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Governo do Estado executa ações de enfrentamento aos efeitos das longas estiagens na Bahia

15 de janeiro de 2024, 09:13

Foto: Ascom/SDR

Nesta sexta-feira (12/01), dirigentes e equipes técnicas da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) participaram de reuniões virtuais para alinhar as ações que estão sendo executadas para o enfrentamento dos efeitos da seca no estado da Bahia.

Entre os objetivos estão o de envolver Sindicatos de Trabalhadores Rurais e prefeituras no processo de cadastramento de agricultores e agricultoras familiares, povos indígenas, comunidades quilombolas, e de fundo e fecho de pasto e assentados e assentadas da reforma agrária de municípios que estão sob o Decreto de Emergência da seca. Estima-se atender mais de 21 mil famílias, de 192 municípios com Decreto de emergência ate o dia 09 de janeiro de 2024.

Entre as iniciativas está o apoio do Estado na alimentação de rebanhos bovinos, caprinos, ovinos e suínos de agricultores e agricultoras familiares dos municípios que decretaram estado de emergência, a partir da aquisição e distribuição de 212 mil sacas de 60 quilos de milho para alimentação animal de caprinos, ovinos e bovinos (vacas em lactação). O investimento é da ordem de R$ 20 milhões e a previsão é iniciar a distribuição até o dia 18 de janeiro.

O diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, destacou que esse é um momento unir esforços e envolver todos nessa grande ação para apoiar agricultores e agricultoras familiares, assentados e assentadas da reforma agrária e de povos e comunidades tradicionais. “Estamos trabalhando para atender à população rural que mais necessita nesse momento de emergência e garantir as condições necessárias para que essas famílias possam enfrentar esses efeitos da seca”.

Outra ação é a operação Carro Pipa durante 90 dias, que será executada em parceria com prefeituras sob decreto emergencial e terá investimento de R$ 7,5 milhões. Na iniciativa serão realizados 400 mil atendimentos em 150 municípios.

Durante a reunião, foi apresentado um sistema criado pelo Departamento de Tecnologia da Informação (TI) da CAR, para o cadastramento de agricultores e agricultoras dos municípios que estão sob o Decreto de Emergência.

Ascom/SDR

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5 coisas que todos pensavam estar na Bíblia, mas não estão

12 de janeiro de 2024, 11:21

Foto: Reprodução

Na época de Natal, muitos religiosos adoram montar seus presépios exibindo o menino Jesus em um estábulo rodeado por Maria, José, pastores, animais e os três Reis Magos. Até aí tudo certo, mas o que há de errado com essa cena? Bom, o que muitas pessoas talvez não saibam, é que os três Reis Magos não estão presente na Bíblia.

Esse é um claro exemplo de tradições cristãs que não estão mencionadas no Livro Sagrado da religião. E para a surpresa de vários, existem diversas outras histórias que também não são contempladas nos versículos. Conheça alguns exemplos!

1. Lúcifer como Satanás

(Fonte: Getty Images)

(Fonte: Getty Images)

Satanás, o anjo que foi expulso do céu após se rebelar contra Deus, é popularmente conhecido como Lúcifer — nome que significa “portador da luz” em latim. Porém, apesar do uso tão difundido, não há qualquer base bíblica para essa associação.

A passagem que apoia essa equação é Isaías 14:12, que diz: “Como caíste do céu, ó Lúcifer, filho da alva!”. Tendo em mente que o versículo parece descrever um ser celestial que caiu do céu, passou a ser razoável comparar Satanás e Lúcifer. Porém, não existe nenhuma fala explícita sobre isso. 

2. Maçã do Jardim do Éden

(Fonte: Getty Images)

(Fonte: Getty Images)

“O fruto proibido” tem origem em Gênesis 3, citando o consumo do fruto da árvore da vida por Eva, que contraria aos mandamentos de Deus para o Jardim do Éden. A cultura popular logo imaginou a fruta como uma maçã, mas não há qualquer menção na Bíblia sobre isso.

