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Saque do FGTS é usado para aplicar 13 mil golpes diários no Brasil

02 de outubro de 2019, 10:50

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Com a liberação recente do saque de até R$ 500 do FGTS, cibercriminosos estão usando a medida para aplicar golpes e fazer novas vítimas em todo o Brasil.

A empresa de segurança Kaspersky identificou um aplicativo falso na Play Store, loja oficial do Google, com o nome “Saque FGTS – Nova Regra”, que já contava com pelo menos 100 mil downloads.

Ao baixar o aplicativo no aparelho, os usuários começam a receber uma série de anúncios incômodos, pelo golpe se tratar de um adware. Assim que o aplicativo foi descoberto, a Kaspersky notificou o Google

.Desde que o governo anunciou a liberação do saque para a população, ainda em julho, a Kaspersky registrou crescimento de 100% nos bloqueios de ataques, passando de 40 mil para 80 mil em apenas alguns dias. De acordo com a companhia, cerca de 13 mil ataques de phishing são bloqueados diariamente.

Para evitar os ataques, recomenda-se que seja conferido se o aplicativo é oficial do governo ou da Caixa Econômica, acessando o site oficial ou entrando em contato via SAC. É ideal também ter sempre instalado um software antivírus no smartphone e estar sempre em dia com as atualizações de segurança.

 

 

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NASA prevê encontrar vida em Marte nos próximos dois anos

02 de outubro de 2019, 10:39

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Um dos principais cientistas da NASA, Jim Green, afirmou em entrevista ao The Sunday Telegraph que as próximas missões a Marte da agência espacial norte-americana em colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA) podem servir para descobrir vida no planeta.

“Será revolucionário. Será como quando Copérnico disse ‘não, nós andamos em roda do Sol’. Completamente revolucionário. Dará início a toda uma nova forma de pensar”, afirmou Green. No entanto, o investigador apontou que a humanidade pode não estar pronta para o que vem a seguir.

“Tenho estado preocupado porque estamos muito próximos de encontrar [vida em Marte] e de fazer anúncios. O que acontece a seguir é um novo conjunto de questões científicas. Essa vida será como nós? Como estamos relacionados? Pode a vida se mover de planeta em planeta ou temos uma faísca e o ambiente certo e essa faísca gera vida?”, questionou-se.

A NASA e a ESA estão colaborando no desenvolvimento de missões que levaram novos ‘rovers’ a Marte, os quais terão o objetivo de perfurar o solo marciano para recolher amostras. Estas amostras serão posteriormente enviadas para a Terra para serem examinadas.

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Menina de 9 anos é encontrada morta amarrada em árvore em parque

01 de outubro de 2019, 11:20

Raíssa Eloá Caparelli Dadona desapareceu quando participava de festa em CEU; menino de 12 anos foi ouvido e será apreendido.

Uma menina de 9 anos foi encontrada morta, amarrada em uma árvore por uma corda, no Parque Anhanguera, zona norte de São Paulo, na tarde de domingo, 29. Raíssa Eloá Caparelli Dadona havia desaparecido quando participava de uma festa com outras crianças em um Centro Educacional Unificado (CEU) vizinho do parque.

A causa da morte ainda não foi determinada. De acordo com a Polícia Civil, apesar de a vítima ter sido encontrada pendurada pelo pescoço, é pouco provável que ela tenha sido enforcada. Raíssa apresentava manchas de sangue que cobriam todo o rosto e aparentes lesões nos ombros.

Suspeito de ter envolvimento no crime, um menino de 12 anos foi ouvido no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) na noite desta segunda-feira, 30. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo informou que a Autoridade Judiciária expediu um mandado de internação provisória contra ele.

O garoto será apresentado na manhã desta terça-feira, 1º, à Promotoria da Infância e Juventude. “As investigações seguem visando identificar outros possíveis envolvidos no crime”, afirmou a SSP, em nota.

Imagens de câmeras de segurança divulgadas pela TV Globo mostram Raíssa e o suspeito atravessando uma rua de mãos dadas por volta das 12h30 do domingo, momentos antes de a garota ser assassinada.

À polícia, o menino disse que se deparou com a garota quando passava por uma área restrita a funcionários do parque, segundo o boletim de ocorrência. 

Raíssa morava no bairro do Morro Doce, próximo ao Parque Anhanguera, e fazia acompanhamento para autismo há um ano. Seu corpo foi enterrado nesta segunda no Cemitério Municipal de Perus, na zona norte.

