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Coreia do Sul não exclui opções militares como resposta a folhetos de Pyongyang

22 de junho de 2020, 16:52

Foto: © REUTERS / Associação de Imprensa da Coreia/Pool

Seul diz estar pronta para qualquer ação perante a Coreia do Norte, depois que Pyongyang cortou com as comunicações intercoreanas em resposta à distribuição pela Coreia do Sul de folhetos propagandísticos.

A Coreia do Sul avaliou opções militares em relação à Coreia do Norte enviar folhetos de propaganda através da fronteira, noticiou a mídia na segunda-feira (22).

“Estamos acompanhando de perto os movimentos dos militares norte-coreanos em relação ao lançamento ininterruptos de panfletos. Mantemos uma postura firme de prontidão para nos prepararmos para as diversas possibilidades”, disse Kim Jun-rak, porta-voz do Estado-Maior Conjunto do Sul, segundo a agência de notícias estatal Yonhap.

Kim enfatizou que Seul está pronta para tomar medidas militares se alguma aeronave sobrevoar a Zona Desmilitarizada, o que violaria o Acordo Militar Abrangente de 2018, informou a agência.

A Agência Central de Notícias da Coreia do Norte informou no início do dia (22) que Pyongyang estava pronta para liberar cerca de 3.000 balões com 12.000 folhetos de propaganda anti-Seul em resposta a ações similares realizadas pelo Sul, o que provocou este último aumento de tensão.

De acordo com uma fonte militar anônima citada pela Yonhap, a Força Aérea da Coreia do Sul está se preparando para colocar em campo já em julho a aeronave de reconhecimento Global Hawk em resposta às ameaças norte-coreanas.

A Coreia do Sul encomendou quatro exemplares do drone fabricado nos EUA por mais de US$ 200 milhões (R$ 1,04 bilhões) cada, tendo recebido três até agora, informou a agência.

Os drones são um “recurso estratégico chave”, pois fornecerão à Coreia do Sul informação de vigilância importante sobre movimentos militares em grandes distâncias, supostamente contornando o acordo de 2018.

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TSE propõe campanha mais longa com eleições municipais adiadas

22 de junho de 2020, 16:45

Foto: Reprodução

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, propôs ao Congresso Nacional o alongamento da campanha eleitoral para candidatos a prefeito e vereador neste ano. Em função da pandemia de covid-19, o ministro sugeriu que o início da campanha seja mantido em agosto, mesmo que o dia da votação seja adiado. Ele também citou uma possível anistia a quem não for votar.

A sugestão do TSE é que, em função da pandemia de covid-19, o primeiro e o segundo turno das eleições municipais sejam adiadas para um período entre 15 de novembro e 20 de dezembro. Na prática, a manutenção das datas para convenções partidárias e registro de candidaturas nos dias 5 e 15 de agosto, respectivamente, levaria a campanha eleitoral a durar quase dois meses a mais do prazo original.

O TSE quer aproveitar o período mais alongado para ter uma folga maior no julgamento de impugnações, quando o Ministério Público questiona a candidatura de políticos enquadrados na Lei da Ficha Limpa, por exemplo. Um período mais longo não poderia elevar o custo das campanhas, já que os valores máximos a serem gastos são definidos por lei.

“Não vemos maior problema, do ponto de vista do TSE, a campanha um pouco mais prolongada”, disse Barroso em audiência no Senado. Os senadores devem votar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na terça-feira, 23, adiando as eleições. A medida dependerá na sequência de aval da Câmara dos Deputados, onde a resistência é maior.

Quando a anistiar multas para quem não votar, o motivo é que a pandemia levanta uma preocupação de aglomerações nos locais de votação. Com isso, pode elevar o índice de abstenção nas urnas. O voto é obrigatório para eleitores maiores de 18 anos e facultativa para quem tem 70 anos ou mais. Em caso de ausência sem justificativa, o valor da multa é de R$ 3,51 para cada turno no qual o eleitor faltou. A quantia, no entanto, não é fixa e pode ser alterada pelo juiz eleitoral de acordo com a situação de cada eleitor.

Barroso se manifestou contra a proposta de tornar o voto facultativo para idosos maiores de 60 anos e grupos de risco. Atualmente, o voto é optativo quem tem 70 anos ou mais. Para o ministro, o voto é um “dever cívico” além de um direito da população. “Temos muita preocupação que a facultatividade possa produzir uma deslegitimação da classe política e dos eleitos em um eventual elevadíssimo índice de abstenção”.

