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Micro e pequenas empresas têm até hoje para aderir ao Simples

31 de janeiro de 2023, 09:58

Foto: Divulgação

As micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais (MEI) têm até hoje (31) para pedir a inclusão ou reinclusão no Simples Nacional – regime especial de tributação para os negócios de pequeno porte. Diferentemente dos últimos anos, não haverá prorrogação para a regularização de pendências. O pequeno negócio precisa quitar ou renegociar as dívidas até hoje para não ser excluído do programa.


Até a última sexta-feira (27), 348.077 micro e pequenas empresas haviam pedido a adesão ao Simples Nacional. Desse total, 97.572 foram aprovadas, 233.530 dependem de regularização de pendências com um ou mais entes federados (União, Estados, Distrito Federal ou município) e 16.975 solicitações foram canceladas pelo contribuinte. O resultado final será divulgado na segunda quinzena de fevereiro.

Tradicionalmente, quem não pagou os débitos até 30 dias depois da notificação é retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro de cada ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro de cada ano para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências – de cadastro ou de débitos em atraso.

Por causa da pandemia de covid-19, em 2021 e 2022, o governo tinha prorrogado o prazo para o pagamento de débitos. A micro ou pequena empresa aderia ao Simples até 31 de janeiro, data fixada por lei complementar, mas ganhava algumas semanas ou meses para quitar ou renegociar as dívidas. No ano passado, o prazo para a regularização de pendências havia sido estendido até 31 de março. Neste ano, a data limite voltou para 31 de janeiro.

Antes de renegociar a dívida por meio do Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional, a empresa deve verificar onde se encontram os débitos: na Receita Federal ou na Dívida Ativa da União.

Os interessados em regularizar as pendências, podem entrar com um pedido de parcelamento, o qual deve ser feito no Portal do Simples Nacional ou no Portal e-CAC da RFB, no serviço “Parcelamento – Simples Nacional”.

O processo de regularização deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal (e-CAC), requerendo certificado digital ou código de acesso. O devedor pode pagar à vista, abater parte da dívida com créditos tributários (recursos que a empresa tem direito a receber do fisco) ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa.

Caso o débito esteja inscrito em dívida ativa, a regularização deverá ser feita no Portal Regularize-se, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Pendências cadastrais podem ser resolvidas no Portal Redesim.

Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado por estados e pelo Distrito Federal, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.

Em vez de pagar uma alíquota para cada tributo, o micro e pequeno empresário recolhe, numa única guia, um percentual sobre o faturamento que é repassado para os três níveis de governo. Somente as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano podem optar pelo regime.

Agência Brasil

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Alzheimer: Pessoas com este sinal têm progressão mais lenta da doença

30 de janeiro de 2023, 15:29

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Um estudo publicado no Alzheimer’s & Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association revela que problemas iniciais de falta de memória levam a uma progressão mais lenta da doença de Alzheimer.

Por outro lado, a dificuldade em falar ou alterações no pensamento levaram a uma evolução bastante mais rápida. A investigação da Cleveland Clinic teve em conta dados de 2.400 pacientes diagnosticados com a patologia. 

“Este é o primeiro estudo a avaliar o impacto da natureza dos primeiros sintomas cognitivos na taxa futura de declínio cognitivo”, explica Jagan Pillai, o autor do estudo.

“Estes resultados são importantes tanto na conceção de futuros ensaios clínicos quanto no tratamento individual de pacientes com demência ou outras doenças neurológicas”.

Notícias ao Minuto

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Idoso perdido em mata é achado após latidos de seu vira-lata Caramelo

30 de janeiro de 2023, 14:45

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Os latidos de um cachorro ajudaram os bombeiros a encontrarem o dono dele, um homem idoso de 82 anos, que estava perdido na mata em Ipatinga (MG). Segundo a corporação, o homem havia desaparecido na tarde de sexta-feira (27), depois que saiu para passear com seu vira-lata caramelo. O animal ficou o tempo todo junto com o dono.

Os dois só foram encontrados no dia seguinte. O idoso estava deitado no chão, em local de difícil acesso na mata fechada. Aos bombeiros, disse que havia se perdido.

