Lista Principal

Caém comemora o centenário do saudoso Arnaldo de Oliveira, primeiro prefeito da cidade

31 de março de 2023, 15:29

Foto: Ascom/PMC

O primeiro prefeito de Caém e principal responsável pela busca pela emancipação política do município, Arnaldo de Oliveira se estivesse vivo estaria completando 100 anos nesta sexta-feira, 31 de março. Cidadão combatente da democracia, dedicou toda sua vida para transformar a realidade do seu município. Foi em seu governo que a cidade ganhou o primeiro posto de saúde, sistema de iluminação pública e um colégio com curso de magistério (formação de professores), um grande feito para época (1965).

Seu Arnaldo, como era chamado, foi ‘um homem à frente do seu tempo’, fato confirmado pelos que conviveram como o mesmo. Ele não só contribuiu efetivamente para o desenvolvimento do lugar onde escolheu para viver com sua família, mas também de toda a região, sendo inclusive responsável pela implantação de grandes obras como o sistema de abastecimento de água de Jacobina, onde também exerceu o mandato de vereador e presidente da Câmara por duas vezes. Como prefeito exerceu dois mandatos (1963/1966 – 1971/1972)

Para marcar a data, Caém preparou um cronograma especial para celebrar seu centenário. Na parte da manhã desta quarta-feira aconteceu uma mesa redonda sobre a vida de Seu Arnaldo e suas contribuições que marcam a história da cidade. O evento foi realizado no colégio que leva o nome do homenageado. Com as presenças de familiares (irmãos, filhos, netos, bisnetos e sobrinhos), da comunidade local, vereadores, e alunos e professores.

Mediado pelo professor mestre Emerson Cajado, fizeram parte da mesa o primeiro filho de Seu Arnaldo, João Oliveira, a professora Adriana Oliveira, o vereador e sobrinho Neto Pablo Piauhy e os historiadores Lucas Santiago e Sidney dos Reis. Em um momento descontraído e de boas lembranças, o público presente assistiu uma verdadeira aula de história sobre a importância das contribuições de Arnaldo de Oliveira para Caém.

O homônimo e filho do aniversariante do dia, o atual prefeito de Caém, Arnaldo filho (Arnaldinho) que também participou da comemoração ressaltou o tão grande era o amor do seu pai para com a cidade que ajudou a ser fundada, e por sua reconhecida contribuição o município inseriu o seu centenário nos eventos em comemoração aos seus 61 anos de emancipação, celebrado no próximo dia 8 de abril. “Nossa família agradece aos organizadores e participantes desta emocionante mesa redonda onde foi contada a história do nosso querido pai”, disse Arnaldinho.

Ainda nesta quarta-feira, uma sessão solene na Câmara Municipal de Vereadores e uma missa na Igreja Matriz de São Gonçalo completam as comemorações do centenário de Arnaldo de Oliveira.

Arnaldo de Oliveira faleceu em 12 de setembro de 2012, aos 89 anos.

Irmãos, filhos, netos, bisnetos e sobrinhos de Seu Arnaldo
Diretoria do Colégio Estadual, Adriana Oliveira, entrega homenagem ao Filho e atual prefeito de Caém, Arnaldinho Oliveira,
Leia mais...

Hamilton exalta decisão judicial que impôs indenização milionária a Nelson Piquet por racismo

30 de março de 2023, 15:48

Foto: Reprodução

Lewis Hamilton exaltou nesta quinta-feira a decisão judicial que impôs uma indenização milionária ao ex-piloto Nelson Piquet por falas consideradas racistas e homofóbicas. O tricampeão mundial da Fórmula 1 foi condenado na semana passada, em primeira instância, a pagar R$ 5 milhões.

“Eu gostaria de agradecer ao governo brasileiro. Acho que é incrível o que fizeram ao responsabilizar alguém, mostrando às pessoas que isso (preconceitos) não é tolerável”, declarou o piloto da Mercedes, em Melbourne, onde disputará no fim de semana o GP da Austrália de F-1.

