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OAS acumula novas dívidas e corre risco de falir

15 de julho de 2019, 12:13

Foto: Divulgação

Relatórios da OAS entregues à Justiça apontam que a empresa corre grande risco de entrar em falência. As informações foram publicadas em reportagem do jornal Folha de S.Paulo nesta 2ª feira (15.jul.2019).
Alvarez & Marsal, administradora judicial da empreiteira, tem feito alertas de uma grave situação fiscal da empresa. A empreiteira está com processo de recuperação aberto desde 2015.

No último alerta, referente ao mês de junho, declara que a liquidez do grupo está em “estágio crítico”. Em abril, afirmou que havia dúvida sobre “a capacidade de soerguimento das atividades empresariais” da OAS.

O número de obras em curso e a receita da OAS caíram desde a prisão do ex-presidente da empreiteira Léo Pinheiro, em 2014. Na época, a empresa tocava 80 obras e era considerada a 3ª maior empreiteira do país, com receita de R$ 77 bilhões.

Neste ano, são 20 obras em andamento, e a receita bruta para o ano está em 900 milhões. O número de trabalhadores também diminuiu, de 127 mil em 2014 para 19 mil em 2019.

O que diz a OAS

Consultada pela reportagem, a assessoria da OAS afirmou que as receitas disponíveis para o ano de 2019 serão suficientes para cumprir com suas obrigações.

“Todas as equipes seguem firmes para o cumprimento do planejamento estratégico para o ciclo 2019/2021”, afirma. “A expectativa continua sendo a de que nas próximas semanas encerre o plano e saia da recuperação judicial”, diz.

A empresa também afirmou que a dívida, que chegou a ser de R$ 9,2 bilhões, passou a R$ 2,8 bilhões; que toda a gestão da OAS foi reformada e que “o objetivo é concluir os acordos de leniência e poder seguir com os negócios de forma ética, transparente e íntegra, voltando a participar do crescimento e fortalecimento da infraestrutura no país”.

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Estados investem em vigilância nas escolas e alunos como mediadores para inibir violência

15 de julho de 2019, 12:05

Foto: © Edilson Rodrigues (Agência Senado)

Beatriz Jucá (El País) – Duas tragédias escolares marcaram o Brasil. Em 7 de abril de 2011, um ex-aluno, Wellington Menezes, entrou na Escola Municipal Tasso de Silveira, e matou 12 crianças. A escola fica em Realengo, zona oeste do Rio. Oito anos depois, o país assistiria atônito a mais um ataque gratuito, na escola Estadual Raul Brasil que matou oito pessoas na cidade de Suzano, na grande São Paulo. Massacres como esses são casos extremos. Mas há um problema crônico que assola as escolas brasileiras: a violência cotidiana. No país em que 69% dos estudantes afirmam ter presenciado alguma situação de violência no chão da escola —segundo dados do Diagnóstico Participativo da Violência nas Escolas—, as políticas desenvolvidas pela maioria dos Estados focam principalmente em ações de segurança ostensivas e ainda patinam em soluções com o intuito de melhorar a convivência escolar, apontadas por especialistas como mais eficazes para enfrentar o problema a longo prazo. Um ano depois que a lei federal 13.663/2018 obrigou expressamente o poder público a desenvolver ações para combater todos os tipos de violência nas escolas —da agressão ao bullying—, as ações desenvolvidas pelos Estados envolvem medidas difusas que vão da criação de aplicativos para controlar a presença do aluno na escola e instalação de sistemas de vigilância 24 horas até ações de educação socioemocional e mediação escolar.


Há três anos, o Distrito Federal implementou um formulário online preenchido em parceria com a Polícia Militar para identificar os principais tipos de violência que acontecem nas escolas e pensar soluções para reduzir as estatísticas. Os dados são mantidos em sigilo, mas sinalizam que as turmas de Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) são as mais violentas, conta a secretária executiva de Educação do DF, Janaína Almeida, sem citar cifras específicas. Uma pesquisa do Sindicato dos Professores do DF lança luzes sobre o tamanho do problema: segundo o levantamento, 97% dos profissionais que atuam em escolas públicas já presenciaram situação de violência dentro das instituições.

