A amizade é sem dúvida uma das principais relações afetivas entre os humanos; um sentimento de apreço, afeição, respeito e consideração mútua. Ser amigo é ser parceiro de verdade, é ser aquele que mesmo longe está sempre presente, que comunga tristeza e prega constantemente a alegria. Amigo se quer bem, cuida, se preocupa e compartilha felicidade, estando próximo durante a tempestade e na bonança.
Ledo engano achar que ‘não se faz mais amigos como antigamente’. Em um mundo conturbado em que se vive atualmente, onde as pessoas não confiam e vivem em intensa disputa por espaços, fica realmente difícil acreditar, mas maior que as desconfianças e as disputas está a sensibilidade de um amigo.
O ditado popular ‘mas vale um amigo na praça do que dinheiro no bolso” é talvez o mais verdadeiro que exista. Um abraço, um aperto de mão e uma palavra amiga não se encontram para `comprar. A amizade é um bem inestimável e tem o poder até mesmo de cura, ela é vida. Quem nunca precisou de um ombro amigo ‘suspenda as mãos’.
Saber que pode contar com alguém quando mais precisa é uma espécie de conforto para a alma, ‘um elixir’ que impulsiona ternura e gratidão e que faz toda a diferença na vida. Assim como se colocar à disposição quando o semelhante mais precisa é um ato sublime, uma clara demonstração de que a humanidade existe e só depende de como é vista e tratada pelos humanos.
Amizade é reciprocidade sem a existência de vaidade, ciúme, inveja e avareza. É uma conquista de confiança e consideração, uma construção erguida com a mais pura e sincera base de cuidado e respeito.
“Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam “não”
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração” – Canção da América (Milton Nascimento)
Ofereço este texto a todos os meus amigos de verdade.
Na última segunda-feira (06), policiais da 93ª DP (Volta Redonda) apreenderam quase oito mil pinos de cocaína e cerca de cem seringas com “maconha líquida”, conhecida como óleo de butano.
Os entorpecentes foram localizados em um carro que foi interceptado na Rodovia Presidente Dutra, na entrada de Volta Redonda, no Rio de Janeiro.
“É uma situação bastante nova aqui na cidade. Nós temos informações, após trabalho de investigação, que esse indivíduo abasteceria comunidades da região, principalmente no bairro da Conquista, com essas drogas que vieram do Complexo da Maré e da Nova Holanda, na zona norte do Rio”, disse o delegado Edézio Ramos, titular da 93ª DP.
Segundo Edézio, as seringas com o óleo não tinham agulhas, já que a droga é aquecida e inalada com a ajuda de um vaporizador, como um cachimbo ou cigarro eletrônico, por exemplo, e não injetada.
Aos policiais, o homem que transportava o carro com as drogas confessou ser responsável pelo abastecimento de entorpecentes a traficantes da cidade do interior do Rio de Janeiro.
A Polícia Federal faz operação nesta 3ª feira (7.dez.2021) para apurar suspeitas de corrupção em contratos de gráficas contratadas pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos Educacionais) para a impressão de provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). São 41 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, em São Paulo e no Rio de Janeiro. De acordo com a investigação, funcionários do Inep teriam favorecido gráficas e assinado contratos milionários para impressão das provas.
Alguns dos contratos que estão na mira da PF são com a empresa R.R Donnelley. Eles prestaram serviços de 2010 e 2018. Outra companhia investigada é a Valid S.A. O contrato de R$ 153 milhões foi assinado nos primeiros meses de 2019. Em investigação com o apoio da CGU (Controladoria Geral do União), a PF estima que o superfaturamento do grupo ficou na casa dos R$ 130 milhões. O valor arrecadado teria sido repassado para empresários, funcionários das gráficas e servidores públicos.
Os alvos são investigados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e crime contra lei de licitação.
“A última vez que comi carne já tem mais de um mês. Foi quando ajudei a tirar o couro de uma vaca”.
Em Senador Elói de Souza, município do Rio Grande do Norte em estado de calamidade pública pela seca, Adailton Oliveira lembra, emocionado, que o animal agonizava de fraqueza, faminto, e foi abatido pelo dono.
