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Polícia investiga assassinato de indígena no sul da Bahia

27 de setembro de 2021, 07:13

Foto: Reprodução

A Polícia Civil da Bahia investiga o assassinato do indígena tupinambá Alex Barros Santos da Silva, 37, atingido por disparos de fogo na quinta-feira (23) em Ilhéus, a 300 quilômetros de Salvador. A investigação apura se o crime tem relação com conflitos agrários na região.

Silva foi atacado por quatro homens encapuzados portando arm as longas, segundo a polícia. A Apoinme (Associação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo) disse que ele trabalhava no roçado em sua casa, em um distrito do município, quando foi morto.

“Uma das linhas de investigação indica que a motivação pode estar relacionada a conflitos agrários, naquela região”, disse a Polícia Civil. “Outras motivações não estão descartadas e todas as providências para a elucidação do caso estão sendo tomadas pela unidade.”

“Alex estava no roçado, e foi surpreendido à chegada de três indivíduos encapuzados e fortemente armados, os quais chegaram atirando, não dando tempo a ele nem de reação”, escreveu a associação em uma rede social, com base em relatos de vizinhos.

A região onde ele mora, no distrito de Olivença, convive com conflitos entre fazendeiros e indígenas. Na Terra Indígena Tupinambá, com 47 mil hectares divididos entre os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema vivem mais de 8.000 indígenas.

“Essa comunidade há anos vem sendo alvo de ataques, inclusive o assassinato do grande líder Pinduca Tupinambá, em maio de 2015, que segundo o MPF [Ministério Público Federal] na época, foi retaliação por suas atividades como liderança indígena e por disputas por terras”, diz a Apoinme.

O texto se refere ao assassinato, em maio de 2015, do agente indígena de saúde Adenilson da Silva Nascimento, que era conhecido como Pinduca. Sua família foi atacada por três homens armados e encapuzados na estrada que liga Ilhéus a Una. Atingido por disparos, ele morreu na hora.

Os conflitos na região são históricos, mas ganharam força no início da década passada, quando sob liderança de Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique Babau, 45, os tupinambás passaram ocupar terras da região em um processo que chamaram de “retomada das terras”. Cerca 150 fazendas foram ocupadas.

Em 2013, o acirramento da disputa de terras resultou no envio da Força Nacional, que ficou mais de um ano na região. Babau foi preso pelo menos quatro vezes sob acusação de invadir as terras e passou mais de seis meses em presídios estaduais e federais.

Em 2019, Babau pediu ao Governo da Bahia e ao Ministério Público Federal proteção para sua família, após ter recebido informações sobre um suposto plano de assassinatos no sul da Bahia, que compreenderia uma tentativa de incriminar índios com o tráfico de drogas e inventar uma troca de tiros para matar as lideranças.

A Terra Indígena Tupinambá já foi identificada e delimitada pela Funai (Fundação Nacional do Índio) e houve parecer favorável da AGU (Advocacia-Geral da União) pela demarcação, mas o processo está parado desde 2016.

O processo agora depende do julgamento, pelo STF (Supremo Tribunal Federal) da tese do marco temporal, que defende que os indígenas só teriam direito à demarcação das terras que estivessem em sua posse até o dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.

A Apoinme diz que os tupinambá relatam que, após o início do julgamento, “os ataques de ódio contra o povo vem aumentando diariamente e, não descartam que o assassinato de Alex, seja por motivos de ódio, intolerância étnica e disputa pela terra Tupinambá, assim como foi o caso de Pinduca”.

“Esse tipo de violência contra os povos indígenas tem que acabar, nenhuma gota de sangue a mais, não podemos normalizar uma situação que vem se estendendo a séculos no Brasil, país esse que a bandeira é manchada de sangue indígena”, afirma a associação.

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Sem carro zero no mercado, preço de usados sobe até 20% e vendas disparam

26 de setembro de 2021, 23:07

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As negociações de carros usados tiveram um boom neste ano, ocupando espaço dos modelos novos que sumiram das lojas em razão da falta de chip para a produção. Com demanda em alta, há uma escalada de preços que não se via desde o Plano Cruzado (nos anos 1980). Há modelos com valorização de mais de 20% em um ano. Num mercado normal, o automóvel perde entre 15% a 20% do seu valor após um ano de uso.