As fotos do resgate mostram o vira-lata caramelo acompanhando a operação, sem tirar os olhos do dono.

“Os militares se dividiram em duas guarnições e seguiram por trilhas distintas na mata aos fundos do bairro Vila Ipanema, no entorno do ribeirão. Durante as buscas, ouviu-se os latidos do cachorro que estava junto ao seu dono e assim ele foi localizado”, relatou o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

O homem teve seus sinais vitais avaliados, recebeu água e alimentação, e foi carregado por parte do trajeto até a viatura dos Bombeiros. Foi deixado sob cuidados médicos no Hospital Márcio Cunha em Ipatinga, acompanhado por sua filha

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Robô chinês é capaz de se transformar em líquido e voltar à forma original (Vídeo)

30 de janeiro de 2023, 12:09

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Inspirados em pepinos-do-mar, animais marinhos com corpos alongados e sem vértebras, uma equipe de cientistas da Universidade Sun Yat-sen, na China, desenvolveu um material capaz de mudar de fase, forma e estado de modo reversível, e construíram um mini robô humanoide com o material. Essencialmente, o robô sólido é capaz de se tornar líquido e retomar sua solidez em seguida, e o vídeo do teste relembra um incrível personagem do filme O Exterminador do Futuro 2.

O novo robô chinês, ainda atrás das grades, prestes a mudar de forma e atravessar a barreira

O registro mostra um pequeno robô prateado, semelhante a um boneco Playmobil,  “derretendo” para atravessar uma barreira de grades. Após superar o obstáculo, o humanoide se reconstrói no formato original: no filme de 1991, o robô T-1000 é feito de um metal líquido, capaz de tomar a forma humana, mas se liquefazer para, por exemplo, atravessar grades, retornando em seguida à solidez. Além de mudar de forma, a invenção chinesa é magnética e capaz de conduzir eletricidade.

O momento em que o material se transforma em líquido e atravessa as grades do experimento

O material foi desenvolvido a partir da incorporação de partículas magnéticas ao gálio, um tipo de metal com ponto de fusão especialmente baixo, em apenas 29,8ºC. De acordo com o engenheiro mecânico Carmel Majidi, autor sênior do trabalho, as partículas têm a função de tornar o material “responsivo a um campo magnético alternado, para que você possa, por indução, aquecer o equipamento e causar a mudança de fase”, e ainda dar “mobilidade aos robôs e a capacidade de se mover em resposta ao campo magnético”.

As partículas magnéticas tornam o material responsivo a um campo magnético alternado, capaz, por indução, de aquecer o material e provocar a mudança de fase. “Mas as partículas magnéticas também dão mobilidade aos robôs e a capacidade de se mover em resposta ao campo magnético”, explicou Majidi.

Além de aplicações mecânicas, como funcionar como um parafuso universal capaz de se moldar a superfícies de difícil alcance, a inovação foi pensada para ganhar função biomédica, como adentrar um órgão e realizar procedimentos, ou administrar medicamentos sob demanda neste mesmo modelo de funcionamento.

O robô humanóide após retomar a forma original depois de atravessar as grades

MSN

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Rui Costa acumula poder, centraliza decisões e se torna porta-voz de Lula

30 de janeiro de 2023, 09:33

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O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), consolidou-se no primeiro mês do mandato como o principal nome da gestão no Executivo federal. Escolhido por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para chefiar a pasta que coordena os trabalhos de toda a Esplanada, ele acumulou poder e se tornou porta-voz do presidente.

Petistas e integrantes do primeiro escalão dizem que as principais ações têm de passar pelo aval do chefe da Casa Civil e chegam a compará-lo com o então todo-poderoso José Dirceu no início do governo Lula 1 (2003-2006).

Ponderam, no entanto, que a pasta não tem tantas atribuições como no primeiro mandato de Lula e lembram que Rui não tem a mesma influência interna no partido que Dirceu tinha.

Desde o início do novo governo, o ministro ampliou seus poderes sobre as nomeações e assinou uma norma para determinar que todas as indicações nos ministérios até o nível de diretor precisam passar pela Casa Civil. Antes, a Casa Civil avalizava as escolhas para o segundo escalão, mas postos inferiores ficavam sob autonomia dos respectivos ministros.

