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Vale compra condomínio de classe média alta na Grande BH: solo e casas racharam por causa de mina da empresa

26 de janeiro de 2022, 19:50

Foto: Reprodução

A mineradora Vale comprou todas as casas e terrenos de um condomínio de classe média alta na cidade de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, depois que o local foi classificado como “área de risco” devido a proximidade de barragens e atividade de mineração nas imediações.

Segundo a rádio Itatiaia, o local tem 51 lotes e mais de 30 casas e a operação de compra teria custado à mineradora mais de R$ 100 milhões. 

A Vale confirmou que fez uma proposta aos condôminos, em 2020, para reparação da área, “incluindo a aquisição dos imóveis e indenização às famílias”.  Em nota, a mineradora disse, ainda, que um estudo técnico feito por uma empresa terceirizada “constatou interferências da operação da mina Capão Xavier em área do condomínio Jardim Monte Verde, em Nova Lima (MG).”

Brasil 247

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Morador registra um ‘cacho’ de cobras em pé de mexerica

26 de janeiro de 2022, 11:35

Foto: Reprodução

Telmo Santos, um morador de Santo Antônio da Patrulha (RS) andava por uma propriedade quando avistou uma cena curiosa – e um tanto bizarra. Em um pé de mexericas, Santos viu um ‘cacho’ de cobras da espécie Philodryas olfersii, como mostra a imagem acima.

A observação, contudo, não para por aí. Acontece que Telmo divulgou as imagens – ainda em abril do ano passado – em um grupo no Facebook, buscando uma explicação para o fenômeno. Não só Santos recebeu uma explicação, como os registros foram parar no periódico Herpetological Review na forma de uma nota científica.

No documento, três biólogos e especialistas explicam que o fenômeno é um tipo de agregação reprodutiva, bastante comum nas serpentes. Apesar disso, é a primeira vez que uma agregação reprodutiva é documentada na Philodryas olfersii, comumente chamada de cobra-verde.

De acordo com os especialistas, o ‘cacho’ de cobras se formou após a fêmea secretar feromônios por sua pele. A partir disso, diversos machos podem sentir o cheiro destes hormônios sexuais e, eventualmente, seguem uma mesma trilha olfativa deixada pela fêmea.

Quando vários machos se encontram, começa uma corrida para tentar copular com a fêmea, o que dá origem ao ‘cacho’ de cobras, ou mais precisamente, à agregação reprodutiva.

Agregação reprodutiva para buscar o melhor parceiro

De acordo com a bióloga e autora da nota, Silara Batista, ao G1, a agregação reprodutiva pode fornecer algumas vantagens para a espécie. “Ao promover uma agregação de machos em volta de si a fêmea induz, indiretamente, uma seleção sexual. De acordo com a teoria, ela escolhe machos com maior ‘fitness’ reprodutivo, ou seja, indivíduos maiores, mais vistosos e mais saudáveis”.

Estes indivíduos maiores e mais saudáveis, portanto, tendem a deixar descendentes também com essas características, o que é benéfico para a fêmea e também para a espécie.

Ainda de acordo com a autora Karina Banci, também em declaração ao G1, a agregação reprodutiva pode dar origem a uma gestação de diversos pais diferentes. Contudo, apenas alguns poucos machos conseguem passar seus genes para a cria.

Isso porque após a cópula, um macho irá secretar uma substância que bloqueia a cloaca da fêmea. Isso evita, portanto, que a fêmea se reproduza novamente durante algumas horas ou dias.

Algumas poucas outras espécies brasileiras conhecidamente formam esses ‘cachos’ de cobras. Dentre os exemplos temos a sucuri e a coral-verdadeira.

A nota científica está disponível no periódico Herpetological Review.

G1

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BC lança serviço que acha dinheiro ‘perdido’ dos brasileiros em bancos

26 de janeiro de 2022, 09:19

Foto: Reprodução

Valores somados chegam a R$ 8 bilhões e são provenientes de situações como contas encerradas com saldo ou tarifas cobradas indevidamente, entre outros

Quem nunca achou por acaso um dinheiro do qual já havia se esquecido no bolso de uma calça ou de um casaco ou num canto pouco acessado da casa, como no fundo de um sofá? Esse hábito do esquecimento também acontece com dinheiro deixado de lado em contas bancárias do passado, que deixaram de ser acessadas.

Existem cerca de R$ 8 bilhões de brasileiros que estão parados em instituições financeiras e que são de direito de brasileiros. Mas não havia forma simples e direta até então de acessar esses recursos. Isso vai mudar com um novo serviço lançado nesta segunda-feira, dia 24 de janeiro, pelo Banco Central.

