tem o papel de formalizar o outro cuida da parte da decisão, uma espécie de teoria e prática essenciais na formação não só profissionais como de conceitos sociais. Uma atitude mal planejada tem a probabilidade de quase cem por cento de que o resultado fatalmente será negativo. Não existirá eficiência naquilo feito por quem não possui experiência. Quem sabe faz bem feito e quem não sabe ‘armenga’, isto é fato.

Tentar fazer algo difícil para chamar atenção de determinado público é como se virar nos trinta, quando o tempo é o principal desafio dos que tentam cumprir alguma tarefa. A protelação é um hábito que pode e deve ser modificado, mas não como regra, vez e quando faz bem deixar para amanhã o que gostaria de fazer ontem. Vários aspectos justificam tal narrativa, sendo uma das principais o fato de se ganhar tempo, ou até mesmo treinar, para evitar que decisões venham a ser tomadas erradas ou de formas precipitadas.

O que não pode e não deve, de jeito maneira, é deixar de fazer o que considera essencial e correto para ‘depois de amanhã’, aí já fica muito tarde e daí, adeus saudade.

Quando se trata de gestão pública, o mínimo conhecimento em planejamento e relações humanas são essencialmente obrigatórios. Não se deve levar na brincadeira aquilo que envolve o coletivo. O comportamento pessoal reflete diretamente na gerência administrativa. O compromisso confiado por uma população não pode destoar com atos que ponham em xeque o sentido real da função. Quando não possui, a principal fantasia a ser usada é a da transparência, integridade e empoderamento, durante o tempo que tiver como timoneiro. Já a humildade e a honestidade, além de qualidades, são preceitos inevitáveis do cidadão, em qualquer posição que esteja.

*Jornalista e historiador

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TCU apura compra de milhares de tênis com defeito na costura pelo Exército

10 de novembro de 2021, 09:03

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O TCU (Tribunal de Contas da União) abriu uma investigação para apurar a compra de 634 mil pares de tênis pelo Exército ao custo de R$ 53,8 milhões. O Ministério Público que atua no órgão recebeu denúncias de que os calçados foram entregues com qualidade inferior e que alguns apresentaram defeitos ainda nos depósitos das Forças Armadas.

O procurador do MP no TCU Lucas Furtado disse ao UOL que fez uma representação à presidente do tribunal, Ana Arraes, após “várias pessoas” relatarem problemas na qualidade dos calçados. Nela, anexou documentos da contratação, como vistorias do Exército nas empresas fabricantes.

“A se confirmar essa situação, prejuízos aos cofres públicos estariam ocorrendo tendo em vista que o poder público estaria desperdiçando dinheiro com produtos de baixa qualidade”, disse o procurador.

Dos R$ 53 milhões combinados, o Exército pagou R$ 19 milhões pelos calçados até 22 de outubro, de acordo com o Portal da Transparência.

A presidente do TCU, Ana Arraes, encaminhou o processo à Secretaria de Controle Externo da Defesa, a um dos ministros do tribunal, Weder Oliveira, e ao procurador Paulo Bugarin. A investigação foi aberta, mas ainda está no início, segundo a reportagem apurou. O próximo passo é aguardar a análise dos técnicos da secretaria.

Empresa confirma problema

A empresa responsável pelos calçados é a EBN Comércio, Importação e Exportação. O representante da companhia, Sérgio Santelli, afirmou à reportagem que os problemas foram na costura do solado dos calçados e atingiram menos de 5.000 pares. “Não existe nenhuma irregularidade no fornecimento efetuado”, disse (leia mais abaixo).

O Exército informou ao UOL que identificou, “em algumas unidades”, “defeitos na fabricação dos tênis pretos entregues pela EBN, como a presença de linhas de costuras coloridas de forma aparente e alterações de acabamento de solado em algumas unidades do material”. Segundo a Força e a empresa, todos os problemas já foram resolvidos.

A EBN pertence ao empresário Júlio Manfredini, que foi investigado na chamada “máfia dos uniformes” e denunciado pelo Ministério Público sob suspeita de formação de quadrilha, corrupção e improbidade administrativa.

Vistoria foi feita em outra empresa

Em 2020, a EBN Comércio ganhou pregão eletrônico para fornecer 634 mil pares de tênis pretos ao Exército. Ofereceu-os por R$ 84 cada um. Na proposta, a empresa de Júlio Manfredini, que fica em Itajaí (SC), indicou que a produção seria feita em parceria com a Martoni Indústria e Comércio de Calcados Ltda, de Pouso Alto (MG).