As exonerações de todos os postos, até os mais baixos, também passam pelo ministério. Há uma avaliação de petistas de que a máquina teria sido aparelhada por bolsonaristas e de que é preciso fazer um pente-fino.

Por isso, se outrora cabia à Casa Civil fazer um filtro de viés mais jurídico sobre cargos do segundo e terceiro escalões, agora o ministério também faz a análise política e dá a palavra final sobre essas nomeações.

Foi Rui quem deu uma das declarações de maior impacto no mundo político desde a volta do PT ao poder. Apesar de Lula ter indicado publicamente que não pretende disputar a reeleição, o ministro afirmou, na primeira semana de governo, que o petista pode disputar um novo mandato.

Além do controle sobre nomeações e demissões, coube a ele falar em nome de Lula em situações sensíveis. Foi Rui quem desautorizou publicamente o ministro da Previdência, Carlos Lupi, que sugeriu revogar as mudanças nas regras de aposentadoria aprovadas em 2017.

Na mesma semana, ele foi o único liberado a falar após a primeira reunião ministerial conduzida por Lula. Concedeu uma entrevista coletiva para relatar o teor do encontro, e todos os demais ministros foram orientados a deixar o palácio sem conversar com a imprensa.

Também foi ele que se reuniu com os comandantes das Forças Armadas para preparar a reunião dos militares com Lula, em meio à tensão desencadeada após os atos de vandalismo nas sedes dos Três Poderes.

Logo após a vitória petista, Lula nomeou seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), para ser o coordenador-geral do governo de transição; a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, para a coordenação política; e Aloizio Mercadante para ser coordenador técnico.

A partir dali, a especulação era a de que um dos três nomes poderia dar sequência ao poder dado a eles na transição para ser também o responsável por tocar a gestão do governo na Casa Civil. A impressão era reforçada pelo papel central que eles tiveram durante a campanha.

Nos bastidores, nunca saiu do cenário o peso que o grupo político do PT da Bahia teria no Executivo. Por isso, o líder do grupo e homem de confiança de Lula de longa data, senador Jaques Wagner (PT-BA), era apontado como um nome para a Casa Civil.

O parlamentar, de perfil negociador, ficou com a liderança do governo no Senado. E seu sucessor como governador da Bahia, Rui Costa, foi para a Casa Civil. O atual chefe da Casa Civil ficou oito anos no cargo e, em 2022, elegeu para o posto o aliado Jerônimo Rodrigues, que nunca havia disputado uma eleição.

Apesar do seu poder no governo, Rui não pode seguir o caminho de outros ex-governadores petistas do nordeste, como Camilo Santana (CE) e Wellington Dias (PI), que terminaram seus oito anos de mandato e se elegeram para o Senado.

A construção da chapa aliada na Bahia previa o apoio à reeleição do senador Otto Alencar (PSD-BA), deixando o atual ministro sem cargo eletivo. O sacrifício foi elogiado pela cúpula petista.

Integrantes do governo também creditam a Rui boa parte da expressiva votação de Lula na Bahia: 72%. Isso reafirmou a força política do grupo no entorno do chefe do Executivo.

O capital que Rui acumula também tem relação com o novo desenho da Casa Civil, hoje mais robusta do que sob o governo do antecessor Jair Bolsonaro (PL). Além disso, seu braço direito é Miriam Belchior, ex-ministra de gestões petistas, que também exerce poder sobre o Executivo e, em especial, sobre programas de infraestrutura.

Miriam e o PT ganharam uma queda de braço com a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), que saiu fortalecida das eleições presidenciais por seu apoio a Lula no segundo turno.

O partido aliado fazia questão que o Planejamento tivesse em seu guarda-chuva os bancos públicos e o PPI (Programa de Parcerias de Investimento). Rui, Miriam e o PT insistiram e ficaram com a coordenação do programa.

Comanda o PPI no Planalto hoje Marcus Cavalcanti, que foi secretário da Infraestrutura da Bahia. Outros nomes do estado também foram com Rui para o Planalto e ocupam postos de relevância.