Para reverter o cenário, o Distrito Federal tem apostado em medidas polêmicas, como um regimento escolar rígido, que permite por exemplo a revista aos pertences dos estudantes por funcionários das escolas. “Em relação à parte pedagógica, reformulamos o regimento escolar com um rigor maior para a disciplina. Também teremos uma nota para o comportamento. O estudante que se sai bem e que tem uma conduta elogiosa, recebe pontos. Nós acreditamos que assim acabaremos com a cultura da impunidade. Correndo o risco de perder pontos e influenciar na nota final, acreditamos que o estudante mudará sua conduta”, explica Janaína. As novas regras começam a valer no segundo semestre deste ano. A secretária também conta que será implementado um aplicativo para que os pais possam monitorar o tempo que os filhos permanecem na escola através dos registros de entrada e saída nas instituições por meio de um cartão personalizado com um código de barras.

Ações de patrulhamento, implantação de sistema de vigilância 24 horas e parcerias com agentes de segurança para dar palestras e cursos são as políticas mais comuns adotadas para combater e prevenir a violência escolar no Brasil, segundo levantamento feito pelo EL PAÍS — que procurou as secretarias de educação dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal para entender como os Governos vêm preparando as escolas brasileiras para lidar com o problema. Ao todo, 15 gestões responderam às solicitações da reportagem. Em Sergipe, por exemplo, a gestão estadual implementou um sistema de monitoramento em tempo real em 48 escolas para reduzir as estatísticas de arrombamentos e furtos. Já Goiás estuda um protocolo de segurança para ser seguido pela comunidade escolar, com um contato direto por Whatsapp entre os profissionais das escolas e os agentes de segurança.

“Esses mecanismos atuam para conter a violência nas escolas, mas agem nas consequências e não nas causas”, afirma a doutora em Educação pela Unicamp, Telma Vinha. Ela pondera que ações para coibir a violência dura nas escolas são necessárias, mas defende que o poder público precisa ir além deste modelo “reativo” de atuação para lidar com o problema de forma mais ampla, com ações de planejamento para a melhoria da convivência e do clima escolar. “O objetivo principal [dessa forma de atuação reativa] é impedir que as condutas negativas ocorram estabelecendo um controle. Desobriga a escola de rever-se como também produtora da violência institucional, como por meio de regras abusivas e sem sentido, currículo destituído de significado para os alunos, sanções injustas, manutenção do preconceito entre outros”, explica.

Telma Vinha afirma que estudos nacionais e internacionais apontam que o que mais tem crescido na escola não são os chamados casos de violência dura, mas a indisciplina. Ela defende a importância de um levantamento regular para que cada Estado possa desenvolver políticas mais efetivas aos seus problemas. “A Lei Antibullying aprovada no ano passado coloca a importância desse monitoramento, mas infelizmente isso ainda não é cumprido por muitos estados”, acrescenta.

Nesta perspectiva de tentar mensurar o que de fato se passa no ambiente escolar, Santa Catarina é um dos estados que apresentam um sistema mais detalhado, coordenado por um núcleo de prevenção à violência. Esse sistema aponta que, no Estado, a violência verbal, agressões físicas e bullying dominam as ocorrências no chão da escola. Os principais motivos dos conflitos são incivilidade, vandalismo e preconceito. Os dados também indicam que a sala de aula é o local onde há mais incidência de casos, envolvendo principalmente estudantes dos últimos anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. O levantamento feito com as gestões estaduais pelo EL PAÍS, no entanto, mostra que grande parte dos estados não consegue armazenar dados e fazer esse tipo de diagnóstico.