O novo serviço do Banco Central se chama Registrato — Valores a Receber e está disponível neste site.

Caso tenha valores a receber, o usuário poderá solicitar o resgate de duas formas:

No caso de bancos ou instituições financeiras que aderiram a termo específico junto ao Banco Central: diretamente via Pix na conta indicada pelo beneficiário no Registrato; ou

Nos outros casos, o beneficiário informará seus dados de contato no sistema e o meio de pagamento ou de transferência será informado pela instituição.

Em um primeiro momento, será possível consultar e resgatar valores que, somados, chegam a R$ 3,9 bilhões. São valores a serem devolvidos decorrentes de:

Contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível;

Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em termo de compromisso assinado pelo banco com o Banco Central;

Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;

Os recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.

Ao longo deste ano de 2022, está prevista a disponibilização adicional de R$ 4,1 bilhões, de valores decorrentes de:

Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em termo de compromisso com o Banco Central;

Contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível;

Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível;

Outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições.

Exame Invest

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Novo tremor, de 2.8 de magnitude, aumenta a apreensão de jacobinenses

26 de janeiro de 2022, 08:07

Foto: Notícia Limpa

Um novo tremor de terra foi identificado em Jacobina no fial da noite desta terça-feira (25).

 Segundo o Laboratório Sismológico (LabSis), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o tremor teve magnitude preliminar de 2.8 na Escala Richter.

Os frequentes abalos têm deixado moradores apreensivos e temerosos, principalmente os que habitam próximos dos chamados ‘epicentros’, nas regiões das comunidades vizihas a uma mineradora. Somente neste mês de janeiro já  somam 12 ocorrências, sendo esta última a de maior intensidade.

Conforme o LabSis as causas para as ocorrências ainda são desconhecidas, já que não foram feitos estudos específicos e pela ausência de uma estação sismológico no município.

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IBGE adia início do Censo 2022 de 1º de junho para 1º de agosto

25 de janeiro de 2022, 15:16

Foto: Reprodução

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a coleta da pesquisa para o Censo Demográfico 2022 vai começar em 1º de agosto, e não mais em 1º de junho, como estava previsto. O motivo foi a troca da banca responsável pela organização do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação de 183.021 recenseadores e 23.870 agentes censitários.

O censo deveria ter sido realizado em 2020, já que é feito de 10 em 10 anos, mas foi sendo adiado por falta de verba e pela pandemia do covid-19. Para a realização do levantamento este ano, foi aprovado e sancionado um orçamento de R$ 2,3 bilhões.

Mais de 1,1 milhão de pessoas se inscreveram até a última sexta-feira para trabalhar no Censo 2022. Para confirmar a participação, os candidatos devem pagar a taxa de inscrição até 16 de fevereiro. Os recenseadores contratados visitarão, entre agosto e outubro, mais de 70 milhões de domicílios em todos os municípios do País.

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Alimentos cheios de pesticidas para comprar sempre orgânicos

24 de janeiro de 2022, 11:32

Foto: Reprodução

Infelizmente, nos últimos 10 anos, a produção industrial de frutas e hortaliças tem feito uso de um número crescente de pesticidas. Esses produtos também podem ter consequências muito negativas para a saúde dos consumidores e para o futuro do planeta. Para ter uma ideia precisa desta situação, pode consultar um estudo elaborado pela Legambiente que reporta os produtos mais contaminados e que por isso devem ser evitados.

A busca por uma alimentação saudável não pode ignorar a presença massiva de frutas e hortaliças. A OMS recomenda consumir pelo menos 5 frutas e vegetais diariamente. No entanto, não há motivo para desespero, mas sim a necessidade de orientar os hábitos de compra para produtos orgânicos, possivelmente para produtores e mercados locais.

Descubra quais alimentos estão mais contaminados:

1 – Uva

89,2% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

2 – Pera

85,9% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

3 – Pêssego

83,5% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

4 – Morango

78,7% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

5 – Maçã

75,9% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

6 – Tomate

55,8% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

7 – Cenoura

55,3% das amostras analisadas contêm agrotóxicos.

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Fake news, influência religiosa e isolamento atrapalham avanço da vacinação

24 de janeiro de 2022, 11:11

Foto: Reprodução

A vacinação contra a Covid-19 no Brasil tem avançado de forma desigual pelo país. Enquanto há cidades que já estão aplicando a dose de reforço em adultos e a primeira dose em crianças, outros municípios só conseguiram completar o esquema vacinal de cerca de 20% de sua população. As informações são do jornal O Globo.

Secretários de saúde e especialistas apontam a desinformação, a influência de líderes religiosos contra a vacinação e o difícil acesso a regiões isoladas como alguns dos motivos para a estagnação da imunização em algumas cidades do país.