Embora o segmento também já registre falta de produtos, as vendas até agosto são recordes, com 7,59 milhões de automóveis e comerciais leves. O número é 48,8% superior ao de 2020, um dos anos mais fracos para o setor por causa da pandemia, mas também 6,6% acima dos 7,12 milhões de usados vendidos em igual período de 2019, até então o melhor resultado da história, segundo a Fenabrave, que representa as concessionárias.

A relação entre a venda de carros usados e novos também está no ponto máximo da série histórica realizada desde julho de 2004 pelo Bradesco, que trabalha com dados dessazonalizados. Para cada automóvel zero vendido no ano, foram comercializados 6,5 usados. O maior nível anterior tinha sido verificado na crise de 2015 e 2016, quando ficou em 5,5.

“Em períodos de crise é normal essa métrica subir, mas dessa vez a massa salarial foi preservada pelos estímulos (do governo) e as vendas cresceram em parte por causa da demanda, e em parte por causa da falta dos novos”, diz Renan Bassoli Diniz, economista do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco.

Os preços dos carros novos também aumentaram ao longo do ano, mas abaixo dos usados. Segundo o IPCA, índice que mede a inflação dos preços ao consumidor, veículos zero acumulam alta de 9,8% nos 12 meses encerrados em agosto, enquanto os usados subiram 12,5%.

Corrida

O vice-presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior, diz acreditar que o mercado de usados deve encerrar o ano com mais de 11 milhões de veículos vendidos, confirmando assim o melhor resultado da história do segmento.

Para os novos, diz ele, é difícil fazer previsões porque vai depender da capacidade das montadoras de entregar carros para as revendas. A previsão do mercado é de que a falta de semicondutores deve se manter pelo menos até meados de 2022.

Mais focadas em modelos novos, concessionárias também correm atrás de usados em portais e oferecem preços mais atraentes aos proprietários. Antes da pandemia, o mais comum era receber o usado na troca pelo novo e repassá-lo a lojistas do ramo. Agora, a maioria das revendas busca carros seminovos (com até três anos de uso) para alavancar os negócios. Há, inclusive, grupos abrindo lojas exclusivas para vender usados.

Carro usado chega a custar mais que um zero quilômetro

Vender um carro usado por um ano e com preço melhor do que aquele pago na compra é algo inédito num momento de estabilidade econômica. “Vi isso só na época da hiperinflação”, afirma Eduardo Jurcevic, presidente da Webmotors, maior plataforma de compra e venda de carros do País.

Modelos de grande procura, como Volkswagen T-Cross e Gol, tiveram em um ano valorização de 27% e 24%, respectivamente, conforme dados da KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos (veja quadro ao lado).

Para Ana Renata Navas, diretora-geral da Cox Automotive do Brasil, dona da KBB, a alta procura por carros usados – e a consequente valorização dos preços – se deve, em parte, à pronta entrega que o segmento oferece ao consumidor. Muitos modelos novos têm filas de espera de quatro a seis meses.

Outro ingrediente, diz ela, é que a falta de carros novos reduz também a oferta de usados, pois normalmente eles compõem o pagamento do zero. “Com menos veículos seminovos e usados disponíveis nos estoques das lojas, há mais pressão sobre os preços”, explica

Segundo Ana Renata, caso a crise de semicondutores perdure para além do primeiro semestre de 2022, ou se agrave no curto e médio prazos, os fatores citados “podem pressionar ainda mais os preços, a ponto de arrefecer a demanda por usados”.

No limite. Na opinião de Jurcevic, a elasticidade de preços vai até um certo ponto. “Acho que está muito próximo de chegar em um patamar em que o consumidor vai decidir esperar mais um pouco porque os preços estão muito altos”, diz. Como no geral modelos novos e usados ficaram mais caros, o consumidor terá de avaliar se compensa trocar o carro valorizado por outro que também valorizou.

Jurcevic afirma que este já é o melhor momento da história de 25 anos da Webmotors no Brasil. O resultado financeiro da empresa cresceu mais de 30% até agosto ante igual período de 2020 e ele acredita que esse resultado será mantido até dezembro. O número de usuários únicos, de 12 milhões ao mês, também será superado.

Só não será melhor, ressalta o executivo, porque o número de veículos anunciados diminuiu. “Antes da pandemia chegamos a ter 410 mil carros anunciados, e hoje temos 330 mil.”

O AutoShow, tradicional feirão de carros usados que há um ano foi transferido do Anhembi para o Expo Center Norte, na capital paulista, retomou neste ano a venda presencial nas manhãs de domingo, depois de passar praticamente todo o ano passado sem realizar o evento.