“Racismo e homofobia não são aceitáveis. E não há espaço isso em nossa sociedade. Então, eu amei que estejam mostrando que defendem uma posição”, comentou o inglês. “E ainda credito que, de forma geral, não devemos dar plataforma para pessoas que estão cheias de ódio.”

Hamilton se refere às entrevistas concedidas por Piquet a um canal no YouTube, em 2021. Na ocasião, o ex-piloto fez comentários racistas e homofóbicos ao se referir a Hamilton e ao alemão Nico Rosberg, ex-companheiro de Mercedes e ex-rival do inglês.

“O neguinho meteu o carro. O (Ayrton) Senna não fez isso. O Senna saiu reto”, comentou Piquet ao comparar um acidente envolvendo Hamilton em 2016 com o acidente envolvendo Senna e Alain Prost no GP do Japão em 1990. Em seguida, ele insultou os ex-pilotos Keke e Nico Rosberg, pai e filho: “(Keke) é que nem o filho dele (Nico). Ganhou um campeonato… o neguinho devia estar dando mais o c.. naquela época e ‘tava’ meio ruim, então… (risos)”.

As entidades Aliança Nacional LGBTI, Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas, Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de SP e Faecidh acionaram a Justiça ao alegarem que Piquet violou direito fundamental difuso à honra da população negra e da comunidade LGBTQIA+ ao se referir em comentário a Hamilton como “neguinho” e ao proferir falas homofóbicas contra Keke e Nico Rosberg.

Nesta quinta, Hamilton pediu mais decisões como a da Justiça brasileira em outros países. “Eu gostaria que mais governos fizessem o mesmo, temos visto o caso de Uganda (país que aprovou lei que impõe pena de morte para homossexuais)”, declarou o piloto da Mercedes.

“Obviamente, há mais de 30 países na África e no Oriente Médio (com leis do tipo). Há muitas coisas que podemos aprender (com a decisão da Justiça brasileira)”, comentou.

ENTENDA O CASO

Trechos de uma entrevista concedida por Nelson Piquet ao canal do YouTube “Motorsports Talks” em novembro de 2021 ressurgiram nas redes sociais em julho do ano passado. Na conversa, o tricampeão mundial tece comentários racistas e homofóbicos em relação a Hamilton, a quem se referiu como “neguinho”.

Os comentários de Piquet viralizaram na internet e foram respondidos com repúdio por todo o ecossistema da Fórmula 1. Pilotos, equipes, jornalistas e fãs condenaram a atitude do piloto brasileiro, defendendo Hamilton e afirmando que não havia mais espaço para esse tipo de comportamento no esporte.

Em seu perfil no Twitter, o heptacampeão foi breve em sua resposta. Ele afirmou, em português, que era necessário “mudar a mentalidade”. “É mais do que linguagem. Essas mentalidades arcaicas precisam mudar e não têm lugar no nosso esporte. Fui cercado por essas atitudes minha vida toda. Houve muito tempo para aprender. Chegou a hora da ação”, disse o britânico.

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) se posicionou, afirmando que “condena veementemente qualquer linguagem e comportamento racista ou discriminatório, que não tem lugar no esporte ou na sociedade em geral”. A Fórmula 1 também saiu em defesa de Hamilton. “A linguagem discriminatória ou racista é inaceitável sob qualquer forma e não tem parte na sociedade. Lewis é um embaixador incrível do nosso esporte e merece respeito.”

Em contrapartida, Piquet se desculpou por seus comentários justificando o uso do termo racista ao afirmar que o termo “neguinho” é usado como sinônimo de “rapaz” e “pessoa” no português brasileiro.

“Eu gostaria de esclarecer a história que tem circulado na mídia a respeito de um comentário que fiz em uma entrevista no ano passado. O que eu disse foi mal pensado, e não há defesa para isso. Mas gostaria de esclarecer que o termo usado é historicamente usado de forma coloquial no português brasileiro como um sinônimo de ‘rapaz’ ou ‘pessoa’, mas sem a intenção de ofender. Eu nunca usaria a palavra da qual tenho sido acusado em algumas traduções. Condeno toda e qualquer sugestão de que a palavra que usei tenha sido direcionada de forma depreciativa ao piloto por causa da cor de pele dele”, disse o ex-piloto.

