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Cigarros eletrônicos pode causar queimaduras e outras doenças de pele

30 de julho de 2019, 09:36

Foto: Reprodução

Pesquisa publicada em abril no Jornal da Academia Americana de Dermatologia observou relação entre o uso dos dispositivos eletrônicos para fumar e o surgimento de condições como estomatite, dermatite de contato e lesões térmicas – 

Na tentativa de largar o cigarro ou então diminuir os danos que o tabaco causa ao organismo, muitas pessoas têm optado por fumar os cigarros eletrônicos, dispositivos criados justamente para funcionarem como uma alternativa ao cigarro convencional. Isso por que os chamados dispositivos eletrônicos para fumar (DEF) possuem benefícios sobre o cigarro convencional, já que não geram fumaça, apenas vapor, e não contam com compostos químicos como alcatrão e monóxido de carbono, principais causadores de doenças pulmonares. Porém, isso não quer dizer que esses aparelhos não causem malefícios ao organismo.

Além de também conterem nicotina, droga de alto poder viciante, um estudo recente publicado no Jornal da Academia Americana de Dermatologia concluiu que os cigarros eletrônicos podem causar manifestações dermatológicas prejudiciais, incluindo estomatite, queimaduras, coceira e vermelhidão nos lábios e mãos”, explica a dermatologista e tricologista Dra. Kédima Nassif, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Os resultados do estudo, que teve como objetivo ampliar o conhecimento e conscientizar a população sobre os danos causados pelo uso dos cigarros eletrônicos, foram alcançados através da análise de pesquisas anteriores que apresentavam os efeitos do uso desses dispositivos na pele ou mucosa. Após avaliação dos dados obtidos, os pesquisadores observaram que dermatite de contato, queimaduras térmicas e lesões da mucosa oral, como estomatite, são condições constantemente associadas ao uso dos cigarros eletrônicos.

“Em um dos casos relatados, por exemplo, observou-se que a paciente usuária dos cigarros eletrônicos desenvolveu erupção eritematosa e coceira na mão, além de eritema e inchaço dos lábios, devido ao níquel que é liberado pela bobina responsável por aquecer o dispositivo”, destaca a dermatologista. “Lesões térmicas, como queimaduras, também foram relatadas pelos usuários de DEF, sendo causadas pela falta de regulação térmica interna dos aparelhos.

Além disso, notou-se ainda um grande número de casos de estomatite por nicotina, condição que causa inchaço e feridas no interior da boca.” Dessa forma, os autores do estudo concluíram que o cigarro eletrônico não é uma alternativa totalmente segura ao cigarro convencional.

Porém, a Dra. Kédima Nassif ressalta que não existem pesquisas suficientes para que se possa afirmar de forma definitiva se o uso do cigarro eletrônico, cuja a venda é proibida no Brasil, é seguro ou não. “O assunto gera grande controvérsia entre os especialistas. Por isso, ainda são necessários mais estudos para avaliar os danos desses dispositivos tanto na pele quanto em outras áreas do corpo. O recomendado então é evitar o uso desses produtos até que fiquem mais claro quais são os efeitos dos dispositivos eletrônicos para fumar no organismo”, finaliza.

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De 13 áreas, 8 fecharam postos em um ano

30 de julho de 2019, 09:26

Foto: © Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas

“A geração de empregos está reproduzindo a estrutura do PIB (Produto Interno Bruto)”, disse Maria Andreia Lameiras, técnica de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea

A recuperação do emprego formal, no entanto, ainda não se estende a todos os setores da economia. Entre as 13 atividades econômicas monitoradas pelo Ipea, 8 registraram fechamento de postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano, entre elas a indústria de transformação (-38,4 mil vagas no 1.º trimestre de 2019 ante o 1.º trimestre de 2018) e a construção civil (-10,8 mil).

“A geração de empregos está reproduzindo a estrutura do PIB (Produto Interno Bruto). Tem uma indústria que cada vez contrata menos, cada vez encolhe mais. A geração de vagas acompanha a dinâmica da economia”, disse Maria Andreia Lameiras, técnica de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea.