“A gente não tem muito acesso ao que de fato acontece nas escolas porque os registros, quando feitos, ainda são considerados burocráticos. Muitas vezes são registros de encaminhamentos de ações que indicam uma terceirização do problema para as diretorias de ensino, conselho tutelar ou órgãos de segurança”, alerta a pesquisadora Luciene Tognetta. Para ela, as escolas precisam se preparar para resolver internamente seus conflitos. Para isso, aponta, o poder público precisa garantir os recursos humanos necessários e desenvolver ações que ensinem os jovens a agir de forma assertiva. “Precisamos formar professores que saibam como ajudar os jovens nisso. Isso não quer dizer que vou esquecer dos órgãos de segurança ou do atendimento psicológico, mas temos que criar redes de apoio porque quem está na base dessas ações é a escola. Temos que parar de terceirizar os problemas”, defende. “Que atividades a gente faz com os alunos pra colocar na pratica ações socioemocionais? Como organizar o cotidiano para que possam se sentir respeitados e pertencentes a esses espaços”, questiona a pesquisadora.

Uma ação que tem apresentado resultados nas escolas, informa Tognetta, são os projetos que colocam o próprio aluno como protagonista na mediação de conflitos nas escolas. Estados como Ceará, Bahia, Mato Grosso e Minas Gerais afirmam desenvolver ações nesta perspectiva. A pesquisadora pondera, no entanto, que a implantação da mediação escolar também requer formação dos profissionais para que eles saibam como solucionar os conflitos por meio de um trabalho que seja organizado e sistemático. “A formação é fundamental para a implantação de políticas contínuas, que durem mais de um semestre ou o dia da paz”, afirma.

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Padre Marcelo afirma ter perdoado mulher que o empurrou de palco

15 de julho de 2019, 11:58

Foto: © Egberto Nogueira/ÍMÃ/VEJA/Reprodução

Arremessado para fora do palco por uma mulher que alegou sofrer de bipolaridade, o padre Marcelo Rossi afirma ter perdoado sua agressora.

Ele não quis fazer boletim de ocorrência — a queixa ficou sob responsabilidade da Canção Nova, onde a missa era realizada.

Padre Marcelo não teve nenhuma fratura ou problema grave, a não ser por pequenas escoriações. “Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente”, disse o padre após o episódio.

Ele está recluso no momento, não quer dar entrevistas.

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NASA explica por que americanos ainda não voltaram à Lua nem pousaram em Marte

15 de julho de 2019, 11:53

Foto: Divulgação

O administrador da NASA, Jim Bridenstine, explicou à CBS por que é que os EUA suspenderam o seu programa espacial lunar e não pousaram em Marte.

Segundo Bridenstine, isto deve-se a riscos políticos, pelos quais ele subentende a falta de financiamento. Ele acrescentou que, se não fosse isso, os americanos já estariam na Lua e em Marte.

Bridenstine disse que na década de 1990 e início dos anos 2000, a NASA tentou voltar à Lua e pousar em Marte, mas ambos os programas levaram muito tempo a preparar e implicavam gastos sérios. O administrador da NASA também observou que, pela mesma razão, o pouso em Marte, previsto para 2024, pode não se realizar.

Planos de Donald Trump

Recentemente, a administração de Donald Trump estabeleceu o objetivo de acelerar a implementação do programa lunar e enviar um homem para o satélite da Terra nos próximos 5 anos, em vez de 2028.

O programa espacial atualizado foi chamado de “Artemis” em honra da deusa grega da Lua. Segundo a mitologia, Artemis também era irmã de Apolo. Seu nome foi usado pelo programa lunar americano anterior, durante o qual, em julho de 1969, foi realizada a primeira viagem do homem à Lua.

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Mais de um milhão de brasileiros sofrem com queimaduras anualmente

15 de julho de 2019, 09:54

Foto: Divulgação

As festas de São João e brincadeiras sem supervisão aumentam em até 10% o número de queimaduras

Uma triste estatística se repete durante as férias de julho: o aumento da incidência das queimaduras em crianças. Anualmente, cerca de um milhão de brasileiros sofrem com acidentes que provocam queimaduras e durante as férias o índice aumenta em até 10%. As brincadeiras sem supervisão, e até mesmo as comemorações de São João, são alguns dos fatores que contribuem para o crescimento.