A Secretaria de Administração, que ficava sob a Secretaria-Geral, está agora na Casa Civil, com Norberto Queiroz, auditor fiscal aposentado da Bahia.

Já a SAJ (Subchefia de Assuntos Jurídicos), responsável pela palavra final do ponto de vista jurídico em atos normativos do governo, está com o jurista Wellington César Lima, que foi procurador-geral de justiça do Ministério Público da Bahia.

A Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, que coordena projetos da Esplanada, está sob o comando do administrador Maurício Muniz, que era assessor Chefe da Casa Civil do Governo da Bahia.

Como titular da Casa Civil, Rui faz questão de demonstrar o poder sobre os outros ministérios. Ele tem feito um périplo na sede das outras pastas para discutir prioridades da gestão de cada órgão e passar missões.

É a equipe de Rui e Miriam que definirá as prioridades dos ministérios nos 100 dias de governo.

Além da estrutura, a Casa Civil carrega um forte simbolismo de comando nos governos petistas. Após a saída de Dirceu, quem assumiu foi Dilma Rousseff, que se tornou a substituta de Lula na Presidência –apesar da resistência interna que enfrentava.

Na Bahia, Rui ficou conhecido como um político que evita embates ideológicos e prioriza a condução do cotidiano da máquina pública. No governo federal, assumiu papel similar. As declarações mais fortes contra Bolsonaro, por exemplo, são feitas por Lula ou por outros ministros.

Folhapress

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Chacina no DF: terreno de R$ 2 mi motivou grupo a executar família

27 de janeiro de 2023, 12:03

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A chacina de 10 pessoas da mesma família no Distrito Federal pode ter sido motivada pela disputa por terras de Marcos Antônio Lopes Oliveira. O homem, que também é uma das vítimas, era sogro da cabeleireira Elizamar da Silva, primeira a desaparecer, em 12 de janeiro, junto aos três filhos.

João Darcs, advogado da família de Elizamar, declarou ao UOL que os suspeitos do crime se uniram para “exterminar todos os herdeiros de Marcos”, com a intenção de tomar terras dele em Planaltina (DF). Alguns dos investigados já identificados pela polícia moravam em terrenos do homem há pelo menos 10 anos, conhecendo bem a vida íntima da família.

O defensor preferiu não comentar o nome de quem seria o mentor intelectual da chacina, já que algumas informações correm em segredo de Justiça, mas afirmou que o inquérito sobre o caso deve ser concluído nos próximos dias.

Ele ainda negou as versões de que os suspeitos teriam formado uma quadrilha com a intenção de roubar quantias em dinheiro de Elizamar e de sua sogra, Renata, afirmando que a cabeleireira não tinha posses e chegou a pedir dinheiro para a filha mais velha para conseguir se deslocar até o trabalho, cerca de 15 dias antes de ser morta. Darcs também preferiu não detalhar o valor dos terrenos deixados por Marcos.

Procurada pela UOL, a Polícia Civil do Distrito Federal não confirmou a suposta motivação e declarou que “a autoridade policial se pronunciará no momento oportuno, caso assim entenda”.

Quem são as vítimas da chacina no DF:

Elizamar da Silva, 39, cabeleireira;

Rafael da Silva, 6, filho gêmeo de Elizamar e Thiago;

Rafaela da Silva, 6, filha gêmea de Elizamar e Thiago;

Gabriel da Silva, 7, filho de Elizamar e Thiago;

Thiago Gabriel Belchior, 30, marido de Elizamar, que chegou a ser considerado suspeito de ser mandante do crime;

Marcos Antônio Lopes de Oliveira, 54, sogro de Elizamar;

Renata Juliene Belchior, 52, sogra de Elizamar;

Gabriela Belchior, 25, cunhada de Elizamar;

Claudia Regina Marques de Oliveira, ex-esposa de Marcos;

Ana Beatriz Marques de Oliveira, 19, filha de Claudia e Marcos.

Entenda o crime:

Primeira desaparecida reportada, a cabeleireira Elizamar da Silva, 39, foi vista pela última vez em 12 de janeiro. Ela teria ido até a casa dos sogros em Itapoã (DF) buscar o marido, mas sumiu após a visita, acompanhada dos filhos do casal.

