Lista Principal

Casal é preso por vender filha de 11 anos por três garrafas de cerveja

11 de setembro de 2021, 13:42

Foto: Reprodução

Um casal de Pinheiros, no Maranhão, foi preso pela Polícia Civil após vender a própria filha, de 11 anos, por três garrafas de cerveja.

Segundo a polícia, após ser vendida, a menina chegou a fugir da casa de seu “comprador” e teria retornado para a residência dos pais, que negaram abrigo para ela. De acordo com eles, o casal ficaria mal falado pela jovem não ser mais virgem.

Além do casal, o suspeito que “comprou” a jovem também foi detido. Todos os envolvidos foram enquadrados por estupro de vulnerável e levados para a Unidade Prisional de Ressocialização de Pinheiros.

A vítima está sob responsabilidade do Conselho Tutelar, que adotou medidas para manter a criança protegida.

Leia mais...

Pequena cidade tem desaparecimento em massa de gatos

10 de setembro de 2021, 14:29

Foto: Notícia Limpa

Os sumiços ocorrem na área de Santa Maria del Piano e, entre os felinos que desapareceram, está inclusive a gata Bibì, da prefeita Sabrina Alberini.

Após uma denúncia da veterinária local Luana Giusti ao jornal local Gazzetta di Parma, o caso começou a ser investigado pelos carabineiros, pela polícia florestal e pela delegacia local.

“Os gatos que desapareceram têm donos, são acostumados a ficar em casa e fazer, no máximo, um passeio pelo jardim da residência antes de voltar. Eles somem quase sempre de noite e, às vezes, somem dois ou três por hora. Mas, ninguém nunca vê nada de estranho nos locais”, disse Giusti.

Há alguns anos, na mesma área, uma pessoa foi presa pelos carabineiros por roubar gatos e usar os animais para que cães treinados os caçassem. Mas, os agentes dizem que dessa vez não há pistas nesse sentido.

A cidadela tem cerca de quatro mil habitantes e os moradores estão informando os sumiços por meio de uma página do Facebook.

Os primeiros relatos foram dados na metade de agosto e os donos pedem que quem tenha informações ou veja algo suspeito, informe os policiais imediatamente.

Leia mais...

Cobertura do pós-11 de Setembro levou ao descrédito atual da imprensa nos EUA

10 de setembro de 2021, 14:02

Foto: Reprodução

Frank Rich, então colunista do jornal The New York Times e hoje produtor-executivo da HBO, recorda o “cheiro de carne queimada pela cidade”. Mas, para a maioria dos americanos e o resto do planeta, foi uma transmissão de TV.

Mais precisamente, como descreveu horas depois o crítico de mídia Howard Kurtz, do Washington Post, “um filme de guerra se desenvolvendo na televisão”.

A Fox News entrevistou uma mulher em Hong Kong, que falou: “É incrível. Pensei que estava assistindo a um filme de Hollywood”. A apresentadora Fátima Bernardes abriu e fechou o Jornal Nacional, da TV Globo, com a mesma comparação. Antes, naquela manhã, pelo horário do Brasil, o que se ouviu no mundo foi “ligue a TV”. O espetáculo durou cerca de uma hora e meia, na contagem da CNN, até o desabamento da segunda torre.

O apresentador Carlos Nascimento narrou, na Globo: “A torre está caindo. Está no chão o World Trade Center, um dos maiores símbolos do poder econômico dos Estados Unidos. O mundo está perplexo, parado diante da TV, vendo aquilo que ninguém podia imaginar”.

Nos EUA, a transmissão foi dominada pelas três redes e seus âncoras, baseados todos na cidade, Dan Rather, da CBS, Peter Jennings, da ABC, e Tom Brokaw, da NBC. Este último proclamou o ataque como uma “declaração de guerra” ao país, dando início ao que se assistiria a partir dali.

Hoje se avalia que, para o telejornalismo americano, o 11 de Setembro marca o fim da era dos grandes âncoras, sóbrios e graves –e até mesmo o fim do domínio das redes, superadas pelo noticiário sem fim das “guerras sem fim”, nos canais de notícias.