Leandro Ferrari, diretor comercial do AutoShow, afirma que o número de carros à venda diminuiu, assim como o público, em razão da pandemia. Ressalta, contudo, que em 2018 e em 2019 foram vendidos 30% dos 15 mil e dos 18 mil carros ofertados no feirão. Neste ano, até agosto, 52% dos 3,3 mil modelos expostos foram vendidos. Mesmo com o aumento de plataformas de vendas on line, ele diz que o feirão continua atraindo muito público comprador, visitas que devem aumentar quando a situação da pandemia estiver mais controlada.

“O local é seguro, há muitas opções de carros, a negociação é feita na hora, sem intermediários e temos todos os serviços para dar suporte à compra, como vistoria cautelar, parceiros da área de financiamento e despachante”, diz Ferrari.

Desaceleração. Ferrari cita o Fiat Argo modelo 2019 como exemplo da supervalorização dos preços, em especial dos seminovos. O modelo era oferecido por R$ 40,8 mil em setembro do ano passado e hoje custa R$ 52,4 mil. “Começa a ocorrer uma desaceleração da velocidade de vendas porque hoje o valor foge do bolso da maioria dos consumidores.”

A Kavak, startup mexicana que atua na compra e venda online de carros com até 10 anos de uso, iniciou operações no Brasil em julho com 2,5 mil unidades em estoque. Hoje tem 3,5 mil. O investimento inicial de R$ 2,5 bilhões na operação brasileira deve ser ampliado no próximo ano com a expansão das operações.

Nos últimos quatro anos, várias startups se instalaram no País para atuar no mercado de carros de segunda mão. Além da Kavak chegaram a Creditas – comprou a Volanty -, InstaCarro, Carupi e a argentina Karvi.

Venda de usados deve desacelerar no próximo ano

A previsão de entidades de classe do setor automotivo e economistas é de que o mercado de carros usados vai crescer em ritmo mais moderado em 2022, enquanto o de novos tende a melhorar seu desempenho. A expectativa é de que no segundo semestre a falta de semicondutores estará controlada.

A previsão do Bradesco é de alta de 2,5% na venda de usados, para 12 milhões de unidades, e de 7,5% para os novos, somando 2,2 milhões de unidades.

Renan Bassoli Diniz, economista do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco, lembra que há demanda, mas a oferta continuará prejudicada no primeiro semestre.

Ele avalia que o mercado de novos perdeu o melhor momento para se recuperar rapidamente e voltar ao nível pré-pandemia, quando houve estímulos financeiros do governo à população e os juros estavam mais baixos. “O ano de 2022 terá menos estímulos, juros mais altos, período de volatilidade eleitoral e espera-se alta do PIB menor que a deste ano”, ressalta Diniz.

Eduardo Jurcevic, da Webmotors, está mais otimista. Pesquisa feita pela empresa em julho com 4,2 mil consumidores indica que 75% deles têm intenção de adquirir carro novo ou usado ainda este ano, 7% desistiram da compra e 18% vão comprar em 2022. “O carro está mais caro, mas ainda tem crédito no mercado”, diz.

Prazo de entrega longo leva a mudança de planos na compra

O gerente de logística José Cândido, de 44 anos, desistiu de adquirir um modelo JAC T50 novo por causa do tempo que teria de esperar para recebê-lo. Depois de escolher o carro que desejava, ele foi informado pelo vendedor de que o veículo, importado da China, chegaria em cerca de quatro meses.

O prazo de entrega extenso fez com que Cândido optasse por um outro modelo, usado, mas com pronta entrega garantida pela concessionária. “Eu uso o carro no dia a dia. Como tenho uma pessoa cadeirante na família, não posso esperar tanto para receber um zero quilômetro” afirma ele.

Apenas quatro meses depois, Cândido decidiu trocar novamente de carro. Ele se desfez do Chevrolet Tracker que havia comprado em abril e usou o valor para pagar outro seminovo, agora um Chevrolet Cruze.

“O preço do zero subiu muito, não compensa para mim. Como meu carro estava quitado, entreguei ele e peguei outro no lugar, saiu elas por elas; eu só precisei arcar com a documentação”, explica Cândido.

Como o gerente, muitos consumidores estão optando por modelos usados porque os novos estão em falta, a fila de espera é longa e os preços também estão aumentando.

Atualmente, os estoques de carros novos nos pátios das montadoras e das revendas são suficientes para 13 dias de vendas, o mais baixo da história do setor. O estoque considerado equilibrado pelo setor é de cerca de 30 dias.