Na sexta (13), um carro semelhante ao dela foi encontrado carbonizado em Cristalina (GO), com quatro corpos. No dia seguinte, outro veículo, com dois corpos femininos, foi encontrado carbonizado em Unaí (MG).

Suspeitos presos pela polícia no dia 17 afirmaram que Renata e Gabriela, sogra e cunhada de Elizamar, foram mantidas reféns em um cativeiro em Planaltina (DF).

A polícia trabalhava com a hipótese de que Marcos e Thiago seriam mandantes do crime. Mas, em 18 de janeiro, o corpo do sogro de Elizamar foi encontrado no cativeiro em que as mulheres passaram, levando a questionamentos sobre a versão.

Ainda no cativeiro, foram encontrados cadernos com dados bancários, senhas e informações sobre cada uma das vítimas do crime, incluindo um bilhete para Thiago Belchior, que a investigação acredita que tenha sido usado para atrai-lo a uma emboscada.

Identificação das vítimas:

Na última quinta (19), os corpos encontrados no carro em Cristalina (GO) foram identificados como sendo de Elizamar e seus três filhos.

No mesmo dia, foi confirmado que um corpo encontrado enterrado no cativeiro em Planaltina (DF) era de Marcos Antônio, sogro da cabeleireira. Terça-feira (24), foi confirmado que as duas vítimas localizadas em Unaí (MG) são Renata e Gabriela Belchior.

Ainda na terça, três corpos foram encontrados em uma fossa em Planaltina (DF); horas depois, dois deles foram identificados como sendo de Thiago Belchior e Cláudia Regina Marques.

Ontem, o corpo de Ana Beatriz Marques, filha de Cláudia e Marcos Antônio, também foi identificado, concluindo a busca pelos corpos dos desaparecidos.

UOL

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Em nota, deputado Bira Coroa agradece seus apoiadores pela confiança

27 de janeiro de 2023, 10:56

Foto: Reprodução

O deputado estadual, Bira Coroa (PT), emitiu uma nota de agradecimento para seus apoiadores pela confiança e contribuição com as ações realizadas durantes os seus mandatos no Legislativo Estadual.

Depois de um ciclo de quatro mandatos, desde 2007, Bira se despede da Assembleia Legislativa neste ano, depois de ficar entre os suplentes do seu partido ao obter pouco mais de 32 mil votos.

Respeitado entre os seus colegas de legislatura e admirado pelos seus eleitores pelos trabalhados apresentados e a luta a favor dos direitos dos menos favorecidos, Ubirajara da Silva Ramos Coroa, Bira Coroa, é biólogo por formação e professor da rede estadual de ensino.

Veja a nota do deputado Bira abaixo:

Estamos findando o quarto Mandato da Igualdade, comprometido com os interesses da sociedade baiana, e nesse momento aproveito para agradecer ao povo baiano pela votação obtida em quatro eleições, que nos garantiu a condução de quatro mandatos na Assembleia Legislativa, na condição de deputado estadual.

Agradeço a toda a minha equipe,  assessoria, os companheiros e companheiras de base, colaboradores que ajudaram a construir esse mandato ao longo desses anos. Agradeço também aos meus pares deputados e deputadas que em muitos momentos pude contar na aprovação de matérias estratégicas. Às entidades sociais e sindicais que em muitos momentos fizemos grandes parcerias. Aos municípios os quais eu estendo também agradecimento a nossos companheiros e companheiras, que estão nos diversos municípios nos nossos territórios.

Me despeço do Mandato com o sentimento de dever cumprido, que, ao longo de todo o seu tempo, foi dedicado às lutas de combate ao racismo, para afirmação e fortalecimento de políticas para melhorar a condição de vida prioritariamente dos povos comunidades tradicionais.

À nossa companheirada quilombola, parentes indígenas, marisqueiras, pescadores, fundo fecho de pasto, entre outros, que a gente sempre se colocou à disposição. Também a luta pela afirmação e equidade de gênero, que a gente nunca abriu mão. No enfrentamento ao machismo e uma sociedade desigual; na afirmação de políticas de reconhecimento e respeito, a exemplo a comunidade LGBTQIA+. Travamos um bom combate pela afirmação e direitos de cultuar as diversas religiões.