Estadão

Leia mais...

Vereador Martins pede a inclusão de Lages do Batata, em Jacobina, na ação humanitária do Governo Federal

30 de março de 2023, 14:56

Foto: Jacobina 24 Horas

O vereador de Jacobina, Martins dos Santos (PT), protocolou na manhã desta quinta-feira (30), um ofício endereçado para a pasta da Assistência Social e para o gabinete do prefeito. No documento o edil solicita a inclusão das famílias da Rua da Usina e dos moradores acompanhados pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), de Lages do Batata nas ações humanitárias do Governo Federal no município.

Por conta dos estragos causados pelas forte chuvas, o município recebeu milhares de cestas básicas e kit de dormitórios. O vereador justifica a solicitação com informações sobre os prejuízos sofridos por um grande número de moradores que há mais de dez anos sofrem com alagamentos, principalmente os que residem na Rua da Usina.

“Solicitamos do governo municipal que inclua Lages do Batata na relação das comunidades que serão atendidas com a ajuda humanitária do Governo Federal. Acreditamos que o chefe do Executivo Municipal irá se sensibilizar com a situação da população carente, principalmente com aqueles tiveram prejuízos com as enchentes por falta da presença do poder público como é o caso dos moradores da Rua da Usina”, ressaltou o vereador Martins.

Vereador Martins Souza (PT)
Leia mais...

Projeto leva alunos da Educação Inclusiva de Caém a conhecer de perto a cidade onde moram

30 de março de 2023, 14:21

Foto: Ascom/PMC

Fazendo parte das comemorações dos 61 anos de emancipação politica de Caém, a Secretaria de Educação criou o projeto ‘Andanças Culturais: Caém de Norte a Sul’, que .visa  fomentar o trabalho do Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado Professor Emídio (CMAEEPE), mostrando que todos, independente de deficiências, são capazes de desenvolver todo tipo de ação.

Partindo deste princípio, a educação especial na perspectiva Inclusiva, alunos, e equipe técnica e multidisciplinar pôde nesta quinta-feira (30), sair da rotina da sala de aula e realizar visitas em diversos pontos da cidade para conhecer um pouco da história do local onde vivem.

“Essa vivência é muito importante para o cognitivo dos nossos alunos que demonstraram o sentimento de pertencimento, de amor pela cidade onde residem. O passeio foi maravilhoso, parabéns à gestão do prefeito Arnaldo Filho por proporcionar esses momento”, salientou a coordenadora de Educação Inclusiva, Ceiça Simões, informando que os alunos do CMAEEPE estarão participando da Feira Literária de Caém (FliCaém), na culminância do projeto.

Leia mais...

Cúrcuma: Quais são os cuidados ao usar esse suplemento

30 de março de 2023, 10:13

Foto: Reprodução

A cúrcumina é um composto ativo encontrado na cúrcuma longa, uma planta comum principalmente na culinária indiana. Entre as principais vantagens associadas a ele estão a ajuda no combate a vários tipos de câncer, mal de Parkinson, Alzheimer e até retardar o envelhecimento.

Os suplementos à base de curcumina são populares por seus potenciais benefícios anti-inflamatórios e antioxidantes, ajudando na redução da dor (podendo ser usada em tratamentos). Eles também podem melhorar a saúde cardiovascular e cognitiva prevenindo doenças neurodegenerativas, mas exigem alguns cuidados.

Cuidado necessário

No entanto, com a popularização desse tipo de suplemento passou-se a utilizá-los indiscriminadamente, o que pode gerar uma série de problemas. De acordo com Susana Massarani, geneticista e bióloga molecular, é necessário analisar individualmente cada paciente antes de dar início à suplementação.

“A cúrcumina é realmente um excelente suplemento, mas para algumas pessoas pode potencializar alguns problemas sérios de saúde. Tudo é uma questão de observar o paciente individualmente em relação aos genes e ao custo-benefício (não monetário, mas na saúde) em determinado momento da vida, não se pode mais fazer medicina sem considerar essas particularidades”, diz a geneticista.

