Por que a humanidade não consegue detectar vida extraterrestre?

11 de abril de 2018, 15:46

Entenda o que é o “efeito gorila” e como ele se relaciona com a forma como percebemos o nosso Universo

Terráqueos não conseguem encontrar extraterrestres pela mesma razão que as pessoas que monitoram atentamente um acontecimento não podem notar o que está acontecendo ao seu redor, diz um estudo, publicado na revista Acta Astronautica.

Cortina invisível do espaço

Há mais de meio século, o astrônomo norte-americano Frank Drake elaborou uma fórmula para calcular o número de civilizações na galáxia com que se pode entrar em contato, tentando avaliar as chances de descobrir vida e inteligência extraterrestre.

Baseando-se na fórmula de Drake e nas chances bastante altas de estabelecer contato interplanetário, o físico italiano Enrico Fermi criou a tese, conhecida como o paradoxo de Fermi: se o número de civilizações extraterrestres é tão alto, por que a humanidade não possui nenhuma pista?

Cientistas têm recorrido a muitos métodos para resolver o paradoxo, mas o mais popular é a Hipótese da Terra Rara. A hipótese diz que para o surgimento de vida inteligente são necessárias condições únicas, ou seja, cópia ideal do nosso planeta.

Outros astrônomos acham que não podemos contactar os extraterrestres porque as civilizações da galáxia ou desaparecem rápido demais para serem detectadas ou porque escondem ativamente o fato de sua existência da humanidade.

O neurofísico Gabriel de la Torre, da Universidade de Cádiz (Espanha), e seu colega Manuel Garcia propuseram a própria explicação do paradoxo de Fermi: eles relacionam a falta da inteligência extraterrestre não com os processos no espaço, mas com a psicologia e caraterísticas do cérebro humano.

“Quando pensamos em ‘irmãos racionais’, imaginamos de maneira permitida por nossa imaginação e mente. Não entendemos o ponto a que a percepção do mundo, única para os humanos, limita nossas possibilidades, sendo difícil para nós admiti-lo. Tentamos ultrapassar estes limites e imaginar os seres inteligentes que vivem além do possível”, afirma o neurofísico em seu estudo.

Ele e seu colega realizaram um experimento em que pediram 137 voluntários para que encontrassem várias estruturas feitas por humanos, tais como pontes e estradas em fotos de satélite. Em algumas destas fotos havia uma anomalia quase invisível, mas muito “brilhante” — uma foto microscópica de gorila.

Limitações da percepção

Em situações normais, pessoas quase sempre notam tais objetos. Os experimentos dos cientistas espanhóis mostram que a concentração em outros detalhes da imagem faz com que estes “gorilas” se tornem invisíveis para 66% dos voluntários.

O fenômeno, batizado de efeito Gorila, foi descoberto há cerca de 20 anos por psicólogos estadunidenses. Eles repararam que os estudantes que contavam passes entre jogadores de uma equipe de basquete, não notavam um menino vestido de gorila. Um processo semelhante acontece com as pessoas que tentam encontrar evidências de “vida inteligente” nas fotos, baseando-se apenas na própria noção de sua possível aparência.

Vale destacar que este fenômeno se encontra mais entre as pessoas racionais que tendem a sistematizar seus conhecimentos, ou seja, a maioria dos cientistas.

Segundo Garcia, isso significa que estamos buscando sinais de inteligência extraterrestre nos lugares onde pensam que possam estar e não onde realmente possam estar.

Em outras palavras, extraterrestres podem viver em várias dimensões, ser feitos de matéria escura ou outras formas exóticas de matéria, usar totalmente diferentes meios de comunicação, incluindo ondas gravitacionais para entrar em contato com outras civilizações.

Cientistas espanhóis acreditam que, em primeiro lugar, a humanidade não deve se focar na busca de vida extraterrestre, parecida com a nossa, mas entender como podemos estabelecer contato com os seres que estão além de nossa percepção comum. Com informações da Sputnik

Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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