Agradeço ao meu partido, o PT, que me proporcionou poder trabalhar na Assembleia Legislativa e que nunca vacilou na defesa dos interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do nosso estado, em especial, nas lutas travadas contra as privatizações.

Continuamos na luta. O Mandato da Igualdade irá continuar nas trincheiras, no processo de militância, reforçando o nosso partido para continuar contribuindo para nosso povo, pois somos instrumentos de transformação da sociedade.

Obrigado pelo respeito e confiança no nosso Mandato!

Bira Coroa.

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Loja da Agricultura Familiar é inaugurada em Capim Grosso

27 de janeiro de 2023, 09:35

Foto: Ueslaine Sousa SDR/CAR

A Agricultura Familiar da Bahia ganhou mais um espaço voltado à comercialização de produtos de cooperativas, grupos e associações comunitárias rurais, fabricados com matérias-primas oriundas dos quintais e roçados de famílias agricultoras. A loja, que foi inaugurada nesta quinta-feira (26), em Capim Grosso, é um empreendimento da Cooperativa de Produção da Região do Piemonte da Diamantina (Coopes), financiado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio do projeto da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Pró-Semiárido, com o aporte de cerca de R$ 400 mil.

A loja representa a conquista da Coopes e de seus associados, a partir da valorização do licuri, principal matéria-prima dos produtos expostos no espaço. “Essa história não começou aqui, ela vem de muito tempo. Essa conquista representa a história das quebradeiras de licuri aqui da nossa região, em uma época em que o licuri não era valorizado”, destacou Robenor Araújo, dirigente da cooperativa fundada em 2005.

Ao consumir os produtos expostos na loja os consumidores terão acesso à alimentação saudável, agroecológica e/ou orgânica e irão contribuir para a geração de renda, o bem-estar e a qualidade de vida das famílias produtoras.

Além dos derivados do licuri, o espaço dispõe de produtos fabricados a partir do beneficiamento de produtos como mandioca, mel, milho, leite, umbu e outras frutas e derivados do leite, dentre outros, além de artesanatos e uma lanchonete, onde é possível fazer um lanche ou reunir amigos em um happy hour. “A inauguração da loja da Coopes é um marco para o projeto Pró-Semiárido nos Territórios Bacia do Jacuípe e Piemonte da Diamantina. Este espaço permitirá aos grupos produtivos vinculados ao projeto escoar suas produções, comercializar e gerar renda para as famílias”, pontuou Rejane Magalhães, coordenadora local do Pró-Semiárido.

O apoio do projeto Pró-Semiárido possibilitou, ainda, a adequação da estrutura anexa à loja, utilizada para o processamento do licuri, conforme exigências da Vigilância Sanitária. “Nós só temos a agradecer por este sonho realizado”, comemorou a presidente da Coopes, Francelma Lima.

O lançamento contou com as presenças do prefeito de Capim Grosso, Silvado Rios, do gerente regional do Sebrae, Geron Pereira, representantes de sindicatos, associações, entidades, movimentos ligados à Agricultura Familiar e da equipe que atua no projeto Bahia Produtiva, da CAR, além dos cooperados e cooperadas da Coopes, que abrilhantaram o evento com cantigas e a representação da quebra artesanal do licuri. O Pró-Semiárido é uma ação de combate a pobreza rural do Estado da Bahia, executada pela CAR, empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e cofinanciada pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).

SDR/CAR

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CMDS de Caém discute ações para o município durante assembleia ordinária

26 de janeiro de 2023, 14:14

Foto: Reprodução

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável de Caém (CMDS), realizou na manhã desta quarta-feira (25), a sua 7ª Assembleia Ordinária. O evento que aconteceu na Câmara de Vereadores teve como as principais pautas, balanços de ações, elencando os pontos positivos e negativos; planejamento para a eleição do biênio 2023 2024 e a logística para a entrega de ofícios para as entidades que participam da entidade.