“É importante destacar que o que encontramos em suplementos não é o alimento cúrcuma, e sim a curcumina – neste caso, o composto bioativo, o que os torna mais concentrados. Ingerir a cúrcuma em si é uma coisa, usar a curcumina isolada de forma indiscriminada é outra”, afirma Susana.

Os suplementos a base de cúrcumina são vendidos livremente com concentrações de mais de 90% da substância prometendo melhoras na circulação, cognição e desempenho sexual, mas é fundamental ter cuidado ao consumir esses produtos sem acompanhamento médico.

Qual é a diferença de cúrcuma e açafrão?

O açafrão e a cúrcuma têm propriedades semelhantes, sendo bastante utilizados por seus efeitos antioxidantes. Em relação ao sabor, ambas as especiarias são muito parecidas, mas enquanto o açafrão tem um sabor mais delicado, a cúrcuma é mais terrosa.

Mega Curioso

Leia mais...

Síndrome de Burnout: Aumento de casos no mundo gera alerta

30 de março de 2023, 10:00

Foto: Reprodução

A síndrome de burnout, também chamada de síndrome do esgotamento profissional, tem ganhado maior destaque nos últimos anos. Segundo o ISMA-BR (International Stress Management Association), o Brasil ocupou a segunda posição nos casos de burnout no ranking mundial em 2021, ficando atrás apenas do Japão. A organização também apontou que 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com essa condição, conhecida por provocar exaustão física e mental.

Seus sintomas podem se manifestar de diferentes formas, seja com desânimo, estresse e problemas gastrointestinais; seja com o desenvolvimento de outras patologias, como a enxaqueca, e mesmo em mudanças de humor mais pronunciadas antes que evolua para um quadro mais incapacitante e que force o afastamento do trabalho.

Insônia, pressão alta, fadiga e problemas gastrointestinais também são sintomas da síndrome de burnout. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Efeitos prolongados da síndrome de burnout

E se nos últimos anos ficou mais evidente o quanto o burnout afetou a vida de várias pessoas, hoje já tem sido possível perceber que a sua incidência não diminuiu na população. 

Uma pesquisa realizada pelo Future Forum com 10.243 trabalhadores de diversos países aponta que 42% dos profissionais relatam a sensação de esgotamento, sendo um valor acima do registrado durante a pandemia de covid-19.

O cenário de instabilidade econômica e de retorno aos escritórios (após a adoção do home office em larga escala) também tem agravado esse cenário.

(Fonte: Getty Images/Reprodução)

O relatório ainda aponta o quanto a falta de flexibilidade nos modelos de trabalho influencia nos casos de burnout, visto que dentre os profissionais insatisfeitos com o atual regime, 53% se sentem esgotados. Dentre os satisfeitos, o valor foi menor, de 37%.

Além das jornadas de trabalho prolongadas serem associadas à redução na produtividade e ao aumento no número de afastamentos, um ambiente de trabalho tóxico e que não oferece equilíbrio entre trabalho e vida pessoal pesa bastante.

Em meio a essa dificuldade para encontrar o equilíbrio, a falta de atenção aos sinais de alerta contribui com a piora dos sintomas, e mais do que isso, faz com que pessoas convivam com essa condição incapacitante por um período prolongado.

Nos casos mais incapacitantes, nem mesmo alguns dias de descanso serão o suficiente para atenuar os efeitos do Burnout. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Dificuldade para combater o Burnout

A insistência em atacar as consequências com a automedicação voltada para aliviar os sintomas, como dor de cabeça, é um dos agravantes. O abandono do tratamento proposto também dificulta a recuperação, já que os efeitos do burnout nem sempre podem ser atenuados com um período de férias.

Se por um lado há um cenário tão caótico que corrobora para o surgimento de uma série de doenças e condições incapacitantes; por outro, é necessário que as empresas atuem de forma mais eficiente para impedir o surgimento de doenças.

E para quem trabalha é fundamental desenvolver um olhar mais crítico para não subestimar os malefícios de uma rotina atribulada e buscar ter mais equilíbrio a longo prazo. Isso não é fácil, pois demanda planejamento e muito esforço. Afinal, o momento em que esses cuidados se iniciam é determinante para recuperar a energia e a saúde mental, atenuando os danos sofridos com maior facilidade.

