Irã pede ao setor petrolífero que se prepare para ataque dos EUA

30 de setembro de 2019, 12:24

Biyan Zangané pediu alerta total para um possível ataque cibernético dos Estados Unidos

O ministro iraniano do Petróleo, Biyan Zangané, pediu hoje (29) a todas as empresas e instalações do setor petrolífero do país que estejam em estado "totalmente alerta" face a um possível ataque físico ou cibernético dos Estados Unidos. Zangané, que recentemente supervisionou a segurança de várias refinarias, ordenou que todas "as medidas administrativas, técnicas e operacionais necessárias para proteger as instalações" sejam adotadas de imediato. As declarações do ministro iraniano foram feitas na sequência da ponderação que os Estados Unidos admitiram estar fazendo sobre a possibilidade de realizar um ataque seletivo contra o Irã que, entre opções, inclua ataques cibernéticos contra refinarias e outras instalações do setor de energia. A avaliação dos Estados Unidos surge como represália pelos ataques, em 14 de setembro, contra duas instalações da companhia de petróleo saudita Aramco, pelas quais os EUA e a Arábia Saudita responsabilizam o Irã, embora o governo iraniano negue qualquer envolvimento. Biyan Zangané disse ser necessário estar preparado para "enfrentar situações de emergência e minimizar qualquer dano, quer nas instalações, quer dos habitantes" da área, informou a agência oficial iraniana de notícias. A tensão entre o Irã e os Estados Unidos tem aumentado desde o ano passado, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, retirou o país do acordo nuclear de 2015 e impôs novamente sanções ao Irã. O acordo de 2015, concluído após vários anos de esforços diplomáticos, prevê uma limitação do programa nuclear iraniano em troca do levantamento das sanções internacionais contra o país. No entanto, em maio de 2018, os Estados Unidos decidiram retirar-se unilateralmente do acordo e restabeleceram sanções punitivas contra o Irã, impedindo a recuperação econômica pretendida pelo país. Um ano depois, em maio de 2019, e após ter aguardado sem sucesso que as outras partes do acordo - França, Reino Unido, Alemanha, Rússia e China e União Europeia - ajudassem o país a contornar as novas sanções norte-americanas, o Irã anunciou que ia alterar progressivamente alguns dos compromissos assumidos. No início de julho, o governo iraniano anunciou o aumento do limite imposto às suas reservas de urânio enriquecido para 4,5%, ultrapassando o máximo autorizado pelo acordo (3,67%). O chefe da diplomacia iraniana, Mohamad Yavad Zarif, garantiu, numa entrevista dada ontem (28) à estação norte-americana NBC, que os Estados Unidos "começaram uma guerra cibernética", garantindo, sem fornecer detalhes, que instalações nucleares foram atacadas "de uma maneira muito perigosa e irresponsável, que poderia ter matado milhões de pessoas". Com informações da Agência Brasil

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Políticos usam verba pública em ‘caravana’ a show de Silvio Santos

30 de setembro de 2019, 07:39

Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) participaram do programa do SBT