Na oportunidade também destacou- se a importância da participação efetiva das entidades-membro do CMDS. Além disso, foi apresentada a versão final do Projeto “Balcão da Agricultura Familiar”, com a aprovação de todos os presentes.

Ainda durante as discussões, foi proposto o dia 25 de julho deste ano, para a realização do II Simpósio de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Caém. Entre os encaminhamentos, foi oficializado o pedido da Associação de Recanto, solicitando ao Executivo Municipal a melhoria e manutenção das estradas vicinais que dão acesso à comunidade. o encaminhamento de Ofício em nome da Associação do Recanto para manutenção das estradas vicinais.

O CMDS apresentou a situação atual do processo de tombamento da Igreja das Figuras e encaminhamento de ofício para mediação e propostas do município na preservação e salvaguarda do parque das figuras.

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Carnaval em Salvador retoma festa e pega embalo em Ivete e Luiz Caldas

26 de janeiro de 2023, 10:29

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Serão sete dias de festa na programação oficial do Carnaval espalhados por seis circuitos oficiais. Antes disso, haverá outros três dias de pré-Carnaval, com o Fuzuê no sábado (11), o Furdunço no domingo (12) e os desfiles de bloquinhos com bandas de sopro e percussão na quarta-feira (15).

Fevereiro será tempo de rever rituais sagrados da cultura carnavalesca da Bahia. Os olhos vão contemplar as cores do Ilê Aiyê nas ruas da Liberdade, os ouvidos vão desfrutar os tambores do Olodum, as mãos assentarão o padê e os Filhos de Gandhy pedirão passagem a Exu, orixá dono da rua.

O rei momo erguerá a chave da cidade no dia 16 de fevereiro, dando a senha para o início oficial da festa. Em clima de reencontro, o Carnaval voltará às ruas de Salvador.

O espírito carnavalesco foi represado por três anos, com o cancelamento da festa em 2021 e 2022 em meio à pandemia. Ao contrário de outras capitais, não houve Carnaval fora de época em Salvador.

Por isso, dos megacamarotes aos bloquinhos informais, a expectativa é de festa intensa e de ruas lotadas. Foliões tradicionais já contam os dias, os esporádicos confirmaram presença e aqueles que estão na linha de frente não veem a hora de pisar na avenida.

“Dá um frio na barriga, né? A gente fica naquele calor, naquela adrenalina esperando o Carnaval acontecer”, diz Adriano Nascimento, 48, percussionista do Olodum e membro da banda há 32 anos.

Serão sete dias de festa na programação oficial do Carnaval espalhados por seis circuitos oficiais. Antes disso, haverá outros três dias de pré-Carnaval, com o Fuzuê no sábado (11), o Furdunço no domingo (12) e os desfiles de bloquinhos com bandas de sopro e percussão na quarta-feira (15).

Com um esquema mais tranquilo e próprio para crianças, o Fuzuê terá desfiles de entidades culturais tradicionais de Salvador. O Furdunço tem mais cara de Carnaval tradicional, com a diferença de que apenas carros de som e minitrios podem desfilar pelo circuito, todos sem cordas.

A economia que gira em torno da festa projeta crescimento neste ano. A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Bahia prevê ocupação de 95% nos hotéis e pousadas da capital baiana durante o Carnaval, com forte demanda também no litoral norte.

A Central do Carnaval, que vende abadás para blocos e camarotes, tem movimento 7% maior em comparação com o mesmo período em 2020. O resultado é impulsionado por uma base de vendas que já vinha de 2021 e 2022, anos em que a empresa abriu a venda de abadás e teve que recuar após o cancelamento da festa.

Diretor da Central do Carnaval, o empresário Joaquim Nery afirma que só 20% dos foliões que compraram abadás nos últimos dois anos pediram devolução do dinheiro. Os demais, ávidos pela festa, concordaram em manter a compra e aguardar mais um ano.

“O clima está impressionante na cidade, as pessoas estão com muita vontade de participar. Isso é muito visível nos eventos pré-Carnavalescos. Acredito que será um Carnaval marcado pela emoção”, diz.

Os ensaios de verão têm sido uma prévia, com festas de segunda a segunda e casa cheia em shows liderados por Timbalada, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Olodum, Xanddy Harmonia, Léo Santana e Psirico.

