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Papa pede que se ouça ‘grito do pobre sufocado pelo do rico’

18 de novembro de 2018, 11:04

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Francisco fez declaração pela ‘Jornada Mundial dos Pobres’

O papa Francisco afirmou neste domingo (18) que “a injustiça é a raiz da pobreza” e pediu para os fiéis ouvirem o “grito dos pobres, cada dia mais forte, mas também menos escutado, sufocados pelo barulho de alguns ricos” A declaração foi dada durante a missa na Basílica de São Pedro, no Vaticano, pela ocasião da 2ª edição da Jornada Mundial dos Pobres, dia instituído pelo Pontífice.

“O clamor dos pobres é diariamente cada vez mais forte, mas a cada dia menos escutado, já que é dominado pelo barulho de alguns ricos, que são cada vez menos, mas mais rico”, alertou.

Francisco também pediu para os fiéis clamarem por “graça para ouvir o grito de quem vive em águas tumultuosas”. “É o grito dos muitos Lázaros que choram, enquanto diversos ricos fazem banquetes com aquilo que justamente pertence a todos”, acrescentou.

A celebração contou com a presença de pelo menos seis mil pessoas, entre elas sem-abrigo, indigentes, imigrantes, além de voluntários e representantes das associações que prestam diariamente assistência às minorias.

Na homilia, o líder da Igreja Católica ainda ressaltou que Deus pede para todos os cristãos reconhecerem “aqueles que têm fome e sede, o estrangeiro e o despojado da sua dignidade, o doente e detido”.

“Vejamos o que sucede em cada uma das nossas jornadas: entre tantas coisas, fazemos alguma gratuitamente, fazemos alguma coisa àqueles que não têm como corresponder?”, questionou Francisco.

Logo depois da missa, Jorge Mario Bergoglio participou de um almoço coletivo com mais de três mil pobres. Segundo dados da Oxfam, organização britânica que reúne instituições de combate à pobreza, pelo menos 3,7 bilhões de cidadãos – metade da população global – não registraram aumento em sua riqueza no ano passado. (ANSA)

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Consumidor brasileiro de cerveja prefere qualidade à quantidade

17 de novembro de 2018, 12:46

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O consumidor brasileiro de cerveja fica mais sofisticado. De fato, ele está priorizando a qualidade em detrimento da quantidade. Uma nova pesquisa divulgada pela Mintel revela que mais da metade, 57% deles, afirma preferir beber pequenas quantidades de cerveja cara, em vez de grandes quantidades de cerveja de menor custo. Esse comportamento é mais perceptível entre os consumidores de maior poder aquisitivo. No grupo socioeconômico AB mais de dois terços dos consumidores, 68%, preferem priorizar a qualidade em comparação com 52% dos consumidores das classes C12.

A pesquisa também revela que os homens são mais propensos do que as mulheres a preferir cervejas nacionais: 47% contra 41%. Por outro lado, em relação às marcas internacionais, as preferências são quase iguais: 26% para homens e 23% para mulheres. Além disso, quando se trata de motivações para experimentar novos tipos de cerveja, a pesquisa da Mintel aponta que dois quintos, 42%, dos consumidores mencionaram “um novo sabor/sabor inovador (por exemplo, de frutas, mel)”. Essa razão é mais evidente entre aqueles entre 18 e 24 anos, sendo citada por mais da metade, 53%, deles.

“A nossa pesquisa indica que os consumidores, principalmente os mais jovens, são atraídos por sabores novos e interessantes ao provar novos tipos de cerveja. As marcas podem, portanto, investir em sabores inovadores e exóticos para atrair esse público por meio da curiosidade. Já em relação ao fato que as preferências dos consumidores estão mudando de grandes quantidades para quantidades menores de mais qualidade, investir em embalagens menores para produtos premium pode ser uma oportunidade para atrair as classes mais altas. Apesar de várias marcas nacionais já terem lançados versões menores de seus produtos, as cervejas artesanais e de trigo ainda não aproveitaram essa oportunidade. E como nossa pesquisa mostra que não há uma grande diferença de preferência entre homens e mulheres em relação às marcas internacionais, elas poderiam ter mais sucesso em atrair o público feminino. As marcas internacionais poderiam, por exemplo, lançar edições limitadas especiais voltadas especificamente para mulheres”, sugere Ana Paula Gilsogamo, especialista em Alimentos e Bebidas, da Mintel.