Sem estoques e com produção reduzida por causa da dificuldade em adquirir componentes, as montadoras também estão reajustando os preços, seja para repassar custos de peças e matérias-primas, pela alta cambial ou pela maior procura em tempos de oferta reduzida.

As montadoras também estão priorizando a produção de modelos com maior retorno financeiro, como utilitários-esportivos (SUVs) e picapes, em detrimento de hatches compactos.

Nova geração. O consumidor brasileiro está sem opção para compra de modelos mais populares. Hoje, os carros mais baratos custam R$ 48 mil (Fiat Mobi e Renault Kwid). A nova geração de automóveis ganhou mais itens de conectividade, segurança e eficiência energética e seus preços triplicaram em relação aos de uma década atrás.

Levantamento feito pela KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos, mostra que os dez modelos mais vendidos em 2011 custavam de R$ 24,7 mil (Chevrolet Celta) a R$ 39,4 mil (Volkswagen Voyage).

Os preços dos dez carros mais vendidos neste ano partem de R$ 49,3 mil (Renault Kwid) e vão até R$ 187,2 mil (Jeep Compass). Na média, a lista atual tem valores 189,6% superiores na comparação com a de 2011.

“Apesar de mais caro, comprar um carro novo hoje rende mais (em um ano) do que a poupança e outras aplicações”, afirma José Maurício Andreta Júnior, vice-presidente da Fenabrave, associação que representa os concessionários de veículos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Tem mal que vem para o mal

24 de setembro de 2021, 16:07

*Por Gervásio Lima

O mundo passa constantemente por períodos nebulosos. Os registros de conflitos são desde os primórdios, fazendo parte inclusive do primeiro livro da bíblia, com o relato da morte de Abel – um dos filhos de Adão e Eva -, praticada pelo seu próprio irmão, Caim, depois de ‘uma crise de ciúmes’.

As disputas, principalmente pelo poder, fazem parte da nossa cultura, nós tidos como animais racionais, e até mesmo dos irracionais, com o agravante de nos considerarmos  possuidores da capacidade de discernimento para distinguir o certo do errado.

É sabido que o ciclo de vida humana é voltado para as necessidades de sobrevivência, de acordo com o meio em que se vive, mas, como diversas outras normas de relacionamento, não basta apenas saber viver, mas também saber conviver em sociedade, facilitando as interações e a cooperação entre os semelhantes.

As regras sociais impõem determinadas posturas de comportamentos, estando ligadas diretamente à moral e ao respeito, partes do processo da integração do indivíduo com um determinado grupo cultural. Tensionar as relações com o intento de impor vontades próprias é uma das atitudes mais egoístas e  bizarras possíveis, podendo causar prejuízos não só morais como também caracterizar desvios de conduta. Um  procedimento característico da busca do poder, pelo poder.

Talvez um dos mais simples – mas também sábio e profundo – é o ditado popular ‘o certo não dói’, que deve ser lembrado por aqueles que insistem em incorrer em erros. Se conseguirem compreendê-lo e, quiçá, adicioná-lo ao seu modo de vida, inevitavelmente a cidadania passa a ser um dos sinônimos de ‘não conflito, de harmonia e de paz social’.

Quando não se respeita as regras, em qualquer situação, não adianta procurar culpado. É preciso reconhecer a incapacidade de identificar suas próprias falhas. A provação como demonstração de obediência nada mais é do que uma desculpa do pecador, que, agindo como um delinquente, aposta na absolvição dos seus erros ao justificar o injustificável.

A Bonança e a fartura são frutos do comprometimento com o real e o aceitável. Tem mal que vem para o mal, isso é fato, enquanto o bem sempre vem para o bem. Ledo engano acreditar que eventos ruins podem trazer bons resultados ou levar a consequências favoráveis.

O destino é uma construção, a soma de atitudes praticadas entre o passado e o presente. As consequências pelas atitudes e escolhas, sejam elas positivas ou negativas, nortearão modos de vida e servirá em determinados momentos como teste de sobrevivência. Enquanto isso, dar tempo ao tempo.

É preciso saber viver…

*Jornalista e historiador

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Suco natural caseiro para baixar a pressão alta (só leva 2 ingredientes)

24 de setembro de 2021, 11:18

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Sofre de pressão alta e além do acompanhamento médico regular para controlar a condição está à procura de alternativas caseiras e de medidas simples que possa adotar no dia a dia?

