A Prefeitura de Caém, através da Secretaria de Saúde, encaminhou cerca de setenta pessoas para serem atendidas em consultas oftalmológicas e realizar procedimentos cirúrgicos, se necessário, gratuitamente.
O município participa do ‘mutirão de cataratas’ que acontece até a próxima sexta-feira (3), na Clínica Oftalmológica LM, no Hospital Regional Vicentina Goulart, Jacobina. A ação é do Governo do Estado, através da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab). Transportes para os pacientes e seus acompanhantes da sede e da zona rural do município, distribuição de lanches e uma técnica de enfermagem foram disponibilizados pela Prefeitura Municipal.
O mutirão quemobiliza dezenas de profissionais da área da saúde tem a finalidade de agilizar o tempo de espera que os pacientes enfrentam na fila para realizar cirurgias oculares.
“A catarata é uma das principais causas de cegueira no adulto e a dificuldade de acesso da população ao tratamento especializado contribui para o agravamento do problema, por isso não medimos esforços para proporcionar uma melhoria da qualidade de vida da nossa população, reinserindo-a ao convívio social e laborativo”, ressaltou.
A AIDS surgiu no final dos anos 70 e início da década de 80, consistindo no ataque das células de defesa do organismo humano, fazendo com que este esteja debilitado e vulnerável a doenças oportunistas, que levam seu paciente a óbito.
A doença é ocasionada pelo contágio do vírus HIV, o qual passa a se disseminar através da corrente sanguínea. As formas de contágio podem ser descritas de diferentes modos, destacando-se a via sexual, por meio de relações não protegidas, ou através do contato direto com o sangue de uma pessoa contaminada.
Uma matéria publicada pela Folha de São Paulo revela que um estudo do Unaids (Programa das Nações Unidas sobre HIV/Aids) com 1.784 soropositivos mostra que 64% já sofreram algum tipo de discriminação: 46% por meios de comentários familiares, vizinhos e amigos, 25% em assédios verbais e 20% chegaram a ter perda de fonte de renda ou foram rejeitados em uma oferta de emprego. E mais, cerca de 15% dos entrevistados relatam ter sofrido descriminação em serviços de saúde.
Estima-se que, em todo o planeta, mais de 34 milhões de pessoas vivam com o vírus HIV. Somente no Brasil, segundo o último levantamento do Ministério da Saúde, esse número chega a 470 mil. Segundo o Infopen de junho de 2019, há 7742 casos confirmados de HIV dentro da população carcerária brasileira.
Para evitar a transmissão da aids, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão. Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos.
Construída sobre o Rio São Francisco, a ponte que liga os municípios de Barra e Xique-Xique será inaugurada na sexta-feira (03) pelo governador Rui Costa. É mais uma obra estruturante do Governo do estado, estabelecendo uma nova ligação entre a região do oeste baiano, via Vale do São Francisco, e centro-norte. Com cerca de 1000 metros de extensão, a ponte, que está situada na BA-160, resulta de investimentos de R$ 133 milhões e vai e aproximar diferentes áreas, facilitar a vida da população e contribuir para o desenvolvimento econômico.
A nova ponte vai beneficiar diretamente mais de 2,5 milhões de habitantes de 21 municípios. O investimento engloba outras obras de melhorias na BA-160, que integra o Sistema Viário BA-052, como a restauração de 28 km, implantação de baias de emergência e pontos de parada de ônibus, melhoria da geometria da rodovia e melhoria de acessos locais. As intervenções, que foram coordenadas pela Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), geraram cerca de 350 empregos diretos e 50 indiretos.
O número de casos de lesões que causam coceira na pele mais que dobrou em Pernambuco em uma semana, segundo dados notificados pelos municípios.
O surto tem causado preocupação entre profissionais de saúde, uma vez que a causa ainda não foi detectada. Os pacientes relatam lesões na pele, principalmente no tronco e nos braços, acompanhadas de coceira.
No fim de semana, o estado chegou a 427 casos, de acordo com informações divulgadas por prefeituras. Na terça-feira da semana passada (23), em comparação, eram 185 casos.
A Secretaria de Saúde de Pernambuco, no entanto, contabiliza por enquanto uma quantidade menor, 264. Em razão dos trâmites para a notificação, o número compilado pelo estado tende a ser inferior à soma do total informado pelas administrações municipais.
O surto -conceito usado na saúde para se referir à rápida expansão de uma doença em uma determinada região- estava concentrado na semana anterior em três cidades do Grande Recife, enquanto agora se alastra por 13 municípios de Pernambuco, inclusive da Zona da Mata.