Procurado, o CEU Parque Anhanguera afirmou que não pode repassar nenhuma informação sobre o caso.

Já a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo disse que está colaborando com as investigações e que forneceu imagens de câmeras de segurança do CEU e outras informações à Polícia Civil.

 

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Doença mais grave que a Leishmaniose é descoberta no Brasil

01 de outubro de 2019, 11:12

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A doença está sendo investigada por um grupo de pesquisadores brasileiros, que publicaram um artigo na revista norte-americana Emerging Infectious Diseases.

Uma nova doença, com sintomas semelhantes à Leishmaniose visceral, mas mais grave e resistente ao tratamento, foi descoberta em Sergipe. Duas pessoas morreram por causa da doença, que já acometeu 150 pessoas em Aracaju. O parasita ainda é desconhecido, mas os pesquisadores já identificaram que ele é diferente da Leishmania, responsável pela Leishmaniose.

A doença está sendo investigada por um grupo de pesquisadores brasileiros, que publicaram um artigo na Emerging Infectious Diseases, a revista do Centro de Controle de Doenças Infecciosas (CDC) dos Estados Unidos. A pesquisa é realizada no Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Liderada pela professora Sandra Regina Costa Maruyama, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o estudo está sendo desenvolvido em colaboração com colegas da equipe do professor João Santana Silva, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Diagnóstico, sintoma e tratamento

O diagnóstico e tratamento dos pacientes foi feito pelo médico Roque Pacheco de Almeida, professor do Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe, pesquisador e médico do Hospital Universitário/EBSERH de Aracaju. Em entrevista à Agência Brasil, Almeida contou que a doença vem infectando pessoas desde 2011 na capital sergipana, quando ele diagnosticou e tratou o primeiro caso. Esse paciente morreu em 2012, em consequência da doença.

Os sintomas, segundo ele, são muito parecidos aos do calazar (nome mais popular da Leishmaniose visceral), mas evoluem com mais gravidade. “A gente trata muitos pacientes com calazar aqui. São vários por ano. Um desses pacientes não respondeu ao tratamento. Ele recidivou [a doença reapareceu], tratamos novamente, recidivou de novo. E, na terceira recidiva, apareceram lesões na pele. Em pacientes sem HIV não vemos isso. Ele não tinha HIV e apareceram lesões na pele, pelo corpo inteiro, tipo botões, que chamamos de papulas”, contou o médico.

“Quando fizemos a biópsia, eram células repletas de parasitas. E aí o paciente evoluiu gravemente ao que chamamos de Leishmaniose visceral grave, com sangramento. O baço dele era gigante e a gente tentou formas de tratamento, mas ele não sobreviveu”, contou.

Almeida coletou amostras de tecidos desse paciente e os enviou a João Santana Silva, especialista em imunologia da FMRP-USP, que não conseguiu identificar o parasita pelos métodos tradicionais, comparando-o às espécies já conhecidas de Leishmania. Em 2014, a identificação do parasita ficou a cargo da bióloga e imunologista Sandra Regina Costa Maruyama, que começou a desconfiar que se tratava, na verdade, de um novo parasita que ainda não havia sido descrito pela ciência.

“A gente estava diante de um caso grave. Como não conhecíamos outras doenças, a gente achou que era um calazar grave. Mas quando fomos ver, o parasita isolado da medula óssea, da pele e do baço [desse paciente] se comportava também de maneira diferente em um camundongo [de laboratório]. O parasita [retirado] da pele dava lesão na pele do camundongo, mas não dava nos órgãos. E o parasita que veio da medula óssea dava lesão parecida com o calazar, no baço e no fígado [do camundongo]. Temos então dois parasitas diferentes no mesmo paciente”, falou Almeida.

Eles então fizeram um sequenciamento do DNA do parasita, que foi comparado ao de outros protozoários. Os pesquisadores perceberam, então, que não se tratava do Leishmania. O novo parasita se assemelha ao Crithidia fasciculata, que infecta apenas insetos e que é incapaz de infectar mamíferos. No entanto, essa nova espécie de parasita foi capaz de infectar humanos e camundongos – e de forma grave.  

Segundo Almeida, os 150 pacientes isolados também estão sendo testados para se avaliar se também foram infectados por esse novo parasita. “Boa parte desses pacientes também pertence a esse novo grupo. Ou seja, o problema pode ser ainda maior do que estamos imaginando”, disse.