Para sorrir ao lado de Silvio Santos em duas edições do programa dominical do apresentador no SBT, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) tiveram uma ajudinha dos cofres públicos. Os dois viajaram a São Paulo para gravar o quadro "Jogo das Três Pistas" em voos proporcionados pela estrutura dos cargos que ocupam. O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda se valeu de auxílio para hospedagem na capital paulista. Davi, que participou da brincadeira com Silvio neste mês, requereu um voo da FAB (Força Aérea Brasileira) para 14 de setembro, saindo de Brasília com destino a São Paulo. Nessa data, ele gravou sua aparição, exibida no dia seguinte. Como presidente do Congresso Nacional, o senador tem direito a usar aeronaves da FAB. Ele informou uma previsão de 14 passageiros e disse que o motivo do deslocamento seria "serviço/segurança". A Aeronáutica não divulga o nome dos ocupantes. A aeronave solicitada decolou de Brasília pela manhã e retornou à noite. No palco, Davi nada falou sobre seu trabalho no Congresso, a agenda de seu mandato ou a situação do Brasil. Só disputou o game contra o apresentador Ratinho, do SBT -e perdeu. Acumulou 25 pontos, ante 40 do auditório e 71 do adversário. A agenda oficial do senador não registrava nenhum compromisso para o dia 14, nem mesmo a gravação. No estúdio, Silvio o tratou com deferência. Apresentou brevemente a biografia de Davi, agradeceu pela presença e, ao se despedir, recomendou que desse um abraço na esposa, "que é muito simpática". Alinhado com o governo Bolsonaro, o apresentador e dono do SBT afirmou ter convidado o presidente do Senado dias antes, durante o desfile de Sete de Setembro, em Brasília. Na ocasião, Silvio ficou no palanque ao lado do presidente da República. Davi não foi o único político a dar as caras no "Programa Silvio Santos". Além do próprio Bolsonaro, dois filhos do presidente da República estiveram na atração neste ano. A participação de Flávio e do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) no quadro de perguntas e respostas foi ao ar em 14 de julho. Na gincana, o jogador tem que acertar a palavra correta a partir de dicas. Flávio saiu derrotado (ficou com 18 pontos, enquanto o irmão conseguiu 65 e a plateia, 60). Senador pelo Rio, ele pagou a viagem até São Paulo e o retorno a Brasília com o próprio dinheiro, mas depois pediu reembolso à Casa, exercendo o direito à chamada cota parlamentar. Ele declarou um gasto de R$ 2.427,45 com voos nos dias anteriores à gravação, marcada para um sábado. Flávio primeiro viajou de Brasília para o Rio. Ficou na capital fluminense entre a noite de quinta-feira e a tarde de sexta, quando decolou para São Paulo. Não é possível precisar o gasto específico do segundo deslocamento (do Rio para São Paulo) pois o custo de cada voo não foi discriminado na nota apresentada à Casa. O avião pousou no aeroporto de Congonhas na sexta à noite. Na sexta também tinha início a reserva feita pelo senador no hotel Blue Tree Premium Faria Lima (zona oeste). Pela hospedagem, que duraria até o dia seguinte, Flávio pagou R$ 334,95. Depois de brincar com Silvio Santos, ele voou de São Paulo para Brasília, no sábado, em traslado de R$ 581,89. A reportagem perguntou à assessoria de Flávio se ele teve outros compromissos na capital paulista na ocasião, mas não houve resposta. A agenda do senador não é divulgada, ao contrário do que ocorre com o presidente da Casa. No caso de Eduardo, não foram encontrados nas prestações de contas gastos relacionados ao período da ida ao SBT. Como ele tem base no estado, os gastos poderiam ser justificados pela necessidade de manter contato com seus eleitores. O parlamentar, que foi indicado pelo pai para ser embaixador do Brasil nos EUA, possui um gabinete para despachar na cidade, mantido com verba do mandato. A participação dos irmãos no game transcorreu em clima ameno e festivo, com Silvio chamando-os de galãs. A certa altura, contudo, fez troça dos conhecimentos dos convidados, dizendo que eram "fracos de política" e deveriam estudar o assunto, já que não acertavam os desafios. Nenhum dos dois descobriu, por exemplo, que era João Goulart a resposta para a trinca de dicas "foi presidente/esposa bonita/nasceu em São Borja". Eduardo arriscou: "Getúlio Vargas?". Silvio, que recebeu o presidente Bolsonaro no programa em maio, disse que aproveitou sua ida à parada de Sete de Setembro para atrair outros poderosos para o "Jogo das Três Pistas". Segundo ele, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), respondeu que irá "em outra oportunidade". Já a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), participou neste domingo (29). Procurados via assessoria, nem Davi nem Flávio se manifestaram. O presidente do Senado também não informou quais foram os 14 passageiros que embarcaram nos voos solicitados por ele à FAB. (FOLHAPRESS)

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Cientista da NASA tem esperança em achar vida em Marte, mas vê despreparo da humanidade

30 de setembro de 2019, 07:25

(Foto: Reprodução)

