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Projeto torna crime agressão a profissional de imprensa

17 de setembro de 2020, 16:14

Foto: Paulo Pinto AGPT

Citando levantamentos de entidades internacionais sobre crimes contra a imprensa no Brasil e exemplos de “intolerância da atual conjuntura política”, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) propõe transformar em crime as hostilidades a profissionais de imprensa no exercício de suas funções.

O texto do PL 4.522/2020 altera o Código Penal estabelecendo uma pena de detenção de um a seis meses, acrescida de multa, a quem praticar hostilidades com o objetivo de impedir ou dificultar a atuação dos profissionais de imprensa. A pena será aumentada em caso de emprego de violência ou vias de fato que se considerarem aviltantes.

Ao defender seu projeto, Contarato entende que não se pode falar em democracia quando os veículos de comunicação se veem impedidos de cumprir a missão que a Constituição lhes estabelece. Ele sublinha que nos últimos anos o Brasil tem verificado um aumento das ofensas e ameaças contra esses profissionais, resultando em atos cada vez mais violentos, e citou, como exemplo, as agressões sofridas pelo fotógrafo do Estado de S. Paulo, Dida Sampaio, em manifestação em Brasília em 3 de maio deste ano.

A justificação do senador capixaba acrescenta dados do Comitê de Proteção dos Jornalistas (CPJ), que, em ranking internacional de impunidade em crimes praticados contra a imprensa, coloca o Brasil em posição “muito próxima de países como a Síria e o Afeganistão”, e da ONG Repórteres Sem Fronteiras, segundo a qual a “deterioração do ambiente para jornalistas” fez o Brasil cair para a 107ª posição na classificação mundial de liberdade de imprensa.

Frisando que o objetivo da legislação é proteger a própria liberdade de imprensa, Fabiano Contarato acrescenta que “o Estado democrático de direito não subsiste em um cenário onde a hostilidade se transforma em arma para tentar silenciar opiniões, dados ou fatos que desagradem a um determinado grupo.”

Sobre seu projeto, o senador comentou em mensagem no Twitter: “Para combater as violências, ofensas e ameaças crescentes contra profissionais de imprensa, apresentei projeto de lei punido com prisão os agressores. Não há democracia sem liberdade de imprensa!”

Fonte: Agência Senado – Foto: Paulo Pinto/AGPT

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PlayStation 5 chegará ao Brasil em novembro; confira datas e preços

17 de setembro de 2020, 07:52

Foto: Divulgação

A Sony anunciou nesta quarta (16) a data de lançamento do PlayStation 5. O nova geração de consoles chegará aos Estados Unidos, Japão, México, Coreia do Sul, Canadá, Austrália e Nova Zelândia no dia 12 de novembro. No resto do mundo, chega no dia 19.

A versão maior do console custará US$ 499,99 e o PlayStation 5 Digital Edition, sem drive para CD, custará US$ 399,99. Os preços em reais ainda não foram divulgados.

A nova geração da Microsoft chegará às lojas no dia 10 de novembro. O Xbox Series X custará US$ 499, mas a versão menor do cosole, o Series S, vai custar US$ 299. Ainda não foram divulgados os preços no Brasil.

O anúncio ocorre um dia após a Sony Brasil ter anunciado que irá fechar em março de 2021 a fábrica de Manaus (AM), e que não vai mais vender TVs, câmeras digitais e produtos de áudio no Brasil em meados de 2021.

Segundo nota divulgada pela empresa, as demais operações do grupo, que envolvem games, soluções profissionais, música e cinema, continuam. A Sony Brasil também vai continuar com o suporte ao consumidor e irá manter a garantia dos produtos comercializados.

A empresa, que está há 48 anos no Brasil, afirma que a decisão se deve ao “recente ambiente do mercado” e visa fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios para ter uma resposta mais rápida às mudanças no ambiente externo.

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O preconceito, o racismo e a discriminação são características do irracional

17 de setembro de 2020, 07:25

*Por Gervásio Lima  – 

O conceito de beleza não se resume no porte físico, na cor da pele, no tipo de cabelo, na condição financeira, na posição profissional, na linhagem ou sobrenome. Ser ‘lindo’ é muito mais que tudo isso, é ter a condição de se comportar corretamente como um ser humano que enxerga no outro a sua semelhança, é ter a capacidade de amar e empatia, independente de classe social, raça, gênero ou religião.

