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Maior do mundo: aeroporto ‘estrela-do-mar’ começa a operar em Pequim (Vídeo)

25 de setembro de 2019, 14:34

Foto: AFP 2019 / STR

Inicialmente, estava previsto que o aeroporto começasse a funcionar no dia 30 de setembro, mas, segundo a imprensa, os primeiros voos vão ser iniciados no dia 25 de setembro, ou seja, hoje.

O diretor da construção do aeroporto, Li Jianhua, disse que todas as empresas aéreas que fazem a parte da aliança SkyTeam, se mudarão para o novo aeródromo, enquanto as empresas membros da Star Alliance manterão suas operações no Aeroporto Internacional de Pequim-Capital.

O Aeroporto Internacional de Pequim-Daxing é localizado a 46 quilômetros do centro de Pequim.

O novo aeroporto tem quatro pistas de aterrissagem.

Está previsto que, até 2025, o novo aeroporto receberá até 620 mil voos anuais, o que implicaria um fluxo de passageiros de até 72 milhões por ano.

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Corpo de universitária desaparecida em Bariri é encontrado

25 de setembro de 2019, 14:17

Foto: Polícia Civil/Divulgação/Redes Sociais/Reprodução

A Polícia Civil encontrou nesta quarta-feira, 25, o corpo da universitária Mariana Forti Bazzaque estava desaparecida desde a manhã de ontem, 24. A jovem aceitou a ajuda de um estranho para trocar o pneu furado de seu veículo em Bariri, interior de São Paulo, após sair de uma academia de ginástico. Desde então, os familiares não conseguiram mais contato com a universitária. O autor do crime foi preso na noite de terça-feira.

Uma câmera de segurança instalada na fachada do prédio registrou a abordagem. O homem a abordou e teria se oferecido para fazer a troca, pedindo a ela que levasse o carro até uma chácara do outro lado da avenida. As imagens mostram que, uma hora depois, o veículo saiu da chácara, mas não é possível identificar o condutor. O carro foi achado vazio em uma cidade vizinha.

Sem ter notícias da jovem, que deixou de atender o celular, a família recorreu à polícia. A Polícia Militar iniciou buscas na região, usando cães farejadores e um helicóptero. O namorado de Mariana, Jefferson Viana, contou que a jovem havia ligado para falar do pneu furado e até enviou uma foto do rapaz trocando o pneu.

O delegado da Polícia Civil Durval Izar Neto, que ficou responsável pelo caso, pediu as imagens da câmera e identificou o suspeito. Ele foi encontrado escondido no telhado de uma casa, em Itápolis, cidade da região. O suspeito tem passagens por sequestro, estupro e tentativa de latrocínio, tendo saído da prisão há um mês. O delegado pediu a prisão temporária do rapaz.

Ouvido durante a madrugada desta quarta-feira, 25, ele teria negado o envolvimento no sumiço da jovem. Pela manhã, a polícia continuava as buscas pela jovem, que eram acompanhadas pela família. Após a polícia encontrar um jovem em uma área canavial em uma cidade próxima a Bariri, amigos e familiares lamentaram a perda da jovem.

(Com Estadão Conteúdo)

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O telefonema que pode causar o impeachment do presidente Donald Trump

25 de setembro de 2019, 12:09

Foto: Reprodução

O fim da terça-feira (24) foi de tensão nos Estados Unidos. A presidente da Câmara dos Representantes, a democrata Nancy Pelosi, anunciou a abertura de um processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. “Ninguém está acima da lei”, disse a congressista em pronunciamento oficial no qual anunciou a medida.

O movimento acontece a pouco mais de um ano das eleições americanas de 2020, quando o republicano tentará a reeleição. Até agora, 203 representantes se manifestaram a favor da abertura do processo. Para aprová-lo, é necessária a maioria simples da casa, que é composta por 435 congressistas e controlada por uma maioria democrata.

No centro da polêmica não está a Rússia, cujas relações com Trump são investigadas por uma suposta interferência nas eleições presidenciais em 2016, mas sim a Ucrânia. Tudo começou em 12 de agosto quando uma denúncia anônima feita por uma pessoa que seria da comunidade de inteligência dos Estados Unidos. De acordo com essa fonte, Donald Trump teria conversado ao telefone com o líder de outro país e “feito uma promessa”.