A NASA e a Agência Espacial Europeia irão a Marte procurar vida no subsolo do Planeta Vermelho. A NASA acredita que as missões encontrarão evidência de vida extraterrestre. Mas a humanidade está preparada para conhecer novas formas de vida? Em 2020, a NASA e a Agência espacial europeia irão enviar astromóveis para Marte, a fim de perfurar a superfície do planeta em busca de vida extraterrestre. Em recente entrevista ao jornal britânico The Sunday Telegraph, o cientista-chefe da NASA, Dr. Jim Green, disse que, pelo menos, uma delas poderá encontrar evidências da tão procurada vida fora da Terra. Os astromóveis irão perfurar a superfície de Marte, em uma área na qual se acredita que há cerca de quatro bilhões de anos havia um oceano. Há evidências de que o Planeta Vermelho possa ter sido um dia tão azul quanto a terra. Os astromóveis irão extrair amostras de material orgânico e, pela primeira vez na história, transportá-las para a Terra em tubos especiais. De acordo com Green, onde há água, há vida. Portanto, amostras do antigo oceano  de Marte podem trazer evidências de vida no Planeta Vermelho. Segundo o cientista, a descoberta será tão "revolucionária" quanto a de Copérnico e "irá originar novas formas de pensamento". No entanto, o Dr. Green manifesta estar preocupado com as consequências do anúncio: "Eu não acho que estamos preparados para os resultados. Não estamos", alertou ele. A missão acontece após a descoberta de provas geológicas de que existem reservatórios de água no subsolo de Marte. De acordo com cientistas, Marte poderia ter tido um grande oceano que, como resultado das mudanças climáticas, recuou para as profundezas do planeta: "Quando o meio ambiente fica muito extremo, a vida se desloca para dentro das rochas", explicou o cientista. Vida extraterrestre O Dr. Green, que trabalha na NASA há 38 anos, acredita que existe a possibilidade de haver pequenos organismos em outros planetas: "Não há motivos para acreditar que não existam civilizações em outros lugares, porque nós estamos encontrando exoplanetas em todo lugar". A aposta do cientista é de que haja vida na lua de Saturno chamada Titã. "Se nós fossemos para algum lugar procurar vida distinta da nossa, deveríamos ir para Titã", propôs o cientista. “Em Titã você substitui o metano por água, então você terá um tipo diferente de vida, com uma nova estrutura química que comporia um novo tipo de DNA. Seria muito esquisito."

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Comer tomate espanta a depressão, revela uma nova pesquisa

30 de setembro de 2019, 07:05

Os dados mostraram que aqueles que consumiam tomate entre duas a seis vezes por semana apresentavam um risco 46% menor de apresentar sintomas da doença

Muito provavelmente você não imagina que o simples fato de consumir algumas porções de tomate durante a semana pode diminuir consideravelmente as chances de sofrer de depressão. Mas é exatamente isso que revela uma pesquisa que analisou a saúde mental e os hábitos alimentares de cerca de mil homens e mulheres acima dos 70 anos.Entre os dados apurados pelos pesquisadores, aqueles que consumiam tomate entre duas a seis vezes por semana apresentavam um risco 46% menor de apresentar sintomas de depressão do que aqueles que ingeriam o fruto menos de uma vez por semana. De acordo com a notícia do jornal britânico The Daily Mail, outro dado importante detectado pelos cientistas é que outras frutas e vegetais não possuem o mesmo efeito. Estudos anteriores já comprovaram que o tomate é rico em substâncias com ação antioxidante que protegem o organismo de doenças. O tomate também é uma excelente fonte de licopeno, o antioxidante responsável pela coloração vermelha do fruto e que tem sido relacionado à redução do risco de cancro da próstata e a problemas cardíacos. A pesquisa inovadora foi realizada por investigadores da China e do Japão liderados pelo médico e professor Kaijun Niu, da Tianjin Medical University (China), que desejava investigar estudos anteriores que sugeriam que o licopeno teria uma certa influência psicológica pelo seu poder de diminuir a oxidação e os danos às células do cérebro. Os resultados da pesquisa foram publicados no periódico científico Journal of Affective Disorders.

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Senado acata sugestão popular que libera de uso medicinal da cannabis

30 de setembro de 2019, 06:51

Uma espécie de marco regulatório para o uso medicinal dessas substâncias foi sugerido pela Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc) (Foto: Reprodução)