A compreensão de vida não se resume em estereótipos, de imagens preconcebidas, padronizadas e generalizadas, como o próprio significado da palavra remete. Definir o sujeito a partir de seus dotes, raça ou situação social é cometer intencionalmente discriminação, racismo e preconceito. Julgar sem conhecer o julgado é perigoso e pode causar situações violentas, assim como o preconceito que geralmente está atrelado à discriminação por parte daqueles que valorizam a si próprios e deprecia os demais.

Os preconceituosos e racistas têm dificuldades em aceitar e conviver com as diferenças, e muitas vezes são medrosos, inseguros e suas atitudes chegam ao delírio, para não dizer ao ridículo. Tratar o outro com inferioridade se julgando superior é um ato insano e irracional.
Bonito é saber viver, literalmente, respeitando o diferente e as diferenças, pregando o bem sem olhar a quem. Não existe riqueza maior que amar e ser amado, ter amigos e uma família construídos com irmandade.

Não sai caro defender e trabalhar em prol da coletividade, basta não ter como regra a satisfação do ego e a lei da vantagem. A comunhão sim deve aparecer como palavra principal quando o convívio em sociedade estiver correndo algum tipo de risco.

Em momentos difíceis a reflexão faz parte do dia a dia daqueles que estão acometidos por algum tipo de situação negativa, seja em uma desilusão amorosa, um problema de saúde, perda de um ente, inseguranças, entre outras. Muitas vezes o ato de refletir serve como uma espécie de ‘antídoto’ para as intempéries da alma. Pensar é um momento de autoavaliação, oportunidade de rever atitudes e inclusive conceitos.

“Errar é humano, mas permanecer no erro é burrice…”

*Jornalista e historiador

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Bispo evangélico é condenado por estupro de menina de 13 anos

16 de setembro de 2020, 17:59

Foto: Reprodução

O juízo da Vara Criminal do Recanto das Emas, no Distrito Federal, condenou o bispo evangélico João Batista dos Santos a 20 anos e 6 meses de reclusão pelo estupro de uma adolescente 13 anos. A pena do líder religioso levou em consideração a autoridade que ele exercia sobre a vítima e também o reconhecimento da ocorrência continuada do crime – por pelos menos três vezes -, informou o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

João Batista dos Santos está preso preventivamente desde fevereiro. Ele já foi condenado duas vezes pelo crime de violação sexual mediante fraude, mas recorreu em ambos e respondia aos processos em liberdade. Nos autos do processo em que o bispo foi condenado por estupro de vulnerável, consta que João Batista conheceu a vítima em 2017, sendo que a menina teria conversado com o líder religioso sobre sua orientação sexual.

De acordo com a denúncia do MPDFT, antes dos abusos o bispo falava que amava a garota e que iria casar com ela. Depois de a menina comentar sobre ser lésbica, ele propôs passar um óleo para ungir seu corpo, argumentando ser uma forma de cura gay.

Após os abusos, a vítima começou a ter crises de ansiedade e então decidiu relatar os fatos ocorridos. Para a Promotoria, é “evidente” que o modus operandi utilizado pelo bispo não é inédito, configurando um “padrão de ataque”.

A sentença condenatória frisou que o bispo, após ganhar a confiança das vítimas, utilizava o óleo para tocar o corpo das mulheres, inclusive nas partes íntimas, sob um pretexto de “cura”. “A conduta do réu trouxe à vítima problemas de saúde consistentes em crises de ansiedade e do pânico, bem como gerando a ocorrência de episódios de desmaios e necessidade de atendimento psicológico, aspectos que sugerem gravames que extrapolam o próprio dissabor decorrente dos atos libidinosos a que foi submetida”, registrou a sentença.

A reportagem busca contato com o líder religioso. O espaço está aberto para manifestações.

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WhatsApp vai lançar chamadas de voz e vídeos para computador

16 de setembro de 2020, 17:53

Foto: Reprodução

Parece que o WhatsApp está ocupado desenvolvendo a versão web do seu serviço de mensagens, pretendendo integrar as capacidades de chamadas de voz, vídeo e para grupos.

Quem o diz é o site WEBetaInfo, que indica que as funcionalidades estão atualmente na fase de desenvolvimento, incluindo botões dedicados para que seja mais rápido lançar estas opções.

De notar que já circulam rumores de que o WhatsApp se encontra trabalhando em novas versões dos atuais ícones para smartphones Android e iOS.

