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Jacobina: Em dia de ponto facultativo lojas abrem sem presença de clientes no Dia de Corpus Christi (Fotos)

03 de junho de 2021, 16:27

Foto: Notícia Limpa


“A Prefeitura Municipal de Jacobina, a Associação Comercial e Industrial, a Câmara de Dirigentes Lojistas, o Sindicato Patronal, informa a todos os empresários que a data religiosa de Corpus Christi dia 03 de Junho será ponto facultativo, ficando assim a critério dos empresários o funcionamento ou não dos seus estabelecimentos”. Este foi o comunicado emitido pelas entidades mencionadas no texto com relação ao dia que antes da pandemia de Covid-19 era considerado feriado.

Muitas empresas, principalmente lojas comerciais funcionaram normalmente nesta quinta-feira, 3, em Jacobina, contrariando a vontade dos seus funcionários e a tradição católica. Por conta da orientação do distanciamento e isolamento social para evitar a proliferação e a contaminação do coronavírus muitas ações estão sendo de forma limitada, enquanto o funcionamento de lojas e a movimentação de pessoas nos estabelecimentos e nas ruas da cidade estão acontecendo como se nada estivesses acontecendo. como se a pandemia da Covid-19 que já matou quase 500 mil pessoas no Brasil e mais de 70 somente em Jacobina não existisse.

Ao contrário de outras repartições públicas, Os Correios, órgão federal, funcionou normalmente durante todo o dia

Com as agências bancárias fechadas e mais de 50%¨das lojas do centro da cidade fechada a movimentação de pessoas foi muito baixa, contrariando lojistas que insistiram em manter o comércio aberto. “Eu como católica, acho um desrespeito com a tradição religiosa o funcionamento do comércio. O dinheiro não pode estar acima da coerência e dos preceitos bíblicos”, reclamou uma comerciária que trabalhou neste Dia de Corpus Christi, seguida por um colega de profissão que também não quis ser identificado: “esta visão liberal, capitalista e escravocrata não deveria ser apoiada pela gestão municipal que tem a frente um membro de Partido Comunista”.

Corpus Christi

Corpus Christi é uma data comemorativa que faz parte do calendário católico em homenagem ao sacramento da eucaristia. A comemoração foi instituída pela Igreja no século XIII. A expressão latina Corpus Christi significa “Corpo de Cristo”, cujo nome litúrgico completo é Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Esse sacramento do catolicismo é realizado como uma forma de relembrar a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Nesse sacramento, o pão que é consumido representa o corpo de Cristo, e o vinho ingerido simboliza o sangue de Cristo. A realização da eucaristia é uma referência à Última Ceia, realizada por Cristo com seus discípulos durante a Semana Santa.

Ainda dentro da teologia católica, acredita-se que na eucaristia ocorre algo conhecido como transubstanciação, no qual os elementos (hóstia e vinho), após serem consagrados, transformam-se, em essência, na carne e no sangue de Cristo.

A comemoração de Corpus Christi ocorre exatamente 60 dias após a Páscoa. A data é celebrada obrigatoriamente em uma quinta-feira. Isso acontece como uma simbologia pelo fato de que a Última Ceia ocorreu em uma quinta-feira, segundo a tradição. Outro marco importante para o estabelecimento da data é o Domingo da Santíssima Trindade.

Praças Rio Branco

Rua Coronel Teixeira (Calçadão)

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Bahia: Rui entrega obras em Tanhaçu e Ituaçu, nesta sexta (dia 4)

03 de junho de 2021, 09:34

Foto: Reprodução

(Da assessoria) – Nesta sexta-feira (dia 4), o governador Rui Costa viajará para os municípios de Tanhaçu e Ituaçu. Sua agenda tem início, às 9h, em Tanhaçu com a entrega da pavimentação da Rodovia BA-142, no trecho que liga o município a Ituaçu. A obra foi coordenada pela Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra).

A partir das 11h, o governador estará em Ituaçu para inaugurar o novo Sistema Integrado de Abastecimento de Água que vai atender as localidades de Baraúnas, Várzea da Pedra, Jurema, Abóbora, Lagoa dos Patos, Várzea Comprida, Olhos D`Água do Meio,Pè da Ladeira, Lagoa da Laje e Tróia. O trabalho foi coordenado pela Companhia de Engenharia Hídrica e Saneamento da Bahia, vinculada à Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS).