Aliberação da maconha para uso medicinal deu um pequeno, mas importante passo na última semana no Senado. Em meio a muita polêmica, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) acatou, na quinta-feira (26), uma sugestão legislativa (SUG 6/2016) sobre uso da cannabis medicinal e do cânhamo industrial – variante da cannabis com menor concentração de tetraidrocanabinol e sem ação psicoativa relevante. A proposta vai tramitar como projeto de lei na Casa. Uma espécie de marco regulatório para o uso medicinal dessas substâncias foi sugerido pela Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). O documento enviado pela entidade ao Senado detalhava, em 133 artigos, normas procedimentais e regulamentares sobre métodos de pesquisa, produção, registro, rotulagem, padronização, certificação, licenciamento, comercialização, circulação, tributação, publicidade, inspeção, controle e fiscalização da maconha medicinal e do cânhamo. Apesar do voto favorável à sugestão, o relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), apresentou uma nova redação à proposta, muito mais sucinta. Segundo Vieira, o texto mais enxuto tornará mais fácil contornar problemas de inconstitucionalidade e injuridicidade da redação original, principalmente sobre competências e atribuições de órgãos do Poder Executivo, que não devem ser definidas pelo Congresso. Com a nova redação, o projeto passa a ter apenas seis artigos que tratam dos produtos, dos processos e dos serviços relacionados à maconha medicinal e ao cânhamo industrial. Um deles submete a produção, a distribuição, o transporte e a comercialização da cannabis medicinal à vigilância sanitária, com monitoramento da cadeia produtiva e do mercado. O texto prevê ainda que normas relacionadas ao plantio, à cultura e colheita do cânhamo industrial sejam de responsabilidade de uma autoridade agrícola do estado. Também devem ser fomentados pelo Poder Público o desenvolvimento científico e tecnológico sobre medicamentos derivados da cannabis e sobre a produção do cânhamo industrial. Segundo Vieira, a proposta não libera o plantio caseiro a famílias com pacientes de doenças nas quais está provada a ação terapêutica da cannabis. A Mesa do Senado ainda vai numerar a proposta e definir por quais comissões o texto vai passar. Se avançar no Senado, ele terá de ser enviado à Câmara dos Deputados. Se, por um lado, a sugestão com uma proposta sobre uso medicinal avançou, outra sobre uso recreativo, apreciada há duas semanas pela comissão, foi arquivada pelos senadores. Autor de um projeto de lei (PL 5.158/19) que prevê a distribuição do canabidiol (CBD) pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas que não contempla outras substâncias medicinais produzidas a partir da maconha, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) defendeu que o assunto não pode ser tratado apenas com emoção, mas com responsabilidade. Girão destacou que a ciência tem demonstrado que, para algumas pessoas, a maconha medicinal causa a piora da saúde. O senador também apontou vícios de inconstitucionalidade e problemas de juridicidade para votar contra a SUG 6/2016, que, de acordo com ele, já está contemplada no ordenamento jurídico brasileiro. Apioada por vários senadores, a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), usuária de um medicamento a base de cannabis, fez um apelo emocionado para que o senador não impedisse a votação da sugestão. Segundo ela, rejeitar a proposta seria virar as costas para as famílias que precisam da maconha medicinal e estão sofrendo. A parlamentar falou da própria situação. “Se a gente aprovar um projeto permitindo só o canabidiol, o medicamento que eu tomo vai ser proibido. Isso vai fazer com que eu perca a minha força laboral. E, poxa, alguém aqui já me viu alucinando em algum canto do Congresso? Alguém aqui já me viu falando besteira? Alguém aqui tem algum senão quanto à minha dedicação, à minha seriedade no meu trabalho?”, questionou Mara.Com informações Agência Brasil

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Vaticano intervém em grupo tradicionalista brasileiro investigado

29 de setembro de 2019, 09:22

Praça de São Paulo, no Vaticano MAX ROSSI / REUTERS

Jornal italiano afirma que associação estaria praticando exorcismos e seguindo seus próprios rituais. O grupo tradicionalista brasileiro Arautos do Evangelho foi colocado sob a tutela do Vaticano após uma investigação que revelou irregularidades no “estilo de vida” de seus membros e na sua administração, informou a Santa Sé neste sábado, 28. Os Arautos do Evangelho foram fundados pelo brasileiro João Scognamiglio Clá Dias em 2001, sob o direito pontifício. Tratou-se da primeira associação de fiéis católicos criada no século XXI e foi aprovada pelo papa João Paulo II. Em 2017, foi aberta uma investigação que, após dois anos, revelou “lacunas sobre seu estilo de governo, a vida dos membros do Conselho (…),pastoral vocacional, formação de novas vocações, administração, gestão das obras e recuperação de recursos”, afirmou a Santa Sé. A associação passará “sob a autoridade de um comissário”, o cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo emérito de Aparecida. Na época em que a investigação foi aberta, um conhecido vaticanista, Andrea Tornielli, que atualmente chefia o dicastério (ministério) da comunicação da Santa Sé, assegurou que a associação estaria praticando exorcismos, seguindo seus próprios rituais e até conversando com o diabo, tudo sob a supervisão de seu líder, monsenhor João Scognamiglio Clá Dias. Os “Arautos”, presentes em vários países, são conhecidos por seu hábito marrom e branco, com uma grande cruz no peito, no estilo dos cavaleiros medievais. “Scognamiglio Ciá Dias, o fundador dos Arautos do Evangelho, bem como seus padres, utilizam rituais de exorcismo fabricados por eles mesmos, porque acreditam que os da Igreja Católica, aprovados pela Santa Sé, são ineficazes”, disse ele na época Andrea Tornielli no blog Vatican Insider, do jornal La Stampa, com o qual colaborava. Outros meios de comunicação citaram “estranhos cultos”. Scognamiglio Cia Dias, que foi membro da associação tradicionalista TFP (Tradição, Família e Propriedade), deixou o cargo em junho de 2017. (Com AFP)