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Termina nesta quarta-feira prazo para definição de candidatos às eleições

15 de setembro de 2020, 21:59

Foto: Reprodução

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que termina nesta quarta-feira, 16/09, o prazo para os partidos realizarem convenções internas para escolher os candidatos que vão disputar os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições municipais de novembro. A Justiça Eleitoral espera receber mais de 700 mil registros de candidaturas no pleito deste ano.

O prazo está previsto na Lei das Eleições e deveria ter sido encerrado em agosto. No entanto, o período das convenções foi prorrogado por 42 dias devido ao adiamento das datas do calendário eleitoral em função das complicações da pandemia da covid-19.

O Congresso adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro.

Nesta semana, outra data também deve ser seguida pelos partidos, candidatos e pela imprensa. A partir de quinta-feira, 17/09, as emissoras de rádio e de televisão estão proibidas de dar tratamento privilegiado a candidatos e de veicular e divulgar crítica a candidato ou partido político.

A íntegra do calendário eleitoral pode ser acessada no site do TSE.

Fonte: Agência Brasil

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Times estão com medo de virem ao Brasil para Libertadores

15 de setembro de 2020, 14:40

Foto: Reprodução

A Copa Libertadores volta a ser disputada nesta terça-feira após seis meses de paralisação e com uma realidade bastante complexa para clubes, dirigentes e principalmente para a própria Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Para concretizar o retorno do torneio em meio à pandemia do novo coronavírus, a entidade investiu cerca de R$ 500 milhões no custeio de viagens em voos fretados e testes RT-PCR para as equipes. Mas isso não foi suficiente para resolver o temor de alguns times em viajar pelo continente, em especial quando se trata de enfrentar adversários brasileiros.

O Estadão apurou com fontes na Conmebol que dois países manifestaram preocupação com o Brasil, nação com o maior número de casos e mortes por covid-19 na América do Sul. Chile e Uruguai questionaram a segurança tanto de virem ao País como até de receberem em seus estádios e hotéis equipes brasileiras. Procurada para comentar o assunto, a entidade avisou que não se manifestaria.

A Conmebol elaborou um protocolo médico de cuidados com a proposta de que os times viajem pela América do Sul dentro do que tem sido chamado de “bolhas móveis”. Os elencos se deslocam com o mínimo de contato externo possível. As viagens são em voos fretados e exclusivos para a delegação. A hospedagem será em hotéis com alas isoladas, além da rotina de testes e os jogos em estádios sem torcida. Ainda assim, para especialistas há um risco calculado.

“Nenhuma bolha é impenetrável. Por mais que se aprimore, não é 100% seguro”, disse o infectologista argentino Tomás Orduna, chefe de Medicina Tropical do Hospital Francisco Muñiz e consultor médico do Boca Juniors. “É perfeitamente normal que alguns países tenham medo de receber times do Brasil. No Uruguai, por exemplo, a pandemia está controlada. Mas ter de receber times de fora significa que pode voltar a ter transmissão comunitária com pessoas infectadas e assintomáticas”, explicou.

As equipes uruguaias do Peñarol e do Nacional foram procuradas para comentar se estão receosas com os jogos e não quiseram se manifestar. Mas um time argentino que virá ao Brasil admitiu se sentir inseguro. O Defensa y Justicia tem viagem prevista para enfrentar o Santos, na Vila Belmiro, no mês que vem. “Nós vamos tomar todas as precauções necessárias seja no estádio ou no hotel. Mas vamos cruzar os dedos para nada acontecer no Brasil”, afirmou o presidente do clube, José Lemme. O elenco teve seis casos positivos da doença recentemente.

Os cuidados da Conmebol com a Libertadores provocaram algumas mudanças na tabela. Rival do São Paulo no Grupo D, o Binacional, do Peru, não vai mais mandar os jogos na cidade de Juliaca, a cerca de 3,8 mil metros de altitude. O governo peruano proibiu partidas para fazer a localidade cumprir uma quarentena rígida. O time vai atuar agora na capital Lima. Adversário do Palmeiras, o Guaraní, do Paraguai, vai mandar as partidas em um outro estádio em Assunção para poder atender com mais segurança ao protocolo médico.