A história, no entanto, só veio à tona um mês depois, em 18 de setembro, quando o jornal americano The Whashington Post noticiou a existência daquela denúncia. Aos poucos, novas informações vieram à tona, revelando que o líder em questão seria o presidente da Ucrânia,  Volodymyr Zelensky, e que a ligação teria acontecido em 25 de julho.

O tema da conversa teria sid o Joe Bid, ex-presidente dos Estados Unidos na gestão de Barack Obama e atual líder das pesquisas de intenção de votos para 2020 entre os pré-candidatos democratas. Até o momento, o maior rival de Trump na busca pela reeleição no ano que vem. Dias antes da ligação, os EUA congelaram o envio de ajuda militar para a Ucrânia alegando preocupações com “corrupção”.

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Marinha apreende madeira em empresa ligada a tenente-coronel do Pará

25 de setembro de 2019, 08:41

Foto: Reprodução

HAMBURGO, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – Uma operação comandada pela Marinha no marco da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ambiental apreendeu 962 toras sem origem legal comprovada em Breves (222 km a oeste de Belém). A proprietária da madeireira, presa em flagrante, é mulher de um tenente-coronel da Polícia Militar do Pará.

A apreensão na madeireira Reka ocorreu no dia 13 deste mês e teve o apoio da Receita Federal, da Dema (Delegacia do Meio Ambiente) e da Semas (Secretaria de Meio Ambiente). Além das toras, a fiscalização encontrou uma carvoaria clandestina e descarte irregular de resíduos sólidos.

Durante a vistoria, o gerente da madeireira admitiu que não tinha como comprovar a origem legal da madeira. Os agentes da Semas encontraram duas irregularidades: receptação de madeira sem comprovação de origem e o uso de créditos florestais fictícios, lançados no sistema estadual Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais) para esquentar madeira ilegal.

O gerente confessou também que as 146 toras de maçaranduba apreendidas foram compradas de ribeirinhos. Todas estavam abaixo do diâmetro mínimo de 50 cm exigido pela legislação. O funcionário foi preso em flagrante junto com a proprietária, Elizabeth Ferreira da Silva de Oliveira. Ambos foram soltos no dia seguinte mediante pagamento de fiança de um salário mínimo.

Oliveira é mulher do tenente-coronel da PM Helderley Souza de Oliveira. Desde a manhã de terça-feira (24), a reportagem tentou entrar em contato com ele por meio da assessoria de imprensa do governo do Pará e da PM, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Ao justificar a decisão, o juiz Enguellyes Torres de Lucena, da Primeira Vara de Breves, afirmou que ambos “são de baixa periculosidade social, tendo os flagranteados domicílio fixo, emprego lícito, não pesando contra eles quaisquer ordens de prisão ou respondendo procedimentos criminais”.

A madeireira Reka tem um longo histórico de irregularidades. Só no Ibama, constam seis multas aplicadas à empresa desde 2001, totalizando R$ 922 mil, sem correção. As duas multas mais altas foram aplicadas em 5 de agosto de 2009 pelos mesmos motivos apontados pela fiscalização deste ano: origem não comprovada de madeira e lançamento de informações falsas no sistema.

A multa mais baixa dessas duas, de R$ 280,8 mil, foi parcelada e continua sendo paga até hoje. A mais alta, de R$ 600 mil, está em grau de recurso mesmo após mais de dez anos. A Reka tem certidão negativa de embargo no Ibama, ou seja, está apta a operar. A empresa também aparece como ativa no Ceprof (Sistema de Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais), gerido pela Semas.

Na manhã desta terça, a reportagem enviou uma solicitação de esclarecimento sobre a situação da Reka via assessoria de imprensa do governo do Pará, mas não obteve resposta. A madeireira está localizada na zona rural de Breves, cidade na calha do rio Amazonas, e não possui telefone listado. A reportagem não conseguiu localizar a empresária nem o seu advogado.

A GLO ambiental, renovada por mais 30 dias na semana passada, autoriza o emprego das Forças Armadas em ações de combate a crimes ambientais e a incêndios na região amazônica. A iniciativa do governo Jair Bolsonaro (PSL) foi uma resposta à intensa pressão internacional sofrida pelo Brasil em razão do aumento das queimadas e do desmatamento neste ano.

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Jacobina, é preciso ressignificar e ordenar as novas e antigas áreas comerciais

24 de setembro de 2019, 20:50

Foto: Notícia Limpa

Com o aumento do número de desemprego no Brasil, muitos trabalhadores têm procurado a sobrevivência financeira no trabalho informal. É cada vez maior o número de pessoas se virando com ‘bicos’, prestando serviços ou vendendo mercadorias nas ruas ou pela internet. As calçadas estão cheias de ambulantes e invasões de barracas nos centros comerciais tomaram conta na maioria das cidades brasileiras.