Também em Ituaçu será entregue a pavimentação em paralelepípedo com drenagem superficial das ruas João Pereira da Cruz, Rita de Cássia dos Santos Pereira, Artur Oscar Santos, João Honório dos Santos, Anísio da Silva Pirese Avenida Gonçalo Santos Pereira. O trabalho foi realizado pela Conder, companhia que integra a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado (Sedur), em parceria com a Prefeitura.

Rui vai ainda assinar ordem de serviço para a Secretaria de Educação do Estado construir uma unidade escolar, com dez salas de aula, para sediar o Colégio Estadual Frei Pedro Tomas Margallo.

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Vilas-Boas prevê que junho e julho serão ”muito piores” que maio e abril na pandemia

03 de junho de 2021, 09:23

Foto: Reprodução

O Secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, fez uma projeção nesta quarta-feira (2) de que os meses de junho e julho, devido ao período do São João e a possibilidade de haver viagens para as cidades do interior do estado, mesmo com o feriado cancelado, serão “muito piores” do que foram maio e abril na pandemia da Covid-19, correndo o risco de um pico de aumento de casos 20 dias após os festejos juninos.

“Acho que os meses de junho e julho serão muito piores do que foram maio e abril. Sabemos que haverá uma migração de pessoas para a zona rural, mesmo com o feriado cancelado, e é provável que tenhamos um pico 20 dias depois do São João e do São Pedro”, escreveu eu seu perfil no Twitter, ao compartilhar trecho de uma entrevista ao jornal A Tarde.

Vilas-Boas disse ainda que o que o Estado pode fazer é usar as forças de segurança do para coibir festas e aglomerações. “O que podemos fazer nós já fizemos. Daqui para frente é usar as forças de segurança do estado para coibir festas e aglomerações”, completou o secretário.

O que podemos fazer nós já fizemos. Daqui para frente é usar as forças de segurança do estado para coibir festas e aglomerações.

Bahia. ba

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Com interferência de sindicato, TJ/BA mantém jornalistas como prioritários para vacinação

03 de junho de 2021, 08:34

Foto: Reprodução

O Sindicato dos Jornalistas na Bahia (Sinjorba) obteve nesta quarta (02) mais uma vitória na luta pela vacinação dos jornalistas, radialistas, fotógrafos e cinegrafistas contra a Covid-19. Em decisão contra o Ministério Público, o Tribunal de Justiça da Bahia negou o mandado de segurança impetrado pelo MP/BA (8014585-71.2021.8.05.0000), que tentava impedir a vacinação dos profissionais de imprensa aprovada na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), no último dia 18 de maio.

Em sua decisão a favor da CIB e dos jornalistas, o desembargador José Cícero Landim Neto, presidente da Turma de Uniformização de Jurisprudência das Turmas Recursais do TJ/BA, indeferiu o pedido de liminar do MP/BA, que tentou cassar um artigo da Resolução da CIB nº 085/2021 que justamente incluiria os jornalistas na lista dos imunizados.

“Agora, com a decisão do TJ/BA, não há razão alguma para não vacinar os profissionais de comunicação que estão na linha de frente no combate à Covid, do mesmo modo que policiais, bombeiros e professores. Agora, é vacina já!”, diz Moacy Neves, presidente do Sinjorba.

No seu mandado de segurança, o MP/BA faz uma série de críticas à CIB e considerou o ato do colegiado como ilegal, dizendo que os Jornalistas não são considerados como grupo prioritário, chegando a escrever que tal decisão seria um desarranjo da política de saúde e uma afronta às orientações do SUS.

Na negativa à liminar, o desembargador Landim Neto é taxativo ao desconsiderar todas as alegações do Ministério Público. O magistrado considera que a hostilização apresentada pelo MP “não esteja fundamentada em critérios técnicos e científicos”. Na segunda consideração, o desembargador diz que “priorizar os profissionais de comunicação não significa deixar de vacinar grupos prioritários que seguem no calendário de vacinação pois verifica-se escalonamento da vacinação obedecendo o Plano Nacional de Operacionalização da vacina contra a covid-19”.