Na realidade, ao menos fora do noticiário, a influência da TV aberta se manteve. Em 6 de novembro de 2001, a quarta rede americana, Fox, do mesmo grupo do canal de TV paga Fox News, estreou “24 Horas”, série que espelhou, ao longo de nove temporadas, a guerra ao terror que começava. Fez história, pela normalização da prática da tortura de “terroristas”, acumulando cenas de “torture porn” para a satisfação da audiência. Estimulou debates supostamente sérios, sobre a eficácia de torturar.

Fora da televisão, o jornalismo americano também começou a fazer história, em especial o New York Times, sua maior referência. Quatro dias antes da estreia de “24 Horas”, o colunista de política externa do jornal, Thomas Friedman, publicou este primeiro parágrafo: “Um mês após o início da guerra no Afeganistão, as dúvidas já começaram sobre quanto tempo isso pode durar. Vamos todos respirar fundo e repetir comigo: dê uma chance à guerra. É do Afeganistão que estamos falando. Verifique o mapa. É longe.”

Na Fox News em ascensão, o âncora Bill O’Reilly dizia que “não faz diferença” quem morrer, defendendo “bombardear a infraestrutura a pedras”, inclusive o abastecimento de água. “Se os civis não se levantarem [contra o governo afegão], que passem fome.”

O ápice disso foi alcançado em 8 de setembro de 2002, quando a manchete de domingo do NYT foi para os “tubos de alumínio” do Iraque, uma mentira do governo americano apresentada como indício das “armas de destruição em massa” no país.

Os secretários de Estado e Defesa e a assessora de Segurança Nacional passaram a usar em entrevistas, a partir do próprio domingo, a validação do NYT para a falsa prova. Veio então a segunda invasão ou “guerra”, com correspondentes “embedados” nas forças americanas.

No resumo da atual crítica de mídia do Washington Post, Margaret Sullivan, ex-ombudsman do NYT, citando o episódio dos tubos, “por meses e anos, muitos jornalistas se comportaram quase como se fizessem parte do governo”.

Até que “muitos americanos passaram a compreender que haviam sido mal servidos, por esse jingoísmo que substituiu o jornalismo. A confiança na imprensa, já em queda por muitos motivos, sofreu um grande golpe. E não se recuperou”.

Nem a derrota final no Afeganistão, com cenas humilhantes agora via internet, foi bastante para conter os 20 anos de chauvinismo militarista. Em título do mesmo Thomas Friedman, nesta semana: “O que vem depois da Guerra ao Terror? Guerra à China?”.

Folhapress

Leia mais...

Crise: Uso de fogão a lenha está em alta com os aumentos do preço do gás

10 de setembro de 2021, 11:46

Foto: Reprodução

Omicroempreendedor Reginaldo Alves tem sentido no caixa o impacto da disparada de dois preços-chaves da economia: do gás de cozinha e da carne. Instalado num pequeno galpão em Pindamonhangaba (SP), município da região do Vale do Paraíba, desde 2016 ele fabrica fogão a lenha e churrasqueira.

No mês passado, Alves vendeu 25 fogões a lenha portáteis, usados pelas famílias para cozinhar no dia a dia. “Foi o melhor mês de vendas de fogão a lenha, superou até o pico que houve na greve dos caminhoneiros, em maio de 2018.”

Em contrapartida, as vendas de churrasqueiras decepcionaram. Não passaram de 15 unidades em agosto. Em épocas normais, chegariam a 30. Em outros anos, em agosto, quando o frio termina, as pessoas já começam a se preparar para as confraternizações, e a procura por churrasqueiras aumenta, explica Alves. Já a demanda por fogão a lenha normalmente não passa de oito unidades mensais.

O microempreendedor atribui a inversão nas vendas à inflação da carne e do gás, que reduziu o apetite pelo churrasco e fez o brasileiro de menor renda recorrer ao fogão a lenha portátil para economizar no combustível.

Em 12 meses até agosto, o preço de ambos os produtos subiu 31%, o triplo da inflação geral, de 9,30%, acumulada no período, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços do botijão de gás e o da picanha bovina, o corte preferido para o churrasco, hoje beiram os R$ 100.

O galope das cotações dos dois itens mudou a lógica do negócio de Alves. “Neste ano está diferente: estou ganhando com a alta do gás e perdendo com aumento do preço da a carne”, diz o microempreendedor, que resume duas faces do mesmo problema: o descontrole da inflação.