Os pesquisadores esperam, em breve, conseguir descrever o novo parasita e nomear a nova doença. “Identificamos um parasita novo, uma doença nova, que causa uma doença grave e com resposta terapêutica não totalmente suficiente ou eficaz. Queremos entender a extensão disso e de onde apareceu esse parasita, se foi uma mutação. Tem uma linha grande de pesquisa para a gente investigar. Também queremos ver, geograficamente, para onde está se expandindo o parasita”, disse Almeida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 50 mil e 90 mil pessoas adoecem todos os anos com leishmaniose visceral. Dos casos registrados na América Latina, 90% ocorrem no Brasil. Também conhecida como calazar, ela é transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto infectado, conhecido popularmente como mosquito palha ou birigui. A transmissão aos insetos ocorre quando fêmeas do mosquito picam cães ou outros animais infectados e depois picam o homem, transmitindo o protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral.

Segundo o Ministério da Saúde, esses insetos são pequenos e têm como características a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas. Eles se desenvolvem em locais úmidos, sombreados e ricos em matéria orgânica (folhas, frutos, fezes de animais e outros entulhos que favoreçam a umidade do solo). No ambiente urbano, o cão é a principal fonte de infecção para o vetor, podendo desenvolver os sintomas da doença, que são: emagrecimento, queda de pêlos, crescimento e deformação das unhas, paralisia de membros posteriores e desnutrição, entre outros.

Nos humanos, os sintomas da doença são febre de longa duração, aumento do fígado e do baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular e anemia. Se não tratada, pode ser fatal.

Em 2017, segundo o Ministério da Saúde, 4.103 casos de Leishamiose visceral foram notificados no Brasil, sendo que 1.824 deles registrados na Região Nordeste. Em média, cerca de 3,5 mil casos são registrados anualmente. Nos últimos anos, a letalidade vem aumentando gradativamente. Em 2017, 327 pessoas morreram no Brasil por causa dessa doença.

Com informações da Agência Brasil

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Iceberg do tamanho de São Paulo se desprende na Antártida

01 de outubro de 2019, 11:04

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A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 30, pelo Twitter do programa de observação da Terra da União Europeia.

Um iceberg de 1.580 quilômetros quadrados, área levemente superior à da cidade de São Paulo (1.521 km²), desprendeu-se da plataforma de gelo Amery, a terceira maior da Antártida. O novo iceberg, chamado D28, soltou-se totalmente da plataforma no último dia 25. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 30, pelo Twitter do programa de observação da Terra da União Europeia em parceria com a Agência Espacial Europeia, o Copernicus.

O D28 tem cerca de 210 metros de espessura e contém 315 bilhões de toneladas de gelo, informou a glaciologista Helen Amanda Fricker, professora do Instituto de Oceanografia Scripps da Universidade da Califórnia.

“Os números são expressivos, mas a produção de icebergs faz parte do ciclo normal das plataformas de gelo, que são uma extensão da calota”, disse Fricker. “As plataformas de gelo precisam perder massa porque ganham massa, elas querem manter o mesmo tamanho.”

O ganho de massa vem da neve que cai no continente e das geleiras que se movem lentamente em direção à costa.

O leste da Antártida, onde o D28 se rompeu, tem características diferentes do oeste do continente e da Groenlândia, que estão se aquecendo rapidamente por causa das mudanças climáticas. “É realmente importante que o público não fique confuso e pense que isso é mudança climática”, declarou Fricker.

Um iceberg três vezes maior se rompeu na Antártida há dois anos, segundo ela, o que na época provocou pânico. “É uma linha tênue, porque definitivamente não queremos que as pessoas pensem que a mudança climática não está acontecendo”, acrescentou a glaciologista.

Antes e depois do desprendimento

O tuíte do Copernicus mostra duas imagens capturadas e processadas pelo satélite Sentinel 1. Na primeira, de 20 de setembro, é possível ver uma rachadura em Amery. Na segunda, registrada cinco dias depois, o iceberg já está completamente separado da plataforma de gelo.

Copernicus também explicou que a extensão do gelo no Ártico, no Hemisfério Norte, durante o verão, é “um dos principais e mais sensíveis indicadores da mudança climática” e que o mínimo anual ocorre em setembro. Segundo o programa, essa extensão neste ano “foi uma das mais baixas já observadas”. (Com agências internacionais).

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Lula recusa semiaberto: ‘Não troco minha dignidade pela liberdade’

30 de setembro de 2019, 17:06

Ex-presidente disse ainda esperar que Supremo Tribunal Federal corrija os erros cometidos pelos procuradores da Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro.

