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Hipertensão? Quatro maneiras de baixar a pressão arterial

14 de janeiro de 2021, 13:24

Foto: Reprodução

A pressão arterial elevada, também conhecida por um hipertensão, é um problema extremamente comum, mas muito grave, já que torna os indivíduos mais propensos a sofrerem de ataques cardíacos e enfartes potencialmente fatais.

Veja algumas recomendações dos médicos:

1. Aumente a atividade e faça mais exercício

Com o tempo, o seu coração fica mais forte e bombeia com menos esforço. Isso coloca menos pressão sobre as artérias e reduz a pressão arterial.

2. Deixe de fumar

Parar de fumar é bom para a sua saúde geral. Fumar causa um aumento imediato, mas temporário, da pressão arterial e da frequência cardíaca. A longo prazo, os produtos químicos do tabaco podem aumentar a sua pressão arterial, danificando as paredes dos vasos sanguíneos, causando inflamação etornando as artérias mais estreitas. As artérias endurecidas causam aumento da pressão arterial.

3. Cortarnos alimentos processados

Evitar os alimentos processados irá ajudá-lo a ingerir menos sal, menos açúcar e menos hidratos de carbono refinados. Tudo isso pode resultarnuma redução da pressão arterial.

4. Perca peso, se necessitar

Se está acima do peso, perderalgum pode reduzir a sua pressão arterial. Além disso, reduzirá o risco de outros problemas médicos.

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Papa Francisco e Bento 16 tomam primeira dose de vacina contra a Covid-19

14 de janeiro de 2021, 10:55

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O papa Francisco, 84, e o papa emérito Bento 16, 93, receberam a primeira dose da vacina contra o coronavírus, de acordo com um comunicado do Vaticano divulgado nesta quinta-feira, 14.

Os dois líderes católicos fazem parte do grupo de risco da doença devido à idade avançada. Segundo um porta-voz da Santa Sé, o pontífice argentino foi vacinado nesta quarta, 13, e o alemão na manhã desta quinta.

Na semana passada, Francisco confirmou que participaria da campanha de imunização e criticou o “negacionismo suicida” de quem se opõe à vacinação. “Acredito que do ponto de vista ético todos devem ser vacinados, porque você não só põe em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a dos outros”, disse o pontífice.

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Sars-CoV-2 já circulava no Espírito Santo em dezembro de 2019, indica estudo

13 de janeiro de 2021, 09:45

Foto: National Institutes of Health/AFP

Um estudo com pacientes testados para arboviroses no Espírito Santo identificou anticorpos para o Sars-CoV-2, o novo coronavírus, em uma pessoa que procurou o sistema de saúde com suspeita de dengue em dezembro de 2019, antes da China anunciar à OMS o primeiro caso de Covid-19. No Brasil, o primeiro caso do novo coronavírus só foi oficialmente identificado em fevereiro de 2020. As informações são do jornal O Globo.

A descoberta foi feita no estudo “Casos ocultos de Síndrome Respiratória Aguda Grave Coronavírus 2: um obscuro mas presente perigo em regiões endêmicas para vírus da Dengue e Chikungunya”, realizado por pesquisadores do Laboratório Central de Saúde Pública do Estado do Espírito Santo (Lacen), Núcleo de Doenças Infecciosas da Universidade Federal do Espírito Santo e do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (Portugal).

De acordo com a reportagem, o objetivo dos pesquisadores era descobrir se haveria presença simultânea do novo coronavírus com os vírus de dengue e chicungunha em regiões endêmicas do estado, uma vez que alguns dos sintomas das infecções guardam semelhanças, como febre, dores de cabeça e no corpo.

O estudo compilou 7.370 amostras analisadas entre dezembro de 2019 e junho de 2020, e foram detectados anticorpos para o coronavírus em 210 pessoas, 2,85%, revelando que casos de Covid-19 podem ter acontecido junto com arboviroses ou confundido com elas.

O diretor geral do Lacen-ES disse à reportagem que “a presença de arbovirose endêmica pode levar a uma conclusão errônea se não foi feita a testagem para o SarsCoV-2. Acreditamos que esse novo vírus possa ter se beneficiado da concomitância para passar despercebido, tornando a disseminação mais rápida. Se o clínico não estiver atento, ignorando que a febre e dores podem ser sintomas de Covid-19, ele pode diagnosticar arbovirose e não isolar o paciente. Isso foi uma realidade no auge da pandemia”.