Ainda com uma economia instável, o mercado brasileiro de cervejas apresenta um pequeno sinal de recuperação, com a Mintel prevendo um crescimento de 1% em volume até o final deste ano. Os brasileiros compraram 10,3 bi de cerveja no ano passado e para 2018 está prevista uma quantidade de 10,4 bi litros. No entanto, influenciado pelas incertezas políticas e econômicas do País, além de preocupações dos consumidores com a saúde, o mercado não deve se expandir nos próximos anos.

Em relação ao valor de mercado, a Mintel estima que em 2018 ele crescerá 3,3% em relação a 2017. No ano passado, o mercado brasileiro valia R$ 79,8 bi e está previsto que suba para R$ 82,4 bi até o final deste ano, registrando um crescimento de 3,3%.

“O consumo de cerveja está mudando no Brasil. Os consumidores têm favorecido produtos de mais qualidade e que são menos prejudiciais à saúde, o que deve continuar afetando o mercado, especialmente o crescimento em volume. Já o crescimento em valor pode ser atribuído ao fato de que os consumidores demonstram preferência em beber pequenas quantidades de cerveja cara em vez de grandes quantidades de cerveja barata”, explica Ana Paula.

A pesquisa da Mintel também revela que os consumidores tendem relacionar cervejas artesanais à qualidade dos ingredientes e a sabores inovadores. Quando perguntados sobre quais fatores definem uma cerveja artesanal, quase metade dos consumidores, 45%, respondeu “ingredientes de alta qualidade” e 43% mencionaram “sabores únicos/inovadores” e 34% citaram “ingredientes/métodos de fermentação tradicional”. Apesar de cerveja artesanal estar associada a um menor volume de produção anual e ausência, ou pequena participação, de grandes empresas e indústrias no controle de sua produção, “ser uma empresa independente” é citada por pouco mais de um quinto, 23%, dos consumidores.

A pesquisa também abordou a questão das cervejas artesanais serem adquiridas por empresas maiores. De acordo com o levantamento da Mintel, 40% dos consumidores concordam com a afirmação: “Quando uma marca artesanal/pequena cervejaria é comprada por uma grande empresa, a qualidade da cerveja diminui”, enquanto 38% concordam com,“ pequenas cervejarias independentes produzem cerveja de melhor qualidade do que as grandes empresas ”.

“As marcas precisam criar estratégias para mostrar que a aquisição de uma cerveja artesanal por uma grande empresa não vai prejudicar sua qualidade. Aliás, a comunicação da manutenção da qualidade, especialmente dos ingredientes usados, é essencial, pois a percepção do consumidor brasileiro em relação às cervejas artesanais está mais ligada à qualidade dos ingredientes utilizados do que ao tamanho das marcas ou aos métodos de fermentação”, conclui Ana Paula.

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Cientistas determinam qual foi o pior ano de sempre para se viver

17 de novembro de 2018, 10:31

Foto: © DR

Você até pode achar que este ano não está indo bem, mas 2018 está sem dúvida alguma longe de ser o pior ano

Se alguém lhe perguntar qual terá sido até o momento o pior ano da História para se estar vivo, o que diria? 1347 talvez? Quando a peste negra assolou a Europa ou os anos do Holocausto, entre 1941 e 1945?

Ou ainda 1918, o ano em que começou a Gripe Espanhola? – pandemia esta que na altura matou mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo.

Não, está errado.

Cientistas afirmam que o pior ano de sempre da História foi 536 E.C.

“Foi provavelmente o início de um dos piores períodos de sempre para se estar vivo, senão o pior ano”, explicou Michael McCormick, professor de arqueologia e de história da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, em declarações à revista norte-americana Science Magazine.

Ele e uma equipe de pesquisadores dizem que não se registraram quaisquer sinais de melhorias econômicas até o ano de 640 E.C.