No seu parecer, o magistrado diz ainda que “a definição de grupos prioritários para a vacinação é uma decisão que está na esfera do mérito administrativo do ente estatal, restringindo-se a intervenção do Poder Judiciário neste caso somente em caso de violação da legalidade e razoabilidade”.

“No mais, diante da inexistência de um dos pressupostos, sequer há necessidade de análise. Em sendo assim, INDEFIRO a liminar pleiteada”, finaliza o parecer.

SERVIÇO ESSENCIAL

O decreto 10.288 de 22/03/2020 incluiu a imprensa como serviço essencial durante a pandemia. Já o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19, página 27, item 3 (Objetivos da vacinação e grupos prioritários) diz que, “em um momento inicial, (…) o objetivo principal da vacinação passa a ser focado na redução da morbimortalidade causada pela covid-19, bem como a proteção da força de trabalho para manutenção do funcionamento dos serviços de saúde e dos serviços essenciais”.

Em outra parte do Plano, na página 52, item 7.1 (Processo de Supervisão e Avaliação), destaca-se a possibilidade de ajustes “para acompanhar as possíveis mudanças tanto no cenário epidemiológico da doença, quanto nos estudos das vacinas, podendo exigir alterações ao longo do processo”.

Diante de tantos argumentos epidemiológicos e jurídicos, o presidente do Sinjorba, Moacy Neves, diz não entender o motivo de o MP insistir com sua tese. “Diante das inúmeras justificativas que referendam a resolução da CIB, esperamos que os gestores não continuem sendo “recomendados” a não imunizar os profissionais de imprensa”, pede ele.

Moacy informa ainda que também nesta quarta (02) a CIB ratificou a decisão tomada no dia 18 de maio e vai orientar as prefeituras a promoverem a vacinação dos profissionais de imprensa com base nos critérios estabelecidos na resolução 085/2021. “Com isso, os gestores devem imediatamente promover a imunização das categorias e o Departamento Jurídico do Sinjorba estará atento para entrar com ações civis contra os municípios que não seguirem a decisão da Comissão”, finaliza.

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OIT diz que mercado de trabalho não vai se recuperar da pandemia antes de 2023

02 de junho de 2021, 15:04

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Pelo menos 220 milhões de pessoas devem permanecer desempregadas em todo o mundo este ano, bem acima dos níveis pré-pandemia, com a fraca recuperação do mercado de trabalho agravando as desigualdades existentes, disse nesta quarta-feira a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A agência das Nações Unidas prevê que o número de desempregados deve cair a 205 milhões no próximo ano –ainda bem acima dos 187 milhões registrados em 2019, antes de a crise do coronavírus causar estragos.

Segundo os modelos da OIT, isso equivale a uma taxa de desemprego global de 6,3% neste ano, caindo para 5,7% no próximo, mas ainda acima da taxa pré-pandemia de 5,4% em 2019.

“O crescimento do emprego será insuficiente para compensar as perdas sofridas até pelo menos 2023”, disse a OIT no relatório Perspectiva Social e de Emprego Mundial: Tendências 2021.

Stefan Kuehn, economista da OIT e principal autor do relatório, disse à Reuters que o verdadeiro impacto no mercado de trabalho é ainda maior quando a redução da jornada de trabalho imposta a muitos trabalhadores e outros fatores são contabilizados.

“O desemprego não capta o impacto no mercado de trabalho”, disse Kuehn, observando que, enquanto nos Estados Unidos as contratações foram retomadas após perdas massivas de empregos, muitos trabalhadores em outros lugares, especialmente na Europa, permaneceram em esquemas de horário reduzido.

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Movimentos sociais e centrais sindicais convocam novo protesto contra Bolsonaro para 19 de junho

02 de junho de 2021, 14:50

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Os movimentos sociais e centrais sindicais que organizaram os protestos, realizados em todo o país, no último sábado, 29, marcaram uma nova manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro para o dia 19 de junho. O ato deve novamente pedir o impeachment do presidente, o retorno do auxílio emergencial enquanto durar a pandemia e a vacinação em massa contra o coronavírus. Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas em mais de 200 cidades do Brasil e do interior. Mesmo usando máscaras e buscando seguir recomendações de distanciamento social, houve aglomeração entre os manifestantes.