Feito de tijolo refratário e ferro, o valor do fogão a lenha portátil é superior ao da churrasqueira. O modelo mais vendido hoje, de três bocas, custa R$ 650. Já a churrasqueira, fabricada a partir de tambores reciclados, sai por R$ 285.

Apesar do valor maior, Alves diz que a margem de lucro no fogão é menor em relação à da churrasqueira. Mas, segundo o microempreendedor, o que pesa mais para ele não é o ganho. “Pessoalmente, preferia estar vendendo 25 churrasqueiras a R$ 285 a 25 fogões a R$ 650”, afirma. O motivo é a finalidade do produto.

Ele, que muitas vezes faz as entregas aos clientes, reconhece que fica muito mais satisfeito com a reação do comprador quando recebe a churrasqueira, já planejando as reuniões. No caso do fogão a lenha, o clima é diferente. “A primeira coisa que falam é que estão comprando para cozinhar o feijão, e a gente vê o desespero das famílias para economizar algum dinheirinho para poder comprar alimento, pagar a conta de luz.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia mais...

Com mais de R$ 295 milhões em investimentos, obras transformam a região de Irecê

08 de setembro de 2021, 15:09

Foto: Álvaro Torres/Prefeitura de Barra

(Da Assessoria) – Investimentos em infraestrutura, saúde, educação e saneamento estão mudando a realidade de milhares de baianos que vivem na região de Irecê. O Governo do Estado está investindo mais de R$ 295 milhões entre obras concluídas, em andamento e prestes a serem licitadas.

São intervenções de grande porte como a recuperação e pavimentação da Estrada do Feijão, a construção da ponte interligando os municípios de Xique-Xique e Barra, a implantação da policlínica regional em Irecê, a reforma e ampliação do Hospital Regional Mário Dourado Sobrinho, a modernização de escolas e esgotamento sanitário.

Uma das obras mais importantes para a região é a requalificação em 159,8 quilômetros da rodovia BA-052, conhecida como Estrada do Feijão. O serviço de melhoria da via, uma das mais importantes para o escoamento de grãos, oleaginosas, minérios e da pecuária produzidos no oeste da Bahia, era uma das principais solicitações dos moradores e produtores de toda região, beneficiando mais de 1,4 milhão de pessoas. As intervenções representam um investimento de R$ 45 milhões.

Com extensão de 545,4 quilômetros, o Sistema Rodoviário BA-052 tem início nas imediações de Feira de Santana, passa pelo município de Xique-Xique, de onde segue até Barra, na BA-160.

“A recuperação da Estrada do Feijão possibilitará uma conexão maior da capital com a região oeste. A obra também trará benefícios para o desenvolvimento de atividades econômicas como o turismo, o comércio e o agronegócio, além de abrir espaço para outros investimentos”, ressalta o secretário de Infraestrutura do Estado, Marcus Cavalcanti.

Ponte

Além da requalificação da Estrada do Feijão, o Governo do Estado está construindo uma ponte sobre o Rio São Francisco com 1.014 metros de comprimento, interligando os municípios de Xique-Xique e Barra. A obra, que atingiu na última semana 95% das etapas concluídas, está prevista para ser entregue em outubro de 2021, quase um ano antes do prazo definido em contrato de concessão estabelecido pelo Governo do Estado, por meio da Agerba, com a Concessionária Estrada do Feijão (Concef).

Com investimentos de R$ 133 milhões, a ponte oferece mais segurança, conforto e rapidez na travessia entre as duas cidades, além de fazer a ligação do oeste com o restante do estado, contribuindo para o desenvolvimento do agronegócio, do turismo e do setor de geração de energia eólica na região.

Saúde

Desde dezembro de 2017, quando foi inaugurada, até agosto de 2021, a policlínica regional em Irecê já realizou 98.345 consultas e 121.581 exames e procedimentos. Com um investimento de R$ 25 milhões, entre obras civis e aquisição de equipamentos, a unidade promove a regionalização da prestação de serviço de alta qualidade em saúde, à medida que garante a cobertura de todos os exames gratuitos solicitados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no interior.

Além de Irecê, a policlínica atende moradores de América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Cafarnaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Mulungu do Morro, Presidente Dutra, São Gabriel, Uibaí, Morro do Chapéu, Souto Soares e Tapiramutá.