O Senado decidiu votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de adiamento das eleições municipais em dois turnos na terça-feira, 23. Atualmente, as eleições estão marcadas para 4 de outubro (1º turno) e 25 de outubro (2º turno). O primeiro turno da eleição municipal em 15 de novembro é a data mais consensual no Senado. A segunda etapa ficaria para uma data até 20 de dezembro, se houver o adiamento.

Barroso sugeriu que o TSE possa adiar por um período ainda maior as eleições em municípios com alto grau de contaminação pelo novo coronavírus. A “válvula de escape”, conforme classificou, seria acionada após uma consulta ao Congresso. O presidente do tribunal se levantou contra propostas de uma minirreforma eleitoral na PEC. Ou seja, para ele a proposta deve tratar apenas de medidas excepcionais provocadas pelo novo coronavírus.

 

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Inscrições para edital emergencial de Segurança Alimentar e Nutricional terminam nesta terça-feira (23)

22 de junho de 2020, 13:11

Foto: Divulgação

As associações e cooperativas da agricultura familiar que ainda não se inscreveram no edital emergencial de Segurança Alimentar e Nutricional, do projeto Bahia Produtiva, precisam se apressar. As inscrições terminam nesta terça-feira (23).
São R$15 milhões destinados para apoiar 10 mil famílias de agricultores familiares que produzem alimentos como hortaliças, frutas, raízes, tubérculos e plantas alimentícias não convencionais (PANC). A meta é financiar 300 propostas, cada uma no valor de até R$ 50 mil.

O formulário eletrônico para a inscrição está disponível no site www.car.ba.gov.br, onde também é possível encontrar todas as informações sobre o edital. As dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail duvidasdoedital15@car.ba.gov.br, pelo telefone 71 3115-3941 ou pelo WhatsApp 71 99734-1701.

O Bahia Produtiva é um projeto do Governo do Estado, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial.

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Afinal, o que é a depressão? Onze sintomas que jamais deve ignorar

22 de junho de 2020, 11:20

Foto: Reprodução

Adepressão é uma doença mental mais comum do que imaginamos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 264 milhões de indivíduos em todo o mundo sofrem da patologia. A OMS destaca que a depressão difere de flutuações de humor esporádicas e de respostas emocionais a desafios do dia a dia.

Sobretudo, quando a depressão se prolonga por longos períodos de tempo, com sintomas de intensidade moderada a severa, pode tornar-se uma condição de saúde extremamente grave.

Pode provocar uma sensação esmagadora de sofrimento e fazer com que a pessoa não consiga trabalhar ou estudar e deteriorar relações com a família e amigos.

Nos casos mais extremos, de acordo com a OMS, a depressão pode levar ao suicídio. Estima-se que anualmente 800 mil pessoas morrem por suicídio, sendo esta a segunda principal causa de morte em indivíduos entre os 15 e 29 anos. 

Entretanto, e segundo informações compartilhadas pela rede de hospitais portugueses CUF, estima-se que uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens possam ter crises de depressão em alguma fase da sua vida e as crianças também podem ser afetadas.

Conheça os principais sintomas da depressão:

Sentimentos de tristeza e aborrecimento;

Sensações de irritabilidade, tensão ou agitação;

Sensações de aflição, preocupação, receios infundados e insegurança;

Diminuição da energia, fadiga e lentidão;

Perda de interesse e prazer nas atividades diárias;

Perturbação do sono e do desejo sexual;

Variações significativas do peso por perturbações do apetite;

Sentimentos de culpa e de autodesvalorização;

Alterações da concentração, memória e raciocínio;

Sintomas físicos não devidos a outra doença (dores de cabeça, perturbações digestivas, dor crônica, mal-estar geral);

Ideias de morte e tentativas de suicídio. 

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Cidades do interior já respondem por 60% dos casos de Covid no país

22 de junho de 2020, 11:06

Foto: Reprodução

Inicialmente concentrada nas capitais, a pandemia de Covid-19 tem avançado com maior força nas últimas semanas para o interior, que já concentra 59% dos casos registrados no país.

Para comparação, até o início da segunda quinzena, 65% dos casos eram em capitais e apenas 35% estavam em cidades do interior.

Pouco mais de um mês depois, no fim de maio, esse percentual se equiparou, e o avanço segue desde então. Atualmente, 19 estados já têm maior proporção de casos no interior do que nas capitais.

Quando observado o total de mortes, esse parâmetro também se aproxima: 48% dos registros estão no interior e 52% nas principais cidades de cada estado.Os dados são do mais recente boletim epidemiológico semanal do Ministério da Saúde, que voltou a ser publicado na quinta-feira (18), após duas semanas sem ser divulgado.