Ao que tudo indica, a maçã surgiu após uma tradução da Bíblia São Jerônimo, que trocou o adjetivo “malus”, que significa “mau”, pelo substantivo “malum”, que significa “maçã” ou simplesmente “fruta”.

3. Nascimento de Jesus em um estábulo

(Fonte: Getty Images)

(Fonte: Getty Images)

Como citado na introdução, a principal forma do presépio retrata o nascimento de Jesus em um estábulo. A Bíblia, porém, não menciona isso. Na verdade, o texto é praticamente silencioso em relação à estrutura em que Jesus nasceu.

A tradição cristã primitiva da Terra Santa, inclusive, pinta o filho de Deus nascendo na caverna de um pequeno pastor perto de Belém. Essa caverna é hoje marcada pela Igreja da Natividade como um importante local de peregrinação para cristãos de todo o mundo.

4. Celibato clerical

(Fonte: Getty Images)

(Fonte: Getty Images)

A regra de celibato clerical adotada pela Igreja Católica Romana é um apetrecho político e teológico bem conhecido há quase um milênio. Dada a forma como o Catolicismo defende essa regra, é de se imaginar que tal ato está representado na Bíblia. A realidade, porém, é bem mais complicada.

A Bíblia elogia o celibato clerical, mas não cita qualquer exigência. Em igrejas primitivas, era comum que padres renunciassem às suas esposas, mas relacionamentos já foram admitidos no passado desde que os padres não praticassem sexo. 

5. Maria Madalena como prostituta

(Fonte: Getty Images)

(Fonte: Getty Images)

Maria Madalena é amplamente vista pelos cristãos como uma prostituta arrependida. A Bíblia, no entanto, é completamente silenciosa em relação à sua ocupação, observando apenas em Lucas 8:2-3 que ela era uma mulher que seguia Jesus depois que ele a curou de possessão demoníaca.

A identificação como prostituta vem principalmente do Papa São Gregório Magno e de artistas medievais. O primeiro identificou Maria Madalena como a mulher que implorou o perdão de Jesus em Lucas 7:36-50, em que a Bíblia cita uma mulher pecadora. No entanto, o fato estabelecido pela Igreja e São Gregório foi completamente presumido por ela ser considerada intocável, e pelo nome “Madalena” ter se tornado um sinônimo de adultério na tradição judaica.

Mega Curioso

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Superaquecimento causado pelo El Niño deve perder força em fevereiro

12 de janeiro de 2024, 10:48

Foto: Gervásio Lima

O fenômeno fez com que o ano passado tenha sido o mais quente já registrado em 174 anos de medições da Organização Meteorológica Mundial

O aquecimento acima da média das águas do Pacífico Equatorial, provocado pelo fenômeno El Niño, já atingiu o seu pico e deve começar a ter uma queda em fevereiro. A previsão é da meteorologista Andrea Ramos, do Instituto Nacional de Metrologia (Inmet).

“O que os modelos estão indicando é que o El Niño começa a perder a força a partir de fevereiro. Isso não significa que ele não atue, porque ele influencia, sim, todo o ciclo, seja no campo de chuva, de pressão, de vento. Mas já perde a força. Isso já é confirmado. A previsão é que ele termine no outono de 2024 e a gente inicie uma fase de neutralidade”, explicou Andrea.

Primavera e verão são estações quentes e que provocam mais chuvas, ou seja, terminando essas estações, a tendência é o início de uma fase neutra, quando não se tem nenhum evento do El Niño nem do La Niña. 

“Quando a gente sai dessas estações, vai para o outono e, depois, para o inverno. O outono é uma fase de transição. A gente ainda vai ter, no primeiro mês, temperaturas elevadas, mas já segue para um período mais frio”, disse a meteorologista.