Até mesmo a ministra da Cultura, a cantora Margareth Menezes, abriu espaço na agenda e veio para o Mercado Iaô, ensaio pré-carnavalesco no bairro da Ribeira.

No dia 2 de fevereiro, a Festa de Iemanjá também será como uma espécie de prévia da folia, com as ruas do Rio Vermelho tomadas por bandinhas e grupos culturais.

O Carnaval em si será o auge do verão da retomada, com centenas de milhares nas ruas acompanhando os afoxés, blocos afro, blocos de índio, blocos de trio, bloquinhos sem trio e trios independentes.

No Pelourinho, o tema da festa será Eu Sou um Carnaval em Cada Esquina, homenagem a Moraes Moreira, ícone da MPB e dos trios elétricos que morreu em 2020. Haverá shows em palcos e desfiles de bloquinhos pelas ruas e ladeiras do centro histórico.

Grandes estrelas do Carnaval vão celebrar suas efemérides particulares em 2023. Ivete Sangalo, que completou 50 anos, fará a abertura oficial do circuito Barra-Ondina no comando de um trio elétrico que vai desfilar sem cordas.

Em entrevista à reportagem, a cantora disse querer aproveitar a maior festa popular do mundo para expurgar o retrocesso. “Nunca estivemos tão sedentos pelo futuro. Entramos num ano de maior esperança e possibilidades. Saímos de um tempo de retrocesso e entramos em 2023 com o pé direito, onde há mais esperança, e vamos caminhar para frente.”

Luiz Caldas, um dos precursores do axé e dono de alguns hits marcantes da festa, vai comemorar 60 anos com desfiles abertos. Sob liderança de Carlinhos Brown, a Timbalada vai celebrar 30 anos em seu bloco com a sua fiel legião de fãs.

Afros, afoxés e blocos de índio voltarão ao seu palco central e prometem um desfile de cores, tradição e religiosidade pelas ruas. Foram três anos de dificuldades para a maioria das entidades que têm no Carnaval o ponto alto do trabalho desenvolvido ao longo do ano.

Bloco de índio mais antigo de Salvador, fundado em 1974, o Commanche do Pelô batalhou para manter o grupo ativo e os associados engajados.

Em fevereiro de 2021, no dia em que aconteceria o desfile, diretores e associados fizeram um ato simbólico e botaram as suas fantasias nas portas de suas casas. No ano seguinte, cada qual em sua casa, uniram-se em um Pai-Nosso, repetindo o ritual que fazem antes de ganharem a avenida.

“Somos resistência, com insistência e sem nenhuma vontade de desistir. Por isso estamos voltando e vamos realizar esse Carnaval”, afirma o cantor Jorginho Comancheiro, presidente do bloco.

O Olodum vai para a avenida com o tema Tambores, a Batida do Coração, os Caminhos da Eternidade, resgatando história dos instrumentos de percussão com foco nos tambores de Gana e na cultura dos povos ashanti.

“Faremos um Carnaval emocionante e cheio de energia”, diz Jorginho Rodrigues, vice-presidente executivo do Olodum. O bloco desfila na sexta e no domingo de Carnaval.


VEJA A PROGRAMAÇÃO

Pré-Carnaval
No Circuito Orlando Tapajós, entre o Clube Espanhol e o Farol da Barra
Sáb. (11/2): Fuzuê
Dom. (12/2):  Furdunço
Qua. (15/2): Desfiles de blocos com bandas de sopro e percussãoTrios de axé
Ivete Sangalo: Sáb. (18/2) Bloco Coruja (Barra-Ondina) ; Seg. (20/2) Bloco Coruja (Barra-Ondina)
Bell Marques: Sáb. (18/2) Bloco Vumbora (Barra-Ondina); Dom. (19/2) Bloco Camaleão (Barra-Ondina); Seg. (20/2) Bloco Camaleão (Barra-Ondina)
Léo Santana: Sex. (17/2) Bloco do Nada e Camarote Salvador; Sáb. (18/2) Bloco do Nana e Camarote Vila; Ter. (21/2) Camarote Club

Folhapress

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