Mega Curioso

Leia mais...

Que tal conhecer a Bahia? Veja um roteiro para a família!

30 de março de 2023, 09:37

Foto: Gervásio Lima

ABahia é um estado completo, com muitas atrações para todos os gostos. Com uma extensão de mais de 1.000 km de litoral, uma das maiores do país, a Bahia é famosa por suas praias paradisíacas, onde é possível desfrutar do sol, mar e uma deliciosa gastronomia.

Além disso, a Bahia é um importante centro histórico e cultural da população negra no Brasil, com uma forte presença afro-brasileira na música, dança, culinária e religião. A cidade de Salvador, por exemplo, é conhecida por ser a cidade com a maior população negra fora da África, com quase 82% da população autodeclarada preta ou parda.

Para quem deseja conhecer o litoral norte da Bahia, uma das melhores opções é começar pela Costa dos Coqueiros, que se estende de Salvador até a cidade de Mangue Seco. O roteiro sugerido abaixo leva em consideração uma viagem de carro em família, com tempo suficiente para aproveitar as belezas do lugar:

Para explorar a região litorânea da Bahia, uma excelente opção é se hospedar em Praia do Forte, a cerca de 60 km de Salvador. Essa charmosa vila de pescadores é um verdadeiro paraíso, com praias de águas cristalinas, piscinas naturais e uma grande variedade de animais marinhos.

No primeiro e último dia da viagem, vale a pena passar algum tempo em Salvador, uma cidade histórica e culturalmente rica, que tem uma forte presença da população negra e uma culinária típica que é uma verdadeira delícia. É possível visitar o Pelourinho, o Elevador Lacerda, o Mercado Modelo, a Praia do Farol da Barra e muitos outros pontos turísticos.

Nos dias seguintes, é possível explorar outras praias da região, como a Praia de Guarajuba, a Praia do Flamengo, a Praia de Itacimirim e a Praia do Diogo. Todas elas têm suas particularidades e encantos, como piscinas naturais, dunas, coqueirais e restaurantes com pratos típicos da região.

Também é possível fazer passeios para conhecer outras áreas do estado, como a Chapada Diamantina, o Rio São Francisco e outras cidades históricas. Na Chapada, é possível visitar cachoeiras, grutas, cânions e trilhas em meio à natureza exuberante. Já no Rio São Francisco, é possível fazer um passeio de barco para conhecer a região do Vale do São Francisco, que é famosa pela produção de uvas e vinhos. Entre as cidades históricas, destacam-se Cachoeira, São Félix, Santo Amaro e outras.

Independentemente do roteiro escolhido, a Bahia é um destino que oferece muitas opções de lazer, cultura e gastronomia, além de uma natureza exuberante e um povo acolhedor. Uma viagem para lá certamente será uma experiência única e inesquecível!

Últimas Notícias

Leia mais...

Se tem amor pelo seu cão, não lhe dê estes alimentos… Podem ser fatais!

29 de março de 2023, 16:18

Foto: Reprodução

Apesar de poderem parecer saudáveis, certos alimentos não devem ser consumidos pelo seu amigo de quatro patas, pois podem causar problemas graves de saúde. Mantenha-os longe dele e garanta que o patudo só come o que é melhor para ele.

Segundo a marca Royal Canin, estes são os ​10 alimentos que não deve dar ao seu cão:

1- Adoçante artificial

“Para os cães, o xilitol é tóxico.”

2- Álcool

“Os rins dos cães não conseguem processar o álcool de forma eficiente, o que pode dar origem a problemas de saúde.”

3- Abacate

“O caroço, a casca e as folhas (…) contêm uma substância chamada persina que provoca vômitos e diarreia.”

4- Cafeína

O cão “pode ficar hiperativo ou começar a ter tremores”.

5- Chocolate

“Contém teobromina, um estimulante que interrompe os processos metabólicos do seu cão. (…) Dependendo da quantidade que tenha consumido, um cão pode sofrer problemas gástricos, problemas cardíacos, convulsões ou até mesmo morrer.”