Mas, segundo o pesquisador, ainda são necessárias novas pesquisas para detectar o vírus em si, já que o anticorpo é um marcador indireto da presença do vírus.

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Amazonas aprova lei que prevê multa de até R$ 10 mil quem divulga notícias falsas sobre pandemias

13 de janeiro de 2021, 09:32

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O governo do Amazonas publicou na semana passada uma lei que pune quem divulgar notícias falsas sobre pandemias e epidemias no Estado. Quem descumprir a determinação pagará multa de R$ 1 mil a R$ 10 mil. O valor arrecadado será revertido para o apoio do tratamento de epidemias no Estado do Amazonas. No âmbito federal, um projeto do deputado federal Ronaldo Carletto (PP-BA) prevê multa para quem cria e divulga fake news relativa à covid-19. Segundo o texto, ainda em tramitação, os valores vão de R$ 500 a R$ 10 mil.

Na semana passada, o Estado teve alta de 66% na média de mortes pela covid-19 em 14 dias e os hospitais ficaram lotados. Famílias de pacientes relatam dificuldades de atendimento e profissionais de saúde reclamaram de estrutura precária e sobrecarga de trabalho.

Na segunda-feira, 4, a gestão Wilson Lima (PSC) determinou o fechamento do comércio após determinação da Justiça, que atendeu a pedido do Ministério Público. São permitidos apenas serviços essenciais, como supermercados e farmácias. O governo amazonense havia tentado fechar lojas no fim do ano, com o objetivo de conter o avanço do novo coronavírus, mas recuou diante de protestos dos comerciantes.

O Estado cogitou reabrir hospitais de campanha, mas Lima sinalizou essa saída como complicada. “Só nesse período da pandemia abrimos 613 leitos. Quantos tem um hospital de campanha? 300? Abrimos dois hospitais de campanha. Quanto tempo levaria para abrir um hospital de campanha? Um mês? 45 dias? De onde viriam os profissionais? Há escassez muito grande no mercado. Teria de tirar profissionais das unidades de saúde para colocar nesse hospital.”

 

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Justiça nega alteração de registro de evangélica com nome de santa católica

12 de janeiro de 2021, 10:01

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O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou no último dia 7 o pedido de uma mulher para que pudesse trocar de nome. Perpétua Z., uma mulher evangélica, fez a solicitação na esperança de poder substituir seu primeiro nome por se tratar de uma homenagem à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. As informações são do colunista Rogério Gentile, do UOL.

Segundo a coluna, Perpétua diz que desde pequena odeia seu nome e que sente vergonha toda vez que o escuta, mas que, por respeito aos pais e avós, nunca tentou mudá-lo. No entanto, decidiu que gostaria de fazê-lo após começar a frequentar a igreja evangélica Assembleia de Deus.

Segundo a coluna, Perpétua diz que desde pequena odeia seu nome e que sente vergonha toda vez que o escuta, mas que, por respeito aos pais e avós, nunca tentou mudá-lo. No entanto, decidiu que gostaria de fazê-lo após começar a frequentar a igreja evangélica Assembleia de Deus.

Em uma petição enviada à Justiça solicitando a alteração em seu registro civil, Perpétua diz que manter um nome com homenagem à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro seria uma “afronta” à sua nova crença. De acordo com os dogmas evangélicos, o conceito de adoração e homenagem a santos são considerados idolatria, e segundo as religiões de natureza protestante apenas Deus deve ser idolatrado.

A desembargadora Ana Maria Baldy, relatora do processo, disse que a jurisprudência admite a mudança do prenome “imoral” ou “suscetível de expor a pessoa ao ridículo”. Mas considerou que o caso de Perpétua não se enquadra nesse categoria.

“Prenome ridículo é aquele que expõe a pessoa a escárnio, à zombaria, ao vexame, ao riso e ao sarcasmos, trazendo o constrangimento, a vergonha e, até mesmo, em casos extremos, o isolamento social”, disse a desembargadora.

Baldy afirma que o nome Perpétua trata-se de um nome comum, popular, nada havendo de excepcional ou imoral em sua utilização. Perpétua diz que “aquele que carrega um nome para sempre é que sabe efetivamente se lhe traz constrangimento ou não”. À decisão ainda cabe recurso.

