Estudante de 12 anos encontra pepita de ouro em passeio escolar

11 de julho de 2023, 08:56

Cerca de 41 alunos de Carmo do Rio Claro (MG) embarcaram na jornada, mas apenas um deles teve uma sorte 'para lá' de inesperada (Foto: Reprodução)

Era para ser apenas mais uma excursão comum, mas um estudante do sul-mineiro fez o passeio escolar valer a pena. Álvaro Henrique, de 12 anos, de Carmo do Rio Claro (MG), encontrou uma pepita de ouro durante uma visita à Mina de Ouro Tancredo Neves, em São João Del Rei (MG).

O passeio faz parte da programação de aulas do Instituto de Educação e Cultura de Carmo do Rio Claro. Cerca de 41 alunos embarcaram na jornada, mas apenas um deles teve uma sorte ‘para lá’ de inesperada.

Junio César Oliveira Martins, professor de História, foi responsável pela turma durante a excursão. Ele contou que levou os alunos para uma visita cultural na cidades históricas de São João Del Rei e Tiradentes.

“Como amante da história, sempre procuro integrar passeios culturais com as matérias lecionadas. […] A descida até o fundo da mina já revelava um clima de muita adrenalina e entusiasmo pelos alunos, e os 60 metros de profundidade foram logo alcançados”, disse.

Como estudante achou o ouro

Ao descer a mina de ouro, o aluno de 12 anos percebeu que uma rocha tinha um brilho diferente.

“Com um senso de observação muito grande, ele percebeu um brilho diferente entre uma rocha, apontou e questionou se era ouro, nosso guia continuou sua explicação, dizendo entre outras coisas que a mina está desativada há décadas”, explicou o professor.

No entanto, o estudante não ficou satisfeito.

“O aluno insistiu e ao chamar o responsável pela mina, foi constatado que era de fato uma pepita de ouro”, disse o professor.

Ainda segundo o professor, o responsável pela Mina de Ouro Tancredo Neves desce os sessenta metros diariamente e nunca havia percebido a pepita de ouro.

A mina é do século XVIII e está desativada há mais de um século. Já o fragmento deve conter aproximadamente 1/2 grama de ouro.

O professor explicou que a pepita ficará na escola. Ela é um patrimônio cultural e deve ser vista por um maior número de alunos para entender como é feita a extração do ouro.

“Estamos muito orgulhosos da façanha dele”, disse a diretora do IEC, Marisa Azevedo.

G1

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