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Mais de 70 presidentes e representantes de países chegam a Belém

06 de novembro de 2025, 12:28

Foto: Ricardo Stuckert

Chefes de Estado, líderes de governos e representantes de alto nível de mais de 70 países estão em Belém para participar da Cúpula do Clima nos próximos dois dias. Considerando embaixadores e pessoal diplomático, a lista ultrapassa uma centena de governos estrangeiros representados na capital paraense. 

O evento antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada de 10 a 21 de novembro. O objetivo é atualizar e reforçar os compromissos multilaterais para lidar com a urgência da crise climática.

A abertura da cúpula será feita pelo presidente brasileiro, no fim da manhã desta quinta-feira (6). À tarde, haverá uma plenária com o tema ‘Clima e Natureza, Florestas e Oceanos’. Na sexta-feira (7), mais duas plenárias estão previstas. Centenas de discursos dos chefes de delegações estão agendados ao longo desse período, e Lula manterá reuniões bilaterais com diversos líderes, entre eles o presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unidos, Keir Starmer.

Também hoje, depois de abrir a plenária, o presidente vai receber as lideranças mundiais em um almoço oficial para o lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, sigla em inglês). Durante o almoço Lula vai falar aos líderes sobre a importância da manutenção desse fundo para auxílio aos países que mantêm florestas tropicais, como é o caso do Brasil e outros oito que têm a floresta amazônica em seus territórios.

Na prática, a Cúpula do Clima busca dar peso político às negociações que se seguirão pelas próximas duas semanas de COP. A cada ano, um país recebe o encontro, que tem como principal missão buscar formas de implementar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês). Esse documento foi adotado por diversos países em 1992, justamente em uma conferência no Brasil, a Rio-92. Desde então, a meta geral passou a ser a de estabilizar a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.

As COPs começaram em 1995, na Alemanha. Agora, 30 anos depois, vai ser a vez de o Brasil reunir líderes de todo o mundo, pela primeira vez realizado na Floresta Amazônica, bioma considerado essencial no equilíbrio climático global.

O principal objetivo da COP é definir medidas necessárias para limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5ºC até o final deste século, acelerando a implementação do que foi negociado nas COPs anteriores, principalmente a de 2015, em Paris.

Veja a lista de chefes de delegações presentes à Cúpula do Clima, em Belém

Chefes de Estado

Chile – Gabriel Boric Font (Presidente)

Colômbia – Gustavo Petro (Presidente)

Comores – Azali Assoumani (Presidente)

Congo Brazzaville – Denis Sassou N’Guesso (Presidente)

Finlândia – Alexander Stubb (Presidente)

França – Emmanuel Macron (Presidente)

Guiana – Irfaan Ali (Presidente)

Honduras – Xiomara Castro (Presidente)

Letônia – Edgars Rinkēvičs (Presidente)

Moçambique – Daniel Francisco Chapo (Presidente)

Mônaco – Albert II (Príncipe / Chefe de Estado)

Namíbia – Netumbo Nandi-Ndaitwah (Presidente)

Palau – Surangel Whipps Jr. (Presidente)

Reino Unido – William (Príncipe)

República Democrática do Congo – Félix Tshisekedi Tshilombo (Presidente)

Síria – Ahmad Al Sharaa (Presidente)

Suécia – Carlos XVI Gustavo e Sílvia (Rei e Rainha)

Suriname – Jennifer Simons (Presidente)

Chefes de Governo

Alemanha – Friedrich Merz (Chanceler / Primeiro-ministro)

Antígua e Barbuda – Gaston Alphonso Browne (Primeiro-ministro)

Barbados – Mia Amor Mottley (Primeira-ministra)

Espanha – Pedro Sánchez (Presidente do governo)

Eswatini (Suazilândia) – Russell Mmiso Dlamini (Primeiro-ministro)

Irlanda – Micheál Martin (Primeiro-ministro)

Noruega – Jonas Gahr Støre (Primeiro-ministro)

Países Baixos – Dick Schoof (Primeiro-ministro)

Papua-Nova Guiné – James Marape (Primeiro-ministro)

Portugal – Luís Montenegro (Primeiro-ministro)

Reino Unido – Keir Starmer (Primeiro-ministro)

Santa Sé (Vaticano) – Cardeal Pietro Parolin (Secretário de Estado)

Vice-presidentes

Benin – Chabi Talata (Vice-presidente)

Equador – María José Pinto (Vice-presidente)

Iêmen – Brigadeiro-General Tarik Saleh (Vice-presidente)