Em setembro, a expectativa é da predominância do La Niña. Andrea Ramos esclareceu que o La Niña é o inverso do El Niño: “Enquanto o El Niño é calor, o La Niña é frio. Ele diminui as chuvas na Região Sul e aumenta na Região Norte”.

El Niño
O fenômeno fez com que o ano passado tenha sido o mais quente já registrado em 174 anos de medições da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Para este ano, a previsão é que, nos meses de janeiro, fevereiro e março, as temperaturas fiquem acima da média. 

“Isso a previsão climática já está indicando. Mas a partir de abril e maio, vai ter tendência de diminuir”, disse Andrea Ramos. A meteorologista afirmo que o El Niño isoladamente não é o responsável pela condição de tempo, já que o Atlântico também está aquecido.

Terra

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Colônia de gatos abandonados em Salvador vira caso de Justiça

11 de janeiro de 2024, 15:33

Foto: Reprodução

A situação de cerca de 300 animais, que vivem na colônia de gatos de Piatã, em Salvador, virou caso de justiça. Abandonados, os bichanos vivem no espaço localizado em uma praça do bairro, na região da orla, e são alimentados por voluntários e moradores.

Em 3 de janeiro, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) ingressou com uma ação civil pública para que o município resolva o problema em 15 dias. Prazo que, de acordo com a prefeitura, não será cumprido porque o município não tem para onde levar os animais. A retirada dos gatos, no entanto, será feita, garante o poder público municipal.

A secretária de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-Estar e Proteção Animal (Secis), Marcelle Moraes, afirmou que foi necessário selecionar uma Organização da Sociedade Civil (ONG) via chamamento público, apta a receber os animais. O processo já foi iniciado.

“Estamos fazendo o credenciamento para retirar os animais desse local e promover bem-estar e saúde animal. Dar a esses animais suporte veterinário, vacinas, cirurgias caso precisem”, disse.

De acordo com a ação do MP, os animais em situação de rua ficam expostos e há casos constantes de atropelamentos. Também há registros de envenenamentos e, em 2021, um incêndio atingiu a colônia. Na ocasião, um animal ficou ferido e outro morreu.

Além de retirar os animais, o órgão solicitou que a prefeitura apresente um plano de ação. Os gatos devem ser levados para uma unidade pública municipal habilitada, onde receberão atendimento veterinário e alimentação, por exemplo.

De acordo com a secretária da Secis, Marcelle Moraes, as pessoas que abandonam os gatos precisam ser identificadas e responder pelo crime na Justiça. Na praça onde fica a colônia de gatos, existem câmeras de segurança.

“Preciso da ação da Polícia Civil, porque temos câmeras e encaminhamos todas as imagens de abandono para eles. Preciso que haja uma ação efetiva em relação a isso, porque nada adianta a diretoria animal instalar câmeras e a polícia não tomar providências em relação ao crime de abandono, que é um crime federal”, contou.

G1

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Justiça condena mercado por obrigar funcionários a vestirem uniforme com lema usado por Bolsonaro

11 de janeiro de 2024, 15:06

Foto: Reprodução

A Justiça do Trabalho em Mato Grosso condenou um supermercado a indenizar seus funcionários em R$ 150 mil por danos morais coletivos. O réu foi condenado por obrigar os colaboradores a usar camisetas verde e amarelas com os dizeres “Deus, Pátria, Família e Liberdade” como uniforme, durante o horário de trabalho, no período das eleições de 2022

O caso, julgado como assédio eleitoral, ocorreu no município de Tangará da Serra, a 240 quilômetros da capital Cuiabá, durante as eleições presidenciais de 2022. Na decisão, o tribunal entende que os dizeres no uniforme eram “alusivos à campanha de um dos candidatos à Presidência”. O então presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) usava a frase frequentemente, tanto em campanha quanto durante seu período na chefia do Executivo.