Depois de escolher o fornecedor, o Exército foi fiscalizar as instalações da fábrica. Mas, em 9 de novembro de 2020, a EBN disse que a vistoria deveria ser feita em Sarapiranga (RS), porque “contratou a empresa NKS Importações e Exportações Indústria e Comércio de Calçados Ltda”.

A vistoria no Rio Grande do Sul foi realizada em 17 de dezembro de 2020 por dois militares. A NKS exibe vários clientes em seu site, como grandes empresas privadas, mas não o Exército. No relatório, os militares destacaram a importância da produção do solado.

O poliéter, diferentemente do poliéster, é um material resistente à água e é exigido pelo edital do Exército. “[A sola] deve ser finamente ajustada para atingir, além da densidade estipulada, os demais aspectos da Especificação Técnica, como resistência à abrasão, rasgamento e flexão resistência da união entre as camadas”, continuaram os militares.

Os tênis começaram a ser entregues em 2021. Segundo o Exército, houve defeitos no primeiro lote. Um exemplo foi “a presença de linhas de costuras coloridas de forma aparente e alterações de acabamento de solado em algumas unidades do material entregue”.

Testes de laboratórios credenciados pelo Inmetro indicaram que os lotes estavam dentro das exigências do Exército, segundo a assessora da Força: “As amostras do segundo e do terceiro lotes, juntamente com as documentações laboratoriais de análise de conformidade, foram analisadas e o material foi aprovado”. O UOL procurou, mas não localizou militares utilizando os calçados comprados.

A reportagem pediu para fotografar os tênis nos depósitos e obter amostras para serem analisadas em laboratórios independentes. A Força negou acesso ao local e não forneceu imagens dos tênis guardados. O UOL conseguiu, porém, uma imagem de um calçado com problemas. O registro foi feito dentro de um dos depósitos do Exército.

Troca foi imediata, diz empresa

Sergio Santelli, procurador da EBN, disse que um funcionário colocou uma costura adicional no solado com a intenção de “aprimorar” o produto, mas que isso acabou não dando certo. Ele disse que a empresa entregou todos os 634 mil tênis e cumpriu “todas as suas obrigações”.

Donos integram organização criminosa, diz MP Os donos da EBN são Júlio Manfredini e o filho dele, Daniel. Os dois já foram denunciados em ações movidas pelo Ministério Público do Paraná na chamada “máfia dos uniformes”, considerada uma “organização criminosa”. Os negócios se referiam a vendas de uniformes escolares, tênis e mochilas à prefeitura de Londrina (PR).

Em uma das ações, a Promotoria afirma que os dois e outros réus tiveram participação em atos que incluíam problemas na qualidade dos materiais escolares entregues. “[…] promoveram desvios de dinheiro público correspondentes ao sobrepreço dos itens adquiridos, tanto em decorrência dos quantitativos excessivos, quanto da qualidade e dos preços praticados”.

Júlio Manfredini foi acusado de improbidade administrativa e de crimes como formação de quadrilha, corrupção ativa e fraude em licitações.

Júlio Manfredini e Daniel Manfredini integraram organização criminosa voltada ao cometimento de atos de improbidade administrativa e crimes diversos (Denuncia do Ministério Público do Paraná)

“Denúncia do Ministério Público do Paraná A acusação dos procuradores e promotores continua: “sobretudo contra a administração pública (notadamente de fraude a licitação, peculato e corrupção ativa), de lavagem de dinheiro e de falsidade documental, com a finalidade de obtenção de lucros ilícitos provenientes do erário, mediante o pagamento de propinas a agentes públicos”.

Nenhum dos processos teve sentença judicial de primeira instância até hoje. Uma ação na 3ª Vara Criminal de Londrina (PR) terá audiência na sexta-feira (12). O UOL procurou os Manfredini por meio da EBN.

Em 2018, uma outra empresa que Santelli representou vendeu 382 mil coturnos para unidades do Exército — um contrato de R$ 35 milhões. Houve defeito com apenas um mês de uso em 90% do material no depósito de Belém (PA), segundo ofício do Exército obtido pelo UOL. Mas Santelli disse que essa empresa não tem relação com os Manfredini, a EBN e a Capricórnio.

Exército compra coturnos, meias, toalhas e calças

Na terça-feira (9), a Força fez pregão para comprar mais 445 mil pares. A licitação prevê até R$ 57,4 milhões em gastos. Ou seja, os mais de 1 milhão de pares de tênis custarão até R$ 111 milhões.

O pregão previa a aquisição de 405 mil coturnos pretos, 95 mil coturnos verde-oliva, 1,2 milhão de pares de meias brancas e 732 mil meias verde-oliva, 431 mil toalhas de banho, 154 mil calças. O custo da aquisição estimado pelas Forças Armadas será de R$ 195 milhões com a licitação. A EBN foi uma das concorrentes. O resultado não foi divulgado ainda.