“O objetivo de convocar essa nova mobilização é criar um ambiente para o impeachment do Bolsonaro”, disse o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto Guilherme Boulos (PSOL), ex-candidato a prefeito de São Paulo e liderança da esquerda. “As manifestações do último sábado já mudaram o clima político e novas manifestações expressam a definição dos movimentos sociais de não esperar até 2022 passivamente com o País no caos e na tragédia.

A definição pela data para daqui a três semanas se deu para permitir aos organizadores angariar mais participantes nos protestos. Boulos disse contar com uma “participação expressiva” da população, a exemplo do que ocorreu na semana passada. A organização inclui centrais sindicais, partidos como o PSOL e as frentess Brasil Popular e Povo Sem Medo.

Ao comentar a eventual aglomeração de pessoas nas ruas diante de uma possível terceira onda de covid-19, que já começa a tomar forma no País, segundo alguns especialistas, Boulos afirmou que “com os protocolos que nós adotamos, foi possível fazer as manifestações”. “A gente espera que seja nesse cenário para o dia 19”.

Os protestos de domingo passado ocorreram de forma pacífica, a exceção de Recife (PE), onde a repressão praticada pela Polícia Militar resultou em duas pessoas com ferimentos graves nos olhos. Nesta terça-feira, 1º, o governador do Estado, Paulo Câmara (PT), exonerou o comandante da PM pernambucana, depois de ter afastado, antes, o comandante da tropa que atacou os manifestantes com bombas e balas de borracha.

Estadão

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Ministério da Saúde comprou máscaras impróprias acima do preço praticado no mercado

02 de junho de 2021, 14:37

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De acordo com informações da Folha de S. Paulo, o Ministério da Saúde comprou máscaras impróprias a profissionais da saúde por um valor acima do praticado no mercado. O documento interno que mostra a compra foi enviado à CPI da Covid, no Senado.

Ao todo, o Ministério comprou 40 milhões de máscaras chinesas KN95. O uso desse tipo de máscara por profissionais da saúde foi desaconselhado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Na embalagem do produto, consta a inscrição “non-medical”. Foram gastos cerca de R$ 350 milhões com os 40 milhões de máscaras.

Os produtos foram comprados na gestão de Luiz Henrique Mandetta. A gestão do general da ativa Eduardo Pazuello distribuiu o material e não agiu para recolhê-lo e para buscar uma solução diante dos alertas da Anvisa.

Ainda segundo a Folha de S. Paulo, a proposta da empresa escolhida, sem licitação, tinha um preço superior à média de preços cobrados por empresas contratadas anteriormente, de acordo com o documento. Todas as aquisições analisadas se basearam em preços inferiores ao cobrado pela empresa responsável pela máscara KN95. A média do valor pago foi de R$ 2,53, segundo os documentos entregues à CPI. Cada KN95 custou US$ 1,65, ou R$ 8,65, pela cotação do dólar no momento da compra.

Para justificar a compra das máscaras, a coordenação do Ministério da Saúde evocou trecho de MP (medida provisória) vigente que permitia contratações por valores superiores “decorrentes de oscilações ocasionadas pela variação de preços, hipótese em que deverá haver justificativa nos autos”.

“A compra emergencial, por si só, tende a não favorecer a obtenção da proposta mais vantajosa para a administração, devido ao curto prazo para sua efetivação e o enxuto prazo para entrega”, afirma o documento.

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O perigo das fake news foi o tema da Live do Dia da Imprensa da JMC/Yamana Gold

01 de junho de 2021, 22:00

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A empresa de mineralização JMC Yamana Gold de Jacobina realizou nesta terça-feira (1), o Dia da Imprensa com debate sobre o papel da comunicação e o perigo das fake news, através de evento virtual com participação de jornalistas, radialistas, blogueiros e outros profissionais da comunicação.

A gerente de jornalismo da rádio Sociedade da Bahia, a paulista Silvana Oliveira, e a atriz e apresentadora do programa Mosaico Baiano, Maria Menezes, foram as convidadas para o bate-papo virtual.