Procurados pelo Estadão, o Hiper Mercado Gotardo disse que ainda se pronunciará sobre o caso e a advogada responsável não atendeu à ligação. O espaço segue aberto para sua manifestação.

A condenação partiu de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho ao judiciário trabalhista. Após sentença em primeira instância, o supermercado recorreu, mas a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho manteve a decisão em dezembro.

Os desembargadores, em unanimidade, reconheceram a conduta da empresa como abusiva e discriminatória, infringindo pelo menos sete artigos da Constituição, como a dignidade da pessoa humana, liberdade de pensamento e de opinião política, voto secreto e vida privada.

Segundo a decisão, a Justiça Eleitoral já havia notificado o supermercado sobre a prática ser propaganda eleitoral irregular em setembro de 2022. Às vésperas do segundo turno das eleições, em outubro, o ógão deferiu uma liminar para impedir a prática.

A frase estampada nas camisas era bastante repetida por Bolsonaro, mas não é de sua autoria. Os termos “Deus, Pátria e família” coincidem com o lema do movimento integralista, que surgiu no Brasil na década de 1930 e tem inspiração no fascismo de Benito Mussolini, na Itália. O ex-presidente da República adicionou à frase a palavra “liberdade”.

Estadão Conteúdo

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Devotos celebram o Dia de São Gonçalo de Amarante, o santo padroeiro de Caém (Fotos)

11 de janeiro de 2024, 12:09

Foto: Notícia Limpa

Foi com grande festa e alegria que a Paróquia São Gonçalo de Amarante, da cidade de Caém, celebraram a memória do padroeiro nesta quarta-feira (10). A festa contou com celebrações de missas, na Igreja Matriz, procissão pelas ruas da cidade e com o tradicional Leilão de Prendas.

Em torno da fé e devoção Caém celebra sua principal festa religiosa, preservando a história e homenageando aquele que contribuiu com grandes exemplos para o mundo, o seu padroeiro, São Gonçalo de Amarante.

SOBRE O SANTO – Gonçalo de Amarante nasceu no fim do século XII em Tagilde, na freguesia de São Salvador, no distrito de Braga, em Portugal. Sob a orientação do Arcebispo de Braga, Gonçalo se dedicou ao estudo da teologia e ao sacerdócio. Depois de formado, passou 14 anos viajando pela Terra Santa, no Oriente Médio, e depois voltou para Portugal, onde se retirou como eremita na região de Amarante.

São Gonçalo morreu em 10 de janeiro de 1259 (ano incerto) na sua singela cabana de orações. O santo foi sepultado neste mesmo local, onde se construiu um grande mosteiro em sua homenagem.

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Prefeitura de Caém divulga projetos de audiovisual classificados pela Lei Paulo Gustavo

09 de janeiro de 2024, 15:37

Foto: Ascom/PMC

A Prefeitura de Caém, através da Diretoria de Turismo e Cultura, selecionou os projetos proponentes de editais municipais da Lei Paulo Gustavo, na categoria produção e amostra de audiovisual e ações de formação, em áreas diversificadas como cultura, turismo, atividades produtivas e história do município.

Um dos projetos selecionados a ‘mostra de cinema negro’ buscará apresentar uma curadoria primorosa e única de filmes africanos e da diáspora negra que é de fundamental importância para o debate da presença Africana nas comunidades quilombolas do município. Serão exibidos dois filmes para uma previsão de 200 expectadores, sendo esses composto principalmente do público negro e quilombola.

O “CineCaém: Audiovisual”, uma iniciativa independente, visa a formação e capacitação de jovens estudantes do ensino médio de escolas da rede pública para fazer cinema e produtos audiovisuais a partir da promoção de oficinas gratuitas e presencial. O propósito é oferecer uma programação democrática, acessível e inclusiva.

Uma das justificativas dos projetos é de que até então o audiovisual sequer existia como setor cultural e artístico expressivo em Caém, ‘portanto, promover atividades formativas se torna urgente, pois a falta de estímulo criativo, principalmente durante o período escolar, torna o cinema algo distante e desconsiderável, inviabilizando sonhos e perspectivas’.