Os pedaços foram repartidos onde caíram. Adailton, 52, conta que ficou com “a mão”, uma das patas dianteiras. Com a mulher, Sebastiana, fez o pedaço render por 20 dias no fogão à lenha improvisado. Alimentos ali estão contados. Os R$ 170 do Bolsa Família “não dão para nada”, afirma, e o auxílio emergencial da pandemia é passado.
Francisco Horácio da Silva ao lado de animais que morreram por falta de água e comida; 3 das 11 cabeças de gado que perdeu ainda estão no chão – Allan Lira/Folhapress
“Ao invés de deixar a vaca para urubu e cachorro, a gente tem que comer”, diz o agricultor. “É isso porque não tem outro jeito. Sem chuva não se planta o que comer e se acabam os animais. Também não existe mais passarinho para desfrutar, e a gente não tem condição de pedir no mercado ‘bota 1 kg de carne com osso’. A gente tem que pegar os bichinhos para fazer a mistura.”
Os relatos sobre a fome na região potiguar se somam aos de outros brasileiros pelo país. Neste ano, ganharam notoriedade imagens de ossos de boi serem disputados por moradores no Rio de Janeiro Janeiro e vendidos como um produto a mais em açougue em Santa Catarina. Em Fortaleza, ossos de carne de primeira e de segunda também foram incluídos na lista de itens de alguns açougues, quando antes eram doados.
Duas casas adiante, Deojem Emanuel Gomes da Silva, 57, conta não ter nada na geladeira. O alimento disponível na cozinha é meio quilo de feijão espalhado numa caixa.
A renda “é menor que o gás”. O botijão custa R$ 110. “Tudo subiu com a pandemia”, diz com tom de lamento. No almoço, comeu o feijão puro.
Ele conta que não é possível recorrer nem aos pequenos répteis, animais que por décadas fizeram parte da dieta dos mais pobres afligidos pela seca no Nordeste.
“A mistura, às vezes, é ovo. Às vezes, não tem. Nem calango, nem lagarto tijuaçu tem mais aqui. Eles migram atrás de água.” Há quem diga que os que ficam “são pequenos como lagartixas”.
No assentamento onde vive, parte das famílias está “no extremo do extremo”, diz a presidente da associação de moradores, Áurea da Silva, 60. “Não têm nem o Bolsa Família e a renda é a agricultura, porém esse ano não teve nada, não teve chuva”. Cestas básicas da igreja são o que ajuda a salvar.
O desemprego acentuado com a pandemia e a queda no poder de compra em 2021 agravaram a insegurança alimentar e a fome. Mais da metade (52%) dos municípios potiguares estão em “seca grave”. A área com esse diagnóstico aumentou, segundo a Ana (Agência Nacional de Águas), e o estado é, no Nordeste, o mais afetado pela estiagem. O governo lançou em outubro um plano estadual de convivência com o semiárido.
Paralelo a isso, a Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social calcula que 370 mil famílias estejam na extrema pobreza, o maior patamar em uma década.
O número de famílias em situação de pobreza também subiu e, frisa a secretaria, aumentou o número de pessoas que sofrem com a fome. São mais de 1 milhão de pessoas, quase 38% da população, na pobreza e na extrema pobreza. “Evidentemente a seca agrava o quadro”, diz a titular da pasta, Iris Oliveira. “Mas tem vários fatores, como a fila de espera no Bolsa Família —várias famílias, desde 2019, 2020, aguardam para entrar no programa e isso dificulta o direito à renda”.
A eliminação de postos de trabalho na pandemia e o encarecimento da cesta básica pioram o cenário.
“Vários municípios e comunidades tradicionais [quilombolas, indígenas] do estado estão com o mesmo problema da fome. O cenário é de privação de um direito humano essencial para a sobrevivência: o Direito Humano à Alimentação Adequada”, diz a professora do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, pesquisadora na área de segurança alimentar e integrante do Conselho de Segurança Alimentar do estado, Nila Pequeno.
“Essa aquisição de alimentos, da quantidade à qualidade nutricional inadequada, é socialmente inaceitável e rompe padrões de alimentação naturalmente estabelecidos”, afirma a professora, se referindo à busca de alternativas como “pássaros, lagartos e pebas, incomuns para a maior parte da população brasileira, mas há muito retratados nos episódios de seca e fome no sertão nordestino”.