O dono da Martoni Calçados, Antonio Vitor de Alvarenga, não retornou os contatos da reportagem feitos por telefone e aplicativo de mensagens. Procurados por email, os dirigentes da NKS não prestaram esclarecimentos.

UOL

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Governo da Bahia autoriza eventos com até 3 mil pessoas e libera venda de bebidas alcoólicas em estádios

10 de novembro de 2021, 06:22

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O Governo do Estado publica, no Diário Oficial desta quarta-feira (10), alterações no decreto número 20.780, que regulamenta a realização de eventos com presença de público na Bahia. Conforme foi antecipado pelo governador Rui Costa no Papo Correria desta terça-feira (9), estão autorizados eventos com até 3 mil pessoas, a partir da data de publicação da atualização do decreto. O limite permitido era de 2 mil pessoas.

Continua sendo obrigatória a comprovação da imunização contra a Covid-19 por todos os envolvidos nos eventos: artistas, público, equipe técnica e colaboradores. Além disso, devem ser respeitados os protocolos sanitários estabelecidos pelos Municípios, especialmente o distanciamento social e o uso de máscaras.

A presença de torcedores em eventos desportivos na Bahia também terá alterações, de acordo com a nova publicação. Foi autorizada pelo governador Rui Costa a ampliação da lotação máxima de 50% para 70% da capacidade dos equipamentos esportivos. Os torcedores também devem comprovar que tomaram as duas doses da vacina contra Covid-19 ou a dose única, mediante apresentação do documento de vacinação fornecido no momento da imunização ou do Certificado Covid, obtido por meio do aplicativo ‘Conecte SUS’, do Ministério da Saúde.

O novo decreto revoga a proibição da venda de bebidas alcóolicas nos estádios, que passam a ter autorização para comercializar esses produtos durante os jogos. O novo decreto do Governo do Estado tem validade até o dia 19 de novembro.

Secom/Ba

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Justiça suspende seletivo para cargo de enfermeiro da Prefeitura de Jacobina

09 de novembro de 2021, 17:40

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O juiz Maurício Álvares Barra, da Vara de Fazenda Pública de Jacobina, deferiu liminar em sede de Ação Ordinária proposta pela candidata Raquel Jorge Costa, para suspender o processo seletivo referente a vaga de enfermeira da sede.

Destacou o magistrado que: “causa espanto que, após lapso de mais de 3 (três) décadas de vigência da Constituição Federal, ainda exista utilização de “entrevista” como critério de avaliação de candidatos em processos seletivos por parte da Administração Pública. No caso concreto, reitera-se que o ato de “entrevista” ainda foi realizado de forma sigilosa com portas fechadas, sem qualquer gravação do referido ato de modo a assegurar a lisura do certame de seleção realizado, reforçando-se plausibilidade nas alusões da Autora de direcionamento de vagas ou “perseguição política” em razão de a Autora não pertencer ao grupo político da atual
gestão”.

Por fim, fixou multa diária de R$5.000,00 (cinco mil reais) casa o certame prossiga ou até mesmo que haja a contratação de quaisquer dos candidatos do certamente, além da responsabilização do gestor. Curiosamente, a candidata Raquel Costa foi representada por seu esposo e seu irmão, o advogado jacobinenese Dr. Durval Borges e o Dr. Valmir Jorge, respectivamente.

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Prefeito de Caém participa em Brasília de movimento em prol dos municípios

09 de novembro de 2021, 16:23

Foto: UPB

Buscar de solução para a crise nos municípios, este é o objetivo dos gestores públicos de todo o Brasil que participam nesta terça e quarta-feira (09 e 10) da mobilização municipalista, em Brasília, convocada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com o apoio das associações municipalistas estaduais, entre elas a União dos Municípios da Bahia (UPB).

Entre as principais reivindicações estão o parcelamento em 240 meses da dívida da previdência, a aprovação da PEC 122/2015, que impede a criação de obrigações aos municípios sem apontar fonte orçamentária; a PEC 13/2021 da não obrigatoriedade do investimento mínimo constitucional na educação, durante a pandemia em que as escolas estiveram fechadas; o Projeto de Lei (PL) 3339/2021 sobre a regulamentação do Fundeb e o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 290/2019, que exclui as organizações sociais do limite de gasto com pessoal.

