Jacobina: Novo decreto autoriza abertura de todos os estabelecimentos comerciais do município

16 de abril de 2020, 14:20

Na manhã desta quinta-feira (16), a movimentação continuava grande no centro da cidade, principalmente nas calçadas das agências bancárias, como a da Caixa Econômica Federal (Foto: Notícia Limpa)

Depois de vários estabelecimentos comerciais que não eram considerados como serviços essenciais desrespeitarem as determinações, a Prefeitura de Jacobina publicou nesta quinta-feira (16), no seu Diário Oficial um novo decreto que permite a abertura do comércio da cidade.

De acordo a nova lei, fica autorizada a abertura do comércio local a partir do dia 20 de abril, devendo seu funcionamento se dar exclusivamente das 8 às 14 horas, de segunda a sexta-feira e aos sábados das 8 às 12h, com exceção de supermercados, mercadinhos, farmácias e distribuidoras de gás de cozinha e água mineral, que continuam obedecendo o horário comercial normal. Está autorizado também, o funcionamento do transporte coletivo de passageiros.

Continuam suspensos por um período de 90 dias, os eventos e atividades que envolvam aglomerações de pessoas com número superior a 50 pessoas, assim como o fechamento dos parques públicos e das unidades escolares da rede municipal, este último até o próximo dia 3 de maio.

O decreto determina ainda que todos os estabelecimentos disponibilizem para seus clientes o álcool gel e que os funcionários sigam as orientações de autoridades médicas, como o uso de máscara e o distanciamento social, como forma de segurança.

Apesar de justificar que ‘dispõe sobre novas medidas de controle para enfrentamento da Covid-19’, o Decreto de número 147, de 16 de abril de 2020, editado pelo governo municipal, vai de encontro ao que vem sendo pregado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras autoridades que acompanham a disseminação no novo coronavírus que já matou mais de 100 mil pessoas em todo o mundo, sendo cerca de 2 mil mortes no Brasil e mais de 30 na Bahia, Estado que já contabiliza quase 2 mil contaminados até o momento.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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