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Os nomes preferidos dos brasileiros. Enzo fica de fora do Top 10

20 de maio de 2025, 16:04

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Enzo ou Valentina? Nada disso, parece que essa geração já ficou para trás e não agrada mais aos novos papais. Em 2024, pela primeira vez em sete anos, um nome feminino ficou na liderança da preferência: Helena.

Ao todo, o nome recebeu 22.533 registros, segundo a Arpen-Brasil (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais). A última vez que um nome feminino tinha aparecido na liderança foi com Maria Eduarda, em 2016.

Miguel, que apareceu em 1º lugar nos últimos quatro anos, continuou em alta e ficou com a vice-liderança da preferência popular com 22.142 registros.

“Os nomes escolhidos não apenas refletem os gostos individuais, mas também traduzem as influências culturais, religiosas e da mídia, que desempenham um papel fundamental na formação das preferências das famílias”, analisou Gustavo Renato Fiscarelli, presidente da Arpen-Brasil.

“Os cartórios são guardiões da história e da identidade cultural do Brasil, uma verdadeira base de dados da nação, que registra a história de cada família e de cada indivíduo, do nascimento ao óbito, guardando-a para a posteridade”, completou.

Ranking Nacional dos 10 Nomes mais registrados em 2024:

1º Helena – 22.533 registros

2º Miguel – 22.142 registros

3º Gael – 19.883 registros

4º Ravi – 19.121 registros

5º Theo – 18.493 registros

6º Heitor – 17.726 registros

7º Cecilia – 17.416 registros

8º Arthur – 16. 872 registros

9º Noah – 16.236 registros

10º Maite – 16.197 registros

Ranking Nacional dos 10 Nomes masculinos mais registrados em 2024

1º Miguel – 22.142 registros

2º Gael – 19.883 registros

3º Ravi – 19.121 registros

4º Theo – 18.493 registros

5º Heitor – 17.726 registros

6º Arthur – 16.872 registros

7º Noah – 16.236 registros

8º Davi – 15.601 registros

9º Bernardo – 14.398 registros

10º Samuel – 12.861 registros

Ranking Nacional dos 10 Nomes femininos mais registrados em 2024

1º Helena – 22.533 registros

2º Cecilia – 17.416 registros

3º Maite – 16.197 registros

4º Alice – 14.518 registros

5º Laura – 14.217 registros

6º Maria Cecilia – 13.954 registros

7º Maria Alice – 12724 registros

8º Aurora – 11.031 registros

9º Antonella – 9.723 registros

10º Isis – 9.524 registros

Redação Terra

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Vereador Pablo Piauhy participa da comitiva de Caém durante Marcha em Defesa dos Municípios

20 de maio de 2025, 15:26

Foto: Reprodução

O líder do Executivo de Caém na Câmara Municipal, o vereador Pablo Piauhy (PSD), participa em Brasília da XXVI Marcha em Defesa dos Municípios; evento realizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que busca fortalecer a defesa das causas municipalistas.

Pablo, que é advogado, ressalta que dará coro a uma das principais pautas de reivindicações, a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 66), que reduz a alíquota do INSS para as gestões municipais., aumentando com isso a disponibilidade de recursos a serem empregados nas demandas de cada cidade.

O vereador destaca ainda outros debates importantes, a exemplo de Políticas Públicas de combate aos lixões, investimento na área da saúde, Educação e desenvolvimento social.

“Se faz urgente a discussão sobre a descentralização das ações, dando mais autonomia aos municípios, com vista a oferecer condições mais dignas e salutares para o desenvolvimento social e consequentemente a melhoria de vida da população. e isso só será possível quando os recursos advindos das esferas estadual e federal cheguem de fato, de forma mais justa e melhor distribuídos, para os municípios”, salientou o edil que este em seu quinto mandato de vereador.

A comitiva de Caém que acompanha o prefeito Arnaldinho Oliveira e a vice-prefeita Maria de João de Quinho, conta com os vereadores Ronivon Honorato, Rodrigo Alves, Suêmia Lima, Suzi Araponga e Nega Muricy.

A agenda da comitiva de Caém terá durante a Marcha, audiências com o senador Otto Alencar, a deputada Federal Lídice da Mata, com o secretário da Presidência, André Ceciliano e com representantes da UPB e Diretoria da CNM.