Em carta dirigida ao povo brasileiro, o ex-presidente Lula rejeitou cumprir pena em regime semiaberto.

“Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade”, escreveu Lula na tarde desta segunda-feira.

O petista se encontrou com seus defensores em Curitiba após procuradores da Lava Jato entrarem com pedido para que ele cumpra prisão em regime semiaberto.

“Diante das arbitrariedades cometidas pelos procuradores e por Sergio Moro, cabe agora à Suprema Corte corrigir o que está errado”, completou.

Lula está preso na carceragem da PF desde abril do ano passado, após condenação em segunda instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

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Smartphone explode ligado à tomada e mata garota de 14 anos

30 de setembro de 2019, 13:35

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O corpo de uma adolescente foi encontrado com ferimentos graves e com a bateria do celular destruída na almofada perto da cabeça dela.

Uma adolescente de 14 anos de idade morreu no sábado (28), no Cazaquistão, devido à explosão da bateria do seu celular enquanto o carregava sobre almofada de noite. Aparentemente, a jovem estava ouvindo a música no celular e adormeceu com o aparelho ligado, informam veículos de comunicação locais.

Na manhã do dia seguinte, o corpo da garota foi encontrado na sua casa, em Bastobe.

Algumas horas depois, peritos confirmaram que o celular explodiu nas primeiras horas da manhã depois de superaquecimento por estar sendo recarregado. Não foi revelada a marca do celular e nem foram dados detalhes sobre se o carregador utilizado era original ou não.

Carregadores assassinos

O caso se soma a dezenas de acidentes similares reportados nos últimos meses de vários cantos do mundo. O risco de carregadores celulares já foi alarmado inúmeras vezes, principalmente quando são usados perto dos donos.

Por exemplo, um estudo realizado no Reino Unido pela organização Electrical Safety First ressaltou que de 64 carregadores genéricos da Apple, 58% falharam no teste de resistência elétrica. O relatório recomenda prestar atenção a dispositivos enquanto são recarregados.

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Irã pede ao setor petrolífero que se prepare para ataque dos EUA

30 de setembro de 2019, 12:24

O ministro iraniano do Petróleo, Biyan Zangané, pediu hoje (29) a todas as empresas e instalações do setor petrolífero do país que estejam em estado “totalmente alerta” face a um possível ataque físico ou cibernético dos Estados Unidos.

Zangané, que recentemente supervisionou a segurança de várias refinarias, ordenou que todas “as medidas administrativas, técnicas e operacionais necessárias para proteger as instalações” sejam adotadas de imediato.

As declarações do ministro iraniano foram feitas na sequência da ponderação que os Estados Unidos admitiram estar fazendo sobre a possibilidade de realizar um ataque seletivo contra o Irã que, entre opções, inclua ataques cibernéticos contra refinarias e outras instalações do setor de energia.

A avaliação dos Estados Unidos surge como represália pelos ataques, em 14 de setembro, contra duas instalações da companhia de petróleo saudita Aramco, pelas quais os EUA e a Arábia Saudita responsabilizam o Irã, embora o governo iraniano negue qualquer envolvimento.

Biyan Zangané disse ser necessário estar preparado para “enfrentar situações de emergência e minimizar qualquer dano, quer nas instalações, quer dos habitantes” da área, informou a agência oficial iraniana de notícias.

A tensão entre o Irã e os Estados Unidos tem aumentado desde o ano passado, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, retirou o país do acordo nuclear de 2015 e impôs novamente sanções ao Irã.

O acordo de 2015, concluído após vários anos de esforços diplomáticos, prevê uma limitação do programa nuclear iraniano em troca do levantamento das sanções internacionais contra o país.

No entanto, em maio de 2018, os Estados Unidos decidiram retirar-se unilateralmente do acordo e restabeleceram sanções punitivas contra o Irã, impedindo a recuperação econômica pretendida pelo país.

Um ano depois, em maio de 2019, e após ter aguardado sem sucesso que as outras partes do acordo – França, Reino Unido, Alemanha, Rússia e China e União Europeia – ajudassem o país a contornar as novas sanções norte-americanas, o Irã anunciou que ia alterar progressivamente alguns dos compromissos assumidos.

No início de julho, o governo iraniano anunciou o aumento do limite imposto às suas reservas de urânio enriquecido para 4,5%, ultrapassando o máximo autorizado pelo acordo (3,67%).