Em meio à expansão, o Recife enfrenta o maior número de lesões que provocam coceira na pele. Na capital pernambucana, são 185 casos.
As ocorrências no Recife se distribuem entre 39 bairros, mas são predominantes entre Dois Irmãos e Guabiraba, na zona norte.
Nesta semana, os procedimentos de monitoramento e investigação continuam, por meio da aplicação de questionários nos locais de maior incidência e da realização de novos exames clínicos e laboratoriais.
Esse trabalho passa a contar com o reforço de uma equipe de dermatologistas. Outra frente é a instalação de armadilhas para a captura de mosquitos, afirma a prefeitura, em nota.
A Secretaria de Saúde do Recife pediu que as pessoas não se mediquem, mantenham as mãos higienizadas e busquem uma unidade de saúde para receber orientações e tratar os sintomas.
Os primeiros casos surgiram no início de outubro na região, mas se intensificaram no final do mês passado e no começo deste mês. Não há registro de casos graves associados à coceira em Pernambuco até o momento.
A orientação no estado é que os profissionais de saúde notifiquem os casos suspeitos em até 24 horas. A partir daí, eles devem ser investigados pela Secretaria de Saúde de Pernambuco em parceria com os municípios, em busca de uma possível conclusão sobre a origem do surto.
As principais hipóteses, segundo apurou a Folha, são sarna humana, alergia ou um tipo de arbovirose causada por mosquito. Ainda não há conclusão das apurações.
Uma nota técnica da Secretaria de Saúde de Pernambuco, de 19 de novembro, descarta um possível surto de doenças transmitidas por alimentos.
Na sexta-feira (26), um artigo produzido por pesquisadores da Ufal (Universidade Federal de Alagoas) levanta a hipótese de que o suposto surto de sarna tenha elo com o uso indiscriminado de ivermectina.
O vermífugo, também utilizado em tratamento de sarna e piolho, é um dos medicamentos que integram o chamado “kit covid”, sem eficácia comprovada no combate à Covid-19 e que chegou a ter alta nas vendas de 1.272% em um ano em meio à pandemia.
Após quatro décadas de mercado, dois dos automóveis mais vendidos no País, responsáveis pela introdução de novas tecnologias e com legiões de fãs, vão deixar de ser produzidos. Os ícones Fiat Uno e Volkswagen Gol são os últimos remanescentes da chamada era dos carros populares, que chegaram a responder por 70% das vendas no País.
Hoje classificados como “carros de entrada”, que são os mais baratos de cada marca, já não são tão atrativos em preços e são tecnologicamente defasados. Por isso, não têm condições de receber melhorias em segurança e eficiência energética.
No próximo ano, a legislação estabelece índices menores de emissão de poluentes para todos os novos carros produzidos no País. Em 2024, todos terão de sair de fábrica com controle eletrônico de estabilidade (ESP). O sistema atua nos freios e evita que o motorista perca o controle direcional em curvas ou desvios de trajetória, garantindo maior segurança.
Motivo similar levou a Volkswagen a aposentar a Kombi em 2013, aos 56 anos, quando ainda era a perua mais vendida no Brasil. O compacto Gol, hoje com 41 anos, embora ainda seja o carro mais vendido da marca (praticamente empatado com o SUV T-Cross), não tem mais a mesma representatividade que tinha nos 27 anos em que foi líder de mercado, de 1987 a 2014. Sua aposentadoria está prevista para o fim de 2022.
O Uno talvez saia ainda este ano, embora a Fiat não confirme. O modelo que levou a marca ao status que tem hoje vendeu 19,3 mil unidades neste ano, enquanto o líder da marca, o Argo, vendeu 73,8 mil.
Geração
“O Gol marcou uma época e era o sonho de consumo de muitas pessoas, principalmente as versões esportivas”, diz Fernando Almeida, de 52 anos, funcionário de uma empresa de cabos elétricos em Curitiba (PR). Aos 18 anos, quando era office-boy, o Gol GT, lançado em 1984, era seu maior fascínio, e depois o GTI, o primeiro carro feito no País a ter injeção eletrônica, em 1988.
Sem dinheiro para comprar o que na época era carro de luxo, Almeida só realizou o sonho a partir de 2004 quando, já estabilizado financeiramente, começou a adquirir versões esportivas antigas do Gol da primeira geração e hoje tem uma coleção com 25 exemplares, além de outros modelos como Passat, Saveiro e Opala.