Dos 10,4 milhões de empregados da indústria de transformação no 1.º trimestre, 63% tinham carteira assinada. Nos serviços, a proporção era de apenas 40%. No comércio, a carteira assinada alcançava 46,2% dos empregados, lembrou o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

“A indústria é a atividade com maior taxa de formalização de empregados. Na virada de 2017 para 2018, o setor liderava a geração de vagas formais. Isso se perdeu, porque o ritmo de produção foi reduzindo, então foi se perdendo o ritmo de recomposição do emprego”, justificou Rafael Cagnin, economista-chefe do Iedi. Ele lembra que o emprego formal é fundamental para o crescimento econômico, porque os trabalhadores garantem renda mais elevada e estável, o que permite acesso ao mercado de crédito formal e potencializa o poder de compra. “É uma variável importante para potencializar o crescimento do PIB.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Morte de Fernando Santa Cruz foi ‘causada pelo Estado’

30 de julho de 2019, 09:17

Foto: Reprodução

Segundo registro, Fernando Santa Cruz teve morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro – 

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, vinculada ao governo, emitiu uma retificação de atestado de óbito de Fernando Santa Cruz, na semana passada, na qual reconhece que sua morte ocorreu “em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado Brasileiro”.

A retificação foi emitida apenas cinco dias antes de o presidente Jair Bolsonaro atacar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, e colocar em dúvida a versão de que seu pai, Fernando, foi morto pelas Forças Armadas.

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, ao qual a Comissão é vinculada, o atestado de óbito foi emitido pela Comissão e está “em trâmite o encaminhamento de petição da família ao cartório”. “Caso o assento seja retificado até a data de 26 de agosto de 2019, a Comissão planeja entregar a Certidão à família nesta data, na cidade de Recife/PE”, diz a nota da assessoria de imprensa da pasta.

No atestado de óbito, também consta que Fernando Santa Cruz morreu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro. “Conforme reconhecido às páginas 1.601/1.607, do Volume III, do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade, instituída pela Lei nº 12.528, de 18 de novembro de 2011, faleceu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro/RJ, em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro, no contexto da perseguição sistemática e generalizada à população identificada como opositora política ao regime ditatorial de 1964 a 1985”, diz o documento.

O ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos também reforça que “Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira foi reconhecido como desaparecido político no ato de publicação da Lei 9.140, de 04 de dezembro de 1995, em seu Anexo I, linha 41” e que “sua família foi indenizada por meio do Decreto 2.081 de 26 de novembro de 1996”.

 

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Cinco alimentos que nunca deve colocar no micro-ondas

30 de julho de 2019, 09:08

Foto: Reprodução

Sem duvida alguma o micro-ondas é um eletrodoméstico bastante útil, mas precisa de um pouco de atenção, umas vez que há muitos alimentos que não devem ser colocados neste aparelho

Atualmente, o ritmo de vida é tão agitado, que aquecer alimentos rapidamente nos permite economizar tempo valioso e simplificar as nossas vidas. Porém, essa vantagem tem um lado negativo: pode acarretar sérias consequências para a saúde.

Somente o próprio dispositivo representa uma ameaça para o nosso bem-estar, uma vez que as ondas eletromagnéticas que emite fazem com que as moléculas dos alimentos interajam umas com as outras a uma velocidade extremamente acelerada. É essa fricção entre eles que gera calor, sendo ainda a causa da decomposição dos alimentos.

Sobretudo, há um certo número de alimentos cuja composição molecular se torna especialmente prejudicial – contribuindo para o aparecimento de várias doenças como câncer – se colocados no micro-ondas.

Leite

As proteínas presentes no leite decompõem-se por completo quando interagem com as ondas eletromagnéticas do micro-ondas. Ao aquecê-lo desse modo, restará apenas o conteúdo de gorduras e açúcares, o que não é recomendado.

Arroz

De acordo com a Food Standards Agency dos Estados Unidos, armazenar arroz à temperatura ambiente gera condições perfeitas para a multiplicação de certas células que podem causar a formação de substâncias tóxicas, que por sua vez provocam vômitos e diarréia. Quando aquecemos este alimento no forno de micro-ondas, essas toxinas permanecem, enquanto que usando o o calor do fogão, estas são eliminadas.

Carne congelada

Deve aguardar até que qualquer tipo de carne esteja completamente descongelada antes de cozinhá-la no micro-ondas. Se não o fizer, apenas a parte externa irá aquecer e o interior permanecerá cru. O que ajudará na proliferação de bactérias por toda a carne. 

Espinafres e outros vegetais

As folhas de uma cor verde intensa, como os espinafres, geralmente têm um alto teor de nitrato, que em si é praticamente inofensivo, mas, quando aquecido no micro-ondas, é convertido em nitrosaminas, substâncias com potencial cancerígeno. Além disso, o nitrato causa uma redução na capacidade do sangue de transportar oxigênio, provocando a chamada ‘síndrome do bebê azul’, que geralmente afeta crianças.

