Pastor é flagrado furtando R$ 2,9 mil de dízimo de fiéis da Igreja Universal em SP

11 de fevereiro de 2020, 10:48

Sede da Igreja Universal em São José do Rio Preto (Foto: Reprodução)

Um pastor evangélico foi flagrado por câmeras de segurança furtando R$ 2,9 mil do dízimo de fiéis de uma sede da Igreja Univetsal do Reino de Deus, localizada em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. As informações são do Portal UOL.

O furto foi descoberto quando o pastor responsável pelo departamento financeiro da igreja percebeu que parte do dízimo, que estava dentro de uma sacola, havia desaparecido. Ele então decidiu checar as imagens do sistema de monitoramento e descobriu o crime cometido pelo outro pastor.

Segundo o boletim de ocorrência registrado, o suspeito foi chamado pelo colega para se explicar e acabou confessando o crime. “Ele assumiu que realmente pegou a quantia de R$ 2,9 mil e que também teria cometido outros furtos anteriormente”, informa o documento.

Depois da confissão, o homem devolveu o dinheiro aos cofres da igreja. Hora depois, religiosos responsáveis pela gestão da igreja foram até a polícia da cidade para registrar o caso. Em depoimento, o suspeito confirmou toda a história narrada pelo pastor que assistiu ao flagrante.

Ainda de acordo com o UOL, o delegado responsável alegou no BO que apesar de o delito ser passível de prisão em flagrante, não foi possível prender o pastor porque o registro não foi feito logo após o crime. A pena para o crime de furto pode ir de dois a oito anos.

“A vítima [igreja] não teve qualquer prejuízo, bem como o crime não foi cometido com violência ou grave ameaça e por esta razão, por ora, deixa de se lavrar o Auto de Prisão em Flagrante”, justifica.

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Justiça multa Facebook em R$ 6,6 mi por compartilhar dados de usuários

OMinistério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) decidiu multar o Facebook em R$ 6,6 milhões por compartilhamento indevido de dados de usuários cadastrados na rede social. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 30.

A multa, aplicada pelo Departamento de proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do MJSP, acontece após investigação que identificou “prática abusiva” por parte da empresa de tecnologia, que teria deixado vulneráveis dados de 443 mil usuários.

Segundo nota publicada no site da pasta, “o caso começou a ser investigado após notícia veiculada pela mídia, em 4 de abril de 2018, informando que os usuários do Facebook, no País, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica”, que ganhou notoriedade global por ter trabalhado na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, e também para a campanha do Brexit, como é conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou a decisão do ministério e afirmou que “as redes revolucionaram a forma pela qual nos comunicamos e expressamos, mas há questões sobre privacidade a serem consideradas”. O Facebook tem dez dias para recorrer da decisão.

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