No período em que a primeira geração do Gol foi lançada, havia poucas marcas no País; hoje há muito mais “e os modelos são muito parecidos, o que diminui a sedução que tinha naquela época”, afirma Almeida, que já presenteou os filhos de 7 e 11 anos com dois dos seus clássicos para quando puderem dirigir.
O Gol foi projetado e desenvolvido no Brasil. É o carro mais produzido pela Volkswagen na região, com 8,6 milhões de unidades. Teve diferentes configurações, da primeira versão “quadrada”, de 1980, até o atual Gol “bolinha”, que ao longo dos anos passou por várias modificações.
Foi também o primeiro a ter motor flex, em 2003. De janeiro a outubro deste ano, foram vendidas 51 mil unidades do Gol – 67% foram para frotistas.
Segundo o presidente da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si, o substituto do Gol como carro de entrada chegará ao mercado em 2023, o Polo Track, uma versão mais despojada do Polo. O Gol mais barato custa hoje R$ 67,8 mil, e o Polo Track vai custar mais de R$ 70 mil.
Di Si admite que o desafio da Volkswagen é como posicionar a imagem da marca diante de pessoas acostumadas a buscar um carro popular. “Vamos ter de aprender a lidar com isso e comunicar de forma clara que mudanças são necessárias e positivas, pois garantem mais segurança aos consumidores”.
Fim do popular
Em 37 anos, o Uno teve apenas uma grande mudança no design, em 2010. Até agora, também é o mais vendido da Fiat e teve 4,3 milhões de unidades produzidas, grande parte da versão Mille, de 1990, o primeiro com motor 1.0. Das 19,3 mil unidades vendidas neste ano, 97% foram para frotistas. Seu substituto já está no mercado há algum tempo – o Mobi, cujas vendas superam 62 mil unidades.
“O Uno é responsável pela motorização de muitos brasileiros”, afirma Cássio Pagliarini, sócio da Bright Consulting. Para ele, os dois ícones devem ser os últimos de grande longevidade, pois o mercado não terá mais dinossauros como Uno, Gol, Fusca e Kombi. A média de tempo de permanência no mercado vem reduzindo ano a ano.
Com as aposentadorias de Uno e Gol, vão sobrar apenas dois modelos na lista dos carros de entrada, o Mobi e o Renault Kwid, de gerações mais recentes. O que vem pela frente no segmento são carros de entrada superiores aos que havia anteriormente e, consequentemente, mais caros.
“Não dá mais para imaginar carros tão simples; os modelos de hoje têm muito mais tecnologia, algumas delas regulatórias nas áreas de eficiência energética, consumo e segurança”, diz Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea (associação das montadoras).
Por razões similares ao que ocorre com Uno e Gol, acrescidas de queda de vendas, outros carros de prestígio estão se despedindo do mercado, como os Honda Fit e Civic, substituídos recentemente pelas versões hatch e sedã do novo City.
Na fila de saída estão Voyage e Saveiro, que usam a mesma plataforma do Gol; Siena e Doblò, da Fiat; e Joy, da General Motor. Mais à frente sairão Sandero e Logan, da Renault.
Por ser um dos nomes mais fortes da indústria automobilística brasileira, Pagliarini acredita que a Volkswagen pode batizar de Gol outro novo modelo, talvez um SUV compacto. “Normalmente a marca só muda o nome do produto quando altera seu público alvo.”
‘Bolinha’
Modelo ‘bolinha’ foi a nova cara do Gol
Após 14 anos de vendas do Gol ‘quadrado’, o G1, a Volkswagen deu cara totalmente nova ao Gol com o modelo ‘bolinha’. A última reestilização, mantida na versão atual, ocorreu em 2018 para a atual geração (G8). Por ser um dos nomes mais fortes do setor, Gol pode ainda batizar um novo carro da marca, talvez um SUV compacto.
Uninho
Uninho’ popularizou o ar condicionado
Lançado no Brasil em 1984, um ano depois do início de sua produção na Itália, o Uno – ou Uninho, como costuma ser chamado – popularizou no País itens como ar-condicionado, quatro portas e motor turbo, antes disponíveis só em veículos de segmentos superiores. Foi ele que interrompeu o reinado de 27 anos do Gol, em 2015. Em 1990, a Fiat criou o Uno Mille, o primeiro com motor 1.0, que deu origem aos ‘carros populares’, modelos com taxa de IPI inferior ao daqueles com motor mais potente. O Mille saiu de linha em 2013 com uma versão de despedida chamada de ‘Grazie Mille’, com tiragem de 2 mil unidades.