Pablo Piahuy (gravata vermelha) destacou a importância do evento
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Prefeito de Caém participa de mais uma edição da Marcha em Defesa dos Municípios, em Brasília

20 de maio de 2025, 14:37

Foto: Reprodução

O prefeito de Caém, Arnaldinho Oliveira, está em Brasília, onde participa da XXVI Marcha em Defesa dos Municípios, que acontece até esta quinta-feira (22). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participou na manhã desta terça-feira (20), da abertura oficial do evento que é organizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

A Marcha é um momento para reforçar as reivindicações e demandas ao governo federal e aos parlamentares no Congresso, como a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC 66/23) que permite o parcelamento de obrigações previdenciárias nos municípios, assim como mais prazo para os prefeitos pagarem dívidas decididas pela Justiça em última instância, os chamados precatórios.

Considerado um dos gestores mais experientes da Bahia, na atualidade, Arnaldinho chega na Capital Federal como um municipalista atuante e comprometido com as causas pautadas pelos municípios. Ele leva na bagagem, além dos três mandatos como prefeito, as atuações como diretor tesoureiro da União dos Prefeito da Bahia (UPB) e presidente de um consórcio Interfederativo de Saúde, que compreende 18 municípios.

“Nossa vinda a Brasília tem entre os objetivos de, além de se encontrar com autoridades do governo federal, participar de audiências na Câmara no Senado com os parlamentares da nossa região e se atualizar sobre planejamento tributário, captação de recursos, entre outros”, destacou Arnaldinho.

Arnaldinho está acompanhado de uma comitiva composta pela primeira dama Gardênia Oliveira, a vice-prefeita, Maria de João de Quinho e os vereadores, Gildo de Jesus, Pablo Piauhy, Roni de Piabas, Irmão Rodrigo, Nega Muricy, Suêmia Lima e Suze de Araponga.

Arnaldinho Oliveira esteve com a deputada Federal Lídice da Mata durante o evento

A Marcha dos Municípios reúne representantes de mais de 5 mil municípios
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Estudantes da Bahia conquistam prêmios na Expo Milset Brasil 2025 e ganham credenciais em eventos internacionais

20 de maio de 2025, 10:03

Foto: Fernanda Pereira

Seis projetos de estudantes da rede estadual de ensino da Bahia foram premiados pela Expo Milset Brasil, evento realizado em Fortaleza, Ceará . O evento reuniu trabalhos de diversas regiões do Brasil e de outros países.

Os representantes baianos conquistaram credenciais para eventos científicos em destinos nacionais e internacionais, como Indonésia, Nova Iorque, Colômbia, Peru, Santa Catarina e Pernambuco.

A secretária da Educação do Estado da Bahia, Rowenna Brito, parabenizou os estudantes e professores premiados. “Percebemos a potência que a Bahia vem construindo na área da educação. Nossos estudantes estão sendo reconhecidos internacionalmente, o que é reflexo direto do trabalho dedicado de professores e professoras, da determinação do governador Jerônimo em priorizar a educação e dos investimentos contínuos que, com orgulho, já começamos a colher os frutos”, afirmou.

A premiação aconteceu no Náutico Clube Cearense e reconheceu os melhores trabalhos apresentados durante o evento. A Expo Milset Brasil é um dos maiores espaços de divulgação científica entre jovens, promovendo o intercâmbio cultural e acadêmico com foco especial nas regiões Norte e Nordeste.

Confira a lista dos projetos premiados da rede estadual da Bahia na Expo Milset Brasil 2025:

Projeto: A natureza em crise: a arte como voz – Prêmio: Credencial para a Olimpíada Internacional do Projeto de Ciência Aplicada – Indonésia (2025) – Escola: Colégio Estadual Luiz Viana Filho | Cidade: Candeias (NTE 26) – Professora: Dra. Hevelynn Franco Martins – Estudantes: Mirely Mirandina Candido Rocha, Stefane Cândido dos Santos, Yasmin Cândido dos Santos

Projeto: Análise da eficiência do extrato de plantas nativas da Caatinga como larvicida natural: alternativa de combate às arboviroses – Prêmio: Credencial para a Informatrix Brasil – Santa Catarina – Escola: Colégio Estadual de Tempo Integral Antônio Batista | Cidade: Candiba (NTE 13) – Professor: Valdimir Pereira Reis
Estudante: Ruan Donato Veras

Projeto: Conectados: explorando os efeitos das telas na saúde mental juvenil
Prêmio: Credencial para a ExpoMilset AMLAT – Medellín (Colômbia) – Escola: Colégio Estadual da Bahia Central | Cidade: Salvador – Professoras: Valéria Danielly Oliveira, Fernanda Brito – Estudantes: Arthur Vitorio, Guilherme Fraga