Em dezembro, o mesmo TJ-SP autorizou uma mulher a trocar seu nome de Lindinalva para Lidiane. Assim como Perpétua, ela se dizia constrangida com seu prenome, que era o mesmo de uma canção de Gilberto Gil e de um personagem da obra “Jubiabá”, de Jorge Amado.

“Deverá prevalecer aqui o exame das razões íntimas e psicológicas da autora, diante da forte e evidente ojeriza que ela própria nutre pelo seu verdadeiro nome”, disse a desembargadora Maria de Lourdes Lopes Gil na decisão.

Fonte: IstoÉ 

 

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Suco de beterraba, limão e gengibre para imunidade e ajuda a emagrecer

12 de janeiro de 2021, 09:51

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Ofígado é um órgãoextremamente importante e que desempenha várias funções vitais no nosso organismo. Não só está associado à regulação e ótimofuncionamento do metabolismo, da digestão, como também da imunidade – que nos protege de doenças e vírus.

Segundo um artigo publicado no portal Dr. Axe, há uma receita de suco detox que estimula a saúde do fígado e acarreta inúmeros benefícios para o corpo. O que nos diz?

Ingredientes

– 1 beterraba de tamanho médio;

– 6 talos de aipo;

– 1 xícara de coentros;

– ½ limão;

– 1 pedaço pequeno de gengibre.

Preparação

Coloque todos os ingredientes noliquidificador. Bata tudo até obter uma mistura consistente e homogênea e beba de imediato.

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Diretor responsável pelo Enem morre de Covid em meio a pressão para adiar exame

12 de janeiro de 2021, 09:14

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O diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), general Carlos Roberto Pinto de Souza, 59, morreu nesta segunda-feira (11) por complicações da Covid-19. A diretoria comandada pelo general é responsável pela elaboração do Enem.

Souza morreu em Curitiba (PR), onde se tratava da Covid desde dezembro do ano passado, segundo relatos colhidos pelo jornal Folha de S.Paulo.

O militar da reserva havia assumido a Daeb (Diretoria de Avaliação da Educação Básica) do Inep em agosto de 2019. Antes, ocupou, entre outros cargos, o Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército e o Centro de Defesa Cibernética do Exército.

O Inep divulgou no início da noite desta segunda-feira nota de pesar pelo falecimento. “A presidência do Inep, em nome de todos os seus colaboradores, agradece o trabalho desempenhado com dedicação, entusiasmo, responsabilidade e senso ético pelo diretor Carlos Roberto. Seu nome estará registrado na história do Inep”, diz a nota, que não citou a doença.

O instituto informou que o general participou ativamente da concepção do Enem Digital e do Novo Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), principal projeto a que se dedicava nos últimos meses.

Por causa do avanço da pandemia do novo coronavírus, a Defensoria Pública da União foi à Justiça para pedir novo adiamento do Enem. O governo Jair Bolsonaro (sem partido) mantém o cronograma do exame, com início no próximo domingo (17).

Até a publicação deste texto, a Justiça não havia julgado o pedido da Defensoria pelo adiamento da provas. 

Fonte: Folhapress 

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Globo é detonada e acusada de ‘passar pano’ para o governo no JN

12 de janeiro de 2021, 09:06

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Na noite desta segunda-feira (11), a TV Globo levou ao ar mais um edição do ‘Jornal Nacional’, que deu destaque para a notícia da saída da montadora Ford do Brasil, aumentando a crise econômica que o país vem enfrentando, uma vez que milhares de trabalhadores serão demitidos.

Porém, na matéria apresentada pelo telejornal, os telespectadores tiveram a sensação que a posição editorial da emissora estaria defendendo o governo ao tirar a ‘responsabilidade’ dos problemas financeiros do Brasil da equipe do ministro Paulo Guedes.

Momentos depois, os internautas acusaram a emissora de ‘passar pano’ para o governo Bolsonaro: “O JN deu espaço para economistas pró-governo fantasiarem a situação do país e pedirem mais reformas econômicas. Um absurdo!”, “Os apoiadores de Bolsonaro reclamam da Globo, mas emissora primeiro defendeu Moro, Lava Jato e o plano de chegada ao poder de Bolsonaro e agora fica passando pano para esse desastre que temos no governo” e “O Jornal Nacional escalou um time de ‘especialistas’ para dizer que a retomada de crescimento passa por cortar gastos (mais?) e fazer reformas (as mesmas que já não geram empregos e nem atraíram investimentos). É como receitar cloroquina contra Covid, não tem eficácia!”, foram alguns comentários.

