Delegada diz que youtuber Karol Eller mentiu e que não sofreu homofobia

20 de dezembro de 2019, 06:55

Jornal Nacional exibe imagens da confusão entre Karol Eller e Alexandre da Silva; youtuber teria partido para cima do homem

Nos últimos dias o caso Karol Eller causou grande comoção nos internautas e o caso se tornou um dos mais comentados nas redes sociais, pois ela disse que foi vítima de homofobia. Famosos e anônimos postaram muitas mensagens dando apoio a ela, só que nesta quinta-feira (19), esta história teve uma reviravolta.

A delegada responsável pelas investigações, Adriana Belém, disse que a hipótese de um ataque motivado por homofobia já estava descartada, pois a youtuber teria mentido no depoimento, podendo agora responder por denunciação caluniosa.

“Nós não podemos admitir que você utilize a delegacia, a máquina administrativa do estado, e chegue aqui e minta. Utilizando de uma causa tão nobre, de uma vitória por parte dos homossexuais. E ela estava aqui banalizando isso e mentindo“, disse Adriana Belém ao Jornal Nacional.

A delegada comentou ainda que fica triste por ver uma atitude desta e que este tipo de coisa não será admitida. O Jornal Nacional exibiu uma reportagem com imagens de uma câmera de segurança mostrando a confusão em que Karol se envolveu na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Segundo o JN, a youtuber estava visivelmente agitada e a polícia suspeita que ela foi quem iniciou a briga por ficar com ciúme da namorada.

As imagens mostram que ela até levantou a blusa para provar que não estava armada. Nesta quinta-feira (19), um funcionário do quiosque à beira da praia foi ouvido na delegacia e ele disse que Karol ficou alterada e que estaria mexendo em uma arma.

Ainda segundo a reportagem do Jornal Nacional, a youtuber é que deu um soco no homem, puxando-o pela blusa em seguida e os dois caíram se agredindo. Quanto ao ferimento no rosto dela, foi porque a youtuber teria tropeçado e caído, mas os advogados negaram esta versão.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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