Projeto: ECOBRICKS: uma solução sustentável e rentável para o mercado de construção civil – Prêmio: 2º lugar em Engenharia + Credencial para a Genius Olympiad 2026 – Nova Iorque (EUA) – Escola: Centro Territorial de Educação Profissional do Sisal | Cidade: Serrinha (NTE 04) – Professor: Thales Lima do Nascimento – Estudantes: Arthur Santiago Gonzaga, Rafael Lima Gomes, Miguel de Oliveira Souza

Projeto: Ecotamarindo: inovação sustentável na produção de biocombustíveis – Prêmio: Credencial para a Expoceti – Pernambuco – Escola: Centro Territorial de Educação Profissional de Araci | Cidade: Araci (NTE 04) – Professora: Pachiele Cabral – Estudantes: Keisla Fabian, Keila Gabrielle

Projeto: BIOPEL: adubo de liberação lenta feito com resíduos orgânicos e papel – Prêmio: Credencial para a Cientec 2025 – Lima (Peru) – Escola: Colégio Estadual Paulo Freire

Ascom/SEC – BA

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Desinformação é principal risco global para 2025, afirma Unesco

20 de maio de 2025, 09:48

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A desinformação figura como principal risco global para 2025 e para os anos que estão por vir – à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo.

A avaliação é do diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Tawfik Jelassi, que esteve no Brasil na última semana para participar do Seminário Internacional Cetic.br 20 anos – Dados e Análises para um Futuro Digital Inclusivo.

“Os países não estão preparados o suficiente para combater a desinformação. Eles são vulneráveis ​​ao impacto negativo da desinformação, o que é uma questão muito importante. Portanto, sim, a desinformação é o risco global número um hoje e ao longo dos próximos anos e todos os países do mundo precisam agir para combatê-la.”

Em entrevista à Agência Brasil, ele defendeu a regulamentação das redes sociais por todos os países e um pacto global para combater a desinformação no ambiente virtual. Ele destacou, entretanto, que a responsabilidade primária pelo combate às fake news deve ser das empresas de plataformas digitais que têm a obrigação de agir. 

“As plataformas digitais são globais. Elas não reconhecem limites ou fronteiras nacionais. Se não unirmos forças por meio de ações globais, não poderemos combater efetivamente a desinformação que acontece nas plataformas digitais”, afirmou.

“Cada país precisa ter uma regulamentação sobre isso. Mas precisamos ter uma abordagem verdadeira porque somente unindo forças internacionalmente é que podemos combater esse risco global. E a tecnologia não conhece barreiras”, completou o especialista que tem doutorado em Sistemas de Informações Gerenciais pela Universidade de Nova York. 

Jelassi citou um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts que aponta que mentiras se espalham 10 vezes mais rápido que a verdade. “Uma vez que se espalham como fogo, o dano já está feito. Como podemos desfazê-lo? Não podemos. Mesmo que se tente retificar essa informação, o dano já aconteceu. Então, precisamos prevenir, precisamos combater a desinformação.”

A Unesco está organizando uma conferência global em junho para debater temas como inteligência artificial e transformação digital no setor público.

Para Jelassi, é necessário que o setor público acompanhe a transformação digital do mundo oferecendo aos seus cidadãos serviços de melhor qualidade utilizando tecnologias. Para isso, ele defende que os países coloquem como centro das políticas públicas o investimento no desenvolvimento de capacidades e habilidades dos seus recursos humanos.  

“Uma questão específica que abordaremos [na conferência] é a construção e o desenvolvimento de capacidades.​ A partir dos nossos estudos, percebemos que, em diversos países, muitos servidores públicos não têm a competência ou o conjunto de habilidades necessárias para ter sucesso na transformação digital. Acreditamos que isso esteja no cerne de uma ação governamental.”

Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista.

Agência Brasil: O senhor disse, certa vez, que um dos desafios e oportunidades mais importantes da nossa era é transformar tecnologias digitais em uma força para o bem. Como tem funcionado o trabalho que a Unesco realiza no sentido de contribuir para essa questão?

Towfik Jelassi: A tecnologia, de certa forma, é neutra. As pessoas podem usá-la de forma positiva ou negativa. Ela apresenta oportunidades, mas também riscos. Quando digo que a tecnologia deve ser usada como uma força para o bem, cito um exemplo: devemos usá-la para combater a desinformação, sobretudo no que diz respeito à inteligência artificial. Devemos ser capazes de detectar informações não factuais. Devemos ajudar na moderação e na curadoria de conteúdo. Não queremos que a tecnologia seja usada para prejudicar as pessoas, para prejudicar as sociedades. Não queremos que a tecnologia se torne um perigo.