Foi em 536 que teve início o reinado Bizantino do imperador Justiniano ‘O Grande’, e apesar de à partida não estar acontecendo nada digno de nota – genocídios ou pragas fatais – um estranho fenômeno teve lugar…

De acordo com os registros, um misterioso nevoeiro surgiu no céu, bloqueando o Sol e fazendo com que as temperaturas subissem perigosamente. O acontecimento terá gerado o caos global durante vários anos, provocando secas, danos nas colheitas, neve durante o verão na China e fome extrema geral.

McCormick revela que existem provas geológicas que sugerem que erupções vulcânicas catastróficas terão estado na origem desses trágicos acontecimentos.

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Conheça as profissões do futuro e esteja preparado para o mercado

17 de novembro de 2018, 08:59

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Profissionais que saibam imprimir grandes edifícios em 3D, consertar robôs domésticos e fazer roteiros de viagens para a órbita terrestre serão essenciais em poucos anos

O 8º Mapa do Ensino Superior, estudo elaborado pelo Semesp – entidade representante de instituições de ensino superior -, revela as carreiras mais desejadas no mercado de trabalho nas próximas décadas. Profissionais que dominarem conceitos de inteligência artificial, programação e computação matemática estarão em destaque.

Como aponta o levantamento, ao qual o ‘G1’ teve acesso, habilidades com tecnologia serão essenciais para todas as áreas de atuação. Criatividade, inovação, gestão e empreendedorismo também seguirão em alta para quem almeja uma posição de destaque no mercado de trabalho.

Confira doze profissões que surgirão nos próximos anos, segundo especialistas ouvidos pelo Semesp:

Agricultor digital: profissional que usa tecnologia, como drones para monitorar plantações e recursos digitais para análise das condições meteorológicas, para aprimorar os processos no campo.

Agricultor urbano: especialistas projetam um aumento no cultivo de alimentos em grandes cidades. Por isso, profissionais que dominem engenharia agrônoma, nutrição, agricultura e urbanismo podem se destacar.

Defensor da ética tecnológica:profissional que analisa a interação entre humanos, robôs e inteligência artificial, segundo conceitos filosóficos e éticos.

Gestor de novos negócios em inteligência artificial: profissional com perfil comercial para vendas e conhecimentos de programação e gestão trabalhará no desenvolvimento de programas que acelerem negócios em inteligência artificial.

Gestor de resíduos: um problema atual que precisa de uma solução urgente. O gestor de resíduos industriais atuará em parceria com o governo para pensar em políticas públicas para minimizar impactos e transformar o lixo em uma fonte de renda. Conhecimentos de engenharia química, ecologia, direito e relações públicas serão desejáveis.

Desenvolvedor de materiais educacionais online: o crescimento da educação à distância exigirá novas soluções para materiais didáticos online, como diagramação, editoração e edição de vídeo.

Especialista em impressão 3D de grande porte: profissional deverá ser capaz de operar impressoras 3D para grandes construções. Área deve, inclusive, se tornar um novo ramo da engenharia civil.

Engenheiro climático: profissionais com conhecimentos em meteorologia, engenharia agrícola, cartografia e agronomia deverão desenvolver novas tecnologias para prever e evitar desastres climáticos.

Hacker genético: profissionais com conhecimento em genética, computação, matemática, fisiologia e medicina atuarão no aperfeiçoamento do corpo humano, que deverá tornar-se mais resistente a doenças.

Controlador de tráfego: ferramentas de inteligência artificial devem auxiliar os profissionais a gerir o espaço rodoviário e aéreo ocupado por veículos autônomos e drones.

Guia de turismo espacial: especialistas em turismo na órbita da Terra serão essenciais para fazer roteiros de férias em ambientes que possam ser explorados.

Técnico de manutenção de robôs: profissional deve ser capacitado a consertar robôs de uso pessoal.

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Ministro de cibersegurança do Japão declara que nunca usou um computador

17 de novembro de 2018, 08:41

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Yoshitaka Sakurada, ministro do Japão no comando de cibersegurança e membro do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020 fez uma declaração num encontro com parlamentares que está repercutindo em todo o mundo. O ministro de 68 anos disse que nunca mexeu em computadores, já que desde os 25 anos ele comanda seus negócios de forma independente, e que quando o uso do computador é necessário há funcionários que fazem isso por ele.