A retomada das publicações ocorre em meio a críticas de especialistas e entidades de saúde sobre mudanças na divulgação de dados da epidemia da Covid-19 no país.Nas últimas semanas, o ministério atrasou publicações e chegou a retirar de suas plataformas o total de casos e mortes pela doença. Após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), recuou e voltou a divulgar os dados -análises detalhadas em documento, porém, não eram divulgadas desde o final de maio.

No balanço, além de apontar a evolução da interiorização, o ministério faz uma análise da distribuição dos casos conforme o porte populacional dos municípios.Até o fim da última semana, quando os dados foram contabilizados, 4.590 cidades -o equivalente a oito em cada dez municípios do país- já tinham ao menos um caso registrado da Covid-19.

Dos 980 municípios sem nenhum registro de caso, 969 eram cidades com até 25 mil habitantes.Das cidades entre 25 mil e 49 mil habitantes, só dez não tinham registros até o fim da última semana. Eram elas: Ipixuna (AM), Iraquara (BA), Santana (BA), Capelinha (MG), Itamarandiba (MG), Jaíba (MG), São João da Ponte (MG), Astorga (PR), Jaguarão (RS) e Três Coroas (RS).

Acima de 50 mil, só uma: Prudentópolis (PR). A situação, porém, mudou nos primeiros dias da última semana. Na segunda-feira (15), a prefeitura divulgou o primeiro caso confirmado.Quatro dias depois, o total já chegava a seis confirmações. Também havia ao menos 23 à espera de resultado de exames.

Para o Ministério da Saúde, ao mesmo tempo em que os casos crescem no interior, o país já dá os primeiros sinais de uma estabilização na curva geral de casos -ou seja, quando o aumento ocorre em ritmo mais lento ou semelhante a semanas anteriores.

A pasta, porém, frisa que ainda é preciso confirmar essa análise nas próximas semanas.”Faz-se necessário acompanhar durante a semana se a tendência de estabilização no número de casos se mantém, ou se é um reflexo de uma possível redução no número de testes causados pelo feriado prolongado em algumas cidades brasileiras”, aponta documento da pasta.

A possível estabilização também ocorre em um momento em que o país registra números altos de novos casos e mortes, e o total de óbitos ainda em investigação ainda supera cerca de 3.500 casos a cada dia.

O Brasil já superou a marca de 1 milhão de casos da Covid-19, com mais de 50 mil mortes, segundo dados compilados por meio de consórcio de veículos de imprensa, do qual a Folha faz parte.Análise em boletim epidemiológico aponta ainda uma possível tendência de desaceleração da curva nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste. Já as regiões Sul e Centro-Oeste ainda estariam em uma fase anterior da epidemia, “porém já mostrando incrementos importantes nas últimas semanas”.

Entre os estados, São Paulo, Rio de Janeiro e Pará são ainda aqueles com maior número de novos casos.

A maioria dos estados, porém, “apresenta tendência de redução ou estabilização, embora seja muito prematuro afirmar que essa tendência permanecerá ao longo das próximas semanas”, diz a pasta no documento, citando ainda duas exceções nesse cenário: Paraíba e Espírito Santo, estados que apresentam tendência de aumento em casos e mortes.

O documento da pasta mostra ainda que, no Nordeste, a região litorânea ainda têm alta concentração de casos, embora seja possível ver um processo de interiorização.No Sudeste, o maior volume ocorre nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No sul, dados apontam maior impacto da epidemia em municípios da Serra Gaúcha, oeste catarinense e norte do Paraná.

A pasta aponta ainda o que chama de “cenário particularmente preocupante” no Centro-Oeste, com “padrão de espraiamento” pelo território em mais cidades -enquanto inicialmente havia uma concentração mais expressiva em Brasília.

Fonte: Folgapress 

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Filha chora e pede perdão durante enterro de mãe morta por Covid-19 (Vídeo)

21 de junho de 2020, 15:49

Foto: Reprodução

Uma cena chocante marcou o enterro de Lígia Suely Lopes de Oliveira, de 43 anos, vítima da covid-19, na qual sua filha em prantos e gritos de dor, pede perdão, e clama para ter a mãe de volta, na última sexta-feira (05), em Alto Araguaia (415 km de Cuiabá). A filha em questão teria passado a doença para mãe, e outros cinco familiares, incluindo o avô Joaquim José de Oliveira, de 74 anos, que também morreu com coronavírus.

O REPÓRTER MT conversou com o prefeito de Alto Araguaia, Gustavo de Melo Anicézio, que confirmou as infecções e mortes na família de Lígia. Segundo o gestor, um familiar contraiu a doença e passou para o restante da família.

Informações não oficiais aponta que a filha da vítima contraiu a doença em um evento, o que não foi confirmado por meios oficiais.