Em Jacobina não é diferente, aumentou consideravelmente a quantidade de pessoas que vivem na informalidade. Basta fazer uma visita nas principais áreas comerciais da cidade para encontrar inúmeras opções de produtos sendo comercializados por trabalhadores que não contam com vínculo empregatício que garanta um salário fixo mensal.

O que aumentou também em Jacobina foi a quantidade de barracas e food trucks comercializando alimentos e bebidas. Este tipo de atividade começou timidamente no espaço conhecido como Sambódromo, numa laje construída sobre o Rio do Ouro, na Praça Castro Alves, e hoje já é possível encontrar em diversos locais da cidade.

Além de alimentação, cresceu o número de prestadores de serviços, como chaveiros, em parte da calçada que margeia o Rio Itapicuru Mirim, nas proximidades da Ponte Manoel Novaes, na Avenida Orlando Oliveira Pires. Informações dão conta que todos os estabelecimentos que ocupam o Sambódromo serão relocados para as imediações do Mercado Municipal (Mercado Velho), onde será construída uma ‘Praça de Alimentação’.

Na terça-feira (24), às 16 horas, a ‘Casa de Informações Turísticas’, localizada na entrada da cidade, se encontrava fechada

A preocupação dos que ainda sonham com uma política efetiva do turismo na cidade é com a sua apresentação, principalmente com a padronização dos seus serviços. Tem si cobrado, por exemplo, um programa de ordenamento no Mercado Velho, preservando a sua arquitetura e adequando seu interior e o seu entorno com intervenções que possam proporcionar bem estar para as pessoas que o exploram comercialmente e visitantes.

A ‘favelização’ com a falta de padrão dos estabelecimentos comerciais na beira do Rio Itapicuru Mirim é uma das preocupações de parte da população de Jacobina

A falta de padronização dos novos e antigos estabelecimentos comerciais que estão sendo instalados em diversos pontos da cidade tem sido motivo de reclamação por apresentar poluição visual, principalmente para quem entra na cidade através BR 324, sentido de Capim Grosso.

Um projeto de ordenamento irá humanizar e enobrecer as áreas antes consideradas desvalorizadas. Quanto ao Mercado Municipal, além da necessária humanização, sem descaracterizar a sua estética, seria um reconhecimento à sua importância histórica. Com um processo de revitalização os espaços urbanos irão, inevitavelmente, se ressignificar e consequentemente, valorizar.

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Resíduos de cobre de 3.000 anos provam que reino bíblico existiu, diz estudo

24 de setembro de 2019, 13:47

Foto: Reprodução

Análises das minas de cobre em Edom – uma área histórica nas modernas nações da Jordânia e Israel ao sul do mar Morto – são vistas como evidência de que o estado mencionado no primeiro livro da Bíblia cristã, o Gênesis, existiu. Edom aparece no livro como um estado que existia “antes dos reis governarem os filhos de Israel”.

A palavra hebraica Edom significa “vermelho”, e o nome da área está associado a Esaú, o filho mais velho do patriarca Isaac, porque ele tinha um olhar avermelhado no nascimento. Aliás, a paisagem montanhosa de Edom brilha com uma tonalidade avermelhada.

A terra é rica em cobre e já foi o lar de muitos em busca de minas de cobre. Pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego e da Universidade de Tel Aviv estudaram pilhas de resíduos deixadas nas minas de cobre nos dois principais centros de produção, Faynan e Timna, localizados a cerca de 100 quilômetros de distância um do outro.

Produção de cobre

A pesquisa concluiu que o início da produção de cobre provavelmente começou na região com o Novo Reino Egípcio, então superpotência regional, por volta do século XIII a.C.

Os egípcios teriam sido levados a abandonar Edom após o declínio da civilização em meados do século XII a.C., quando o Mediterrâneo Oriental atravessava o período misterioso do colapso da Idade do Bronze Final. No entanto, a produção de metais ainda continuou em Edom após a saída do Egito “em uma escala industrial” e até melhorou.

Uma comparação entre os dados de Faynan e Timna mostrou que os dois locais deram um “salto tecnológico” na tecnologia de fundição ao mesmo tempo, algo que os pesquisadores dizem indicar que ambos eram geridos por uma autoridade central.