O Brasil, observa, saiu do Mapa da Fome da ONU em 2014, mas regride. “O cenário piora desde 2016 com o esvaziamento e desmonte de políticas públicas.”
Em um supermercado local, a crise é retratada pelo aumento na venda de salsicha, mortadela e ovos, mais baratos que a carne, e também pela crescente busca por carcaça de frango. Um funcionário, que pediu para não ser identificado, contou que muitos até brigam pelo “ossinho de sopa”, que custa R$ 6 o quilo.
A procura por xaxado ou pelanca, a gordura da carne de primeira, também subiu. A loja oferece de graça. A maioria pede alegando ser para o cachorro, mas fica claro que são as pessoas que vão comer essas partes, diz o funcionário.
José Vicente, 46, é um dos clientes que busca alternativas. Safra para subsistência da família, ele conta, está zerada e depende de sacolões doados. Desempregado, ele aponta o botijão de gás vazio. Fogo, só à lenha.
Francisco Horácio, 60, lamenta ainda a perda de seus animais. “Peço a Deus que melhore porque, se não melhorar, ninguém resiste”, diz ele, se referindo à esperança de chuva, em meio à vegetação seca, onde 3 das 11 cabeças de gado que perdeu estão estendidas.
O cheiro de uma delas, morta poucos dias antes, se espalha pelo ar, e a decomposição do bicho faz da carne um prato apenas para insetos, e outros animais.
A família espera conseguir comprador para cinco animais que ainda resistem e levantar algum recurso para o sustento. Hoje, dependem de doações de parentes para comer.
Sheila Silva, 37, e o marido, Carlos, contam que também travam lutas diárias para garantir comida. “Passo uma situação difícil”, diz em prantos. “Já cheguei a pensar ‘meu Deus, o que vou fazer para janta’, ter só arroz em casa e a enganar meus filhos com qualquer coisa: açúcar com farinha, ou só farinha mesmo.”
(Da Assessoria) – A 12ª edição da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que acontecerá no período de 15 a 19 de dezembro, no Parque Costa Azul, em Salvador, está ainda mais especial. Além do novo local, a Feira aumenta as possibilidades de os visitantes conhecerem toda a variedade de produtos da agricultura familiar baiana.
Durante cinco dias, quem visitar a Feira poderá degustar e adquirir os melhores produtos saudáveis e inovadores, produzidos por famílias de agricultores de todas as regiões do Estado. Terá pasta de castanha de caju, doce de buriti, cervejas de cacau, licuri, umbu e maracujá da Caatinga, umbuzada, iogurtes de umbu, café e licuri, espetinho de bode, doces, geleias, derivados de mandioca, óleo de licuri, chocolates de origem, mel com pedaços de favo, flocão de milho não transgênico e muito mais.
A Feira contará com espaços inéditos como licuriteria (produtos derivados do licuri), umbuteria (produtos derivados do umbu), cajuteria (produtos derivados do caju), cachaçaria, cafeteria, chocolateria e sorveteria, com picolés produzidos com frutas do Cerrado, a exemplo de pequi e cagaita.
Na 12ª Feira o público poderá conhecer e adquirir os produtos das tendas Indígena, Quilombola e de Artesanatos da Bahia. Haverá também a Vila Gastronômica, que servirá comidas rápidas e petiscos, utilizando ingredientes da agricultura familiar. Outras atrações são a área para lazer infantil; o espaço para adoção de animais; a Cozinha Show com chefs de cozinha renomados como Lili Almeida, Fabrício Lemos, Solange Borges e Matheus Almeida, e, ainda, uma programação cultural, com muita diversidade de ritmos para todos os gostos.
O Parque Costa Azul está localizado em uma área central de Salvador, ao ar livre e próximo à praia. A estrutura conta com 300 vagas de estacionamento, área verde e arejada. A Feira seguirá os protocolos de segurança, respeitando sempre os cuidados com a saúde dos expositores e visitantes.
