O baiano Daniel Alves é o jogador brasileiro mais popular no Instagram

02 de outubro de 2020, 14:32

O levantamento mapeou 718 atletas, uma média de 32,6 jogadores por clube (Foto: Reprodução)

Contratado pelo São Paulo no ano passado, Daniel Alves é o jogador do futebol brasileiro mais popular no Instagram, rede social na qual estão mais presentes os atletas que atuam no País. O camisa 10 do time tricolor ostenta 31,5 milhões de seguidores e lidera o ranking com folga. O estudo foi realizado pelo Ibope Repucom, que analisou os elencos dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, além de Cruzeiro e Vitória.

O levantamento mapeou 718 atletas, uma média de 32,6 jogadores por clube. Destes, 92% possuem conta ativa no Instagram atualmente. O valor acumulado de inscrições, desconsiderando sobreposições, nas redes dos futebolistas ultrapassa os 175 milhões de seguidores.

Com longa carreira na Europa, tendo passagens por times de Espanha, Itália e França, Daniel Alves conseguiu arregimentar milhões de fãs nas redes sociais, tanto que soma quatro vezes mais seguidores no Instagram do que Gabigol, o segundo colocado da lista, com 7,7 milhões. Outros dois flamenguistas vêm na sequência: o lateral Filipe Luís (5 milhões) e o meia Diego Ribas (4,2 milhões). O quinto colocado é o peruano Paolo Guerrero, do Internacional, com 4 milhões.

Clube de maior torcida do País, o Flamengo é o que tem mais atletas no Top 10 de seguidores no Instagram. A Gabigol, Filipe Luís e Diego, juntam-se Bruno Henrique (3,6 milhões), Éverton Ribeiro (3 milhões) e Arrascaeta (2,9 milhões), entre a sexta e oitava posições, respectivamente. A lista ainda tem o palmeirense Felipe Melo (2,8 milhões) e Fred (2,6 milhões), do Fluminense.

“A identificação dos torcedores com a imagem dos atletas é um dos maiores bens dos clubes de futebol e pode ser aliada estratégica para potencializar o alcance de ativações das marcas patrocinadoras dos clubes”, explica José Colagrossi, diretor executivo do Ibope Repucom.

Os três clubes com maior volume de seguidores entre seus atletas são, em ordem, Flamengo, São Paulo e Palmeiras. Os três representam 57% do valor acumulado de fãs entre os mais de 700 jogadores das 22 equipes mapeadas. O time rubro-negro, líder no acumulado, possui 46,2 milhões de seguidores entre todos seus jogadores, o que corresponde a 26% do valor total entre as agremiações. Ou seja, um a cada quatro seguidores dos atletas mapeados segue alguém do Flamengo.

O São Paulo, segundo colocado, possui 39,1 milhões de seguidores entre todo seu elenco. Já o Palmeiras, terceiro colocado, totaliza 13,8 milhões. Destaques para os jovens Patrick de Paula e Gabriel Menino, que registraram aumento de 455% e 136% no volume de seguidores, respectivamente, nos últimos cinco meses. Completam o top 5 Corinthians (10,9 milhões) e Grêmio (9,4 milhões).

Confira o Top 10 de atletas do futebol brasileiro com mais seguidores no Instagram:

Daniel Alves (São Paulo) – 31,5 milhões

Gabriel Barbosa (Flamengo) – 7,7 milhões

Filipe Luís (Flamengo) – 5,5 milhões

Diego Ribas (Flamengo) – 4,2 milhões

Paolo Guerrero (Internacional) – 4 milhões

Bruno Henrique (Flamengo) – 3,6 milhões

Éverton Ribeiro (Flamengo) – 3 milhões

Arrascaeta (Flamengo) – 2,9 milhões

Felipe Melo (Palmeiras) – 2,8 milhões

Fred (Fluminense) – 2,6 milhões

Confira os elencos dos clubes brasileiros com mais seguidores no Instagram

Flamengo – 46,2 milhões

São Paulo – 39,1 milhões

Palmeiras – 13,7 milhões

Corinthians – 10,9 milhões

Grêmio – 9,4 milhões

Internacional – 9.2 milhões

Fluminense – 7,8 milhões

Vasco – 6,3 milhões

Atlético-MG – 6,2 milhões

Santos – 4,5 milhões

 

Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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