Este é o segundo ano em que a JMC realiza o Dia da Imprensa de forma online, em virtude da pandemia da Covid-19. Ano passado o convidado foi o radialista e apresentador da rádio A Tarde FM, Jefferson Beltrão.

Num momento descontraído o evento de confraternização à distância e individual reuniu profissionais da Imprensa escrita, falada e televisiva de Jacobina.

Os participantes interagiram com os convidados/palestrantes e puderam emitir opiniões sobre os temas do evento e fazer questionamentos. O comunicador Maurício Dias da emissora de rádio Clube FM, destacou que o Brasil é considerado um dos países que mais produz fake News, o que pode está relacionado a questões culturais, indo de encontro às outras sociedades com outras bases de formação que reagem com maior contundência e exigência  a tais práticas criminosas.

Gervásio Lima, do site NOTÍCIA LIMPA, questionou o papel do ‘jornalista de verdade’ na busca da informação real. Para o jornalista, com toda a tecnologia e facilidade de acesso às informações repassar o que não foi pesquisado em um simples acesso a uma ferramenta de consulta e pesquisa confiável da Internet é considerado um ato irresponsável e uma clara demonstração de mau profissionalismo.

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Bahia: Jacobina fecha maio com 4 tremores de terra; total já chega a 12 no ano

01 de junho de 2021, 16:57

Foto: Notícia Limpa

O Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis), divulgou nesta terça-feira (1) o boletim de eventos sísmicos registrados pelas estações sismográficas operadas pelo LabSis no mês de maio deste ano. No documento apresentado 29 eventos sísmicos foram listados, destacando o dia em que ocorreram, o horário (UTC), a magnitude preliminar e a localização do evento.

Entre os municípios da Bahia onde a terra tremeu no mês de maio Jacobina aparece na liderança com 4 ocorrências, sendo 2 no dia 10, ambos com abalos de 2.0 de magnitude e os demais nos dias 24 e 25 , com magnitude 1.2 e 1.0, respectivamente. As demais cidades baianas que aparecem na lista são Amargosa, com 3 tremores, Ipiaú, Andorina, Ubaira e Curaça completam a relação com 1 acontecimento cada.

Conforme noticiado pelo NOTÍCIA LIMPA, do mês de janeiro até o momento já somam 10 eventos, com magnitudes variando entre 1.0 a 3.0mR. O site entrevistou no início de maio o geofísico do LabSis, Eduardo Menezes que informou desconhecer as causas dos abalos pois somente um levantamento minucioso poderá indicar o que está provocando os fenômenos. O geofísico esclareceu que para isso se faz necessária a instalação de estações sismográficas no município para se fazer o monitoramento local e a partir daí realizar estudos e mapeamentos mais detalhados para identificar inclusive a origem dos eventos, já que a estação que mede os abalos sísmicos está instalada na cidade de Ponto Novo, a mais de 70 km distante de Jacobina.

As autoridades públicas de Jacobina ainda não se pronunciaram publicamente sobre o assunto que tem preocupado moradores por conta da presença de duas barragens de rejeitos de uma empresa de mineração que atua na cidade.

Triângulos azuis indicando a localização das estações sismográficas e estrelas vermelhas os tremores

A lista dos 29 eventos do Boletim Sísmico publicada pelo LabSis-/UFRN e o resultado da análises dos principais sismos registrados pela rede RSISNE operada pelo LabSis/UFRN no Nordeste do Brasil podem ser acessados através do endereço eletrônico:

http://www.labsis.ufrn.br/noticias/45600771/labsis-divulga-boletim-sismico-referente-ao-mes-de-maio

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Críticas no Brasil por decisão de sediar Copa América-2021

31 de maio de 2021, 22:24

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O anúncio de que o Brasil sediará a Copa América de 2021, em substituição à Argentina, desatou uma chuva de críticas e comentários jocosos no país, o segundo em número de mortos por covid-19 no mundo e que teme uma terceira onda da pandemia em junho.

A Conmebol retirou no domingo a sede da Argentina, onde há um recrudescimento da pandemia. Dez dias antes, a entidade fez o mesmo com a Colômbia, imersa em tumultos sociais responsáveis por dezenas de mortos.