A Unesco acredita firmemente que a informação e, claro, as tecnologias da informação e a comunicação devem ser um bem público comum e não um dano público. A tecnologia não só pode como já foi usada como uma força para o bem. Por exemplo: na saúde, na agricultura, no combate às mudanças climáticas e em soluções para a crise ambiental. Esses são usos positivos da tecnologia. Mas também temos que combater a desinformação, o discurso de ódio e outros conteúdos online prejudiciais.

Agência Brasil:  Alguns dos trabalhos recentes propostos pela Unesco incluem recomendações sobre a ética no uso da inteligência artificial. O senhor pode falar um pouco sobre isso?

Jelassi: Em 2018, a Unesco iniciou um projeto massivo em torno do uso ético da inteligência artificial – pelo menos três ou quatro anos antes do surgimento do ChatGPT e da inteligência artificial interativa. A Unesco é reconhecida por ser, de certa forma, o think tank [laboratório de ideias] do sistema das Nações Unidas, uma espécie de antecipadora das mudanças que virão e de seus impactos, inclusive no que diz respeito à tecnologia. Então, em 2018, a Unesco içou a bandeira do que estávamos prestes a ver: o avanço de uma tecnologia muito sofisticada chamada inteligência artificial, que pode ser usada como uma força para o bem, mas que também apresenta riscos e perigos.

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.
Teletrabalho, home office ou trabalho remoto. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Unesco pediu responsabilidade ética dentro do uso da inteligência artificial. O trabalho incluiu consultas globais abertas e, claro, trabalhos de especialistas mundiais sobre o assunto, o que culminou, em 2021, com os 193 Estados-membros aprovando as Recomendações sobre a Ética na Inteligência Artificial. Esse foi o primeiro instrumento normativo global desenvolvido sobre esse assunto e fico feliz em dizer que, hoje, temos 70 países ao redor do mundo que estão implementando essas recomendações para o uso ético e responsável da inteligência artificial.

Agência Brasil: Onde se encontra o Brasil neste processo?

Jelassi: O Brasil está bastante avançado e está entre os países que, claro, votaram a favor desta recomendação global da Unesco e que também implementaram os princípios e as diretrizes contidos nesta importante publicação.

Agência Brasil:  A Unesco tem apelado ao uso responsável e ético da inteligência artificial. Como estão as coisas neste momento e o que precisa mudar em relação a essa temática?

Jelassi: Existe um diferencial importante entre as tecnologias digitais: elas se desenvolvem numa velocidade muitíssimo alta, que países e entidades reguladoras não conseguem acompanhar.  É o que acontece quando se tem uma tecnologia como a inteligência artificial, que impacta tantos setores. Por exemplo: um professor não pode mais aplicar uma prova para que os alunos levem para casa porque sabe que a resposta virá do ChatGPT e todos os alunos passarão na prova. Então, hoje, não vivemos mais um momento que que precisamos melhorar ou reformar a educação. Estamos em uma era onde precisamos transformar a educação, transformar o ensino, transformar a aprendizagem, transformar a avaliação dos alunos. Este é apenas um exemplo. Posso dar um exemplo também na agricultura, sobre como a inteligência artificial transforma a maneira como os agricultores cuidam de seus negócios. Hoje, você pode saber, com base no tipo de solo, clima, cultivo, água e irrigação qual a melhor semente a ser cultivada em uma determinada terra, além do uso de fertilizantes personalizados – não mais de fertilizantes genéricos, mas fertilizantes personalizados para ajudar a otimizar o campo de cultivo.

Tudo isso graças ao big data, à análise de dados, aos algoritmos preditivos, aos sistemas de informação geográfica, a imagens de satélite, às fotos tiradas com drones. A tecnologia hoje está no cerne da agricultura. E quem teria pensado nisso, mesmo alguns anos atrás? A tecnologia impacta todos os setores, todas as indústrias, nossas vidas, nós mesmos como indivíduos, a sociedade em geral. Portanto, temos que exigir o uso responsável e ético da inteligência artificial, ​​que respeite a dignidade humana, a privacidade de dados e os direitos humanos. Não é porque a tecnologia está aí para nos permitir fazer tudo que podemos simplesmente ir em frente. Temos que ser cidadãos responsáveis ​​e temos que ser usuários éticos dessa tecnologia.