Fruta congelada

Pode parecer estranho usar o micro-ondas para descongelar fruta previamente congelada, mas algumas pessoas fazem. De acordo com um estudo de 2010 publicado no periódico científico Bioelectromagnetics, não é aconselhável descongelar a fruta congelada no micro-ondas, já que as suas propriedades benéficas podem ser convertidas em agentes cancerígenos.

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Golpe que simula consulta para saque do FGTS já atingiu mais de 100 mil brasileiros

29 de julho de 2019, 12:50

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, identificou um novo golpe que simula consulta ao FGTS e promete o saque do suposto benefício à população. O ataque já afetou mais de 100 mil pessoas que receberam, acessaram ou compartilharam o link malicioso via WhatsApp em apenas dois dias. Por hora, são registrados, pelo menos, 2.083 novos acessos à fraude.

Ao tocar no link do golpe, o usuário é incentivado a responder uma breve pesquisa, que inclui perguntas como “Deseja sacar todo seu FGTS ou parcial?” e “Você sacou algum valor do FGTS nos últimos 3 meses?”. Independentemente das respostas, ele é encaminhado a uma nova página para compartilhar o link do ataque com mais 10 amigos do WhatsApp e liberar o suposto saque de sua conta.

“O objetivo desse golpe é induzir o usuário a conceder permissão para receber futuras notificações com outros golpes diretamente no celular, abrindo um canal direto de comunicação entre o cibercriminoso e a vítima. Além disso, ela é direcionada a páginas para realizar cadastros indevidos em serviços de SMS pago. A partir do momento em que este cadastro ocorre, sem perceber, a vítima passa a receber cobranças indevidas”, esclarece Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Para dar mais realismo ao ataque, os hackers criam comentários de falsos usuários afirmando que já sacaram seu benefício, como “é verdade mesmo pessoal” e “vou na lotérica segunda-feira sacar o meu”.

Para não cair em ataques como esse, o especialista afirma que é essencial tomar algumas medidas de segurança, como sempre checar se o link é verdadeiro ou não, o que pode ser feito pelo site do dendê lab, e utilizar soluções de segurança que disponibilizam a função de detecção automática de phishing em aplicativos de mensagem e redes sociais, como odfndr security. Além disso, é importante ficar atento a promessas fáceis ou muito vantajosas, incluindo supostos benefícios do governo que são compartilhados por aplicativos de mensagem. Há grande probabilidade de ser um golpe.

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1880, histórias de uma década

26 de julho de 2019, 13:47

Foto: Gervásio Lima

*Por Gervásio Lima – 

Foi no século XIX (1801 – 1900), a partir da sua segunda metade, que a sociedade brasileira passou por mudanças fundamentais nos campos políticos e sociais. Nesse período se mudou a forma de governo, foi feita a Constituição, se iniciou a substituição do trabalho escravo pelo trabalho assalariado e as fazendas de café e outras lavouras se modernizaram. As cidades cresceram e nelas as primeiras indústrias se instalaram.

A década de 1880 foi marcada por diversos e importantes fatos históricos no Brasil. Entre os de maior relevância estão a independência do Brasil (1822), abolição da escravatura (1888), a e proclamação da república (1889). Neste espaço de tempo, mas precisamente em 28 de julho de 1880, foi elevada à categoria de cidade por uma Lei Provincial, a “Agrícola Cidade de Santo Antônio de Jacobina”. Um reconhecimento que aconteceu somente 160 anos depois da localidade ser promovida a distrito (1720); 158 anos após ter se tornado município (1722) e 128 anos depois de ser pronunciada como ‘freguesia’ (1752).

A cidade do Ouro, nome carinhoso dado por conta das minas de ouro que atraíram os portugueses e bandeirantes paulistas no início do século XVII, chega aos seus 139 anos de emancipação política com os mesmos problemas de uma localidade que não possui ‘vida própria’. Famosa por suas belezas naturais, culturais e arquitetônicas, Jacobina vem sendo devassada há mais de 250 anos. Sua capacidade de se transformar em um dos principais municípios do Estado da Bahia, do ponto de vista econômico, através da oferta dos mais diversos tipos de serviços, é barrada na incapacidade daqueles que a população ao longo das últimas décadas vem acreditando. Urge a necessidade da discussão e elaboração de um plano de desenvolvimento por toda a sociedade jacobinense. Identificar, de forma coletiva, os gargalos que têm limitado o desempenho e a capacidade de o município avançar se faz necessário.