Queimaduras por água fervente, por óleo quente ou queimaduras nos bebês enquanto estão no colo são as mais comuns, ocasionando muitas vezes queimaduras graves e profundas que se não tratadas podem deixar cicatrizes.

A mãe Fernanda Padilha enfrentou um acidente doméstico que causou queimaduras quando seu filho tinha apenas um ano. “Eu estava com o bebê no colo e parei para conversar logo ao lado do fogão. Eu não sabia que o fogão ainda estava quente apesar das chamas apagadas e o Lucas encostou nas grades, ocasionando diversas queimaduras”, conta. Lucas sofreu queimaduras de segundo grau, mas devido a agilidade no atendimento não teve consequências mais graves.

Muitas vezes as cicatrizes acontecem pela forma como as queimaduras são tratadas. “No momento em que acontece a queimadura as pessoas precisam passar no local afetado somente água em temperatura ambiente e nenhum outro produto. Muita gente fala em passar margarina, babosa e até mesmo pasta de dente, mas isso só piora o ferimento e aumenta as cicatrizes, já que depois é necessária uma limpeza rigorosa com esponja abrasiva para remover o produto colocado. O recomendado é água e a busca por atendimento médico dependendo da gravidade”, conta Thiago Moreschi, diretor da Vuelo Pharma, empresa que desenvolve produtos para queimaduras.

Além da água, um dos tratamentos mais efetivos é a cobertura do local com uma membrana de celulose, produto que pode ser encontrado em lojas especializadas em materiais médicos. A membrana é um produto tecnológico desenvolvido no Paraná que acelera a cicatrização e diminui a dor, fatores relevantes em casos de queimaduras.

Considerada o tratamento do futuro, a Membracel já é utilizada pelos principais centros médicos do país por aliar eficácia, conforto ao paciente e baixo custo. “A Membracel é um produto inédito no mercado nacional e internacional, com autorização do FDA (Food and Drug Administration dos Estados Unidos) para a comercialização”, destaca Thiago Moreschi.

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Futebol teria provocado uma guerra há 50 anos na América Central?

14 de julho de 2019, 13:56

Foto: Reprodução

Durante meio século o mundo acreditou que a América Central viveu uma guerra causada pelo futebol.

Em 1969, as eliminatórias da Concacaf para a Copa do Mundo estavam em sua fase de semifinais e, depois de três partidas disputadas, estava previsto o jogo entre Honduras e El Salvador, países que vinham se desentendendo ao longo da década por questões políticas.

Na época, os jogos ficaram marcados pela hostilidade e violência e, menos de um mês depois, entre 14 e 18 de julho, os hondurenhos e salvadorenhos se enfrentaram novamente, contudo, já em campo de batalha de uma guerra que durou quatro dias. O episódio ficou conhecido como Guerra das 100 horas ou Guerra do Futebol.

Aproximadamente 200 militares foram mortos, 99 hondurenhos e 107 salvadorenhos, enquanto que as vítimas civis chegaram a 5 mil, entre mortos e feridos.

O jornalista Ryszard Kapuscinski definiu o conflito entre Honduras e El Salvador em 1969 como a “guerra do futebol”, contudo, as causas do conflito foram outras.

“O conflito de 1969 tem suas origens verdadeiras na situação de desigualdade destes dois países, tal como nos dias de hoje […]”, explicou Efraín Díaz Arrivillaga, ex-embaixador de Honduras na sede das Nações Unidas em Genebra, à Sputnik Mundo.

Por sua vez, o atual embaixador de El Salvador na Venezuela, Domingo Santacruz, alegou que a “principal causa foi referente à crise estrutural Em Salvador e na América Central”.

As relações entre os dois países vinham se deteriorando ao longo de toda a década de 1960 e três fatores contribuíram para causar o conflito, sendo eles os problemas econômico e fronteiriço e a crise migratória.