Agência Brasil: O senhor pode falar um pouco sobre as diretrizes da Unesco voltadas especificamente para gestores de plataformas digitais e que visam combater a desinformação, o discurso de ódio e outros conteúdos online?

Jelassi:  Esse é um tópico muito importante hoje porque todos nós, cidadãos do mundo, passamos várias horas por dia em mídias sociais ou plataformas digitais. Estudos mostram que uma porcentagem bastante significativa de pessoas está conectada a mídias sociais e plataformas digitais – do minuto em que acordam pela manhã até a hora de dormir. Elas têm, em média, entre sete e oito horas por dia de conexão com as mídias sociais. Quando estão no trabalho, quando estão em movimento, quando estão almoçando ou jantando, elas ainda estão conectadas. Essa é a realidade de hoje. Mas nem tudo o que vemos online é informação factual, é informação verificada, é dado objetivo. Não podemos confiar em tudo porque há, como você mesma disse, uma quantidade crescente de desinformação e informações falsas.

Sabemos que, especialmente pelo meio digital, mentiras são transmitidas muito mais rápido que a verdade. Um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Boston, revelou que mentiras viajam 10 vezes mais rápido que a verdade. Mas, uma vez que se espalham como fogo, o dano já está feito. Como podemos desfazê-lo? Não podemos. Mesmo que se tente retificar essa informação, o dano já aconteceu. Então, precisamos prevenir, precisamos combater a desinformação. Ela é muito, muito prejudicial. Temos que garantir que sejam fatos e não informações falsas que são disseminadas online. Permita-me citar Maria Ressa, jornalista filipina que recebeu o Nobel da Paz de 2021. Ela disse:

‘Sem fatos, não há verdade. Sem verdade, não há confiança. E sem confiança, não temos uma realidade compartilhada’. Todos podem ter sua opinião, mas devem ser os fatos o conteúdo a ser compartilhado. É a realidade que deve ser compartilhada. Ninguém pode apresentar seus próprios fatos ou sua própria realidade. Sobretudo quando esses fatos estão errados e podem manipular as pessoas, podem influenciar as pessoas.

Sabemos que a informação, a liberdade de expressão e a liberdade de mídia são a pedra angular da sociedade democrática e precisamos preservá-las. Porque, se nossa sociedade for dominada por desinformação, discurso de ódio e coisas do tipo, isso pode ser algo que divide. Pode colocar alguns grupos de pessoas ou algumas comunidades contra outras, ou alguns indivíduos contra outros. E isso é muito prejudicial para nós como sociedade, como comunidade.

Agência Brasil: A desinformação pode ser considerada o principal risco global para 2025 e para os próximos anos? O que pode ser fazer a respeito?

Jelassi:  Sim, mas não sou eu quem pensa assim. São duas fontes que temos. Uma delas é o Fórum Econômico Mundial de Davos que, em janeiro de 2025, publicou um relatório anual no qual coloca a desinformação como o risco global número um para 2025 e para os próximos dois anos, com base em suas pesquisas e seus estudos. Eles colocam a desinformação como risco global número um, à frente das mudanças climáticas, da crise ambiental, dos fluxos migratórios, da violência e do terrorismo. Já em março de 2025, as Nações Unidas publicaram o Relatório Mundial de Risco Global e colocaram a desinformação como risco global número um com base em dois critérios: o primeiro é a importância e o segundo é a vulnerabilidade dos países. Ou seja, os países não estão preparados o suficiente para combater a desinformação. Eles são vulneráveis ​​ao impacto negativo da desinformação, o que é uma questão muito importante. Portanto, sim, a desinformação é o risco global número um hoje e ao longo dos próximos anos e todos os países do mundo precisam agir para combatê-la.

Agência Brasil: O senhor acredita que precisamos unir forças para enfrentar todos esses problemas e tornar o ciberespaço um lugar mais confiável?

Jelassi: Absolutamente. Por que precisamos unir forças em nível internacional, em nível global? Porque as plataformas digitais são globais. Elas não reconhecem limites ou fronteiras nacionais. Elas espalham a palavra. Elas são globais por natureza. Se você usa qualquer uma dessas plataformas digitais ou mídias sociais, você as usa no Brasil, você as usa em qualquer país do mundo. Então, se não unirmos forças por meio de ações globais, não poderemos combater efetivamente a desinformação que acontece nas plataformas digitais. Claro, cada país precisa ter uma regulamentação sobre isso. Mas precisamos ter uma abordagem verdadeira porque somente unindo forças internacionalmente é que podemos combater esse risco global. E a tecnologia não conhece barreiras.