Possuir atrativos turísticos e não saber usar é como ter a chuteira e a bola e não ter um local para jogar, ter igrejas, festas religiosas e não saber rezar ou orar, ter o ouro e não possuir a jóia e ser hospitaleiro e não receber visitas.

Esperar que as soluções para tornar-se auto-sustentável apareçam apenas com a ajuda externa é uma aposta arriscada. Explorar o potencial que possui com políticas sérias é uma estratégia inteligente e beneficiará todo o conjunto. O bom gestor não é sinônimo de administrador e sim aquele que ousa, encoraja, intenciona e age.

A certeza de dias melhores só existe quando as obrigações são realmente cumpridas e a maior festa de aniversário de uma cidade é a comemoração por este cumprimento.

Coragem e força Jacobina. Feliz aniversário!

*Jornalista e historiador

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Roubo de ouro em Guarulhos entra no rol de crimes milionários; veja lista

26 de julho de 2019, 11:16

Foto: Reprodução

Os métodos variam na história recente do País e mostram bandos cavando túneis, como no famoso ataque ao Banco Central de Fortaleza, ou explodindo paredes e cofres, como os que miram transportadoras de valores

SÃO PAULO – O roubo de cerca de 720 quilos de ouro dentro do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, entrou no rol de crimes que o Brasil passou a ver com uma certa frequência: os assaltos milionários. São ações de quadrilhas armadas que, com grande planejamento, conseguem executar roubos antes inimagináveis. Os métodos variam na história recente do País e mostram bandos cavando túneis, como no famoso ataque ao Banco Central de Fortaleza, ou explodindo paredes e cofres, como os que miram transportadoras de valores. Dessa vez, no entanto, nenhum tiro foi disparado.

Estado reuniu as histórias de alguns desses crimes, assim como as cifras estimadas de prejuízo causado em cada caso. Vale lembrar que os valores não foram corrigidos pela inflação – os R$ 164 milhões do Banco Central de Fortaleza hoje valeriam R$ 360 milhões, por exemplo. Há ainda os crimes em que só há a estimativa do lucro dos criminosos, como o caso do roubo de joias do banco da Avenida Paulista – a Justiça chega a dizer que, em valores de 2011, a marca podia chegar a R$ 500 milhões.

No caso mais recente, a polícia ainda procura os envolvidos e promete dar uma resposta à altura do crime, com a prisão dos criminosos e recuperação do ouro. É aguardar para ver. A lista a seguir não mostra todos os roubos milionários praticados no País, compilação que somaria dezenas de registros, mas aponta alguns dos mais significativos. Entre eles, há um assalto que, se não aconteceu no Brasil, certamente contou com expertise de uma facção nacional. Veja:

Banco Central de Fortaleza – R$ 164,7 milhões

Foram necessárias pouco mais de seis horas, na madrugada de 5 para 6 de agosto de 2005, para os assaltantes conseguirem apanhar uma fortuna em notas de R$ 50 – como eram usadas, não podiam ser rastreadas pelo número de série. A quantia empilhada equivalia a 330 metros de altura. Para chegar até o cofre do Banco Central de Fortaleza, a quadrilha cavou um túnel de 75,4 metros de comprimento. Fugiram levando R$ 164,7 milhões. A maior parte do bando foi identificada e presa, mas pouco mais de R$ 30 milhões foram recuperados. O Estado produziu, em 2015, uma reportagem especial sobre o crime e as suas repercussões.

Roubo à Protege – R$ 20 milhões

Homens encapuzados e armados com fuzis e metralhadoras explodiram um portão dos fundos e levaram malotes de dinheiro da transportadora de valores Protege, na madrugada na madrugada de 11 de setembro de 2007, na Lapa, zona oeste de São Paulo. A polícia concluiu que 62 pessoas participaram do planejamento e da execução do roubo estimado na época em R$ 20 milhões. Funcionários da empresa e integrantes do PCC eram suspeitos de fazer parte do grupo, que também teria participado do roubo ao Banco Central em Fortaleza, em 2005. O modus operandi se repete até hoje. Em 2016, crimes similares com cifras milionárias foram cometidos em Campinas, Santos e Ribeirão Preto.