SEM QUARENTENA NA VOLTA – Segundo especialistas em infectologia ouvidos pela reportagem, o maior problema da Libertadores não está tanto antes e durante as partidas, mas sim no pós-jogo. A avaliação é que seria necessário os elencos permanecerem em quarentena por uns dias depois do retorno aos respectivos países. Porém, no caso dos clubes brasileiros, logo depois de partidas fora de casa na Libertadores, o calendário continuará normalmente, com treinos e compromissos no fim de semana pelo Campeonato Brasileiro. Ou seja, não haverá quarentena e a rotina seguirá normalmente.

“A quarentena seria uma medida prudente, principalmente em se tratando de outros países da América do Sul, onde a situação está mais controlada como no Uruguai. Isso ajuda o resto da população a ser protegida”, explicou a médica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e professora da Universidade Federal do Pará (UFPA) Tânia Chaves. “Ainda não é o momento de viajar pela América do Sul e acho que seria preciso uma quarentena de alguns dias depois que os times voltassem”, defendeu o professor de infectologia da faculdade de Medicina de Córdoba, na Argentina, Hugo Pizzi.

Essa medida de quarentena foi aplicada com bastante rigor na China. Jogadores brasileiros que retornaram ao país asiático para a disputa da liga local permaneceram duas semanas trancados em quartos de hotel. Já para o médico da seleção brasileira feminina de futebol, Nemi Sabeh, o isolamento dos times no retorno não se faz necessário porque a rotina de testes RT-PCR no Brasileirão garante a segurança. “Os exames de rotina vão mostrar se tem alguém infectado. Se alguém tiver caso positivo, será colocado em isolamento e não vai participar das partidas seguintes”, afirmou.

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Sony fechará fábrica em Manaus e não venderá eletrônicos no Brasil

15 de setembro de 2020, 14:26

Foto: Reprodução

 A Sony Brasil anunciou na terça-feira (14) que irá fechar em março de 2021 a unidade de Manaus, e que não vai mais vender TVs, câmeras digitais e produtos de áudio em meados de 2021.

Segundo a nota, as demais operações do grupo, que envolvem games, soluções profissionais, música e cinema, continuam. O grupo também vai continuar com o suporte ao consumidor e irá manter a garantia dos produtos comercializados.

A empresa, que está há 48 anos no Brasil, afirma que a decisão se deve ao recente ambiente do mercado e visa fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios para ter uma resposta mais rápida às mudanças no ambiente externo.

“Nós decidimos fechar a fábrica em Manaus ao final de março de 2021 e interromper, em meados de 2021, as vendas de produtos de consumo pela Sony Brasil, tais como TV, áudio e câmeras, considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”, diz a nota.

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Hamilton avisa FIA sobre protestos na F-1: ‘Não vou parar’

15 de setembro de 2020, 14:17

Foto: Reprodução

Maior ativista por causas sociais entre os pilotos que compõem o grid da Fórmula 1, o inglês Lewis Hamilton deu um aviso pelas redes sociais, nesta terça-feira, à Federação Internacional de Automobilismo (FIA, na sigla em francês) após ter sido informado que não será punido pela entidade, que afirmou no dia anterior que avaliaria impor restrições em manifestações futuras.

Antes e depois do GP da Toscana, no último domingo, no circuito de Mugello, na Itália, Hamilton vestiu uma camiseta com a seguinte mensagem: “Prendam os policiais que mataram Breonna Taylor”. O inglês tem sido, desde o começo desta temporada de 2020, o artífice de protestos que mostram a sua posição contra o racismo, discriminação de todo o tipo, repressão policial e desigualdade social.

“Bom dia, mundo. Torço que por onde estiverem, estejam se mantendo positivos em corpo e mente. Quero que saibam que não vou parar, não vou desistir de usar essa plataforma para iluminar o que acho correto. Eu gostaria de agradecer aqueles que continuam a me apoiar e demonstrar amor, sou muito grato. Mas essa é uma jornada em que todos temos que ir juntos para desafiar todos os tipos de injustiças cometidas no mundo, não apenas a racial. Nós podemos tornar esse um lugar melhor para nossas crianças a para as futuras gerações”, publicou o piloto da Mercedes em sua conta no Instagram.

Seu protesto no último domingo vem do caso da americana Breonna Taylor, morta por oito tiros em março deste ano quando três policiais averiguavam uma suspeita de venda de substâncias controladas. Após troca de tiros, o namorado de Breonna, Kenneth Walker, ficou ferido. Posteriormente, buscas concluíram que nenhuma droga foi encontrada no local.