No projeto de formação, a capacitação de jovens para produções audiovisuais irá atender 30 jovens, estudantes do ensino médio de escolas públicas da rede municipal de ensino.

Ainda na parte de produção, um documentário que retrata a história de Caém irá trazer uma narrativa do passado, os primeiros moradores, os contos e os ‘causos’ dos mais velhos. O projeto terá duração de 40 minutos, com entrevistas de moradores que tenham vivenciado a cultura e as tradições do município. Este projeto tem a finalidade de proporcionar uma valorização as belezas e o respeito pela cidade, um forma de mostrar para a população um maior conhecimento da história da cidade, reconhecendo também a importância de cada pessoa como parte integrante na formação da sua cultura.

Outro trabalho que será produzido é o que conta a história da agroecologia local, a partir das vivências de quem protagoniza a produção e o acesso a alimentos saudáveis enquanto preserva a natureza. Serão mostrados os conhecimentos, práticas e modos de vida de indivíduos e comunidades envolvidos com um modelo de produção social, livre de agrotóxicos e baseado nas relações cidadãs.

O documentário percorre para dar visibilidade aos agricultores familiares que produzem comida saudável no campo, nas comunidades, periferias e assentamentos de terra, cuja produção é fundamental para garantir o equilíbrio do meio ambiente e a segurança alimentar e nutricional da população. O documentário realizará uma expedição pelos principais pontos turísticos de Caém, destacando as paisagens, a culinária e as tradições culturais do município, uma forma de conhecer a importância do turismo para a cidade e seus moradores.

Lei Paulo Gustavo (LPG) – Tem como objetivo ações emergenciais destinadas ao setor cultural em decorrência da pandemia do COVID-19. Trata-se do maior recurso destinado à cultura que o Ministério da Cultura (MinC) que está sendo transferido para estados e municípios, promovendo a pluralidade cultural como uma força empreendedora, econômica e geradora de empregos, incentivando a interação entre diversas expressões culturais para transformar o setor cultural em condutor de desenvolvimento social e econômico.

Os festejos do São Pedro é uma das principais atrações culturais do município de Caém
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Quais países ainda permitem o consumo de carne de cachorro?

09 de janeiro de 2024, 14:39

Foto: Reprodução

A Coréia do Sul acaba de aprovar uma lei que criminaliza o consumo de carne de cachorro a partir de 2027

Nesta terça-feira (9), o Parlamento da Coreia do Sul decidiu proibir a criação e abate de cães, além da distribuição e venda de carne de cachorro para consumo humano , a partir de 2027, com penas de até dois anos de prisão, e multa de KRW 30000000 (o equivalente a R$ 111.564,00).

A decisão está sendo muito celebrada pelos movimentos de proteção aos direitos dos animais coreanos e também ao redor do mundo, especialmente nos países onde é comum ver cães como animais de estimação e membros da família.

Atualmente, há mais de 6 milhões de cães de estimação em lares coreanos, e a demanda por carne de cachorro atingiu o nível mais baixo de todos os tempos. Segundo uma pesquisa de opinião da Nielsen Coreia (multinacional no ramo de medição, dados e análises de audiência) de 2023 mostra que 86% dos sul-coreanos não comerão carne de cachorro no futuro, e 57% apoiam a proibição do consumo.

Infelizmente, a Coréia do Sul não é o único país onde cães são criados e mortos para o consumo humano. A ONG  Humane Society International estima que todos os anos cerca de 30 milhões de cães são mortos para produção de carne – e o número provavelmente é maior, devido ao comércio ilegal em algumas regiões. Comer carne de cachorro é relativamente comum e socialmente aceito em países asiáticos, como a Indonésia, China, Índia, Vietnã, Camboja e Filipinas.