Te convidamos a preparar e a saborear um suco natural caseiro que irá ajudá-lo a controlar os níveis de hipertensão – experimente a receita divulgada no site Tua Saúde:

Ingredientes

1 pepino em rodelas
Suco de 2 laranjas

Como preparar

Coloque os ingredientes no liquidificador e bata até obter um conteúdo homogêneo
Se quiser, pode acrescentar gelo
Por fim, consuma logo em seguida sem adoçar e preferencialmente sem coar.

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Misteriosa aeronave é flagrada em instalação secreta dos EUA

24 de setembro de 2021, 10:46

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Segundo informações, o aparelho foi visto em Helendal, uma instalação secreta da Lockheed Martin no deserto de Mojave, Califórnia, de medição do RCS (facilidade com que um objeto pode ser detectado e rastreado por um sistema de radar), escreve portal The Drive.

A instalação se localiza não muito longe da Plant 42 (Fábrica 42) da Força Aérea dos EUA, onde a Lockheed Martin realiza programas de desenvolvimento avançados, conhecidos como Skunk Works.

Um breve vídeo do aparelho foi postado no serviço de compartilhamento de vídeos TikTok e, mais tarde, compartilhado em outros canais de mídia social.

​Por coincidência, eu me deparei com um vídeo no TikTok muito interessante de um aparelho de forma desconhecida transportado em um caminhão-reboque. O andaime em segundo plano despertou meu interesse e aparentemente é a instalação de medição de seção transversal de radar em Helendale.

De acordo com Ruben Hofs que compartilhou o vídeo e usou informações de acesso geral, comparando edifícios e outros detalhes no local para determinar que a gravação foi quase certamente feita em Helendale.

Curiosamente, o aparelho parece demonstrar algumas semelhanças com vários modelos de caças de próxima geração, incluindo alguns designs para o caça do programa de domínio aéreo de próxima geração (NGAD, na sigla em inglês). Parece ter uma forma de diamante sem cauda, com fuselagem alongada.

Sputinik

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Bolsonaro agora descarta golpe, promete não melar eleições e defende urnas eletrônicas

24 de setembro de 2021, 08:47

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Isolado politicamente e em baixa nas pesquisas sobre a avaliação de seu governo e a corrida eleitoral de 2022, o presidente Jair Bolsonaro disse à revista Veja que não existe nenhuma chance de tentar um golpe no país.

“Daqui pra lá, a chance de um golpe é zero. De lá pra cá, a gente vê que sempre existe essa possibilidade”, disse o presidente em entrevista à revista Veja.

“De lá pra cá é a oposição, pô. Existem 100 pedidos de impeachment dentro do Congresso. Não tem golpe sem vice e sem povo. O vice é que renegocia a divisão dos ministérios. E o povo que dá a tranquilidade para o político voltar”, completou.

Ao falar sobre as eleições de 2022, disse que não irá “melar” a disputa e até elogiou decisões recentes do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

“Olha só: vai ter eleição, não vou melar, fique tranquilo, vai ter eleição. O que o Barroso está fazendo? Ele tem uma portaria deles, lá, do TSE, onde tem vários setores da sociedade, onde tem as Forças Armadas, que estão participando do processo a partir de agora. As Forças Armadas têm condições de dar um bom assessoramento.”

“Com as Forças Armadas participando, você não tem por que duvidar. Eu até elogio o Barroso, no tocante a essa ideia – desde que as instituições participem de todas as fases do processo”, completou.

Folhapress

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Grupo de alunos lança petição pedindo a volta da escravidão

23 de setembro de 2021, 12:57

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As autoridades de Kansas City, nos EUA, estão investigando um pequeno grupo de estudantes que lançou uma petição online pedindo a volta da escravidão.

A petição em causa foi divulgada na semana passada, quando os alunos da Park Hill South High School  publicaram o ‘documento’ durante uma atividade relacionada com a escola, de acordo com a agência de notícias Associated Press. 

Tratando-se de uma questão disciplinar, não foram revelados detalhes sobre o número de alunos envolvidos nem a linguagem da petição ou as motivações dos estudantes em causa.

Jeanette Cowherd, superintendente do  distrito escolar de Park Hill disse na quarta-feira, em carta à comunidade, que o distrito não tolera discriminação ou assédio e que tem políticas específicas que podem resultar em suspensão ou expulsão dos alunos. 