Nigéria – Kashim Shettima (Vice-presidente)

Quênia – Kithure Kindiki (Vice-presidente)

Turquia – Cevdet Yılmaz (Vice-presidente)

Ministros e outros representantes de Alto Nível

China – Ding Xuexiang (Vice-primeiro-ministro)

Cuba – Eduardo Martínez Díaz (Vice-primeiro-ministro)

Eslovênia – Tanja Fajon (Vice-primeira-ministra e Ministra dos Negócios Estrangeiros e Europeus)

Guiné Equatorial – Gaudêncio Mohaba Messu (Vice-primeiro-ministro)

Itália – Antonio Tajani (Vice-primeiro-ministro e Ministro das Relações Exteriores)

Lesoto – Nthomeng Majara (Vice-primeira-ministra)

Somália – Salah Ahmed Jama (Vice-primeiro-ministro)

Azerbaijão – Deputada Sahiba Gafarova (Presidente da Assembleia Nacional)

Indonésia – Hashim Djojohadikusumo (Enviado Especial para o Clima)

Costa do Marfim (Côte d’Ivoire) – Leon Kacou Adom (Ministro das Relações Exteriores, da Integração Africana e dos Marfinenses no Exterior)

São Tomé e Príncipe – Ilza Maria dos Santos Amado Vaz (Ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidade)

Azerbaijão – Mukhtar Babayev (Presidente da COP29)

Ilhas Marshall – Kalani Kaneko (Ministro das Relações Exteriores)

Irã – Sheena Ansari (Chefe do Departamento de Meio Ambiente e Vice-presidente para Assuntos Ambientais)

México – Alicia Isabel Adriana Bárcena Ibarra (Ministra do Meio Ambiente)

Quirguistão (Kyrgyzstan) – Edil Baisalov (Vice-presidente do Conselho de Ministros)

Venezuela – Yván Gil Pinto (Ministro das Relações Exteriores)

África do Sul – Dion George (Ministro das Florestas, Pesca e Meio Ambiente)

Austrália – Josh Wilson (Ministro-Adjunto para Mudança Climática e Energia)

Bahrein – Mohamed Mubarak Bindaina (Ministro do Petróleo e Meio Ambiente)

Cabo Verde – Gilberto Silva (Ministro da Agricultura e do Ambiente)

Croácia – Marija Vučković (Ministra do Meio Ambiente)

Egito – Manal Awad Mikhail (Ministra do Desenvolvimento Local e Ministra interina do Meio Ambiente)

Gâmbia – Rohey John Manjang (Ministra do Meio Ambiente, Mudança Climática e Recursos Naturais)

Gana – Emmanuel Armah-Kofi Buah (Ministro de Terras e Recursos Naturais)

Iraque – Hallo Mustafa Al-Askari (Ministro do Meio Ambiente)

Jordânia – Ayman Suleiman (Ministro do Meio Ambiente)

Kuwait – Tariq Sulaiman Al-Roumi (Ministro do Petróleo)

Libéria – Dr. Yarkpawolo (Diretor executivo da Agência de Proteção Ambiental)

Líbia – Ibrahim Al-Arabi Munir (Ministro do Meio Ambiente)

Mauritânia – Messouda Baham Mohamed Laghdaf (Ministra do Meio Ambiente)

Mianmar – Khin Maung Yi (Ministro dos Recursos Naturais e da Conservação Ambiental)

Omã – Abdullah Ali Al Amri (Ministro do Meio Ambiente)

República Dominicana – Paíno Henríquez (Ministro do Meio Ambiente)

Ruanda – Bernadette Arakwiye (Ministra do Meio Ambiente)

Rússia – Ruslan Edelgeriev (Enviado Presidencial Especial para Mudança Climática)

São Cristóvão e Névis – Joyelle Clarke (Ministra do Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente, Ação Climática e Fortalecimento Comunitário)

Serra Leoa – Jiwoh Abdulai (Ministro do Meio Ambiente)

Sudão do Sul – Josephine Napwon Cosmos (Ministra do Meio Ambiente e das Florestas)

Tajiquistão – Bahodur Sheralizoda (Ministro do Meio Ambiente)

Togo – Dodzi Komla Kokoroko (Ministro do Meio Ambiente)

Tuvalu – Maina Vakafua Talia (Ministro dos Assuntos Internos, Mudança Climática e Meio Ambiente)

Zimbábue – Evelyn Ndlovu (Ministra do Meio Ambiente)

Embaixadores e representantes diplomáticos

Albânia – Embaixador Genti Bendo

Arábia Saudita – Khalid Almehaid (Assessor Sênior do Ministro da Energia)