O chefe da diplomacia iraniana, Mohamad Yavad Zarif, garantiu, numa entrevista dada ontem (28) à estação norte-americana NBC, que os Estados Unidos “começaram uma guerra cibernética”, garantindo, sem fornecer detalhes, que instalações nucleares foram atacadas “de uma maneira muito perigosa e irresponsável, que poderia ter matado milhões de pessoas”.

Com informações da Agência Brasil

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Cientista da NASA tem esperança em achar vida em Marte, mas vê despreparo da humanidade

30 de setembro de 2019, 07:25

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A NASA e a Agência Espacial Europeia irão a Marte procurar vida no subsolo do Planeta Vermelho. A NASA acredita que as missões encontrarão evidência de vida extraterrestre. Mas a humanidade está preparada para conhecer novas formas de vida?

Em 2020, a NASA e a Agência espacial europeia irão enviar astromóveis para Marte, a fim de perfurar a superfície do planeta em busca de vida extraterrestre. Em recente entrevista ao jornal britânico The Sunday Telegraph, o cientista-chefe da NASA, Dr. Jim Green, disse que, pelo menos, uma delas poderá encontrar evidências da tão procurada vida fora da Terra.

Os astromóveis irão perfurar a superfície de Marte, em uma área na qual se acredita que há cerca de quatro bilhões de anos havia um oceano. Há evidências de que o Planeta Vermelho possa ter sido um dia tão azul quanto a terra. Os astromóveis irão extrair amostras de material orgânico e, pela primeira vez na história, transportá-las para a Terra em tubos especiais.

De acordo com Green, onde há água, há vida. Portanto, amostras do antigo oceano  de Marte podem trazer evidências de vida no Planeta Vermelho. Segundo o cientista, a descoberta será tão “revolucionária” quanto a de Copérnico e “irá originar novas formas de pensamento”.

No entanto, o Dr. Green manifesta estar preocupado com as consequências do anúncio: “Eu não acho que estamos preparados para os resultados. Não estamos”, alertou ele.

A missão acontece após a descoberta de provas geológicas de que existem reservatórios de água no subsolo de Marte. De acordo com cientistas, Marte poderia ter tido um grande oceano que, como resultado das mudanças climáticas, recuou para as profundezas do planeta: “Quando o meio ambiente fica muito extremo, a vida se desloca para dentro das rochas”, explicou o cientista.

Vida extraterrestre

O Dr. Green, que trabalha na NASA há 38 anos, acredita que existe a possibilidade de haver pequenos organismos em outros planetas: “Não há motivos para acreditar que não existam civilizações em outros lugares, porque nós estamos encontrando exoplanetas em todo lugar”.

A aposta do cientista é de que haja vida na lua de Saturno chamada Titã. “Se nós fossemos para algum lugar procurar vida distinta da nossa, deveríamos ir para Titã”, propôs o cientista. “Em Titã você substitui o metano por água, então você terá um tipo diferente de vida, com uma nova estrutura química que comporia um novo tipo de DNA. Seria muito esquisito.”

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Comer tomate espanta a depressão, revela uma nova pesquisa

30 de setembro de 2019, 07:05

Muito provavelmente você não imagina que o simples fato de consumir algumas porções de tomate durante a semana pode diminuir consideravelmente as chances de sofrer de depressão. Mas é exatamente isso que revela uma pesquisa que analisou a saúde mental e os hábitos alimentares de cerca de mil homens e mulheres acima dos 70 anos.Entre os dados apurados pelos pesquisadores, aqueles que consumiam tomate entre duas a seis vezes por semana apresentavam um risco 46% menor de apresentar sintomas de depressão do que aqueles que ingeriam o fruto menos de uma vez por semana.

De acordo com a notícia do jornal britânico The Daily Mail, outro dado importante detectado pelos cientistas é que outras frutas e vegetais não possuem o mesmo efeito.

Estudos anteriores já comprovaram que o tomate é rico em substâncias com ação antioxidante que protegem o organismo de doenças. O tomate também é uma excelente fonte de licopeno, o antioxidante responsável pela coloração vermelha do fruto e que tem sido relacionado à redução do risco de cancro da próstata e a problemas cardíacos.

A pesquisa inovadora foi realizada por investigadores da China e do Japão liderados pelo médico e professor Kaijun Niu, da Tianjin Medical University (China), que desejava investigar estudos anteriores que sugeriam que o licopeno teria uma certa influência psicológica pelo seu poder de diminuir a oxidação e os danos às células do cérebro.

Os resultados da pesquisa foram publicados no periódico científico Journal of Affective Disorders.

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