Kerrie Herren, diretora de Park Hill South, adiantou que foi um estudante que a alertou sobre petição na quinta-feira passada e que, desde então, a escola tem trabalhado no sentido de ajudar alunos e funcionários que estão furiosos com a situação.

“Acho que uma grande parte da nossa população está magoada, indignada e confusa e quer usar isso como forma de tornar Park Hill South melhor”, disse Herren.

O distrito escolar de Park Hill tem uma população estudantil de 11.767 alunos, de acordo com dados do presente ano letivo. Destes, cerca de 12,7% são negros.

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SSP lança Operação Safra nesta quinta (23), em Barreiras, contra crimes em áreas agrícolas do oeste baiano

23 de setembro de 2021, 07:35

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A Secretaria da Segurança Pública (SSP) lança a Operação Safra na manhã desta quinta-feira (23), às 9h30, na Base Avançada (Bavan) do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar, no aeroporto do município de Barreiras. A iniciativa garante o reforço do policiamento no oeste do estado entre os meses de setembro de 2021 e março de 2022, com ações preventivas e repressivas contra grupos especializados em furtos e roubos de grãos, de produtos destinados à agricultura em geral, de defensivos agrícolas, entre outros crimes.

O titular da SSP, Ricardo Cesar Mandarino, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Coutinho, e outras autoridades participam do lançamento da operação, que está no oitavo ano consecutivo.

Realizada em parceria com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a Safra abrange 24 municípios da região. Durante as sete últimas edições, a Polícia Militar fez abordagens, apreensões e recuperação de veículos e cargas. Outras informações detalhadas serão passadas durante a entrevista coletiva.

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Bolsonaro vira piada na TV americana e é comparado ao personagem Chiqueirinho

22 de setembro de 2021, 15:51

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A recusa de Jair Bolsonaro em se imunizar contra a Covid-19 virou piada em um dos programas de TV mais populares dos EUA. Na noite desta terça-feira (21), o apresentador Jimmy Kimmel lembrou que o líder brasileiro é famoso pelas posições contrárias a vacinas e, na sequência, mostrou a imagem do personagem Chiqueirinho, da turma do Snoopy, para ilustrar a chegada do presidente a Nova York.

Chiqueirinho (Pig-Pen, na versão em inglês), criado pelo cartunista americano Charles M. Schulz, aparece sempre envolto de uma nuvem de poeira, sujo e com os poucos fios de cabelo desarrumados.

Não foi a única piada com Bolsonaro feita por Kimmel, responsável por apresentar duas cerimônias do Oscar (2017 e 2018). O comediante citou declarações do presidente, segundo as quais os imunizantes contra o coronavírus poderiam transformar as pessoas em jacarés ou mulheres barbadas. “Essa Astrazeneca tem um escopo bem amplo”, ironizou o apresentador.

Por fim, lembrou que Bolsonaro ficou conhecido como “Brazilian Trump”, numa referência a Donald Trump, de quem o presidente é aliado e por quem torceu abertamente nas eleições americanas no ano passado.

Na piada de Kimmel, “Brazilian Trump” seria um eufemismo para a depilação de pelos pubianos de cor laranja, já que, nos EUA, a depilação total é chamada de “Brazilian wax”, e laranja é a cor do cabelo do ex-presidente americano (no vídeo abaixo, a partir de 3:00).

Nesta terça, Bolsonaro fez o discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, evento no qual pintou um retrato distorcido do Brasil e chegou a defender o tratamento com remédios comprovadamente ineficazes contra a Covid-19. Na tribuna da ONU, o presidente também se posicionou contrário à exigência de provas de vacinação para entrar na parte interna de restaurantes, por exemplo.

Por isso, ao chegar à cidade americana, na noite de domingo, ele comeu pizza na calçada junto de autoridades que o acompanharam. No dia seguinte, uma churrascaria brasileira fez um puxadinho para acomodá-lo numa área externa, uma vez que as restrições são destinadas a espaços internos.

Antes mesmo de chegar a Nova York, a falta de vacinação alegada pelo presidente já havia gerado polêmicas. Autoridades da cidade enviaram uma carta para o presidente desta edição da Assembleia-Geral para alertar sobre a necessidade de comprovante de vacinação em locais fechados, caso do evento da ONU. O secretário-geral da entidade, António Guterres, porém, afirmou não poder exigir tal documento de chefes de Estado, também motivado por críticas da Rússia, que chamou a medida de discriminatória.

Folhapress

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Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

22 de setembro de 2021, 15:45

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A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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