A unidade oferece consultas especializadas em angiologia, cardiologia, endocrinologia, gastroenterologia, neurologia, otorrinolaringologia, oftalmologia, urologia, pequenos procedimentos cirúrgicos, ginecologia, pneumologia, dermatologia, reumatologia, anestesia, fisioterapia e ortopedia.

Também para fortalecer a saúde na região, o Governo do Estado está realizando a reforma e ampliação do Hospital Regional Mário Dourado Sobrinho, que inclui um investimento de R$ 27 milhões. Entre os serviços estão a ampliação das enfermarias de quimioterapia, radioterapia e reforma da fachada, cobertura e sistema CFTV. A unidade passará a ter 225 leitos, sendo 20 novos de UTI e 90 de enfermaria, ao término das intervenções.

Educação

Em junho de 2021, foi inaugurado em Irecê um novo Complexo Poliesportivo Educacional, que recebeu um investimento de R$ 2,4 milhões. O equipamento dispõe de campo de futebol society, quadra de vôlei de areia, pista de salto, vestiário, área de urbanização, academia de saúde e piscina. As intervenções incluíram a manutenção civil e elétrica do ginásio esportivo.

Ainda no município, o Colégio Estadual Luiz Viana Filho, o Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães e o Centro Territorial de Educação Profissional de Irecê irão passar por obras de requalificação e modernização, com um investimento somado de mais R$ 18 milhões. As intervenções estão previstas para ter início em novembro de 2021 e conclusão até junho de 2022.

Saneamento

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), tem a previsão de lançar até o fim do mês de outubro o edital de licitação para contratação de empresa que ficará responsável pelas obras da 1ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Irecê.

O titular da SIHS, Leonardo Góes, informa que o investimento nesta etapa do SES Irecê é de mais de R$ 45 milhões. “Os trabalhos serão executados pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento [Embasa], vinculada à SIHS, e contarão com a implantação de 50 mil metros de rede coletora de esgoto e 2.279 ligações domiciliares, beneficiando cerca de 29 mil habitantes”, completou Góes.

Nesta etapa serão atendidos os bairros de Paraíso, Paulo Freire, Loteamento Félix, Centro, Novo Horizonte, Fundação Bradesco e Coopirecê

Leia mais...

Somos o que queremos ser

08 de setembro de 2021, 14:11

*Por Gervásio Lima

As escolhas geralmente são os principais instrumentos norteadores da vida. Quando se escolhe seguir o caminho da razão, não obedecendo os obstáculos negativos, a chance para acontecer o inesperado é praticamente nula.

O arrependimento não existe quando se aposta no certo. A consciência é um estado de espírito de dois gumes, quem determina o seu peso é o comportamento e a forma de como os relacionamentos humanos acontecem e querer só é poder quando o objetivo que se tenta alcançar não seja egoísta.

Praticar o bem, sem olhar a quem, são desejos dos que buscam verdades, dos que ignoram o irreal e veneram o bem. Vender uma imagem construída através de inverdades e do rancor é tão difícil quanto convencer um incrédulo religioso de que Deus existe. Viver harmoniosamente não tem preço, tem valor moral.

Acompanhar, propagar e estimular a ocorrência do politicamente incorreto é imoral, assim como se apresentar como paladino da moralidade é uma necessidade dos que pregam o que nunca conseguiram alcançar. A plenitude é a principal mentira dos que usam como justificativas atos que vão de encontro ao que geralmente seguem.

Ser íntegro é respeitar as diferenças, é transitar no começo como se tivesse no meio e no fim. O correto é tudo aquilo que não deseja para o próximo, independente de ideologias, principalmente política e religiosa.

Saber conviver com o diferente transcende o seu real significado, é uma questão de valores que norteiam as relações sociais, compreendidas apenas por quem verdadeiramente prega e se comporta como de bem.

Não é difícil entender o compreensivo; difícil é mudar a opinião do incompreensível. Lamentavelmente, sentimentos humanos estão na lista de extinções.

Vida que segue.

*Jornalista e historiador

Leia mais...

Justiça obriga Gol a pagar maquiagem e depilação de funcionárias

08 de setembro de 2021, 09:41

Foto: Divulgação

A Gol Linhas Aéreas foi condenada pela Justiça do Trabalho a fornecer gratuitamente às empregadas conjunto de maquiagem previsto no código de vestimenta e apresentação pessoal da companhia, além de custear procedimentos estéticos como manicure e depilação.