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Consumo de jornalismo profissional diminui crença em fake news, diz pesquisa

11 de janeiro de 2021, 10:14

Foto: memyselfaneye/Pixabay

Estudo encomendado pela Folha mediu conhecimento sobre política. Apoiadores de Bolsonaro erram mais

O acesso ao jornalismo profissional diminui a chance de um eleitor acreditar em fake news. Esse é o resultado de uma pesquisa publicada na edição desta 2ª feira (11.jan.2021) da Folha de S.Paulo.

O levantamento ainda mostrou que os eleitores que aprovam o governo de Jair Bolsonaro erraram mais perguntas sobre política local. Eles, entretanto, são os que mais acreditam ter acertado as questões.

A pesquisa foi conduzida por cientistas políticos da Universidade da Carolina do Norte, em Charlotte (EUA), da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). O estudo foi realizado em parceria com a Folha de S.Paulo e a consultoria Quaest.

Participaram do levantamento 1.000 eleitores da cidade de São Paulo. As pessoas foram submetidas a baterias de perguntas em painel on-line, de novembro a dezembro de 2020.

FAKE NEWS

Em uma parte da pesquisa, foram testadas diferentes formas de contato dos participantes com veículos de comunicação. Aqueles que tinham acesso aos veículos de jornalismo profissional mostraram acreditar menos em informações falsas.

Os pesquisadores dividiram os participantes em 2 grupos –semelhantes em termos de gênero, idade, classe social e religião. Eles foram entrevistados em duas ocasiões: de 19 e 24 de novembro e de 8 e 16 de dezembro.

O 1º grupo recebeu assinatura grátis da Folha por 3 meses e teve acesso a um texto que explicava o processo de checagem de informações. O 2º, o grupo de controle, não teve acesso nem ao texto nem à assinatura grátis do jornal.

Todos os participantes foram confrontados com 4 textos cujo teor foi classificado como falso por agências de checagem. Eles, no entanto, não sabiam da classificação.

As informações falsas apresentadas foram:

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, instruiu militantes petistas a recusar ajuda do governo;

A CNN noticiou que o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (Justiça) recebeu propina para beneficiar doleiros;

O youtuber Felipe Neto fez apologia de violência sexual contra crianças;

 Rede Globo pertence a 3 países árabes.

Entre os que não receberam a assinatura da Folha, 65% dos participantes consideraram como verdadeiro ao menos um dos textos com teor falso. No grupo que recebeu a assinatura, o percentual foi menor: 46% acreditaram em pelo menos uma informação falsa.

Levando em conta os 2 grupos, 55% dos entrevistados acreditaram em pelo menos uma informação classificada como falsa.

Foi usada na análise a técnica chamada diferença em diferença. Entre outros elementos, ela controla fatores além do analisado como principal, com o objetivo de evitar que a variação ocorra por outra razão que não o objeto da análise –no caso, acesso ao conteúdo do jornal.

Os pesquisadores analisaram também o nível de crença em fake news baseado no veículo de imprensa consumido pelos entrevistados. Foram considerados assíduos aqueles que leem/assistem/ouvem mais de 4 vezes por semana notícias do veículo.

Os que menos acreditam em informações falsas consomem conteúdo de Folha (-17%), UOL (-15) e Rede Globo (-10). No pólo oposto aparecem os consumidores de Brasil 247 (4%), Jovem Pan (5%), Brasil Paralelo (19%), Terça Livre (22%) e Record (24%).

QUESTÕES SOBRE POLÍTICA

Outra parte da pesquisa mostrou que os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro são os que mais erram questões sobre a política local.

Para cada entrevistado foi perguntado se sabia:

quem era o candidato apoiado por Bolsonaro na corrida paulistana;

quem era o candidato que havia disputado a eleição para governador em 2018;

quem era o vice na chapa de Bruno Covas (PSDB);

quem era o candidato apoiado pelo governador João Doria (PSDB).

Os participantes responderam ainda quantas questões achavam que eles e os demais participantes acertaram.