Armênia – Robert Abisoghomonyan (Vice-ministro das Relações Exteriores)

Áustria – Andreas Stadler (Embaixador)

Bélgica – Chris Hoornaert (Embaixador)

Camboja – Nguon Hong Prak (Embaixador)

Canadá – Emmanuel Kamarianakis (Embaixador)

Chipre – Vasilios Philippou (Embaixador)

Coreia do Norte – Kang Chol Min (Conselheiro da Embaixada)

Coreia do Sul – Yeonghan Choi (Embaixador)

Dinamarca – Ole Thonke (Embaixador para o Clima e Secretário-Adjunto de Política de Desenvolvimento)

Dominica – Edgar Hunter (Assessor Técnico Sênior)

Eslováquia – Katarína Tomková (Embaixadora)

Geórgia – Zurab Mchedlishvili (Embaixador)

Grécia – Ioannis Tzovas Mourouzis (Embaixador)

Ilhas Salomão – Thaddeus Atkin Siota (Secretário-Adjunto do Ministério do Meio Ambiente)

Japão – Misako Takahashi (Embaixadora para a Mudança Climática)

Mongólia – Munkhtushig Lkhanaajav (Secretário de Estado do Ministério das Relações Exteriores)

Niue – Rossylynn Pulehetoa-Mitiepo (Diretora do Serviço Meteorológico)

Nepal – Rajendra Prasad Mishra (Secretário do Ministério das Florestas e Meio Ambiente)

Palestina – Ryad Mansour / Ibrahim Al-Zaben (Observador Permanente na ONU e Embaixador no Brasil)

Panamá – Flavio Mendez (Embaixador)

Polônia – Andrzej Cieszkowski (Embaixador)

Seicheles – Jeannette Ethelberge Larue (Diretora-Geral de Educação Pública e Engajamento Comunitário)

Sérvia – Aleksandar Ristić (Embaixador)

Singapura – Joseph Teo (Negociador-Chefe para Mudança Climática)

Tanzânia – John Stephen Simbachawene (Embaixador)

Uganda – Adonia Ayebare (Embaixador)

Organizações internacionais e outras autoridades

União Africana – Mahmoud Ali Youssouf (Presidente da Comissão da UA)

União Europeia (Comissão Europeia) – Ursula von der Leyen (Presidente da Comissão Europeia)

União Europeia (Conselho Europeu) – António Costa (Presidente do Conselho Europeu)

Nações Unidas – António Guterres (Secretário-Geral)

PNUMA (ONU Meio Ambiente) – Martin Krause (Diretor da Divisão de Mudança Climática)

Agência Brasil

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Visita técnica à Central de Jacobina fortalece implantação do Modelo de Gestão Compartilhada da Água em Ribeira do Pombal

06 de novembro de 2025, 07:24

Foto: Reprodução

Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Projeto Centrais das Águas da Bahia, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), promoveu uma visita técnica à Central de Jacobina. O objetivo foi aprofundar o conhecimento sobre o Modelo de Gestão Compartilhada da Água e fortalecer o processo de implantação da Central da região de Ribeira do Pombal.

A atividade reuniu 33 participantes, entre eles a prefeita de Araci, acompanhada de vereadores e secretários municipais; o prefeito de Olindina; além de representantes de Ribeira do Pombal, Banzaê, Tucano e Nova Soure, integrantes do Consórcio Público Intermunicipal de Saneamento Básico do Nordeste da Bahia (CISAN), e equipes técnicas da CAR, da CERB e da própria Central de Jacobina.

Durante a programação, os participantes conheceram a estrutura organizacional da Central, dialogaram com sua equipe gestora e visitaram as comunidades de Genipapo (SIAA Genipapo e Olhos D’Água) e Lagoa Grande (SIAA Mocó). No local, puderam observar de perto como o modelo de gestão comunitária tem contribuído para garantir o acesso regular à água potável, fortalecer o trabalho coletivo e melhorar a qualidade de vida das famílias rurais.

Para Ana Luiza, coordenadora do Projeto Centrais das Águas da Bahia pela CAR, a visita representou um marco no processo de aprendizagem e integração entre os municípios. “A visita técnica à Central de Jacobina surgiu a partir da oficina do Projeto Centrais das Águas em Ribeira do Pombal, que despertou o interesse dos gestores em conhecer, na prática, o Modelo de Gestão Compartilhada. A experiência proporcionou aprendizado sobre a estrutura da Central e fortaleceu a implantação das novas Centrais e a integração entre os municípios.”