Essa foi uma ação coletiva movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), feita porque a aérea exige um padrão de cuidado com a imagem dos funcionários, mas não fornece qualquer tipo de auxílio para tal.

A Gol foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 220 mensais para cada empregada aeronauta. Foram excluídos da conta parcelas anteriores a 21 de setembro de 2015 e contratos de trabalho rescindidos até 21 de setembro de 2018.

Além disso, a sentença estabelece indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 500 mil, sob o entendimento de que a norma da empresa implicou “discriminação de gênero e minoração salarial feminina”.

Segundo o Globo, foi estabelecido que se não houver indenização ou fornecimento de maquiagem, a Gol deve retirar dos manuais o padrão estético exigido das funcionárias.

O Sindicato Nacional dos Aeronautas, participante no caso como assistente, anunciou que a sentença foi feita na primeira instância e que a Gol apresentou embargos de declaração, mas a Justiça do Trabalho considerou improcedente. Cabe recurso à decisão.

Leia mais...

Doenças relacionadas ao 11 de setembro parecem ter matado mais pessoas do que os ataque

08 de setembro de 2021, 09:29

Foto: Reprodução

O número de pessoas que morreram de doenças relacionadas aos ataques de 11 de setembro parece exceder aquelas que perderam suas vidas nos ataques, segundo um relatório do fundo de compensação de vítimas divulgado nesta terça-feira(7). 

Mais de 67.000 pedidos de indenização foram apresentados a este fundo desde a sua abertura em 2011 para pessoas que estavam perto de locais atacados por jihadistas da Al Qaeda há 20 anos e que desde então desenvolveram doenças. 

A maioria são pessoas que moravam ou trabalhavam perto das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York, cujo colapso liberou gases tóxicos que cobriram a área por semanas. 

Quase metade dos casos refere-se a pacientes com câncer e 3.900 foram apresentados em nome de pessoas que já morreram.

“Isso significa que o número de pessoas cujas mortes parecem ter sido causadas por doenças relacionadas aos ataques de 11 de setembro agora excede o número de pessoas que morreram em 11 de setembro”, disse Rupa Bhattacharyya, diretora do fundo. 

Naquele dia histórico, quase 3.000 pessoas morreram depois que quatro aviões foram sequestrados, dois deles colidiram com os arranha-céus de Manhattan, um no Pentágono e um em uma área arborizada da Pensilvânia após um contra-ataque dos passageiros. 

Pouco depois, foi criado um fundo de indenização para as famílias dos desaparecidos e sobreviventes. 

Em 2011, uma lei reativou o fundo e o ampliou após o surgimento de cânceres, especialmente entre bombeiros e pessoas que limparam escombros em Nova York. Em 2019, sua operação foi estendida até 2090. 

Os pedidos continuam a chegar em massa, com cerca de 900 novos casos registrados a cada mês em 2021, segundo Bhattacharyya, que afirma que ainda é difícil calcular o número total de vítimas.

“A tragédia do 11 de setembro continua”, disse ela. Até o momento, o fundo atendeu a mais de 41.000 reivindicações legítimas, 2.132 delas de pessoas mortas, e pagou um total de quase 9 bilhões de dólares em indenização. 

No próximo sábado, o presidente Joe Biden visitará os três lugares atacados para “homenagear e relembrar as vidas perdidas” nos atentados que abalaram os Estados Unidos e o mundo.

Leia mais...

Misterioso sinal de rádio é identificado no centro da Via Láctea

08 de setembro de 2021, 09:16

Foto: Reprodução

Apesar da descoberta, ainda não se sabe com precisão que tipo de objeto cósmico está originando este sinal de rádio.

O sinal, denominado ASKAP J173608.2-321635, foi detectado seis vezes entre janeiro e setembro de 2020. Após isso, passou por um período de total inatividade e voltou a surgir no dia 7 de fevereiro de 2021.

Em um estudo sobre a descoberta, publicado na revista The Astrophysical Journal, os astrônomos explicam que se trata de “uma fonte de rádio altamente polarizada, altamente variável e de espectro inclinado”.