Pai e filha foram transferidos para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Casa, em Rondonópolis (212 km da Capital), local em que faleceram.

Joaquim ficou uma semana internado e morreu no dia 26 de maio, dia que sua filha Lígia testou positivo para doença, passou mal e foi encaminhada para UTI. Depois de uma semana, ela que era hipertensa não resistiu e perdeu a luta para o coronavírus.

Conforme levantamento da Vigilância de Saúde do município, a família entrou em isolamento domiciliar no dia 16 de maio. Eles foram submetidos a testes, em que seis apontaram positivo para Sars-cov-2.

Lígia Suely testou negativo, mas durante a recuperação, começou a ter sintomas, fez novo exame que resultou positivo e foi internada no dia 26 de maio.

O prefeito contou que os quatros infectados da família já estão recuperados. Gustavo apontou que Lígia era uma pessoa querida na cidade, foi funcionária pública e estava atuando em uma Associação Comercial e deixa filhas e netos.

Fonte: O Portal Roraima

 

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Use uma cebola com bicarbonato de sódio e nunca mais haverá baratas em casa!

21 de junho de 2020, 15:33

Foto: Reprodução

Baratas…ugh! Acho que todos nós as odiamos! Vê-las rastejando pela cozinha é a pior coisa!

A única maneira de se livrar dessas pragas horrorosas é comprar um inseticida. No entanto, esse tipo de repelente não é perfeito: geralmente ele é feito com produtos químicos perigosos. Se pelo menos houvesse uma alternativa natural.

Bom, existe uma solução que você mesmo pode fazer e parar de desperdiçar dinheiro com aqueles inseticidas tóxicos. Você só vai precisar de uma colher de chá de bicarbonato de sódio e uma cebola.

Passo 1: Pique a cebola em pedaços pequenos.

Passo 2: Misture os pedaços com bicarbonato de sódio.

Passo 3: Coloque a solução nos cantos e nos pisos de sua casa.

Passo 4: Repita este procedimento algumas vezes.

Passo 5: Não perca nem mais um minuto se preocupando com as baratas em sua casa.

 

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Trump volta a citar Brasil como mau exemplo na pandemia

21 de junho de 2020, 15:14

Foto: Nicholas Kamm/AFP

Em seu primeiro discurso de campanha desde a eclosão do coronavírus nos Estados Unidos, o presidente americano Donald Trump voltou a citar o Brasil como mau exemplo na pandemia. O republicano fez a declaração para exaltar sua própria postura na crise – mas ressalvou que Jair Bolsonaro é seu “amigo”.

“O que há de errado em ter fechado (a economia). Nós salvamos milhões de vidas. Vocês sabem, muitas pessoas dizem que nós deveríamos ter adotado (imunidade de) rebanho. Vamos perguntar como estão no Brasil? Ele (Bolsonaro) é um grande amigo meu. Não estão bem. Vocês ouviram falar sobre a Suécia”, discursou. “Nós salvamos milhões de vidas e agora é hora de reabrir, de voltar ao trabalho.”

A Suécia, também citada por Trump, adotou inicialmente uma estratégia que não incluía quarentena nem outras medidas mais restritivas, apenas recomendações. O governo local mudou a abordagem após o país apresentar números muito superiores da Covid-19 em relação a seus vizinhos escandinavos.

No início do mês, o presidente americano já havia mencionado Brasil e Suécia como exemplos negativos no combate ao coronavírus. “Se você olhar para o Brasil, eles estão passando por dificuldades. A propósito, eles estão seguindo o exemplo da Suécia. A Suécia está passando por um momento terrível”, afirmou na época.

Testagem

Em outra declaração no comício, Trump afirmou que pediu a redução da testagem no país para desacelerar o aumento de casos. “Testar é uma faca de dois gumes. Nós testamos 25 milhões de pessoas”, destacou. “Esta é a parte ruim quando você faz testes nessa amplitude: você vai encontrar mais pessoas, você vai encontrar mais casos. Então eu disse para o meu pessoal: reduzam a velocidade da testagem, por favor. Eles testam e testam. Temos testes e as pessoas não sabem o que está acontecendo.”

Um funcionário da Casa Branca afirmou sob anonimato à Agência France-Presse que Trump “com certeza estava brincando para denunciar a absurda cobertura da mídia”.

O comício aconteceu em Tulsa, Oklahoma, em um auditório com capacidade para 19.000 pessoas, mas que ficou com alguns espaços vazios. Muitos dos presentes não usavam máscaras e o público precisou assinar um documento isentando o presidente em caso de uma eventual contaminação.