As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o norte de Minas Gerais e o sul da Bahia são as áreas de maior concentração de não vacinados, segundo o último levantamento do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fiocruz (Icict/Fiocruz).

Em São Félix do Xingu (PA), por exemplo, a prefeitura chegou a sortear celulares para os jovens se vacinarem e ofereceu prêmios para as equipes de saúde que conseguiram imunizar mais pessoas. Mesmo assim, a cidade, que tem 91 mil habitantes, só imunizou cerca de 20% da população.

“A população não acredita na imunidade da vacinação. Há muita fake news sobre os efeitos colaterais. Todas as ações foram tomadas, não tem o que fazer”, disse ao O Globo o secretário de Saúde Raphael Antônio Souza.

Já em Borba (AM), funcionários da prefeitura dizem que parte dos 35 mil habitantes da cidade que não quer se vacinar é influenciada por líderes religiosos antivacina. “(Líderes) dizem que a vacina não é de Deus, foi uma invenção de laboratório e que já estão sob a proteção divina”, afirmou a secretária de Saúde Ângela Barba.

Além disso, o município precisa lidar ainda com os 44 mil km² de extensão. A visita a uma das comunidades ribeirinhas leva seis dias de viagem e custa quase R$ 30 mil. “É pouco recurso para chegar nesses locais”, contou Ângela.

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Mundo atravessa um “momento crítico” da pandemia de Covid-19, alerta OMS

24 de janeiro de 2022, 08:54

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O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou nesta segunda-feira que o mundo está atravessando um “momento crítico” da pandemia de Covid-19 e apelou para que os países “trabalhem em conjunto” para “colocar fim a esta fase”.

“A pandemia de Covid-19 está entrando no seu terceiro ano e estamos num momento crítico”, afirmou em coletiva de imprensa.

O responsável frisou ainda que “temos que continuar trabalhando juntos para colocar um fim a esta fase da pandemia”. “Não podemos permitir que se arraste, que oscile entre o pânico e negligência”, reiterou. 

O alerta de Tedros Adhanom Ghebreyesus surge depois de no domingo o diretor da OMS Europa, Hans Kluge, afirmar que a variante Ômicron, que pode infectar 60% dos europeus até março, iniciou uma nova fase da pandemia de covid-19 na Europa que a pode aproximar do seu fim.

“É plausível que a região esteja a chegar ao fim da pandemia”, disse o principal responsável da Organização Mundial de Saúde (OMS) na Europa, ainda assim pedindo cautela, devido à imprevisibilidade do vírus.

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A angústia de viver ao lado de barragens

24 de janeiro de 2022, 07:27

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Nesta terça-feira, 25, se completam três anos do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), um dos maiores desastres da mineração no mundo e o maior acidente de trabalho do Brasil em perdas humanas, com 272 vítimas e 6 famílias ainda à espera de desaparecidos. Mas o risco de uma nova tragédia ainda existe.

Morador do distrito de Antônio Pereira, em Ouro Preto (MG), o operário Jeferson Lucas de Godoy, de 29 anos, passa seus dias com a angústia da chegada da “lama invisível”. A expressão é cada vez mais usada por moradores de áreas próximas de barragens de mineração. Da janela da sala, Godoy enxerga com nitidez a Doutor, da mineradora Vale, classificada pela Agência Nacional de Mineração (ANM) em situação de emergência declarada.

“Meu vizinho foi removido, e a casa dele fica a 12 metros da minha. Qual a garantia de que a lama não vai me alcançar se a barragem estourar?” Ele viveu dias de preocupação com as fortes chuvas que atingiram municípios mineiros no fim do ano e neste mês. “Vivo embaixo de uma bomba relógio. E se estourar tenho dois bebês e uma criança para pegar e correr”, lamenta.

O Brasil ainda tem 65 barragens a montante, do mesmo tipo de estrutura que colapsou em Mariana, em 2015, e em Brumadinho, em 2019. Dados da Agência Nacional de Mineração (ANM) mostram que 46 ficam em Minas. Essas estruturas são consideradas mais perigosas pela técnica de construção. O corpo da barragem é construído com o uso de rejeito por meio de alteamentos sucessivos sobre o próprio rejeito depositado, no sentido contrário ao fluxo de água. Pela legislação, todas devem ser descaracterizadas até 25 de fevereiro. Para especialistas, é pouco provável que isso ocorra.