Conforme o prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), que participa da mobilização no Distrito Federal, um dos principais pontos das reivindicações é o parcelamento da dívida dos municípios com a previdência. “Para que consigamos equilibrar as finanças do nosso município, uma das opções é o parcelamento da dívida com a previdência. Não conseguimos fazer obras com recursos próprios porque praticamente tudo o que o município arrecada é para pagar dívidas herdadas”, ressaltou Arnaldinho.

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Bebê de 5 meses recebe vacina contra a Covid-19 por engano

09 de novembro de 2021, 09:38

Foto: Reprodução

Um bebê de 5 meses recebeu por engano uma dose da vacina da Pfizer contra a Covid-19 na última quinta-feira (4) em Jundiaí, no interior de São Paulo.

A criança teria sido levada pelos pais a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade para receber uma vacina do calendário convencional para a idade, mas a funcionária do posto se confundiu e aplicou o imunizante da Pfizer.

A prefeitura de Jundiaí, por meio da UGPS (Unidade de Gestão de Promoção da Saúde), confirma o ocorrido e explica que medidas foram tomadas logo que o erro foi identificado.

“Imediatamente, a equipe entrou em contato com a família para esclarecer o fato e iniciar o monitoramento, conforme protocolo orientado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo”, afirma a prefeitura em nota.

Ainda segundo a administração municipal, a criança foi levada para um hospital particular na própria quinta-feira (4), por decisão da família, para ter seu quadro acompanhado de perto por médicos.

Segundo a UGPS, as equipes de Jundiaí estão acompanhando o caso de perto e tanto a estrutura municipal, quanto a equipe responsável, seguem à disposição da família 24 horas por dia.

Sobre a funcionária que cometeu o erro na aplicação da vacina, a gestão de Luiz Fernando Machado afirma que o fato está sendo apurado em processo administrativo e que “a profissional foi afastada das atividades técnicas até a conclusão da investigação”.

Questionada sobre o estado de saúde da criança no momento, a prefeitura afirmou que “prossegue monitorando o caso, mas que informações sobre o estado da criança só podem ser fornecidas pela família”.

A reportagem não conseguiu contato com os pais da criança até o momento desta publicação.

Incógnita Para Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, infectologista da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de SP e presidente do departamento de infectologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), a situação é uma incógnita pois ainda não existem estudos que permitam afirmar com certeza se a criança terá ou não reações ao imunizante, porém ele acredita que é difícil que a vacina acarrete algum problema de saúde ao bebê.

“Eu acredito que não terá problemas de saúde por causa da dose recebida. Ele até vai, provavelmente, desenvolver uma resposta imune para a Covid-19”, afirma Sáfadi.

Mas o infectologista diz que a criança deve ser observada de perto agora. “Tem que acompanhá-la para analisar como ela vai se comportar. Da mesma forma como se faz nos estudos, só que neles tudo é controlado, inclusive a dose da vacina que vai ser usada é adequada para a idade.”

Atualmente, apenas crianças com mais de 12 anos podem receber as doses do imunizante da Pfizer contra a Covid-19.

Na última semana, o governo de São Paulo chegou a solicitar à Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) a autorização para a aplicação da vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

A agência, no entanto, afirmou que esse tipo de pedido, de inclusão de novo grupo no público-alvo de imunizantes, deve ser feito pelo laboratório e não pelo governo.

Questionada se a aplicação do imunizante poderia acarretar problemas à saúde do bebê, a Pfizer Brasil afirmou em nota que “um estudo clínico da Pfizer na faixa etária menor de 5 anos já foi iniciado, porém ainda não há dados preliminares de segurança e eficácia” e que “as informações serão divulgadas em breve”.

O laboratório ainda apontou que a criança “deve ser monitorada e se houver alguma dúvida e algum sintoma a recomendação é procurar um profissional ou serviço médico de referência”.

A Pfizer ainda pontuou que “realiza habitualmente o acompanhamento de relatos de potenciais eventos adversos de seus produtos, mantendo sempre informadas as autoridades sanitárias brasileiras, de acordo com a regulamentação vigente” e que criou um portal para registro de notificações de eventos adversos.

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Polos da Unopar participam de campanha social nacional com o Projeto 2ª Dose

09 de novembro de 2021, 09:23

Foto: Divulgação/Unopar

Instituições de educação superior (IES) de todo o país participam da Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular, que neste ano, devido à pandemia da Covid-19 busca incentivar que as instituições continuem realizando ações com adaptações exigidas pelo momento pelo qual o mundo todo está passando.

A campanha é coordenada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino superior (ABMES), entidade que representa o ensino superior particular e tem entre suas ações atuar junto ao governo e Congresso Nacional pelos interesses das instituições educacionais.

