Passa de 22 milhões o número de palmas distribuídas pelo Governo da Bahia

25 de julho de 2019, 15:15

(Foto: Gervásio Lima)

O Governo do Estado, através da Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf), órgão vinculado a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), está garantindo a segurança alimentar do rebanho de mais de 22 mil agricultores e agricultoras familiares do semiárido baiano.

O programa que iniciou em 2015, já entregou até este mês de julho, mais de 22 milhões de mudas de palma forrageira miúda (doce), resistente a doenças como a Cochonilha do Carmim. A ação, que é executada pela Suaf, em parceria com a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), prefeituras municipais e entidades da agricultura familiar, tem como objetivo fortalecer e garantir a segurança alimentar do rebanho de caprinos, ovinos e bovinos do Estado, especialmente em municípios com longos períodos de estiagem.

Nesta terça-feira (23), foi atingida a marca de mais de 2 milhões de mudas distribuídas no Território de Identidade da Bacia do Jacuípe, beneficiando mais de 2 mil agricultores de 17 município, a partir de convênio firmado com a Cooperativa Agroindustrial de Pintadas (Cooap), que acaba de ser concluído com a entrega de 113 mil mudas de palmas no município de Gavião.

Já no Oeste do Estado, o convênio com a Rede de Organização em Defesa das águas (Roda), de Santa Maria da Vitória, que estava responsável pelo fornecimento das mudas, garantiu a distribuição de mais de 3 milhões de raquetes de palmas.

O programa, que fortalece a convivência com o semiárido em 22 territórios baianos, além das entregas, tem disponibilizado capacitações por técnicos da SDR, voltadas para o plantio e manejo das mudas. Até o final de 2019, deverão ser entregues ainda, mais de 5 milhões de mudas.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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