Com o apoio da CAR e de parceiros institucionais, o Projeto Centrais das Águas da Bahia avança no fortalecimento das estruturas de abastecimento e na gestão participativa, promovendo dignidade, autonomia e sustentabilidade hídrica para as comunidades rurais do estado.

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MUDANÇA DE DATA: O ‘Serin Itinerante’ de Jacobina foi adiado para o dia 29 de novembro

05 de novembro de 2025, 16:06

Foto: Wuiga Rubini/GOVBA

Conforme comunicado da Coordenação Geral de Articulação Social (COAS), da Secretaria de Relações Institucionais da Bahia, o evento ‘Serin Itinerante’ que seria realizado em Jacobina, no Território Piemonte da Diamantina, no dia 15 de novembro, foi adiado para o dia 29, do mesmo mês.

A Serin Itinerante é uma oportunidade de escutar e aproximar o Governo do Estado dos prefeitos(a), ex-prefeitos(a), vereadores(a), ex-vereadores(a), deputados(a) e lideranças, com o objetivo de fortalecer o diálogo, a participação e a construção conjunta de soluções para o município. “O objetivo da Serin Itinerante é fazer em todos os territórios da Bahia o que já fazemos diariamente dentro da secretaria: escutar, dialogar e dar encaminhamento aos pleitos”, explicou o secretário Adolpho Loyola.

A Serin é a secretaria responsável pelo diálogo entre o Governo do Estado e os demais poderes, além de toda a sociedade e suas instituições.

Além dos municípios que compõem o Território Piemonte da Diamantina (Jacobina, Caém, Saúde, Serrolândia, Mirangaba, Miguel Calmon, Ourolândia, Umburanas e Várzea Nova), participarão representantes de municípios da Bacia do Jacuípe (Várzea do Poço, Várzea da Roça, Quixabeira, Capim Grosso, São José do Jacuípe, Gavião e Mairi), e do Piemonte do Paraguaçu (Piritiba e Mundo Novo).

As pré-Inscrições podem serem feitas no endereço: https://forms.office.com/r/iDEsm0AnhA

Evento: Serin Intinerante

Cidade: JACOBINA

Território: PIEMONTE DA DIAMANTINA

Data: 29/11/2025, Sábado

Horário: A partir de 7h

Local: IFBA – Campus Jacobina

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Mapa do casamento: Veja que tipo de união conjugal predomina nas cidades do Piemonte da Diamantina

05 de novembro de 2025, 15:11

Foto: Gervásio Lima

Novos dados do Censo Demográfico, divulgados nesta quarta-feira (5), indicam que caiu o percentual de brasileiros que se casa no civil e no religioso e aumentou o de quem opta pela união consensual. O casamento religioso, sozinho, também recuou, enquanto o casamento civil subiu.

O Censo mostrou ainda que as uniões consensuais hoje representam 39% dos tipos de união conjugal no Brasil – crescimento em relação aos Censos de 2000 (29%) e 2010 (30%). Esse tipo de união é predominante na faixa etária de 30 a 39 anos. Em contraste, os casamentos no civil e/ou religioso são predominantes em pessoas acima de 40 anos.

O levantamento aponta que a escolha do tipo de união também é influenciada pela religião. A união consensual é a principal opção para as pessoas que se declaram sem religião (62,5%). Entre os católicos, 40,9% optaram pela união consensual, e 28,7% entre os evangélicos.

No Território de Identidade Piemonte da Diamantina, o tipo de união conjugal predominante é a consensual (pessoas que viviam em companhia de cônjuge, mas sem casar oficialmente. União estável em cartório entra também nessa categoria). Nesta categoria, os números para Jacobina ficaram praticamente iguais, em 2010 correspondia a 45,3%, e agora 45,5%. Já o casamento no religioso recuou, saindo de 8,1% para 4,2% em 2022.

Dos nove municípios que compõem o território, apenas Miguel Calmon preservou praticamente a mesma porcentagem em união religiosa, de 3,2 para 3,3%. Entre os que mais aumentaram na união civil está Umburanas que em 2010 eram 24,5% e agora 33,4%.

Veja qual tipo de união é mais comum nas cidades do Território Piemonte da Diamantina:

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Bíblia fica intacta após incêndio destruir apartamento em SC

05 de novembro de 2025, 12:35

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O ocorrido foi na cidade de Carazinho, no norte de Santa Catarina, quando um incêndio destruiu um apartamento. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo teve início na sala, provavelmente causado por problema elétrico, e se espalhou para a cozinha e parte do corredor do imóvel.