Vendas Delivery
A comercialização também acontecerá por meio de sistema delivery no portal mercaf.com.br, o mercado virtual da agricultura familiar, que será lançado durante a feira. Nesta opção, o consumidor de Salvador e Região e Metropolitana receberá os produtos no conforto de sua casa, com entrega gratuita.
Serviço
O quê: 12ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária
Onde: Parque Costa Azul, em Salvador
Data: 15 a 19 de dezembro
Horário: das 16h às 22h (Quarta à Sexta) e de 10h às 22h (Fim de Semana)
Dez mil bolas de Natal, 300 fios de luzes e mais de 400 árvores. Há dez anos que é assim na casa de Thomas e Susanne Jeromin, onde não há duas árvores natalinas iguais.
O casal alemão começa a preparar as decorações com meses de antecedência, de modo a que esteja tudo pronto no primeiro dia do advento.
Ao todo, são 444 árvores decoradas, o que lhes vale o recorde mundial do maior número de árvores de Natal numa casa só. Uma tradição que esta família quer continuar a manter no futuro.
Os juros do crédito consignado do INSS (Instituto Nacional do Instituto Nacional do Seguro Social) vão subir a partir de janeiro de 2022. A nova taxa será de 2,14% para o empréstimo pessoal consignado e de 3,06% para o cartão de crédito. Atualmente, os juros são de 1,80% e de 2,7%, respectivamente.
A alta de 18,9% no empréstimo e de 13,3% na taxa do cartão de crédito foi um pedido dos bancos, após queda nos juros durante a pandemia e um período longo de “congelamento”. Desde março de 2020, quando a pandemia de Covid chegou ao país, a taxas do consignado caíram e permanecem no mesmo patamar.
O aumento dos juros deste tipo de crédito foi um pedido dos bancos. Na ocasião, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) justificou que a alta era necessária após elevação de custo para as instituições captarem recursos para o consignado e queda na concessão desta modalidade de empréstimo.
Os novos juros foram autorizados pelo CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) após reunião na manhã desta segunda-feira (6). O reajuste foi atrelado a políticas de educação financeira para os aposentados e pensionistas do INSS, que deverão ser custeadas pelas instituições bancárias, mas cujos pontos principais serão debatidos e definidos pelo conselho.
O consignado do INSS é controlado pelo CNPS e tem regras próprias. Atualmente, segundo o INSS, 37,8 milhões de empréstimos do tipo ativos no país. Dentre as regras controladas estão os juros máximos decididos pelo conselho, além da quantidade meses para pagar e do limite que pode ser emprestado pelo aposentado. Até o final de 2021, esse limite de empréstimo está em 40% do benefício: são 35% para o empréstimo e 5% para o cartão de crédito.
A partir 2022, as regras devem voltar ao que valiam antes da pandemia e o aposentado ou pensionista poderá comprometer até 35% de sua renda mensal com essas dívidas: 30% para o empréstimo e 5% para o cartão de crédito consignado.
Até dezembro de 2021, o número máximo de parcelas mensais para pagar a dívida segue ampliado de 72 para 84 meses (de seis para sete anos de pagamento). A partir de 2022, voltam a ser de 72 meses.
Neste ano, desde março, o Banco Central voltou a subir a taxa de juros Selic, o que reflete nos juros cobrados de empresas e pessoas físicas. Nesta quarta (8), a previsão é que haja aumento de 1,5 ponto percentual na Selic, fazendo com que os juros básicos passem de 7,75% para 9,25%.
A Febraban informou, em nota do dia 19 de novembro, que os custos para captação pressionam as instituições de forma tamanha, que podem atrapalhar a oferta do crédito aos aposentados. “Os bancos entendem ser importante evitar que o custo de captação e das despesas inviabilizem a concessão de benefícios a uma parcela significativa destes aposentados e pensionistas, particularmente neste período de final e início de ano”, afirma o texto.
“Manter as taxas atuais de juros do consignado, diante da piora considerável desses custos -com a inflação superior a 10%, atual nível da Selic e com tendência de alta, e, ainda, com o DI 5 anos em quase 13%- pressiona fortemente os custos para ofertar o produto e impacta diretamente na capacidade dos bancos para concessão dessa importante linha”, diz ainda a federação.
Segundo pesquisa da instituição, o consignado é usado principalmente para aposentados e pensionistas pagarem dívidas e despesas essenciais.