Fonte: Revista Veja

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Plano de extinção de municípios menores pode ser descartado

21 de junho de 2020, 09:40

Foto: Reprodução

A desidratação da proposta de Novo Pacto Federativo também é vista como uma oportunidade para que as prefeituras aumentem a pressão no Congresso contra a extinção dos menores municípios – um dos pontos mais polêmicos do texto. A PEC prevê que as cidades com menos de 5 mil habitantes e com arrecadação própria inferior a 10% do orçamento sejam incorporadas aos municípios vizinhos a partir de 2025.

Eduardo Stranz, consultor da Confederação Nacional dos Municípios, argumenta que a pandemia reforçou a importância da existência de governos nas menores cidades. Segundo ele, os prefeitos estão dispostos a debater a redução de gastos com secretarias e câmaras de vereadores, mas rechaçam a simples extinção desses municípios.

“Sem dúvida a população estaria mais vulnerável ao novo coronavírus nessas localidades se as municipalidades já estivessem extintas. A proposta do governo prevê que 780 cidades seriam responsáveis por mais de mil municípios, sendo que alguns ficam a 200 km da sede da administração”, alega a CMN.

Um dos pilares do novo pacto é a uniformização da contabilidade dos gastos públicos nas três esferas, com a criação do Conselho Fiscal da República e o estabelecimento de travas para o gasto com pessoal em casos de emergência fiscal – quando a despesa obrigatória responder por 95% da despesa primária total do ente. Até mesmo pelo consenso em torno dessas medidas, a avaliação de técnicos do governo é de que esse ponto não será afetado pela pandemia.

Unificação

A tramitação do novo pacto segue parada no Congresso. O relator da PEC, senador Marcio Bittar (MDB-AC), afirma que ainda não foi procurado pela equipe econômica para fazer alterações no texto. Segundo ele, o relatório está pronto, mas não há data para ser apresentado.

A PEC propõe unificar os limites mínimos de gastos com educação e saúde em 37% do Orçamento, ficando a critério de cada governante dividir esses recursos entre as áreas.

Bittar defende o fim dos pisos constitucionais, desvinculando assim uma parcela maior do gasto público. Mesmo após a pandemia ter desnudado carências no sistema de saúde em todas as esferas, o senador afirma não ver razões para alterar o relatório.

Com as principais medidas de enfrentamento à pandemia já encaminhadas, o Senado discute maneiras de acelerar a tramitação do pacote do ministro Paulo Guedes nas próximas semanas. A chamada PEC dos Fundos, que libera R$ 180 bilhões para amortização da dívida pública da União, está pronta para ser levada ao plenário e deve ser a primeira a ser aprovada. Além disso, os senadores avaliam com a equipe econômica reunir o conteúdo das outras duas propostas – a PEC Emergencial e a própria PEC do Pacto Federativo – em um texto único, mais enxuto.

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Técnico de basquete que se vestiu de Hitler será investigado pelo Ministério Público

20 de junho de 2020, 22:32

Foto: Reprodução

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O treinador de basquete, do interior paulista, Rinaldo Rodrigues fez um publicação em seu Instagram na qual aparece vestido com uniforme nazista e um bigode semelhante ao usado pelo ditador Adolf Hitler. Com isso, o Ministério Público abriu um inquérito para investigar o caso.

Segundo a promotora Helena Calado Tonelli, o técnico e gestor da Liga Sorocabana de Basquete (LSB) será investigado pelo crime de divulgação de nazismo, conforme a Lei 7.716/1989, sobre penas para as condutas de racismo e preconceito. O crime prevê prisão de dois a cinco anos e multa, conforme apuração do G1.

Rinaldo se desculpou pela atitude após a repercussão negativa do ato e disse que estava brincando por meio de uma montagem. Além disso, ele ressaltou que “não compactua e é absolutamente avesso a qualquer tipo de discriminação racial ou mesmo de apologia ao nazismo”.

Ao portal, a defesa de Rodrigues informou nesta sexta-feira (19) que não tem conhecimento de qualquer investigação sobre o episódio.

“Por fim, novamente, viemos publicamente dizer que Rinaldo Rodrigues nunca praticou, induziu ou ainda incitou qualquer ato discriminatório ou preconceituoso relativo a raça, cor, etnia ou religião. Novamente, pede perdão para toda a comunidade judaica pelo ocorrido”, completou a defesa do técnico.

Como consequência da postagem, a Federação Israelita de São Paulo se pronunciou por meio de nota e disse que “não toleraria ‘brincadeiras’ com temas tão sensíveis para eles”.

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB), considerou a publicação “abominável, de lesa humanidade e que vai completamente contra os valores da confederação”.

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