Agência Brasil: Como buscar um uso responsável e transparente das plataformas, além de uma melhor moderação de conteúdo por parte das empresas de tecnologia?

Brasília (DF), 16/05/2025 -  O Diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da UNESCO, Tawfik Jelassi, durante entrevista para a Agência Brasil. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O diretor-geral adjunto de Comunicação e Informação da Unesco, Tawfik Jelassi, durante entrevista para a Agência BrasilFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Jelassi: Boa pergunta. Mais uma vez, não estamos falando de utopia. Quando falamos sobre governança efetiva de plataformas digitais, isso não é uma ilusão. Pode efetivamente ser feito. Vou dar um exemplo de uma plataforma digital que tem mais de 1,5 milhão de usuários ativos e onde não vemos discurso de ódio, não vemos assédio online, não vemos desinformação: LinkedIn. Sou um usuário diário. Talvez passe uma hora a uma hora e meia todos os dias. É uma plataforma, como eu disse, com mais de 1,5 milhão de pessoas, mas que está cumprindo sua missão, está atraindo pessoas – especialmente profissionais. Está funcionando.

Não precisamos acreditar que qualquer plataforma, por natureza, tem que ser uma força para o mal ou deve necessariamente espalhar informações falsas. Se elas tiverem os algoritmos adequados, se seguirem os princípios que mencionei antes, se tiverem a curadoria de conteúdo adequada, a moderação de conteúdo adequada, filtrando mensagens de violência, mensagens de ódio, podem funcionar.

As empresas de tecnologia não deveriam deixar que esse tipo de coisa fosse disseminado e exibido em todo o mundo através de suas plataformas. Elas gerenciam as plataformas, não os usuários. Claro, há um modelo de negócios por trás disso. O que atrai as pessoas? A desinformação. Porque notícias falsas geram barulho. E as pessoas não sabem que elas são necessariamente falsas. As pessoas dizem:

‘Nossa, deixe-me compartilhar isso com um amigo’. Assim, a desinformação é compartilhada em grande escala. Quanto mais você dissemina esse tipo de informação, mais pessoas clicam nela. Quanto mais cliques, mais empresas anunciam online nessa plataforma. E, com mais publicidade online, mais lucro.

Podemos ver como o modelo de negócios, de certa forma, não exatamente favorece a desinformação, mas permite que ela aconteça. Por isso, as empresas de plataformas digitais têm a responsabilidade primária de agir.

Agência Brasil: O senhor pode falar um pouco sobre a temática da transformação digital do setor público, que será discutida em junho em uma conferência global organizada pela Unesco? Trata-se de um tema de interesse para todos os Estados-membros?

Jelassi: A Unesco está organizando uma conferência global nos dias 4 e 5 de junho de 2025, em sua sede, em Paris, sobre inteligência artificial e transformação digital no setor público. Acreditamos que, para que qualquer país e qualquer governo possam melhorar seus serviços aos cidadãos, eles precisam usar tecnologias digitais, precisam transformar seu relacionamento com os cidadãos e o tipo de serviços e de administração pública que oferece aos cidadãos. Esse é o foco desta conferência. E uma questão específica que abordaremos é a construção e o desenvolvimento de capacidades. A partir dos nossos estudos, percebemos que, em diversos países, muitos servidores públicos não têm a competência ou o conjunto de habilidades necessárias para ter sucesso na transformação digital. Acreditamos que isso esteja no cerne de uma ação governamental.

A inteligência artificial é um facilitador importante para serviços digitais inovadores para os cidadãos. É por isso que estamos realizando esta conferência. A Unesco desempenha um papel fundamental não apenas na advocacia, mas também na formulação de políticas, no desenvolvimento e na capacitação. Não basta fazer propaganda. Não basta desenvolver uma política ou estratégia a ser implementada. É preciso ter recursos humanos com competências e habilidades.

Agência Brasil

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Marta é apontada como a melhor jogadora de futebol de todos os tempos; veja top-10

20 de maio de 2025, 08:00

Foto: Divulgação

A atacante brasileira Marta foi eleita, nesta segunda-feira, a melhor jogadora da história do futebol feminino pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS). A entidade divulgou o top-10 da modalidade.

Aos 39 anos, Marta segue em atividade no Orlando Pride, dos Estados Unidos. A alagoana é a maior vencedora do prêmio de Melhor Jogadora do Mundo da Fifa, com seis conquistas: 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2018.