Duas gerações
Em seus 37 anos de vida, o Uno passou apenas por uma grande alteração de design, feita em 2010. Essa segunda geração é mantida até hoje. O compacto tinha quatro versões à venda, mas agora só tem uma, reforçando que seu fim está perto. Por vários anos foi o carro mais barato do mercado brasileiro. Hoje custa R$ 67 mil. Assim como o Mille, ele terá uma versão especial de despedida.
Uma decoração natalina moderna, colorida, cheia de luz e brilho foi entregue na noite de sexta-feira, (26), pelo prefeito Arnaldo Oliveira à população de Caém. É a primeira vez que a cidade recebe um ‘banho de luz’ com tanta expressividade para homenagear o mês em que se comemorar o nascimento de Jesus Cristo, o Natal.
Neste primeiro momento foram iluminadas as praças Desembargador Souza Dias (em frente à Prefeitura) e a Castro Alves (em frente à Igreja Católica), cujos locais já se transformaram em atração turísticas.
Conforme o prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), a decoração foi feita com o intuito de trazer aos munícipes o encanto e alegria natalina. “A chegada do Natal é esperança de dias melhores. O espírito natalino proporciona um bem estar emocional para a população e as luzes de Natal reforçam nas pessoas os bons sentimentos, trazendo lembranças felizes, sempre ligadas a família, amor e partilha. É pesando nisto que estamos dando mais um passo em direção à recuperação da autoestima da nossa população”, salientou Arnaldinho, agradecendo mais uma vez pela confiança creditada pela população, “aproveito para agradecer a confiança do povo caenense, que nos tem possibilitado a fazer o que está em nosso alcance por nossa cidade”, completou.
O diretor de cultura de Caém, André Luiz Almeida Santos, destaca o trabalho da sua equipe e o apoio da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, que mesmo com todas as dificuldades enfrentadas em um momento pandêmico, não mediram esforços para proporcionar a maior decoração natalina já vista no município. “Temos trabalhado para proporcionar dias sempre melhores e felizes para a população caenense. Depois de tudo que o mundo tem passado por conta da covid, não poderíamos deixar um momento tão especial sem a sua principal característica, a luz, que significa resiliência, paz”, disse André Luiz um natal iluminado.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou em nota, neste domingo (28), que o Brasil já tem paciente infectado por Covid-19 vindo de um voo da África do Sul, segundo informou a CNN Brasil no programa Breaking News. A Anvisa ainda não confirmou se é um caso de ômicron, a nova variante da Covid-19. O paciente, que já está em isolamento, foi vacinado contra a Covid-19.
O passageiro, um homem que desembarcou no aeroporto de Guarulhos-SP na noite deste sábado (27), chegou a apresentar o teste RT-PCR negativo (exigido pelas autoridades brasileiras com 72h antes do desembarque), mas ao chegar em São Paulo realizou novo teste, positivando para Covid-19.
Na sexta-feira (26) a Anvisa recomendou a restrição de voos e viajantes vindos da África do sul, Botswana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue, após a detecção de uma nova variante do coronavírus na África do Sul, informou o órgão regulador em nota.
O Brasil proibiu, neste sábado, voos com destino ao país que tenham origem ou passagem pelos seis países recomendados pela Anvisa inicialmente.
A nova variante já foi detectada em 12 países, segundo informações do UOL.
África do Sul: 77 casos na Província de Gauteng
Holanda: 13 casos foram detectados entre 61 passageiros que desembarcaram em Amsterdã vindos da África do Sul
Austrália: Dois casos de passageiros vacinados que voltaram do sul da África para Sydney
República Tcheca: Um caso em uma mulher foi confirmado pelo hospital da cidade de Liberec, no norte do país
Botsuana: Quatro casos Hong Kong: Uma pessoa que viajou à África do Sul
Reino Unido: Três casos, relacionados a viagens ao sul da África Israel: Um caso de uma pessoa que chegou do Malauí
Alemanha: Dois casos na Baviera; ambos foram registrados em viajantes que chegaram da África do Sul
Bélgica: Um caso em uma pessoa não vacinada
Dinamarca: Dois casos de pessoas em voos provenientes do sul da África
Itália: Um caso na região de Nápoles, num homem que havia retornado de Moçambique.
O jornalista José Henrique Mariante, ombudsman da Folha de S. Paulo, publica coluna neste domingo sobre um tema inconveniente para as grandes empresas de comunicação: a insustentabilidade dos jornais impressos. O mote foi o fim da circulação do jornal popular Agora São Paulo. “É o fim também de uma longa trajetória de periódicos populares em São Paulo. Notícias Populares, Jornal da Tarde, Diário Popular, depois Diário de São Paulo, Folha da Tarde, depois Agora”, escreve Mariante.