No geral, os entrevistados acertaram, em média, 2,6 das 4 questões.

Entre os que aprovam a gestão Bolsonaro, a média foi de 2,2 acertos. Eles achavam que tinham acertado 2,8 itens e que os demais haviam respondido de forma correta a 2,1.

Os entrevistados que desaprovam o governo tiveram 2,8 acertos. O número é o mesmo que eles acharam que acertaram. Esse grupo disse ainda que os demais participantes acertariam duas questões.

O trabalho foi conduzido por Frederico Batista (Universidade da Carolina do Norte), Felipe Nunes (UFMG) e Nara Pavão (UFPE). Eles pretendem publicar um trabalho científico com os resultados.

Os resultados dessa parte da pesquisa se combinam com o anterior. Os simpatizantes de Bolsonaro tendem a se informar por meio de veículos como a Record, o Terça Livre e o Brasil Paralelo.

Os cidadãos que buscam informação em meios sérios e profissionais tendem a ter muito mais capacidade de discernimento entre o verdadeiro e o falso e muito mais condições de apreender a realidade política do país”, afirmam os pesquisadores.

Folha contatou a Record e os sites Terça Livre e Brasil Paralelo. O canal de televisão não se manifestou. Terça Livre e Brasil Paralelo contestaram os resultados da pesquisa.

Essa pesquisa é uma notícia falsa e quem está consumindo são vocês”, afirmou o Terça Livre. Declarou que “isso só comprova” pesquisas de mercado feitas pelo veículo que mostram que “o Terça Livre Premium irá ultrapassar a Folha de S.Paulo em assinaturas”.

Brasil Paralelo disse que, ao analisar o estudo, “identificou falhas de enviesamento no objeto, na amostragem e no método, estando assim em desacordo com as boas práticas científicas e sendo, portanto, uma peça de desinformação”.

Fonte: Poder 360

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Eleitor tem até esta semana para justificar ausência no 1º turno

11 de janeiro de 2021, 09:53

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Oeleitor que não compareceu às urnas no primeiro turno das eleições municipaisde novembrotem até esta semana para justificar a ausência. Caso o procedimento não seja realizado, será preciso pagar uma multa. Quem não regularizar a situação pode ficar sujeito a restrições.

O prazo vence naquinta-feira (14) para quem faltou ao primeiro turno das eleições municipais 2020. Para o segundo turno, o limite é28 de janeiro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que a justificativa seja feita, preferencialmente, por meio do aplicativo e-Título, disponível para celulares com sistemas operacionais Android ou iOS.

O procedimento pode ser feito também pela internet, por meio do Sistema Justifica. Ou ainda de modo presencial, no Cartório Eleitoral. Em qualquer um dos casos, o eleitor precisará preencher um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), descrevendo por que não votou. O TSE pede que seja anexada documentação que comprove a razão da falta.

Isso porque o RJE pode ser recusado pela Justiça Eleitoral, se a justificativa não for plausível ou se o formulário for preenchido com informações que não permitam identificar corretamente o eleitor, por exemplo.

Se tiver o requerimento negado, para regularizar a situação o eleitor precisará pagar a mesma multa de quem perdeu o prazo para a justificativa. O valor da multa pode variar, de acordo com o estipulado pelo juízo de cada zona eleitoral. Existe a possibilidade de o eleitor solicitar isenção, se puder comprovar que não tem recursos para arcar com a penalidade.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Ou seja, se não tiver votado no primeiro e no segundo turno da eleição,terá de justificar a ausência de cada um, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos de cada turno.

Nas eleições 2020 foi registrada abstenção recorde tanto no primeiro (23,14% do eleitorado) quanto no segundo (29,5%). Quando foram realizadas as votações, o Brasil tinha 147.918.483 eleitores aptos a votar.

A justificativa para a ausência é necessária porque o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos, conforme o Artigo 14 da Constituição. Quem não justificar e não pagar a multa para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral fica sujeito a uma série de restrições legais, impedido de:

– obter passaporteou carteira de identidade;

– receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;

– participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios ou das respectivas autarquias;

– obter empréstimos nas autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais, nos institutos e caixas de Previdência Social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos;

– inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado;

-renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;

– praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda;

– obter certidão de quitação eleitoral;

– obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado.

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