6- Alimentos fritos e gordurosos

“Podem causar perturbações gástricas no seu cão e contribuir ainda para o desenvolvimento de pancreatite em alguns cães. O consumo regular destes tipos de alimentos pode levar também à obesidade e aos problemas de saúde com ela relacionados.”

7- Alho e cebola

“Cozidos ou crus, quando ingeridos pelo seu cão podem danificar os glóbulos vermelhos, o que pode causar anemia.”

8- Uvas e passas

“Têm um efeito terrível na saúde do seu cão e podem levar a uma falha renal aguda e súbita.”

9- Frutos secos

“O tamanho faz com que representem um risco de asfixia, além de terem muita gordura que pode desencadear uma perturbação gástrica no seu animal de estimação. (…) Embora não resultem em fatalidades, podem fazer com que o seu cão não consiga andar e provocar vômitos, letargia e tremores.”

10- Leite, natas e queijos

“Alguns sinais clínicos são vómitos, diarreia e perturbação gástrica.”

Notícias ao Minuto

Leia mais...

Prefeito de Caém participa da 25ª Marcha dos Prefeitos em Brasília

29 de março de 2023, 14:16

Foto: Reprodução

Uma comitiva de Caém se encontra na Capital Federal participando da “Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios”, que acontece até esta quinta-feira (30). O evento que tem como tema “Pacto federativo: um olhar para o futuro”, faz parte de demandas dos prefeitos de todo o país pelo encaminhamento das reformas tributária, fiscal, administrativa e previdenciária

A Marcha, organizada anualmente pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) chega esse ano à sua 25ª edição.

O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), destaca que além do tema oficial, uma série de outras demandas preparou para tratar na Capital Federal, entre elas a retomada das obras que estão paralisadas no município por conta de problemas deixados pela gestão que lhe sucedeu junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, o reajuste do Programa de Saúde Familiar (PSF) e das farmácias básicas e o não repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) corrigido a partir do aumento da população. “Nosso município alcançou o número de habitantes suficiente para sair de seis ponto zero para oito ponto zero, o que aumentaria a nossa arrecadação, mas fomos prejudicados por uma determinação do ministro do STF, Ricardo Lewandowski, que decidiu em caráter liminar que o Censo de 2022 não deve ser aplicado no cálculo do repasse do FPM em 2023”.

Acompanham o prefeito no encontro, os vereadores Roni de Piabas, Pablo Piauhy, Maria de João de Quinho e o secretário de Administração e Planejamento Creso Júnior.

Leia mais...

Covid ainda é uma das principais causas de mortes no Brasil

29 de março de 2023, 10:48

Foto: Reprodução

Apesar da mortalidade por Covid ter caído em 2022, a doença se mantém entre as cinco principais causas de morte no Brasil, segundo levantamento feito pelo DeltaFolha utilizando dados do SIM (Sistema de Informação de Mortalidade) do Ministério da Saúde.

Em 2020, quando começou a pandemia, morreram 194.976 pessoas de Covid. Com isso, ela se tornou a principal causa de morte por todos os tipos (incluindo causas externas, como acidentes e mortes violentas). O quadro se repetiu em 2021, quando foram contabilizados 424.133 óbitos apenas por Covid.

Nos últimos dois anos, as mortes por Covid superaram os dois principais tipos de causas de morte no país na última década: doenças do aparelho circulatório (incluindo infarto do miocárdio e doença isquêmica) e neoplasias (tumores). Porém, em fevereiro de 2022, a Covid deixou de ser a principal causa de morte no país, ocupando o segundo lugar, atrás de doenças cardiovasculares (um conjunto variado que inclui diversos tipos de doenças).

E, em março, por fim, chegou à sexta posição, atrás de doença isquêmica do coração, doenças cerebrovasculares (AVC), outras doenças cardiovasculares e infecções respiratórias. Os números para 2022, porém, ainda são preliminares.

O cenário mais favorável, segundo os especialistas, deve-se principalmente ao avanço da vacinação, mas ainda é importante olhar para o impacto da Covid na saúde.