O sinal é variável porque as ondas eletromagnéticas que emite não seguem um padrão de tempo específico, e é muito polarizada porque a orientação da oscilação da onda está torcida, tanto em linha como em círculo.

O ASKAP J173608.2-321635 foi descoberto utilizando o Pathfinder da Austrália (ASKAP, na sigla em inglês), um radiotelescópio projetado para analisar o magnetismo cósmico, mapear buracos negros e explorar as origens das galáxias.

“O ASKAP J173608.2-321635 pode representar parte de uma nova classe de objetos que estão sendo descobertos através de estudos de imagens de rádio”, afirmam os pesquisadores.

A fonte do sinal, segundo os astrônomos, é desconhecida. Foram descartados diversos tipos de estrelas, como as que brilham com determinada frequência, as binárias próximas com cromosferas ativas ou as que se ofuscam entre si devido à não detecção em comprimentos de onda de raios X e infravermelhos próximos.

Tampouco é provável que se trate de um pulsar, um tipo de estrela de nêutrons que possui uma periodicidade regular.

Ainda assim, o ASKAP J173608.2-321635 compartilha algumas propriedades com os Sinais Transitórios de Rádio do Centro Galáctico (GCRT, na sigla em inglês), um tipo de sinal que foi identificado na década de 2000 e que também é emitido a partir do centro da Via Láctea.

“Aumentar a cadência da pesquisa e comparar os resultados desta busca com outras regiões nos ajudará a compreender o quão verdadeiramente único é o ASKAP J173608.2-321635 e se está relacionado com o plano galáctico, o que em última instância deveria nos ajudar a deduzir sua natureza”, concluíram os astrônomos.

Sputinik

Leia mais...

Chile aprova uso da CoronaVac em crianças a partir de 6 anos de idade

08 de setembro de 2021, 09:01

Foto: Reprodução

O Instituto de Saúde Pública do Chile aprovou na segunda-feira, 6, o uso da CoronaVac em crianças a partir de seis anos de idade. O país se torna o terceiro no mundo a liberar a vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac na infância, após China e Indonésia. A medida, busca ampliar ainda mais a campanha de imunização contra a Covid-19 no país, que já tem a mais alta taxa de vacinação da América do Sul e uma das maiores do mundo.

“Essa é uma ótima notícia para crianças em idade escolar e as que não foram incluídas nos planos de vacinação anteriores”, disse o ministro da Saúde chileno, Enrique Paris. A previsão é iniciar a vacinação destas crianças ainda neste mês.

Dos sete especialistas do painel de avaliação, cinco votaram a favor de liberar a vacina em crianças com mais de seis anos, enquanto dois votaram a favor da aplicação apenas a partir dos 12 anos e um votou contra a vacinação infantil. Este último argumentou que ainda não existem evidências suficientes sobre a vacina nessa faixa etária. Em crianças e adolescentes, a única vacina que tinha seu uso liberado até a decisão do governo na segunda é a da Pfizer-BioNTech, mas a idade mínima permitida para seu uso é de 12 anos.

A CoronaVac é a principal vacina utilizada na campanha de vacinação do Chile, que até agora já imunizou totalmente 13 milhões dos 19 milhões de habitantes do país. Ao todo, 19,49 milhões de doses do imunizante chinês foram aplicadas. Recentemente, o país autorizou a aplicação da dose extra com o imunizante da AstraZeneca para idosos que receberam as duas doses da CoronaVac. 

Nas últimas semanas, o Chile apresentou uma queda representativa no número de novos casos de Covid-19, registrando apenas 435 infecções na segunda. No total, o país confirmou 1,6 milhão de casos confirmados de Covid-19 e 37.108 mortes.

Um estudo publicado na revista científica The Lancet em junho mostrou que a vacina Sinovac é segura e eficaz em crianças a partir dos três anos de idade. No entanto, no Brasil, a Anvisa negou a solicitação do Instituto Butantan, responsável pela produção e distribuição da CoronaVac no país, para autorização do uso emergencial da vacina em crianças e adolescentes. A agência solicitou mais informações sobre a eficácia e segurança do imunizante nessa faixa etária. Até esta terça-feira, 7, apenas crianças com idade a partir de 12 anos podem ser vacinadas, exclusivamente com o imunizante da Pfizer-BioNTech.

Leia mais...

Publicidade

VÍDEOS