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Astrónomos descobrem planeta gigante que “não deveria existir”

29 de setembro de 2019, 08:26

(Foto: TWITTER UNIVERSITÄT BERN - @UNIBERN)

O planeta orbita uma estrela pequena e a "desproporção entre tamanhos desafia as teorias sobre a formação dos planetas". Um planeta de enormes dimensões - cuja existência anteriormente era extremamente improvável - foi descoberto a orbitar um estrela de tamanho muito reduzido. De acordo com os astrónomos, este planeta "não deveria existir", porque contraria as teorias atualmente conhecidas. Este novo globo descoberto é semelhante a Júpiter e as suas dimensões são "extraordinariamente grande em comparação à sua estrela anfitriã", contradizendo a ideia atual que era aceite pelos cientistas sobre o modo como os planetas se formam. Os cientistas não esperavam ver este planeta a orbitar uma estrela tão pequena, porque as teorias atuais sobre a formação dos planetas sugerem que as pequenas estrelas dão origem a pequenos planetas e estrelas maiores dão origem a planetas maiores. “Não se pensava que existissem tais planetas enormes em redor de estrelas tão pequenas”, afirma Daniel Bayliss da Universidade de Warwick. "Acho que a impressão geral foi de que esses planetas simplesmente não existiam, mas não podíamos ter a certeza porque as estrelas pequenas são muito fracas, o que as torna difíceis de estudar, mesmo que sejam estrelas muito mais comuns do que as estrelas como o Sol", disse o cientista Peter Wheatley à BBC News. De acordo com a BBC, uma equipe internacional de astrónomos disse à revista Science que "é emocionante, porque nos questionamos há muito tempo se os planetas gigantes como Júpiter e Saturno se poderiam formar em torno de estrelas tão pequenas", disse o professor Peter Wheatley, da Universidade de Warwick, Reino Unido, que não participou neste estudo mais recente. A estrela, que fica a 284 trilhões de quilómetros de distância, é uma anã vermelha do tipo M - o tipo mais comum na nossa galáxia.

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Afinal, dormir no chão faz bem para a coluna?

28 de setembro de 2019, 19:55

(Foto: Shutterstock)

Camas são realmente incríveis, mas você abriria mão delas em prol de sua saúde? É o que algumas pessoas têm feito, alegando que dormir no chão é bom para a coluna. Será que essas informações são verdadeiras? “A longo prazo? Não”, garante Jennifer L. Solomon, fisioterapeuta do Hospital for Special Surgery (EUA). Ela acrescenta, no entanto, que a curto prazo algumas pessoas com dor aguda descobrem que posições diferentes em uma superfície dura podem aliviar parte de seu incômodo. “Isso costuma acontecer quando as pessoas se deitam no chão com os joelhos para cima, tirando a pressão das costas.” Sim, algumas pessoas podem se beneficiar de uma superfície dura, enquanto outras preferem algo suave. Contudo, a única maneira de você realmente saber o que é melhor para você é testar por conta própria. Então, como posso aliviar minha dor nas costas sem dormir no chão? “Que costuma dormir de lado ou de costas pode colocar um travesseiro atrás ou entre os joelhos para alcançar o alinhamento adequado da coluna”, orienta Salomão. Para a cabeça, você só precisará de um ou dois travesseiros que não sejam muito fofos e que não deixem a cabeça muito elevada. Mas sua posição e local para dormir não são as únicas coisas que afetam sua espinha. De acordo com Salomão, a saúde da coluna também é determinada por quanto você se exercita, se come bem e como administra seu estresse. “Não há um remédio mágico”, diz Solomon. “Há vários fatores que afetam a saúde da coluna e dormir é apenas um dos aspectos”, finaliza.