“Certamente não estamos vendo aqueles números elevados de mortes [por Covid] como a gente tinha antes”, diz a demógrafa, professora na Universidade Harvard e colunista da Folha de S.Paulo Márcia Castro. “Para ter esse patamar de volta, só com um outro patógeno ou alguma variante que escapasse totalmente de anticorpos.”

Castro ressalta ainda que, apesar da melhora, não é possível prever qual será o patamar anual de mortes pela doença. “Acompanhando as hospitalizações por SRAG [síndrome respiratória aguda grave] por Covid conseguimos estimar a mortalidade de acordo com a tendência nos últimos meses, mas ainda não temos esse número.”

A pesquisadora lembra ainda que as diferentes coberturas vacinais de reforço na população também entram nessa conta. “Em um cenário hipotético em que todas as pessoas recebam os reforços, mesmo assim a mortalidade não vai ser zero, sempre vai existir uma taxa de mortes, mas há muito atraso vacinal.”

A porcentagem no número total de mortes anuais no país por Covid também caiu nos últimos meses. Se em abril de 2021, o mês que mais registrou mortes por Covid, 41,85% das mortes no país foram pelo coronavírus, ela representou cerca de 1,89% das mortes em setembro de 2022, quando foram disponibilizados os últimos dados, porcentagem similar ao que se registra de mortes por homicídio (1,8%).

“Nós tivemos dois picos terríveis que foram em maio de 2020 e depois nos primeiros meses de 2021, mas depois disso a mortalidade foi reduzindo, de tal forma que hoje nós estamos voltando ao nosso patamar basal”, explica o epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Lotufo.

Os efeitos da Covid em outras doenças, porém, podem ainda demorar a ser notados. “O excesso de mortalidade nos dois primeiros anos e ainda em 2022 devido à Covid foi direto, mas a pandemia pode ter provocado uma redução na sobrevida de pacientes com câncer que acabaram morrendo antes do tempo. Por isso, os efeitos nas outras causas de morte ainda estão em observação”, afirma ele.

Já é sabido que a Covid provocou uma redução na expectativa de vida global, de cerca de 1,8 ano, mas no Brasil tal diferença chegou a 4,4 anos, conforme aponta um estudo conduzido por Castro.

“A Covid certamente teve um impacto nas mortalidades por outras causas, mas enquanto em algumas reduziu [porque tiveram menos mortes por aquela causa], em outras ela aumentou, como diabetes e doenças renais. Ela [Covid] não é uma causa de morte independente”, diz a demógrafa.

É importante observar que a Covid é uma causa única, enquanto doenças cardiovasculares representam um conjunto de doenças que inclui várias causas. Alguns tipos de causas de morte vão apresentar variação quanto ao sexo, idade, condição social ou região do país.

Para a assessora técnica sênior da Vital Strategies e ex-diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Fátima Marinho, o cálculo do impacto que a Covid teve em outras doenças depende de dados estratificados e que são muitas vezes difíceis de obter a nível nacional.

Um exemplo que ela cita é o cálculo de excesso de mortalidade feito nos Estados Unidos por pesquisadores do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças). Em alguns locais, como NY, o excesso de mortalidade verificado foi causado 60% por Covid (mortes diretas pela infecção do coronavírus), enquanto o restante foram causas associadas.

“A gente sabe que a Covid pode ser uma causa associada ao comparar grupos de pessoas com a condição prévia de saúde e que tiveram ou não Covid. Esses efeitos podem durar ainda um tempo até serem bem definidos”, avalia.

Marinho lembra que a doença que mais teve mortes associadas com a Covid foi diabetes. Um estudo mostrou que 40% dos pacientes diabéticos internados por Covid morreram pela doença, e a taxa de pessoas com diabetes cresceu nos últimos dois anos.

“O custo da saúde será ainda muito maior, porque se antes tínhamos um total de pessoas a cada ano que necessitavam de hospitalização e atendimento médico, agora é muito maior. E, infelizmente, não temos critérios bem definidos para avaliar as sequelas de Covid”, diz.

Folhapress

Leia mais...

Publicidade

VÍDEOS