O problema econômico, que com a organização de um Mercado Comum Centro Americano elevou o número de produtos industrializados em Honduras, causando um grande prejuízo. Já o problema fronteiriço precisava de uma demarcação mais rigorosa e eram frequentemente cenários de pequenos conflitos na região. A crise migratória foi causada depois que o governo hondurenho sancionou uma lei de reforma agrária, que excluía da equação os mais de 300 mil imigrantes salvadorenhos que viviam no país, explicou Santacruz.

Outro problema era a necessidade de um espaço vital com saída ao Atlântico, pois os salvadorenhos deviam cruzar o território hondurenho para obter acesso marítimo ao outro lado do mundo.

“Esta ideia de expansão territorial prevalecia muito em El Salvador e também foi um fator para a aventura bélica que afetou a população de ambos os países e interrompeu um esforço que as nações centro-americanas vinham fazendo desde 1960, com a constituição do Mercado Comum Centro Americano”, afirmou Díaz.

Díaz, entretanto, mencionou que a sucessão de uma série de disputas fronteiriças entre os dois países na zona do golfo de Fonseca, ocorreu em uma pequena parte da costa pacífica que partilham Nicarágua, Honduras e El Salvador.

“Aqui o principal problema era a saída de Honduras do Pacífico, o que complementou os desentendimentos”, concluiu.

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Indonésia: Terremoto de magnitude 7,3 atinge país

14 de julho de 2019, 13:06

Foto: © Reuters

Um terremoto atingiu Maluku Norte, na Indonésia, neste domingo (14)

Um forte terremoto atingiu a província de Maluku Norte, na Indonésia, neste domingo, causando pânico em várias cidades e aldeias. Não há relatos imediatos de vítimas ou danos. O Serviço Geológico dos EUA disse que o terremoto de magnitude 7,3 foi centrado a 166 quilômetros a sudeste de Ternate, a capital da província, a uma profundidade de 10 km (6 milhas).

A agência nacional de desastres da Indonésia disse que o terremoto terrestre não tem nenhum potencial para causar um tsunami. Ainda assim, muitas pessoas correram para lugares mais altos, e imagens de TV mostraram pessoas em pânico gritando enquanto saíam de um shopping em Ternate.

A Ikhsan Subur, uma agência local de desastres em Labuha, a cidade mais próxima do epicentro, disse que centenas de pessoas que tinham medo de tremores secundários fugiram para abrigos temporários perto de escritórios e mesquitas do governo, e algumas correram para lugares mais altos. Fonte: Associated Press.

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Medina e mais 5 brasileiros vão às oitavas na África do Sul

14 de julho de 2019, 12:53

Foto: Divulgação

Filipe Toledo, Gabriel Medina, Italo Ferreira, Deivid Silva, Willian Cardoso e Peterson Crisanto avançaram às oitavas de final

Depois de dois dias de pausa, a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, do Circuito Mundial de Surfe foi retomada com a realização da terceira fase neste sábado. E dos dez brasileiros presentes, seis avançaram às oitavas de final: Filipe Toledo, que busca o tricampeonato do evento, o bicampeão mundial Gabriel Medina, Italo Ferreira, Deivid Silva, Willian Cardoso e Peterson Crisanto. Já Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima perderam no sábado e deixaram a disputa feminina.

No terceiro duelo do dia, Medina somou 15,00 pontos contra 10,00 do norte-americano Griffin Colapinto. Seu rival nas oitavas de final vai ser o australiano Ryan Callinan, que bateu Yago Dora na quarta bateria por 13,10 a 11,33 pontos.

Logo na sequência, Adriano de Souza perdeu para o norte-americano Kolohe Andino, o vice-líder do ranking e que assumirá a ponta, que está com lesionado havaiano John John Florence, se conquistar mais um triunfo na África do Sul. E ele vai ser o próximo oponente de Deivid Silva, que superou o francês Jeremy Flores por 13,43 a 11,70.

