Microblading: mulher quase morre após infecção na sobrancelha

19 de junho de 2018, 10:15

(Foto: © Reprodução / Twitter)

Diferente da clássica micropigmentação, que era feita com um demógrafo, o microblading utiliza uma ferramenta manual chamada Tebori – 

Um procedimento estético bastante popular nos últimos tempos é o “microblading”, que consiste numa técnica de tatuagem de sobrancelha fio a fio. Diferente da clássica micropigmentação, que era feita com um demógrafo (um tipo de máquina para maquiagem definitiva), o microblading utiliza uma ferramenta manual chamada Tebori, semelhante à ferramenta utilizada na arte milenar japonesa.

Com agulhas descartáveis dispostas na diagonal, o tebori permite ao profissional da tatuagem cosmética muito mais controle do desenho final de cada fio e uma aplicação muito mais superficial da tinta cosmética. As cores também variam de acordo com a tonalidade da pele e cor dos olhos, além das cores da sobrancelha natural.

A americana Jennifer, da cidade de Detroit, no estado de Michigan, não resistiu em fazer o procedimento, que desta vez, não foi um sucesso. Ela quis fazer o “microblading” nas sobrancelhas para deixá-las com aspecto mais definido e volumoso e terminou sendo notícia divulgada pela rede americana ‘CNN’.

Após realizar o procedimento, o resultado que Jennifer tanto queria começou a ir embora logo no primeiro dia da sua cicatrização, dando lugar a uma vermelhidão que foi ficando pior a cada dia. Num primeiro momento, Jennifer achou que se tratava de algo insignificante e normal para a sua recuperação, mas não era isso que estava acontecendo.

Não demorou muito e tanto a vermelhidão quanto o inchaço, chegaram ao ponto de levarem Jennifer com urgência ao hospital. Lá a diagnosticaram com uma celulite facial. A internaram e a colocaram em um antibiótico junto com uma bolsa de soro, e então, na manhã seguinte, eles lhe deram esteroides. Foram três dias internada na UTI no hospital.

Segundo a equipe médica, o caso de Jennifer, sem o tratamento, a mataria e eles também acreditam que houve uma reação alérgica por parte de seu organismo. Agora, Jennifer está se recuperando, mas disse que nunca mais tentará o microblading novamente. Em vez disso, ela fará maquiagem para cobrir a sobrancelha.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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