“O impressionante acordo síncrono entre a tecnologia em Timna e Faynan, evidente já no século XI a.C. […] sugere que um órgão político abrangente já existia na região neste momento”, diz o estudo. “Uma maior centralização deste corpo político é evidente nas mudanças observadas em relação a 1000 a.C.”.

Discussão científica

Os dois locais teriam começado simultaneamente a introduzir fortificações, o que foi provavelmente ditado pela necessidade de defesa do Estado contra inimigos externos.

Esta nova teoria desafia a visão de muitos arqueólogos de que a terra foi povoada por uma aliança perdida de tribos na virada do primeiro milênio a.C., e se enquadra na história bíblica de um reino edomita.

Não há consenso universal sobre as conclusões do estudo  “Podem os nômades do deserto, mesmo uma formação territorial de nômades do deserto, sem centros urbanos, ser descritos como um ‘reino’?”, indagou Israel Finkelstein, um arqueólogo da Universidade de Tel Aviv ao The Times.

O professor Tom Levy, da Universidade da Califórnia, autor do estudo, ressaltou que a pesquisa se baseou em uma arqueologia mista com ciência da computação, engenharia e ciências naturais.

“Os dados nos levaram a um lugar onde o registro arqueológico realmente coincide com muitos aspectos da Bíblia Hebraica e do Edom bíblico. Isto foi uma surpresa para nós”, concluiu o professor.

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Para acabar com a gordura… coma batata doce, defende novo estudo

24 de setembro de 2019, 12:06

Foto: Reprodução

Abatata doce está fazendo sucesso na luta contra a balança por possuir propriedades ótimas para o emagrecimento e diversos benefícios.

De acordo com uma pesquisa realizada pela College of Agriculture and Life Sciences, nos Estados Unidos, a batata doce pode ajudar a diminuir a gordura instalada e contribuir ativamente para a perda de peso.

Adicionalmente, a batata doce é extremamente nutritiva: é rica em fibras, carboidratos, proteínas, vitaminas A e C, ferro e cálcio. Todos esses benefícios com apenas cerca de 130 a 160 calorias por cada porção! É uma ótima opção para incluir nas suas refeições.

 

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PF faz operação contra desembargador que soltou Garotinho e Rosinha

24 de setembro de 2019, 09:19

O desembargador Siro Darlan, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, é alvo da Operação Plantão, deflagrada na manhã desta terça-feira pela Polícia Federal. O juiz está sendo investigado no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) pela acusação de vender senteças no fórum do Rio de Janeiro. 
 
A Polícia Federal está cumprindo onze mandados de busca e apreensão na manhã de hoje, as ações foram autorizadas pelo juiz Luiz Felipe Salomão, ministro do STJ. A operação conta com o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro e das corregedorias do tribunal. 
 
Buscas foram realizadas no gabinete no juiz no TJ e em sua casa localizada na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. A nota da Polícia Federal informa que os mandados estão sendo cumpridos em endereços residenciais, comerciais e profissionais dos investigados. 
 
Em setembro, Darlan foi responsável por determinar a soltura dos ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha, a decisão foi tomada durante plantão do judiciário, apenas 24 horas depois da prisão preventiva do casal. Garotinho e Rosinha foram acusados de receber propina na construção de casas populares em Campos dos Goyatacazes (RJ). 
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Personalidades defendem Fernanda Montenegro após ataques de diretor

24 de setembro de 2019, 06:53

Foto: LEO AVERSA / AGÊNCIA O GLOBO

As ofensas foram proferidas pelo diretor do Centro de Artes da Funarte, Roberto Alvim.

Depois das ofensas à Fernanda Montenegro por parte do dramaturgo e diretor do Centro de Artes da Funarte, Roberto Alvim, uma série de personalidades saiu em defesa da atriz. Alvim havia chamado a atriz de “mentirosa” e afirmado que sentia “desprezo” por ela nas redes sociais.

Apesar de a maioria das mensagens de apoio à Fernanda vir de membros da classe artística, outras foram publicadas por políticos, caso do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), e de Ciro Gomes, candidato à Presidência da República pelo PDT nas eleições do ano passado.

Enquanto Covas escreveu no Instagram que Fernanda é “um ícone da cultura nacional e deve ser respeitada e tratada com o valor que merece”, Ciro chamou Alvim de “vagabundo…medíocre, picareta” no Twitter. “Lave a boca para falar de Fernanda Montenegro nossa atriz mundialmente respeitada”, escreveu.