Com a seleção brasileira, a atacante conquistou três títulos da Copa América Feminina, um vice-campeonato mundial, dois ouros nos Jogos Pan-Americanos e três medalhas olímpicas de prata. Recentemente, Marta voltou a ser convocada por Arthur Elias. Ela está entre as atletas chamadas para os amistosos contra o Japão, que serão disputados nos dias 30 de maio e 2 de junho, em São Paulo.

Além de Marta, o IFFHS completa o top-5 com Mia Hamm, dos Estados Unidos; Christine Sinclair, do Canadá; e as americanas Kristine Lilly e Michelle Akers.

Na sexta colocação está a chinesa Sun Wen. Homare Sawa, do Japão; Heidi Mohr e Birgit Prinz, da Alemanha, ocupam a oitava e nona colocações, respectivamente. Aitana Bonmatí, da Espanha, eleita a atual melhor do mundo na última temporada, aparece na décima posição.

Confira o top-10 da IFFHS:

1º Marta (Brasil)
2º Mia Hamm (Estados Unidos)
3º Christine Sinclair (Canadá)
4º Kristine Lilly (Estados Unidos)
5º Michelle Akers (Estados Unidos)
6º Sun Wen (China)
7º Homare Sawa (Japão)
8º Heidi Mohr (Alemanha)
9º Birgit Prinz (Alemanha)
10º Aitana Bonmatí (Espanha)

Estadão Conteúdo

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PT de Jacobina inicia oficialmente campanha para o PED com lançamento de chapa

17 de maio de 2025, 14:06

Foto: Notícia Limpa

O Partido dos Tabalhadores de Jacobina(PT), iniciou oficialmente neste sábado (17), a campanha para o Processo de Eleição Direta (PED) para promover a renovação das suas direções municipais, estaduais e a nacional, através do voto direto dos seus filiados e filiadas.

O Diretório Municipal do partido (DM) lançou a chapa “Avante Payayá” com candidatura de Ana Paula Almeida, que substituiu Mariana Oliveira na sua saída do partido, à reeleição para presidência do DM. O evento aconteceu no auditório/teatro do Colégio Estadual Deocleciano Barbosa de Castro (CEDBC) e contou com as presenças do deputado federal Jorge Solla e o ex-deputado Amaury Teixeira.

Rachado, o PED do DM do PT de Jacobina, contará com duas chapas, sendo a segunda encabeçada por Elicássia Guedes (Reconstrução Popular), apoiada pelo secretário de Relações Institucionais do Governo da Bahia (Serin) e deputado federal licenciado,, Afonso Florece.

O Processo Eleitoral acontecerá no dia 6 de julho e escolherá também os presidentes estadual e nacional do partido.

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Bicho maluco beleza

16 de maio de 2025, 10:17

Foto: Gervásio Lima

*Por Gervásio Lima –

No momento em que o egocentrismo sufoca a complacência, a melhor maneira de praticar a boa convivência é concordar com o discurso e evitar o acirramento, pois como diz o adágio popular, ‘o mal do sabido é pensar que todo mundo é besta’. A prudência é a arte praticada pelos que têm o dom da sabedoria, aqueles que verdadeiramente sabem viver.

A harmonia é um comportamento coletivo, um estado de equilíbrio e cooperação entre os indivíduos. Quando as divergências atingem um grau de desrespeito, o sinal de alerta deve ser acionado e medidas devem ser tomadas para evitar uma convulsão social.

A arrogância é típica do intolerante, daí a justificativa do afastamento em vez da tentativa de conciliação. Apoiar-se na domesticação do selvagem vai de encontro às regras da natureza cultural e racional. Engana-se quem acredita que aquilo ou aquele desprovido de sensibilidade e sensatez seja capaz de demonstrar ou praticar a compaixão, ser empático.

Perda de tempo disputar espaço com o vazio. Recipiente com furos não armazena líquido. O irracional vive quase que exclusivamente em busca de suas presas, pela necessidade de sobrevivência e procriação. Habituá-lo ao convívio social, fora de sua bolha, é quase sempre uma tarefa impossível.

Não é necessário ter posicionamentos iguais ou semelhantes. O ideal é a convivência harmônica com as diferentes experiências, opiniões e perspectivas. O importante é ter um olhar mais amplo e humano sobre o mundo e suas pluralidades.

“Ô, ô-ô, bicho maluco beleza

Ô, ô-ô, bicho maluco beleza

Bicho maluco beleza do Largo do Amparo

Teu estandarte tão raro, Bajado criou

Usando tintas e cores do imaginário

Ai, quantas dores causaste ao teu caçador” – Bicho Maluco Beleza – Alceu Valença

*Jornalista e Historiador

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CME de Caém participa do XXVII Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação

15 de maio de 2025, 13:52

Foto: Reprodução

O Conselho Municipal de Educação de Caém (CME) está participando do XXVII Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação da Bahia, que acontece até esta sexta-feira (16), em Salvador.

