Prefeitura e MPA solicitam à Secretaria de Educação do Estado construção de creche em comunidade quilombola de Caém

31 de agosto de 2021, 11:11

O prefeito Arnaldo Oliveira, o coordenador do MPA de Caém, José Jesus dos Santos e o secretário de Educação do município, Ronaldo Alves (Foto: Ascom/PMC)

O representante do o, foi recebido pelo prefeito do município, Arnaldo Oliveira, em seu gabinete. A pauta do encontro foi a assinatura de um ofício entre a entidade campesina e o Executivo Municipal endereçado ao secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues.

No documento consta a solicitação da construção de uma creche na comunidade Quilombola de Várzea Queimada para beneficiar famílias de mais de quinze localidades em seu entorno. O prefeito e o coordenador do MPA municipal justificam o pedido citando os benefícios que o equipamento proporcionará para cerca de 100 crianças de Várzea Queimada, Oitero, Micaela, Várzea do Rancho, Várzea Grande, Poções, Várzea da pedra, Várzea da Farinha, Tigre, Alagadiço, Várzea Dantas, Baixa do Mel, Várzea Dantinha, Várzea do Boi, Zé da Costa, Várzea Redonda, Amargosa.

“Salientamos que a Associação Quilombola de Várzea Queimada dispõe da área para a construção como contra partida e que há um bom diálogo entre o MPA e a Gestão atual a qual se compromete em assegurar a estrutura necessária como equipe de profissionais, transporte e outros, para o atendimento desta demanda tão importante para a população da região”, diz um trecho do documento.

O prefeito Arnaldo Oliveira destacou a importância da construção da creche para as famílias que vivem na região onde a população em quase sua totalidade vive da prestação de serviços na área agrícola, principalmente as mulheres. “Na região da comunidade de Várzea Queimadas tem muitas mães que precisam trabalhar e não têm onde deixar os filhos, a a chegada dessa obra ajudará bastante, sendo uma conquista de grande alcance social para a população”, salientou o prefeito.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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