” Dou instruções ao meu assistente e, portanto, não preciso entrar em um computador”, disse ele. “Mas confio que nosso trabalho é impecável” – Yositaka Sakurada.

Como estamos falando de um ministro de cibersegurança o descaso de Sakurada com aspectos relacionados à tecnologia está reverberando negativamente na imprensa do mundo todo. Durante o encontro, o ministro, de acordo com o jornal britânico The Guardian também ficou completamente perdido quando foi levantada uma questão sobre a permissão de pendrives em estações de energia nuclear do Japão.

Sakurada disse não saber bem os detalhes sobre o assunto e sugeriu que seria melhor um especialista responder a questão. Masato Imai, parlamentar da oposição, disse que “é incrível que alguém que não tenha tocado em um computador em sua vida seja responsável pelas políticas de segurança cibernética”.

Sakurada, formou-se na Universidade de Meiji e foi eleito pela primeira vez para o parlamento em 1996 pela Prefeitura de Chiba, próximo a Tóquio. Ele foi nomeado ministro de cibersegurança e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020 no mês passado pelo primeiro-ministro Shinzo Abe.

Quando um parlamentar questionou como ele pretendia fazer o seu trabalho sem nenhum conhecimento sobre computadores, Sakurada insistiu que as políticas a este respeito são definidas por um grupo de pessoas dentro de seu ministério e do governo nacional e também disse que estava confiante de que não haveria problemas a este respeito.

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Cervejas terão rótulos com os ingredientes usados na fabricação

16 de novembro de 2018, 14:48

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As cervejas nacionais e importadas vendidas no Brasil terão, em seus rótulos, especificações mais claras sobre os ingredientes utilizados em sua fabricação. A medida está prevista em instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), publicada no Diário Oficial da União de hoje (16).

As empresas terão o prazo de um ano para se adequar às novas regras previstas na instrução do Mapa. A instrução estabelece a “obrigatoriedade de constar, de modo claro, preciso e ostensivo, na rotulagem de cervejas, as informações que indiquem os ingredientes que compõem o produto, substituindo as expressões genéricas ‘cereais não malteados ou maltados’ pela especificação dos nomes dos cereais e matérias-primas efetivamente utilizados como adjunto cervejeiro”.

Além disso, a portaria prevê que os açúcares utilizados na fabricação da cerveja deverão ter a denominação acrescida do nome da espécie vegetal de origem – caso, por exemplo, do açúcar de cana.

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IA consegue criar impressões digitais falsas e enganar sensores biométricos

16 de novembro de 2018, 13:42

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Uma inteligência artificial chamada DeepMastersPrint é capaz de criar impressões digitais falsas e enganar sistemas de autenticação por biometria. Criada a partir de uma rede neural, a IA é um projeto de uma equipe de cinco pesquisadores liderados por Philip Bontrager, da Universidade de Nova York.

O artigo com os primeiros resultados da pesquisa foi apresentado em um congresso no mês passado e mostra que a IA pode contribuir para melhorar a segurança de produtos que utilizam a biometria. Afinal, apontar possíveis falhas em sistemas de segurança utilizados atualmente é uma das formas de incentivar a adoção de novas e melhores medidas.

Para funcionar, a IA se aproveita do fato de muitos leitores de digitais analisarem apenas uma parte da ponta do dedo e compararem com as partes cadastradas. Isso é feito puramente por questões de usabilidade. Do contrário, o desbloqueio de um aparelho utilizando esse método seria extremamente demorado e exigiria que o usuário encostasse todo o dedo no sensor sempre que precisasse confirmar a identidade.

Impressões digitais reais (esquerda) e impressões falsas geradas artificialmente (direita).

Com isso em mente, os pesquisadores utilizaram uma técnica de aprendizado de máquina e alimentaram a rede com dados de digitais reais. A partir disso, a IA foi capaz de criar digitais falsas, que não tem donos humanos, contendo várias das partes mais comuns entre as digitais analisadas. Dessa forma, foi possível colocar várias dessas digitais falsas contra um sistema biométrico até que ele fosse enganado.