“O Agora, no entanto, acaba antes de seu público. A explicação fácil é a internet. O modelo de jornal impresso não se sustenta, e o desta Folha, se a leitura ainda é feita com o papel sujando as mãos, também parece com os dias contados. É um fenômeno mundial, dramático em países de grande população leitora. Impressiona a quantidade de pequenos diários, alguns centenários, que fecham nos EUA, provocando os chamados desertos de notícias. As consequências para essas regiões são graves, indo de um menor controle da atuação dos agentes públicos locais à maior disseminação de notícias falsas. Estudos sobre o problema vêm sendo realizados. Até redes sociais se mostram preocupadas, bancando projetos de mitigação”, prossegue.
“Nada disso seria um problema se a transição do impresso para o eletrônico fosse um caminho tranquilo, uma mudança de cultura a ser apreendida pela Redação e disposta em etapas para o público. Só que ela está mais para revolução, das sangrentas, com desafios diferentes a cada esquina. Conteúdo brota nas telas a partir de gente sem qualificação jornalística assim como de pessoal bem preparado e a soldo de agências de publicidade, empresas, bancos de investimentos e outros. Redes sociais mudam as regras do jogo constantemente. Departamentos de TI, fundamentais nesses novos ambientes, consomem orçamentos que já são limitados. A lista só faz crescer”, avalia. “Nessa grande confusão, uma das poucas vantagens de jornais como a Folha é ter uma marca reconhecida, baseada em um modo profissional de fazer jornalismo. O risco é ver tudo isso se perder junto com o obrigatório descarte do supérfluo, como um dia o impresso será tratado. Ampliando a metáfora aquática, quando jogarmos o bebê fora junto com a água da bacia. Não volta.”
Com o tema “Em defesa de democracia, da diversidade e da educação pública com participação popular”, a Secretaria de Educação e o Fórum Municipal de Educação de Caém realizou nesta sexta-feira (26), a 4ª Conferência Municipal de Educação, um processo de planejamento participativo com caráter deliberativo para estabelecer metas. Cumprir o que preconiza o Plano Municipal de Educação (PME) e as notas técnicas estabelecidas na elaboração do PME, são o foco da Conferência que aconteceu nas instalações do Colégio Padre Alfredo Haasler.
Um dos objetivos do evento foi apresentar o cumprimento das metas estabelecidas no Plano de Educação, seus desafios e o que ainda deve ser feito para que sejam alcançados.
Conforme o secretário de Educação do município, Ronaldo Oliveira, esse é o momento de conhecer o que foi alcançado e os desafios enfrentados para que as metas sejam atingidas. O plano é de todos por isso a participação democrática é imprescindível para garantir os princípios do direito à educação e da qualidade do ensino. “a Conferência de Educação é um espaço de diálogo, participação e resistência, uma instância de participação social para a avaliação crítica e propositiva que visa contribuir com o avanço do direito à educação”, salientou.
O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira, definiu a Conferência de Educação como ‘um momento importante para a rede municipal de ensino, pois é mais um passo para o avanço efetivo da educação’. O Plano rege a educação no município por isso a colaboração de tantas pessoas é de extrema importância para a cidade.
Participaram do evento, professores, gestores, representantes de pais e alunos, estudantes e equipe técnica da Secretaria de Educação, bem como os munícipes em geral, pois o evento foi transmitido ao vivo pelas redes sociais da Secretaria. Se fizeram presentes também, a diretora do Núcleo Territorial de Educação (NTE 16), Nazaré dos Santos Costa Alves e o presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Pablo Piauy e representantes da APLB local.
O primeiro-ministro israelense Naftali Bennett reuniu-se com especialistas em saúde nesta sexta-feira (26) para discutir a melhor forma de responder a uma nova variante do coronavírus detectada na África do Sul. Ela é mais contagiosa do que a cepa Delta. Bennett anunciou que pode decretar estado de emergência no país
“Estamos atualmente à beira de um estado de emergência”, disse Bennett, de acordo com um comunicado de seu gabinete. “Nosso princípio básico é agir rápido, forte e agora.”
Israel registrou um caso da nova cepa em um viajante voltando do Malaui.
Israel anunciou nesta quinta-feira que estava impedindo seus cidadãos de viajar para o sul da África e proibiu a entrada de estrangeiros da região.