Filipinho avançou de fase ao passar pelo sul-africano Michael February, o convidado desta etapa, por 14,77 a 10,40 pontos. Agora, terá pela frete Willian Cardoso, que venceu o também brasileiro Michael Rodrigues. Peterson Crisanto encarou outro novato e passou por Seth Moniz, do Havaí. Nas oitavas, seu rival será o japonês Kanoa Igarashi.

Já Caio Ibelli perdeu para o 11 vezes campeão mundial Kelly Slater, que será o adversário nas oitavas de final de Italo Ferreira, que derrotou o australiano Jack Freestone.

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Carteiro enterrou milhares de cartas em bosque na Holanda

14 de julho de 2019, 12:27

Foto: AFP

A polícia holandesa encontrou milhares de cartas enterradas em um bosque em buracos cavados por um carteiro do grupo postal Sand, identificado nesta sexta-feira.

A descoberta ocorreu na quarta-feira, depois que a polícia foi alertada por uma pessoa que caminhava pelo bosque perto de Laren (centro) e que percebeu um monte de terra e a ponta de uma pá.

Após escavar o local, a polícia encontrou uma “quantidade importante” de cartas em oito buracos de um metro de profundidade. Algumas cartas estavam enterradas há semana.

“A maior parte eram contas, revistas e propagandas”, disse à AFP a porta-voz da Sand, Margot van de Coterlet.

Dois dias depois dessa descoberta, o grupo postal indicou que havia identificado o culpado, um carteiro cuja identidade não será revelada para proteger sua integridade.

“Ele é alguém que infelizmente não respeitou a nossa ética de trabalho, tomaremos as medidas necessárias”, disse Van de Coterlet, sem especificar as motivações do carteiro.

As cartas que ainda estiverem em boas condições serão enviadas aos seus destinatários com várias semanas de atraso. Aquelas em más condições serão destruídas, de comum acordo com os remetentes.

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Milionário fundador da Wise Up critica Bolsonaro no caso Eduardo: “Lamentável”

14 de julho de 2019, 12:04

Foto: Flávio Augusto. Foto: Divulgação

Do empresário Flávio Augusto no Twitter:

Thread sobre indicação de Eduardo Bolsonaro para Embaixador do Brasil nos EUA

Tenho filho de 17 anos que fala Português, inglês, espanhol e francês. Ele jamais vai trabalhar na WiseUp. Vai achar seu caminho e digo mais, ele nem quer. Seria ultrajante meus executivos de carreira que trabalham comigo há décadas ficarem pra trás por causa do filho do dono.

Tenho outro filho de 19 que assinou contrato com o Benfica qdo tinha 16. Nunca fez um treino sequer no Orlando. Ele decidiu se dedicar a negócios. Jamais vai trabalhar no Orlando. Se for competente, vai achar seu próprio caminho sempre com meu apoio, mas sem misturar as coisas.

Importante frisar q tanto a WiseUp qto o Orlando são empresas privadas q me pertencem. Posso fazer o que quiser, Certo? Errado. Se lidero uma equipe e tenho dela sua confiança, tenho q ser coerente com meu discurso. Sempre disse q ñ existe politicagem em minhas empresas. Então…

Sobre a indicação de Eduardo Bolsonaro como embaixador por seu pai: Imagine o tapa na cara dos Diplomatas de carreira? O cargo está vago há meses. Pra assumi-lo, o candidato deve ter no mínimo 35. Eduardo completou 35 na semana passada e agora, “do nada” a indicação. Lamentável.

Deixe a ideologia de lado: Eduardo é inteligente e bem formado, mas ñ se pode ignorar 3 coisas

1. Ele é FILHO. Pra Bolsonaro liderar por exemplo, tem um preço

2. Bolsonaro foi eleito com a alcunha da moralidade

3. Eduardo não tem a formação para ser diplomata

Tiro no pé

Isso tudo, sem contar com o fato dele ter sido eleito como o deputado mais votado do Brasil. Recebeu a confiança de seus eleitores com mais de 1.8M de votos que estaria trocando por um cargo bacana. Pega muito mal…

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