Em entrevista ao The Guardian, Bontrager compara o método utilizado a um ataque de dicionário, que tenta adivinhar senhas ao testar milhares de combinações de palavras comuns. Esse detalhe também pode nos deixar um pouco mais tranquilos, pelo menos por enquanto. Ele garante que a IA não pode ser utilizada para invadir um smartphone ou computador, por exemplo, já que esses sistemas costumam bloquear o acesso quando há muitas tentativas erradas.

Outro ponto interessante da pesquisa é que as digitais falsas criadas também podem enganar o olho humano, pois elas são muito semelhantes às reais. Anteriormente, uma técnica parecida foi usada para enganar sensores biométricos, mas as imagens geradas tinham um formato distorcido, permitindo que uma pessoa percebesse facilmente que não se tratava de um dedo real.

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Quadro de Hockney é vendido a US$ 90 mi, recorde para um artista

16 de novembro de 2018, 12:32

Foto: © Getty Images

O quadro “Retrato de um Artista (Piscina com Duas Figuras)”, do inglês David Hockney, foi vendido nesta quinta (15) num leilão da Christie’s por US$ 90,3 milhões (cerca de R$ 342 milhões), batendo o recorde de vendas para um artista vivo – antes a marca era do americano Jeff Koons pela escultura “Balloon Dog”, que atingiu US$ 58,4 milhões.

Hockney, 81, despontou na cena de arte britânica no início dos anos 1960 e se tornou um dos mais populares artistas vivos, apesar de seu trabalho nem sempre ter sido levado a sério. Muitos criticavam que suas cores era muito fortes e suas figuras, realistas demais.

Recentemente, foi tema de retrospectivas em grandes museus, uma no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, e outra no Tate Britain, recorde de público da instituição inglesa.

“Retrato de um Artista (Piscina com Duas Figuras)” , um dos seus trabalhos mais admirados, é também um dos mais misteriosos. A tela, que mostra um jovem olhando para alguém que mergulha numa piscina, foi feita durante três meses de 1972, logo após o artista terminar um relacionamento com um jovem estudante chamado Peter Schlesinger -é num retrato dele que Hockney se inspirou para criar a figura em pé.

Curador da exposição sobre o inglês no Metropolitan, Ian Alteveer disse ao New York Times que destacou a tela no catálogo da mostra porque ela atesta o ápice dos retratos duplos de Hockney e também uma mudança na forma em que o artista retrata a água: de um jorro distinto para uma solução de “encharcar” a tela. Com informações da Folhapress.

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Coreia do Norte anuncia teste de “nova arma tática ultramoderna”

16 de novembro de 2018, 12:18

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Ciência ajuda a descobrir se alguém está mentindo

16 de novembro de 2018, 12:08

Foto: Foto: iStock.com/Getty Images

Sempre estamos em busca da verdade e fica difícil saber se as pessoas estão sendo 100% honestas. Um novo estudo tentou entender melhor como identificar se uma pessoa está mentindo, realizando um teste com participantes entre 19 e 37 anos.

Organizada pela Universidade de Tampere, na Finlândia, a pesquisa descobriu que evitar olhar nos olhos ou olhar demais são indicadores de desonestidade. Durante o experimento os participantes tiveram que jogar um “jogo da mentira” contra uma outra pessoa pelo computador.

Cada um tinha a chance de olhar breve seu oponente através de um vidro durante o jogo para que, em seguida, decidissem qual jogada escolher. Dependendo da jogada, o oponente poderia olhar o participante nos olhos ou manter os olhos na tela do computador. Os pesquisadores notaram que o contato visual direto reduzia a chance de mentira.

Isso indica que a decisão em omitir a verdade depende de quem é a pessoa para quem você está mentindo, podendo ter influência apenas na maneira como cada um olha para o ouvinte. O estudo também derruba a ideia de que os mentirosos evitam o contato visual, pois eles estão cientes de que isso é um sinal que os entrega.

Portanto, é comum que a segurança no olhar de um mentiroso seja, na verdade, um indício de sua falta de verdade. Apesar de experimental, o estudo pode ser útil para vários propósitos, como interrogatórios policiais, por exemplo. Outros estudos já foram realizados para tentar encontrar sinais que entregam os mentirosos.

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