A obra de desativação da Doutor, por exemplo, começou em fevereiro de 2020. Mas o vertedouro construído para descarregar a água desmoronou em outubro, após um temporal. Nas últimas semanas, as chuvas ampliaram a preocupação dos moradores. A aposentada Ivone Zacarias, nascida e criada no lugarejo, garimpeira desde os 11 anos, decidiu ir pessoalmente ver a situação. “Cada hora um fala um ‘trem’, que a barragem estava trincada, vazando. Confiar na Vale, não estamos. Então, fui ver com os meus próprios olhos”, conta a moradora, que foi seguida por vizinhos. “Nós vimos muita água e, debaixo dela, muita lama. Não tiro o direito das pessoas terem medo, mas do meu ponto de vista é estável.”

Remoção

Desde a tragédia de Brumadinho, as mineradoras iniciaram um processo de remoção de famílias nas zonas de autossalvamento das barragens (ZAS). São áreas que seriam atingidas por uma onda de inundação em até 30 minutos ou que estão a 10 quilômetros de distância. “A empresa Vale vem trabalhando para aumentar a segurança da barragem e contribuir para que a comunidade de Antônio Pereira possa, aos poucos, retomar as condições de vida anteriores. Um dos resultados dessas intervenções foi a redução do nível de emergência da barragem Doutor, em maio de 2021, que passou de nível 2 para nível 1 de emergência, o que atesta o aumento da segurança e estabilidade da estrutura.”

Das 65 barragens a montante ainda existentes no País, 17 ainda não têm o projeto básico/conceitual/executivo para serem descaracterizadas. A lei diz que o prazo poderá ser prorrogado por “inviabilidade técnica”. A ANM acredita que receberá “grande quantidade de pedidos” e destacou uma equipe para avaliá-los. Os empreendedores que não solicitarem extensão podem ser multados.

Crítica

O presidente da Federação das Indústrias de Minas (Fiemg), Flávio Roscoe, defendeu que o prazo de 25 de fevereiro deste ano não seria realista. Segundo ele, somente os projetos de descomissionamento de barragens grandes podem levar de dois a três anos para serem realizados e aprovados em órgãos ambientais. Roscoe defende que seria mais arriscado realizar intervenções de forma “açodada” nas estruturas. “Desde Brumadinho, ficou claro que o método a montante não é mais confiável, como foi no passado. Mas não concordamos com o prazo de 25 de fevereiro, porque assim não é exequível realizar a descaracterização com segurança”, diz Roscoe. Ele prevê a descaracterização completa de mais 12 barragens até 25 de fevereiro, chegando ao total de 19 estruturas.

Situação atual

A Vale informou que eliminou 7 das 30 barragens a montante da companhia desde 2019. O número corresponde a 25% do previsto. Segundo a empresa, a expectativa é de eliminar 67% das estruturas alteadas a montante até 2025 e 100% delas até 2035. A mineradora mantém em seu balanço provisões de cerca de R$ 10 bilhões para o Programa de Descaracterização de Barragens.

A Gerdau informou que descaracterização da barragem Alemães, em Ouro Preto, foi iniciada e deve ser concluída até o fim do ano. A empresa solicitou postergação de prazo à ANM. A Mosaic Fertilizantes informou que sua única barragem a montante está em processo de descaracterização, mas, por “questões de impossibilidade de prosseguir com as obras”, o prazo final das ações é posterior à legislação.

A Samarco informou que as obras de descaracterização da barragem e cava do Germano, em Mariana, também estão em andamento. No fim de 2021, a empresa protocolou na ANM e na Feam (estadual) pedido de prorrogação do prazo, por se tratar de um “procedimento complexo.” Foram gastos até aqui R$ 663 milhões em descaracterização.

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Homem divulga fotos íntimas de ex-namorada na internet e é preso

21 de janeiro de 2022, 16:22

Foto: Reprodução

Um homem, de 33 anos, foi preso por policiais civis da 88ª DP (Barra do Piraí) por divulgar fotos íntimas da ex-namorada na internet. Ele foi encontrado no bairro Parque Santana, no município no Sul Fluminense, na tarde desta quinta-feira. Ele não teve a identidade revelada.

Segundo a polícia, o homem chantageava a ex-namorada por não aceitar o fim do relacionamento e passou a persegui-la. Ele dizia que caso eles não reatassem o namoro, as fotos íntimas seriam divulgadas na internet. O criminoso enviava mensagens por meio de redes sociais para a mulher fazendo as ameaças, com xingamentos e perseguição.

Como o relacionamento não foi reatado, as fotos foram divulgadas na internet, o que levou a vítima a procurar a delegacia. O homem vai responder por quatro crimes do código, como o de perseguição, e está sujeito a uma pena que ultrapassa 10 anos.

A Polícia Civil alerta para que mulheres vítimas de violência de qualquer natureza (como física, sexual, patrimonial e psicológica) denunciem.

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