Embora a Conmebol ainda não tenha anunciado as cidades que sediarão os jogos e não tenha comentado a possibilidade de público nos estádios, vários estados, entre eles Pernambuco e Rio Grande do Norte, já rejeitaram receber partidas por “fata de segurança epidemiológica”.

“Um evento dessa magnitude mobiliza inúmeras pessoas, mesmo se os jogos forem sem público. E mobilidade aumenta a transmissão do vírus. Isso terá um componente muito significativo nessa questão do recrudescimento da pandemia”, declarou à AFP o infectologista José David Urbáez, da Câmara Técnica de Infectologia do Distrito Federal.

“Esse torneio deveria ser cancelado e pronto”, completou o especialista.

O epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), classificou de “temerária” a decisão da Conmebol, que agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro “por abrir as portas” para o torneio que acontecerá de 13 de junho a 10 de julho.

“Há muitos países que estão com vacinação muito mais avançada e com a pandemia muito mais controlada. O Chile é o exemplo mais fácil de dar. Por isso, é difícil entender de onde vem essa decisão”, explicou.

O Brasil é o segundo país do mundo em óbitos por covid-19 (mais de 460 mil mortes), situação que, segundo especialistas, foi causada pela ausência de medidas sanitárias rígidas, em grande parte devido à campanha do presidente Jair Bolsonaro contra a quarentena devido ao prejuízo econômico, o lento avanço da vacinação (menos de 11% da população recebeu duas doses) e a chegada de novas variantes.

Há algumas semanas, a média móvel de mortes se estabilizou em menos de 2.000 por dia, um número bem abaixo do pico de 4.000 mortes registrado em abril, o que levou vários estados a relaxar as medidas de confinamento.

A Fiocruz alerta que a retomada das atividades em quase todo o país “vai manter o número de internações e óbitos em patamares elevados, com tendência de piora nas próximas semanas”. Soma-se a isso a incerteza potencial da nova variante indiana, cujos primeiros casos já foram detectados no Brasil.

– “Campeonato da morte” –

Nas últimas semanas, o público só teve permissão para entrar de forma muito limitada em dois jogos no Brasil, algo proibido no país desde o início da pandemia.

Mas algumas finais de campeonatos estaduais acumularam multidões em torno dos estádios, outro motivo de preocupação.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI que investiga eventuais “omissões” por parte do governo Bolsonaro na pandemia, denunciou o que classificou de “campeonato da morte”.

“Sindicato de negacionistas: governo, Conmebol e CBF. As ofertas de vacinas mofaram em gavetas mas o ok para o torneio foi ágil. Escárnio”, criticou o senador no Twitter.

O vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), informou que apresentou um requerimento de convocação do presidente da CBF, Rogério Caboclo, para saber “que medidas foram planejadas para garantir a segurança sanitária dos brasileiros” durante o torneio.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) anunciou que irá entrar com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a realização do torneio no Brasil.

– A ‘Cepa América’ –

Após o anúncio, não demoraram a surgir nas redes sociais comentários irônicos e ‘memes’ sobre a competição, rebatizada de “Cepa América”, incluindo um de um caixão brincando com uma bola em formato de vírus e outro de um mascote chamado ‘Cloroquito’, em referência à cloroquina, o medicamento que Bolsonaro promove contra o coronavírus, embora sua eficácia não tenha sido comprovada pela ciência.

O vice-presidente Hamilton Mourão defendeu nesta segunda-feira que organizar a Copa América no Brasil apresenta “menos risco” do que na Argentina devido à imensidão do território e ao elevado número de estádios, o que permitirá a “distribuição” dos jogos.

Uma tese que, mesmo em um país onde o futebol é religião, não convenceu muita gente.

“Eu não acho que deveria acontecer um evento esportivo tao grande nesse momento devido à situação da pandemia, não acho que é prudente, acho que é muito arriscado. Claro que faz bem para a economia, mas certamente isso vai aumentar os casos de covid aqui, então eu não sou a favor, por mais que eu ame futebol”, declarou à AFP em São Paulo Guilherme Bezerra da Silva, que trabalha com comércio exterior.

IstoÉ

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