Até mesmo o presidente da Funarte, Miguel Proença, disse estar “completamente chocado” com o posicionamento de Alvim. Em uma entrevista ao jornal O Globo, ele afirmou ter encaminhado um pedido de desculpas à atriz em nome da instituição, além de ter requisitado uma audiência com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, para “tomar previdências”.

Além de Covas e Ciro, atores, diretores e músicos também saíram em defesa de Fernanda, alguns deles usando a hashtag #SomosTodosFernanda e variações.

É o caso das atrizes Drica Moraes e Leona Cavalli, do diretor Miguel Falabella e do sambista Nelson Argento. A Associação dos Produtores de Teatro, a APTR, foi outra que repudiou as declarações do dramaturgo por meio de um posicionamento oficial.

Eles respondem a duas postagens de Alvim no Facebook, publicadas no domingo (22) e nesta segunda (23). Nelas, o diretor critica uma entrevista de Fernanda à revista literária Quatro Cinco Um. Num pôster da edição, a atriz aparece vestida de bruxa diante de uma fogueira de livros –o ensaio fotográfico comemorou o lançamento de uma autobiografia em que ela conta sua trajetória nos palcos este mês.

“Fernanda mente escandalosamente, deturpa a realidade de modo grotesco, ataca o presidente e seus eleitores de modo brutal, e eu sou grosseiro e desrespeitoso, apenas por ter revidado a agressão falaciosa perpetrada por ela?”, escreveu o dramaturgo, apoiador de Jair Bolsonaro, em uma das postagens.

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Jacobina: Implantação de dissipadores no centro da cidade divide a opinião pública

23 de setembro de 2019, 13:02

Foto: Notícia Limpa

A implantação de blocos dissipadores nas transversais das ruas Manoel Novaes e Dos Humildes, no centro de Jacobina tem dado o que falar. Por ser algo novo para a maioria da população, a obra que visa conter a velocidade da água em períodos de chuva, evitando alagamentos em sua jusante, virou até mesmo ‘meme’ nas redes sociais.

Os dissipadores são usados geralmente em locais fora da área central das cidades

O dissipador de energia (ou de velocidade) de água é um dispositivo que visa promover a redução da velocidade de escoamento de água nas saídas de bueiros, descidas d´água, sarjetas (elementos em forma de calha que captam água pluvial, localizadas nas vias publicas paralelas ao meio fio) e valetas. O objetivo de sua construção é o de reduzir riscos de erosão. Existem diversos tipos de dissipadores de energia, todos com o princípio básico de exercer uma força de obstrução e de atrito para desacelerar o escoamento, onde grande parte da energia danosa é perdida.

Muitos jacobinenses conhecem o custo da falta de um sistema de drenagem urbano de águas pluviais. Os diversos alagamentos ocorridos na cidade causaram prejuízos de bens materiais, destruição da pavimentação, erosões, deslizamentos e outros problemas. As últimas grandes intervenções na drenagem de águas pluviais na cidade de Jacobina aconteceram durante os dois governos do então prefeito Carlito Daltro (1983 – 1988 e 1993 – 1997), ou seja, há mais de 30 anos, desde o seu primeiro mandato.

Fazendo parte do conjunto de obras para ampliação do fechamento das rua Coronel Teixeira e da Afonso Costa, dando continuidade a mais uma grande obra de Carlito Daltro, o conhecido Calçadão, a Prefeitura de Jacobina decidiu optar por fechar definitivamente duas vias.

Por conta dos problemas causados pela grande quantidade de água que desce da serra do bairro da Caixa D´água em período chuvoso seria justificável a construção de ‘tranquilizadores’, mas a obra está sendo criticada por prejudicar a mobilidade urbana do centro do município. “A construção de uma galeria não resolveria o problema?”, questiona o auxiliar de serviços Gerais, Antonio Gomes. Já o técnico em informática, Gerson Souza, prefere ironizar para demonstrar sua insatisfação, “Está parecendo um mausoléu, uma tumba de cemitério. Não tinham alternativas para conter água da chuva?”.

Existem também os que aprovam a intervenção. Um empresário que não quis que seu nome fosse revelado parabenizou o prefeito pelas mudanças anunciadas no centro da cidade, se referindo ao chamado ‘Novo Calçadão’ e a obra para contenção de águas pluviais. “Vai melhorar o movimento das lojas próximas das obras e poderemos dormir tranqüilo em noites de chuvas”, comemorou.

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