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Sobe para 53 número de municípios atingidos por óleo no Nordeste

28 de setembro de 2019, 17:11

De acordo com a investigação do instituto, o petróleo que está poluindo todas as praias é o mesmo

Uma investigação do Ibama, que monitora a situação desde o dia 2 de setembro, com apoio do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, indica que o petróleo que está poluindo as praias é o mesmo, e a origem não é do Brasil. De acordo com a investigação do instituto, o petróleo que está poluindo todas as praias é o mesmo. Trata-se de petróleo cru, ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo, como gasolina. No entanto, sua origem ainda não foi identificada. Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil. Mesmo sendo de origem estrangeira, os responsáveis estão sujeitos a multas de até R$ 50 milhões, em conformidade com a Lei de Crimes Ambientais, Lei 9.605/1988. O Ibama informou que requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias. Nos próximos dias, a empresa disponibilizará um contingente de cerca de 100 pessoas. O instituto orienta as pessoas que identificarem manchas de óleo em alguma praia a entrar em contato com a prefeitura do local e com o instituto por meio da Linha Verde, no número 0800618080. Até o momento, o petróleo foi encontrado em nove tartarugas, seis delas mortas, e em uma ave, também morta. Segundo o Ibama, não há evidências de contaminação de peixes e crustáceos, mas a avaliação da qualidade do pescado capturado nas áreas afetadas para fins de consumo humano é competência do órgão de vigilância sanitária.Com informações Agência Brasil

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TSE decide que cabe direito de resposta a ofensas veiculadas a partir de carro de som

28 de setembro de 2019, 09:05

(Foto: Reprodução)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) destacou, na sessão desta terça-feira (24), a amplitude do dispositivo do direito de resposta – contido no inciso V do artigo 5º da Constituição Federal –, que pode ser acionado pelo cidadão que se julgar atingido por ofensas veiculadas a partir de carro de som em uma campanha eleitoral. A manifestação do Tribunal ocorreu ao negar, pela própria impossibilidade de sua efetivação, recurso especial em que o prefeito de Caculé (BA), José Roberto Neves (DEM), pedia direito de resposta a ofensas que teriam sido proferidas contra ele por adversários. As mensagens injuriosas teriam sido veiculadas a partir de um carro de som, em 5 de setembro de 2016. No julgamento desta terça, a compreensão da abrangência do dispositivo do artigo 5º da Constituição Federal no tocante à sua aplicação ao caso concreto foi, inicialmente, levantada pelo ministro Edson Fachin. Redigirá o acórdão da decisão o ministro Sérgio Banhos, relator do recurso do prefeito.  

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Dez frutas que ajudam a emagrecer e as suas respectivas calorias

28 de setembro de 2019, 08:34

Uma das melhores dicas para quem quer emagrecer é comer fruta com poucas calorias