Em suas redes sociais e também na entrevista dada após a vitória em Mugello, a sua sexta no atual Mundial de Fórmula 1, Hamilton voltou a cobrar por justiça pela morte da paramédica, que também tem mobilizado outros atletas ao redor do mundo como um jogador da NFL (futebol americano) que chegou a ser preso em um protesto, a tenista japonesa Naomi Osaka, campeã do US Open no último sábado, e jogadores da NBA, a liga americana de basquete.

Não é uma grande mudança. Você ainda está lutando contra a mesma coisa. Levei muito tempo para conseguir aquela camisa. Tenho vontade de vestir isso e chamar a atenção para o fato de que tem gente por aí sendo morta na rua. E então tem alguém que foi morta em sua própria casa, eles estavam na casa errada, e aqueles caras ainda estão andando livres. Não podemos descansar, temos de continuar a conscientizar sobre isso. Eu penso que ela é uma grande inspiração com o que ela fez com sua plataforma, então temos de continuar avançando nessa questão”, finalizou Hamilton.

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Rede estadual de ensino da Bahia alcança melhor desempenho no IDEB

15 de setembro de 2020, 11:58

Foto: Divulgação Gov. Bahia

A rede estadual de ensino da Bahia alcançou o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na série histórica para o Ensino Médio, ou seja, desde que este indicador foi lançado, no ano de 2005. A rede saltou de 2,7 (2017) para 3,2 (2019). O dado foi divulgado, nesta terça-feira (15), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC). O IDEB demonstrou ainda que a rede estadual teve um aumento de 0,5, ou seja, acima da média nacional, que foi de 0,4.

Em termos percentuais, a Bahia cresceu 18,5%, ficando abaixo apenas do Paraná, que foi de 18,9%. O IDEB também aponta crescimento nos ensinos Fundamental I e Fundamental II na rede estadual. A Bahia saiu de 4,9, em 2017, para 5,0 em 2019, no Fundamental I. Já no Fundamental II, a rede estadual da Bahia foi a que teve o maior crescimento (15,6%) entre todas as redes estaduais do país, passando de 3,2, em 2017, para 3,7, em 2019.

O secretário da Educação do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues, falou sobre os resultados. “Este é o nosso maior IDEB da história e isto demonstra que estamos construindo, com solidez, um processo de aprendizado na Bahia, o que nos fortalece para continuarmos trabalhando, sob a liderança do nosso governador Rui Costa, para que possamos melhorar mais e mais. Aqui cabe reconhecer o esforço de toda a rede estadual de ensino, dos gestores, dos técnicos, dos professores, de todas as áreas que trabalham em conjunto e com zelo nesta engrenagem que se apoia mutuamente. O trabalho da gestão é importante, mas sem o envolvimento e o compromisso dos educadores e dos estudantes, o esforço não tem o mesmo impacto. É importante reconhecer, ainda, o trabalho dos municípios e reafirmar o nosso compromisso do diálogo e do regime de colaboração”, afirmou.

O secretário destacou, ainda, um conjunto de fatores que contribuíram para este resultado. Ele citou como exemplo, a formação inicial e continuada dos professores das redes estadual e municipal; o fortalecimento de projetos como o Mais Estudo, de monitoria em Língua Portuguesa e Matemática nas escolas estaduais; o protocolo de Gestão da Aprendizagem, que viabilizou estratégias de apoio pedagógico e parâmetros para análise do fluxo escolar; e a atuação dos Núcleos Territoriais de Educação junto às escolas.

Outro ponto destacado é o Sistema de Avaliação Baiano de Educação (SABE) que, desde 2019, vem realizando um conjunto de avaliações em Língua Portuguesa e Matemática, além de subsidiar a atuação da SEC e das escolas nos processos de aprendizagens dos estudantes, tendo como base a matriz do SAEB. Jerônimo citou, também, como fator importante, a presença de coordenadores pedagógicos nas escolas e os inúmeros projetos desenvolvidos nas escolas, com criatividade e inovação pelos educadores, para mobilizar e engajar os estudantes, a exemplo do Ciência na Escola, das feiras de Educação Profissional, dos Jogos Estudantis da Rede Pública e dos projetos de arte e cultura, além da própria requalificação estrutural da rede com reformas, ampliação e construção de novas escolas.

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