Com base em dados fornecidos pelo Banco Central, a Febraban afirma que a concessão desse tipo de empréstimo caiu de R$ 9,37 bilhões em abril para R$ 7,18 bilhões em outubro. “Sem crédito consignado, os aposentados são obrigados a recorrer a linhas de crédito mais caras, inclusive com risco de procurar agiotas”, afirma.
PRINCIPAIS USOS DO CONSIGNADO
Pesquisa da Febraban sobre a destinação do empréstimo obtido por aposentados e pensionistas do INSS (dados do primeiro semestre de 2020):
Pagar dívidas: 65%
Pagar remédios e/ou exames : 21%
Reformar imóvel: 19%
Pagar contas do dia a dia: 17%
Comprar alimentos: 12%
MARGEM MAIOR PARA O CONSIGNADO
Em março de 2021, o governo autorizou aumento da margem do consignado para 40% para beneficiários do INSS e servidores públicos até o final deste ano
Em janeiro de 2022, as medidas especiais aplicadas no consignado do INSS perdem a validade e voltam a valer as regras antigas.
A ampliação já havia sido adotada em 2020 para tentar diminuir os impactos econômicos gerados pela pandemia de Covid-19
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Descontos de empréstimos e outros débitos só podem ser feitos na aposentadoria se autorizados pelo beneficiário
O aposentado vítima de assédio ou abuso de financeiras pode pedir a devolução dos valores descontados.
Um levantamento feito pelo Info Tracker, plataforma da USP e da Unesp que coleta dados sobre a pandemia de Covid-19, a pedido do UOL indica que 79,7% das pessoas que morreram de Covid-19 no Brasil não estavam vacinadas. A partir do início da vacinação em março as mortes pela doença caíram 94%.
O público de pessoas totalmente vacinadas (duas doses ou dose única) registrou 10,7% das mortes desde março deste ano. Entre os parcialmente imunizados foram 9,7% de óbitos.
O número de óbitos registrados no último mês de outubro entre os vacinados superou pela primeira vez os não vacinados: 3.293 contra 2 mil. No entanto, de acordo com Wallace Casaca, professor da Unesp, esse fenômeno ocorreu apenas devido à proporção de pessoas que foram vacinadas no Brasil, que é bem maior que os não vacinados.
As hospitalizações por Covid seguem proporções parecidas: 81,7% não haviam sido vacinados, enquanto apenas 9,6% estavam totalmente imunizados, número que cai para 8,7% entre os parcialmente imunizados.
Se é fã de acerola, vai ficar feliz por saber que o seu suco é uma poderosa ajuda para combater o colesterol elevado, um perigoso fator para o aparecimento de doenças coronárias.
Tome nota desta receita caseira, bastante fácil de colocar em prática. O suco deve ser ingerido até duas vezes por dia após o almoço e o jantar.
Ingredientes: 3 dentes de alho 100 g de polpa de acerola ½ abacate 2 copos de água
Modo de preparação: 1- Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até obter uma mistura homogênea.
O treinador Adham Al-Selehdar, do Al-Majd Al-Iskandari, que disputa a segunda divisão do Egito, sofreu um infarto durante a partida de sua equipe contra o Al-Zarqa e morreu antes de chegar ao hospital, nesta quinta-feira (2).
A situação aconteceu em um fim de jogo emocionante, em que os comandados de Al-Selehdar empataram o jogo em 1 a 1 aos 48 minutos do segundo tempo. O técnico foi socorrido ainda dentro de campo, mas, de acordo com a diretoria do clube egípcio, morreu antes mesmo de chegar ao hospital.
Antes de ser treinador no atual clube, Al-Selehdar havia trabalhado na comissão técnica do Ismaily SC, clube da primeira divisão. Lá, ele chegou a ser treinador interino da equipe principal.
Pelo Ismaily, Al-Selehdar fez parte das conquistas do Campeonato Egípcio em 1990 e a Copa do Egito, em 1997. O clube fez questão de homenagear o treinador em suas redes sociais. “Rezamos ao Todo-Poderoso que abençoe o falecido com sua misericórdia e traga a sua família paciência e consolo”, disse, em nota.