Trabalhar muitas horas provoca queda de cabelo, diz estudo

07 de novembro de 2019, 07:30

(Foto: Reprodução)

A queda de cabelo pode até mesmo evoluir para calvície.

 

Um estudo recente, publicado na revista científica Annals of Occupational and Environmental Medicine, concluiu que existe uma relação entre o número de horas de trabalho e a queda de cabelo.

A pesquisa revelou que os homens entre os 20 e os 30 anos que trabalhavam pelo menos 52 horas semanais, perdiam o cabelo mais rapidamente do que aqueles que tinham um horário de trabalho regular.

Para chegar a estes resultados, a equipe estudou 13391 empregados, divididos em três grupos: aqueles que trabalhavam 40 horas semanais, os que trabalhavam 52 horas, e os que trabalhavam mais do que 52. O primeiro grupo registrou um aumento de dois por cento na queda de cabelo, o segundo de três por cento, e o último de quatro.

Segundo os pesquisadores sul coreanos, o estudo teve também em conta as variáveis do seu estilo de vida e o estado civil. Mas a conclusão permanece a mesma: trabalhar demais e não ter horas de lazer danifica os folículos e causa a queda de cabelo.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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