Na China, a carne de cachorros é mais consumida em algumas províncias do sul, e o consumo é legalizado em todo o país, exceto em algumas cidades, como Shenzhen e Zhuhai. Já a cidade de Yulin promove desde 2009 um festival da carne de cão, evento em que centenas ou até milhares de cachorros são comidos, em meio a críticas das organizações de defesa dos animais.

Em Taiwan, comer cães foi permitido durante muitos anos, mesmo com leis vigentes que proibiam a venda de cachorros para este fim, até que em 2017 o país tornou-se o primeiro na Ásia a proibir o consumo de carne de cães.

Na Indonésia a carne de cão é consumida legalmente em áreas onde vivem tribos ou grupos étnicos não-muçulmanos, como Sulawesi ou Maluku. No Vietnã, há proibições pontuais e campanhas contra o consumo de carne de cachorro com artistas famosos, mas o consumo ainda é legalmente permitido na maior parte do país, numa realidade semelhante à do Camboja.

A Tailândia proibiu a venda e o consumo de cães em 2014, mas o hábito persiste em algumas áreas do Nordeste. Na Índia, o consumo de carne de cachorro é incomum, mas ocorre em estados do nordeste, como Mizoram, Nagaland e Manipur. O governo regional de Nagaland tentou proibir a prática, mas a decisão foi anulada por um tribunal, que concluiu que a prática tem aceitação social.Coreia do Sul.

IG

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Consulta popular sobre questões locais é novidade da eleição de 2024

09 de janeiro de 2024, 13:03

Foto: Reprodução TRE/RN

A medida regulamentada pela emenda constitucional 111 prevê que o cidadão poderá escolher se está à favor ou contra propostas voltadas ao município

Nas eleições municipais deste ano o eleitor poderá responder a consultas populares sobre questões locais. A medida regulamentada pela emenda constitucional 111 prevê que a população escolherá se está à favor ou não de propostas voltadas ao município. 

De acordo com a emenda, as manifestações em relação às questões submetidas às consultas populares ocorrerão durante as campanhas eleitorais, sem a utilização de propaganda gratuita no rádio e na televisão.

As consultas serão realizadas concomitantemente às eleições municipais e encaminhadas à Justiça Eleitoral até 90 dias antes da data das eleições, observados os limites operacionais relativos ao número de quesitos.

Além dessa novidade, as eleições municipais de 2024 terão outras alterações, como a  redução na quantidade de candidatos a vereador. Dessa forma, cada partido terá direito a lançar somente o equivalente ao total de vagas da Câmara Municipal, mais um. 

Último Segundo

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Homem que atacou juíza volta ao tribunal com ‘focinheira’ (Vídeo)

09 de janeiro de 2024, 11:52

Foto: Reprodução

Delone Redden, que atacou uma juíza nos Estados Unidos (mais precisamente em Las Vegas) no dia 3 de janeiro , compareceu ao tribunal na segunda-feira (8), Delone estava usando luvas de proteção, algemas e uma máscara que lembra uma espécie de “focinheira”.

Segundo informações do jornal The New York Times, ele ficará preso por um período de 19 a 48 meses, acusado de agressão agravada com lesões corporais. No início deste mês, Delone se declarou culpado das acusações e teve o pedido de fiança negado devido ao seu histórico criminal.

O advogado dele alegou que o acusado teria bom comportamento se recebesse a liberdade condicional, argumentando que valeria a pena “arriscar” a concessão da fiança. 

No momento em que a juíza Mary Kay Holthus, de 62 anos, respondeu que “com esse histórico, não dá” para conceder a liberdade condicional, Delone ficou furioso, pulou sobre a magistrada e a derrubou no chão. 

Nas imagens que registraram o momento da agressão, é visível que ele estava descontrolado, e por ser um homem alto e forte, demora a ser contido pelos agentes de segurança da corte. 

https://twitter.com/i/status/1742720881883771001

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