Além de ajudar a queimar mais calorias, uma dieta rica nestas frutas, associada a uma alimentação equilibrada e à prática de atividade física, contribui para a saúde do corpo. Uma das melhores dicas para quem quer emagrecer é comer fruta com poucas calorias, que ajude no funcionamento do organismo. Além de contribuir para uma maior queima de calorias, uma dieta rica em determinadas frutas, associada a uma rotina de exercício físico, faz com que o corpo perca peso muito mais rapidamente. Conheça as frutas campeãs na hora da dieta: 1. Morango Calorias em 100 g: 45 Kcal. O morango ajuda a emagrecer pois contém calorias negativas e além disso, é rico em ferro e em vitamina C, sendo um ótimo anti-inflamatório natural. 2. Banana Calorias em 1 unidade: 87 a 120 Kcal. Rica em triptofano, atenua o desejo de comer doces e sacia a fome. O numero de calorias depende do tipo e do tamanho da banana. A banana, quando consumida antes de praticar exercício, diminui ainda o risco de cãibras, por ser rica em potássio. Também é ótima para ingerir ao pequeno-almoço, isto porque diminui a fome ao longo do dia.  3. Maçã Calorias em 170 g: 81 Kcal. A maçã ajuda a emagrecer pois é rica em antioxidantes, regula os níveis de colesterol e de triglicéridos e ajuda na digestão. A maçã assada com canela ou cravo da índia contém poucas calorias, é deliciosa e é uma sobremesa muito nutritiva. 4. Pêra Calorias em 1 unidade: cerca de 85 Kcal. A pêra ajuda a emagrecer porque é rica em fibras, que ajudam a melhorar o trânsito intestinal e diminuem o apetite. Esta fruta ajuda igualmente a regular os níveis de colesterol no sangue. Pêras assadas com canela também são uma ótima sobremesa que, além de deliciosa, ajuda a emagrecer. 5. Melancia Calorias em 100 g: 24 Kcal. Contém calorias negativas e é diurética, combatendo o inchaço e a retenção de líquidos. Também ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue. Reduz a pressão arterial e é considerada um alimento afrodisíaco. 6. Kiwi Calorias em 100 g: 46 Kcal. Entre os benefícios do kiwi, estão o combate à prisão de ventre e a capacidade de saciar o apetite. Também é rico em vitamina C, e é diurético. 7. Mamão Calorias em 100 g: 85 Kcal. Diurético e rico em fibras, facilita a eliminação das fezes e combate a barriga inchada. O mamão é bom para ajudar no controle da diabetes e aliviar os sintomas da gastrite.  8. Limão Calorias em 1 unidade: 22 Kcal. É diurético, rico em vitamina C e um potente antioxidante, que elimina as toxinas e deixa a pele mais viçosa. Tomar uma chávena de chá de casca de limão diariamente é uma ótima forma de consumir o limão sem açúcar e aproveitar todos os seus benefícios. O limão também ajuda a reduzir o colesterol e o açúcar no sangue.  9. Tangerina Calorias em 100 g: 38 Kcal. A tangerina ajuda a emagrecer porque é abundante em água e fibras, além de ser pouco calórica. Esta fruta é rica em vitamina C, o que ajuda na absorção do ferro no intestino e fortalece o sistema imunitário, e as suas fibras melhoram o trânsito intestinal, reduzem a absorção de gordura e ajudam a controlar a glicemia. 10. Ananás Calorias em 100 g: 52 Kcal. O ananás ajuda a emagrecer devido ao seu alto teor de água e em vitamina C. Combate a retenção de líquidos e deixa a cintura mais fina. 

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Ministro da Educação critica salário de professor: ‘zebra gorda’

27 de setembro de 2019, 13:32

Segundo Weintraub, o principal problema do MEC é "gastar uma fortuna com um grupo pequeno de pessoas", os professores das universidades federais. (Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo)

kO ministro da Educação, Abraham Weintraub, criticou ontem (26) salários de professores de universidades federais. Segundo Weintraub, essas despesas são hoje a principal preocupação da pasta, e o MEC tem de "ir atrás da zebra mais gorda". As declarações foram feitas durante o Fórum Nacional do Ensino Superior, em São Paulo. Segundo Weintraub, o principal problema do MEC é "gastar uma fortuna com um grupo pequeno de pessoas", os professores das universidades federais. "Tenho de ir atrás da zebra mais gorda, que está na universidade federal trabalhando em regime de dedicação exclusiva para dar só 8 horas de aula por semana e ganhar R$ 15 mil, R$ 20 mil." Para Antonio Gonçalves, presidente da Andes, sindicato nacional dos professores das federais, a fala do ministro é desrespeitosa e falaciosa. "Quem ele está chamando de 'zebras gordas' é uma minoria. Quem ganha salários nesse patamar são professores perto da aposentadoria, que estão há mais de 30 anos contribuindo para a universidade pública." Nas 63 federais do País, o teto remuneratório é de 90,25% do salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de cerca de R$ 35,4 mil hoje. As declarações ocorrem após o ministro anunciar, ao jornal O Estado de S. Paulo, que pretende exigir a contratação dos professores via CLT (carteira assinada), e não por concurso público, para adesão das universidades públicas ao Future-se, programa para captar verbas privadas. A declaração sobre o regime de contratação de professores fez aumentar a preocupação de reitores sobre o programa, como apurou o jornal. A maior parte das universidades já rejeita aderir ao Future-se. Fies No evento desta quinta-feira, Weintraub pediu apoio de faculdades privadas ao Future-se e disse que o governo "não vai fazer nada" para recuperar o Financiamento Estudantil (Fies). "Vocês têm de se virar", disse, em resposta a Hermes Fonseca, presidente do Semesp, entidade que representa donos de faculdades particulares. Fonseca havia questionado o ministro sobre a política para o Fies e se a pasta estudava cobrar mensalidade nas universidades públicas. 

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