O evento, que reúne diversos atores envolvidos com a educação baiana como a Promotoria Estadual de Justiça, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), a Secretaria de Educação da Bahia, entre outros, tem como foco principal o direito à educação, os planos decenais, as perspectivas para a Educação Infantil e a Educação Básica em Geral, além do debate sobre a educação antirracista e as resoluções estruturantes do Conselho Estadual de Educação.

Durante os dias do evento, acontecem atividades formativas, troca de experiências e construção de saberes.

Para a presidente do CME de Caém, Ana Lúcia Loula , o encontro fortalece o papel dos Conselhos Municipais de Educação como espaços legítimos de diálogo, participação e controle social das políticas públicas educacionais. “Este momento representa mais do que uma participação institucional, é uma oportunidade de fortalecer o compromisso com uma educação pública de qualidade, democrática, inclusiva e antirracista, reafirmando seu papel como uma instância atuante, propositiva e comprometida com o desenvolvimento educacional do município” disse Ana Lúcia.

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Caixa libera abono salarial (PIS/PASEP) para nascidos em maio e junho

15 de maio de 2025, 08:37

Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Cerca de 3,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada nascidos em maio e junho que ganham até dois salários mínimos podem sacar, a partir desta quinta-feira (15), o valor do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) em 2025 (ano-base 2023). A quantia está disponível no Portal Gov.br.

Ao todo, a Caixa Econômica Federal liberará pouco mais de R$ 4,5 bilhões neste mês. Aprovado no fim do ano passado, o calendário de liberações segue o mês de nascimento do trabalhador. Os pagamentos começaram em 17 de fevereiro e vão até 15 de agosto. O trabalhador pode conferir a situação do benefício no aplicativo Carteira de Trabalho Digital.

Neste ano, R$ 30,7 bilhões poderão ser sacados. Segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o abono salarial de 2025 será pago a 25,8 milhões de trabalhadores em todo o país. Desse total, cerca de 22 milhões que trabalham na iniciativa privada receberão o PIS e 3,8 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep.

O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal; e o Pasep, pelo Banco do Brasil. Como ocorre tradicionalmente, os pagamentos serão divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento. O saque iniciará nas datas de liberação dos lotes e acabarão em 29 de dezembro de 2025. Após esse prazo, será necessário aguardar convocação especial do Ministério do Trabalho.

Quem tem direito

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, cinco anos, e que tenha trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base considerado para a apuração, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor do abono é proporcional ao período em que o empregado trabalhou com carteira assinada em 2023. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 126,50, com períodos iguais ou superiores a 15 dias contados como mês cheio. Quem trabalhou 12 meses com carteira assinada receberá o salário mínimo cheio, de R$ 1.518.

O abono salarial não se confunde com as cotas do antigo Fundo PIS/Pasep, que estão sendo sacadas por meio de outra plataforma, lançada em março deste ano. O antigo fundo abriga cotas de cerca de 10,5 milhões de trabalhadores formais antes da Constituição de 1988. O abono salarial beneficia trabalhadores com carteira assinada após a Constituição de 1988 com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Pagamento

Trabalhadores da iniciativa privada com conta corrente ou poupança na Caixa receberão o crédito automaticamente no banco, de acordo com o mês de seu nascimento.

Os demais beneficiários receberão os valores por meio da poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, também de acordo com o calendário de pagamento escalonado por mês de nascimento.

O pagamento do abono do Pasep ocorre via crédito em conta para quem é correntista ou tem poupança no Banco do Brasil. O trabalhador que não é correntista do BB pode efetuar a transferência via TED para conta de sua titularidade via terminais de autoatendimento e portal ou no guichê de caixa das agências, mediante apresentação de documento oficial de identidade.

Quem não é correntista da Caixa ou do Banco do Brasil e tem direito ao benefício também pode sacar o valor por meio do Portal Gov.br, no serviço “Receber o abono salarial”, mas é necessário ter conta prata ou ouro.

Até 2020, o abono salarial do ano anterior era pago de julho do ano corrente a junho do ano seguinte. No início de 2021, o Codefat atendeu a recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU) e passou a depositar o dinheiro somente dois anos após o trabalho com carteira assinada.

Agência Brasil

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