Jóias da Avenida Paulista – R$ 250 milhões*

Um organograma bem definido e um planejamento de pouco mais de um ano levaram uma quadrilha altamente especializada a arrombar os 171 cofres da agência do Itaú na Avenida Paulista e a levar joias, relógios, dinheiro e outros bens de 142 deles. O roubo foi um dos maiores do País e aconteceu na madrugada de 27 para 28 de agosto de 2011. Segundo a polícia, 13 criminosos foram identificados – três deles foram presos ainda naquele ano. Em 2013, foi preso João Paulo dos Santos, considerado o mentor do assalto. Na sentença que o condenou, a Justiça estimou o valor do roubo em R$ 250 milhões, podendo ter chegado a R$ 500 milhões, total que transforma o caso no mais robusto da história do País.

*Estimativa

O maior assalto da história do Paraguai – R$ 120 milhões

As polícias do Brasil e do Paraguai acreditam que o Primeiro Comando da Capital (PCC) organizou e executou o assalto milionário à empresa de transporte de valores Prosegur, em Ciudad del Este, no Paraguai, na madrugada de 24 de abril de 2017. Pelo menos 30 homens usando armamento de guerra – como metralhadora ponto 50, fuzis e explosivos – roubaram US$ 40 milhões (R$ 120 milhões). Um policial e três bandidos morreram e quatro pessoas ficaram feridas na ação e na perseguição. O assalto é apontado como o maior da história do Paraguai.

Assalto no Maranhão, líder no Uruguai – R$ 100 milhões

A agência do Banco do Brasil na cidade de Bacabal, a 250 quilômetros de São Luís, foi assaltada em novembro de 2018 por criminosos, que fugiram com cerca de R$ 100 milhões. A polícia do Estado acredita que o crime tenha sido arquitetado por José Francisco Lumes, o Zé de Lessa, que é considerado foragido e estaria vivendo no Uruguai. No mês seguinte, uma operação prendeu dez e matou três suspeitos. Parte do dinheiro foi recuperado.

Ouro em Guarulhos – R$ 123 milhões

Uma quadrilha roubou nesta quinta, 25 de julho de 2019, uma carga milionária de ouro de dentro do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, onde ocorreria o embarque do material em uma aeronave. Os ladrões usaram veículos clonados com identificação da Polícia Federal para entrar no local e realizar o roubo, cujo prejuízo foi estimado em R$ 123 milhões. Ninguém foi preso.

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Reforma da Previdência pode atenuar pena a juízes corruptos

26 de julho de 2019, 10:50

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Médicos retiram 220 peças de joias de estômago de doente compulsiva

26 de julho de 2019, 09:55

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Atenção, o texto contém uma imagem que pode chocar os leitores mais sensíveis

Uma mulher com uma compulsão alimentar foi operada de urgência, onde foram retirados do estômago mais de 220 peças de joias e moedas.

Runi Khatun, uma mulher indiana de 26 anos de idade, estava “fraca e pálida” quando deu entrada em um hospital de Bengala Ocidental, na Índia. De acordo com o Daily Mail, a mulher vomitava cada vez que ingeria alimentos, o que levou ao seu internamento de urgência.

Equipa médica retirou ‘bola de metal’ de dentro do estômago da paciente

Os médicos perceberam a dimensão do problema quando estavam operando a jovem. A paciente tinha dentro do estômago mais de 70 correntes e pulseiras, 46 moedas, oito cadeados, 11 argolas, quatro chaves e um relógio. Todos os artigos foram dispostos para registro da imprensa.

A mãe de Runi indicou à imprensa local que percebeu que as joias estavam desaparecendo de casa e da loja da família, mas nunca imaginou que a filha pudesse estar ingerindo os objetos. Maior parte dos objetos eram de ouro, cobre e latão.

Siddhartha Biswas, o cirurgião-chefe do hospital local que tratou o caso, indicou que a condição da mulher era de tal forma grave que foi necessária a utilização de cinco unidades de sangue durante a cirurgia. A sua situação está, agora, estável, e a jovem ainda está internada.

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Planeta registra temperaturas mais altas dos últimos 2 mil anos

25 de julho de 2019, 16:07

As temperaturas no mundo nunca subiram tão rapidamente nos últimos 2 mil anos quanto hoje. É o que mostram dois estudos divulgados nesta quarta-feira, 24, que usaram dados de temperatura compilados de cerca de 700 indicadores, incluindo anéis de crescimento de árvores, núcleos de gelo, sedimentos de lagos e corais, bem como termômetros modernos.

 

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