O Polo da Unopar de Jacobina participa da campanha com o Projeto 2ª Dose, que traz como lema ‘Dedicação, Otimismo, Saúde e Encorajamento’. Idealizado pelo Centro de Estudos Jacobinense (CEJ), o ‘2ª Dose tem como objetivo engajar os seus colaboradores, alunos e sociedade onde existe um polo da instituição, no processo de conscientização das pessoas que ainda não compareceram aos postos de vacinação para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19.

De acordo a diretora do polo da Unopar de Jacobina, Maria Alice Miranda Guerra, o número de adesões expressivo e o engajamento dos alunos são motivos de satisfação e comemoração, uma demonstração de que todos estão imbuídos em combater um problema que não escolhe suas vítimas. “Não tínhamos dúvidas de que a ação da busca ativa, em convencer os amigos, os vizinhos e os parentes a receberem a segunda dose da vacina contra a Covid-19, seria um sucesso. Estamos felizes por saber que nossos alunos compreendem a importância do envolvimento de todos contra uma doença que tirou a vida de mais de 600 mil brasileiros”, ressaltou Maria Alice.

A “busca ativa” para encontrar pessoas com a segunda dose da vacina Covid-19 atrasada já apresenta resultados positivos com a participação e engajamento dos alunos que aderiram ao projeto que tem como um dos seus principais objetivos contribuir a melhoria da qualidade da saúde de toda a sociedade e ajudar a salvar vidas. Fazem parte da busca ativa, o diálogo com familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho, promovendo a conscientização com relação a importância do assunto e incentivando o comparecimento a um posto de vacinação.

Certificação – As instituições participantes, que comprovarem a realização das ações, serão certificadas pela ABMES com o “Selo Instituição Socialmente Responsável”, atestando que a instituição se preocupa e é comprometida com o bem-estar social da comunidade e com seu desenvolvimento sustentável. Já para os alunos receberá a carga horária de 15h, que conta como ACO (Atividade Complementar Obrigatória).

Importância da segunda dose – As vacinas contra a Covid-19 garantem proteção porque previnem a doença, reduzindo as chances de morte e internações. Embora não impeça o contágio nem a transmissão do vírus, a vacinação é essencial, já que induz o sistema de defesa do corpo a produzir imunidade contra o coronavírus pela ação de anticorpos específicos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). As Secretarias da Saúde dos Estados reforçam a importância da segunda dose da vacina e informam que podem ser aplicadas inclusive em municípios diferentes daqueles onde a primeira foi aplicada.

Vacinação – Dados do Ministério da Saúde, no mês de outubro, informam que cerca de 20 milhões de pessoas estavam com segunda dose da vacina atrasada no Brasil e na Bahia, números do mesmo mês, de acordo com dados apresentados pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), são mais de 290 mil pessoas com a 2ª dose da vacina contra Covid-19 atrasada.

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Gás de cozinha chega a R$ 140 em Mato Grosso, e gasolina já encosta nos R$ 8 no RS

08 de novembro de 2021, 21:21

Foto: Reprodução

O gás de cozinha já está custando R$ 140 o botijão de 13 quilos em Sorriso, Mato Grosso, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referente à semana de 31 de outubro a 6 de novembro. O preço médio no País ficou em R$ 102,48, alta de 0,4% contra a semana anterior.

O último aumento do produto foi realizado pela Petrobras em 9 de outubro, da ordem de 7%. O preço mais baixo encontrado pela ANP foi em Araçatuba, São Paulo, de R$ 75,00 o botijão.

A gasolina comum, na mesma semana, encostou nos R$ 8 o litro em Bagé, no Rio Grande do Sul, atingindo R$ 7,999 o litro. Já o menor preço por litro, de R$ 5,297, foi encontrado em Atibaia, São Paulo. Em média, o preço da gasolina ficou em R$ 6,710 o litro.

Centro das tensões entre o governo e os caminhoneiros, o preço médio do diesel subiu 2,4% em uma semana, refletindo ainda o aumento da Petrobras anunciado em 26 de outubro. Segundo a ANP, o preço médio ficou em R$ 5,339 o litro, sendo o mais caro encontrado a R$ 6,70 em Cruzeiro do Sul, no Acre, e o mais barato a R$ 4,299 em Sumaré, São Paulo.

A Petrobras reajusta os combustíveis dentro de uma política de paridade aos preços de importação, que leva em conta o preço do petróleo no mercado internacional, o câmbio e os custos de importação do produto.

Segundo analistas, apesar de realizar aumentos com frequência, os preços cobrados pela estatal nas refinarias ainda estão abaixo do negociado no exterior, levando a uma defasagem que deve ser aos poucos reduzida, já que o preço do petróleo não para de subir e o real tem se desvalorizado.

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