Durante o rescaldo, os bombeiros foram surpreendidos ao encontrar uma Bíblia aberta e praticamente intacta. O chefe da guarnição, sargento Ederson de Castro, contou que a Bíblia estava aberta sobre um balcão na sala quando os bombeiros chegaram. “Se reparar bem, a televisão que estava sobre a Bíblia simplesmente derreteu. Tem coisa que não dá pra explicar. Não é a primeira vez que isso acontece, mas reforça a nossa fé e a presença de Deus no local, que manteve a ideia de não propagar o fogo pelo edifício”, disse o militar.

Uma idosa que vivia no apartamento conseguiu sair do local sem ferimentos.

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TSE aprova por unanimidade criação do partido Missão

05 de novembro de 2025, 08:43

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta terça-feira (4) a criação do partido Missão. A legenda adotará o número 14 na urna eletrônica.

Com a decisão, o país passa a ter 30 legendas autorizadas a disputar as eleições gerais de 2026.

Por unanimidade, os ministros aprovaram o pedido de registro do partido e reconheceram que a legenda cumpriu os requisitos estabelecidos pela legislação eleitoral.

Os advogados apontaram que o Missão obteve 577.999 assinaturas de eleitores favoráveis à criação, superior ao mínimo de 547 mil assinaturas previstas por lei e equivalente a 0,5% dos válidos para a Câmara dos Deputados nas eleições de 2022. Além disso, o partido constituiu diretórios regionais e estabeleceu em seu estatuto medidas de prevenção à violência de gênero na política.

nova legenda é ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL) e defende o fim de privilégios do funcionalismo público, endurecimento das leis penais, respeito à responsabilidade fiscal e combate ao desmatamento.

Agência Brasil

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Jerônimo Rodrigues defende união de forças no combate ao crime

05 de novembro de 2025, 08:28

Foto: Reprodução

O governador Jerônimo Rodrigues concedeu entrevista ao Jornal da Manhã, na TV Bahia, nesta quarta-feira (5), apresentando um panorama de sua gestão e reafirmando o compromisso com a segurança pública. Apesar das limitações orçamentárias, o chefe do Executivo destacou o esforço contínuo em operações de inteligência e investimentos estratégicos, com foco em resultados sustentáveis e de longo prazo.

Rodrigues ressaltou que a segurança pública não é responsabilidade exclusiva de um único ente federativo. Para ele, o enfrentamento à criminalidade exige um esforço conjunto entre governos estadual, municipal e federal, além da participação ativa do Ministério Público, Defensoria, Tribunal de Justiça, empresários e da sociedade civil. O governador alertou ainda que o tema não deve ser politizado nem explorado com fins eleitorais.

Como exemplo de ação planejada, Jerônimo destacou a Operação Freedom, resultado de um ano de investigação. A iniciativa vai além das prisões, atacando também a estrutura financeira das organizações criminosas, com bloqueio de contas e rastreamento de fluxos ilícitos. Segundo o governador, o crime organizado possui um “andar de cima”, com comando estruturado e atuação em diversos mercados ilegais.

O governador afirmou que operações como a Freedom e a Primus terão continuidade, sempre baseadas em inteligência e integração entre forças policiais. “A prisão de lideranças e articuladores é considerada essencial para o desmonte na Bahia”.

Jerônimo ainda projetou uma “nova Bahia”, moderna e inclusiva, sustentada por grandes obras de infraestrutura, liderança em energias renováveis e avanços nas áreas sociais, como saúde e educação. O governador destacou que seu objetivo é deixar um legado de desenvolvimento social e evonômico, com mais segurança e oportunidades para os baianos.

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IBGE revela nomes e sobrenomes mais comuns do país; veja a lista

04 de novembro de 2025, 14:24

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas.

Nas cidades cearenses de Morrinhos e Bela Cruz, as Marias somam 22% da população.

Já os Silvas são 34 milhões de brasileiros ou 16% da população. Em seis cidades de Pernambuco e Alagoas, os Silva são mais de 60% da população.

As revelações fazem parte do site Nomes do Brasil, divulgado nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A ferramenta interativa permite consultar a ocorrência, período de nascimento, concentração geográfica e idade mediana de pessoas com determinados nomes e sobrenomes.

O levantamento retrata a população brasileira em 1º de agosto de 2022, data base do Censo 2022.

O período de ocorrência do nome permite identificar, por exemplo, que o pico de nascimento de Marias foi de 1960 a 1969, com 2,5 milhões. Já entre 2020 e 2022, a quantidade ficou em 517 mil.

Já nomes como Gael, Ravi e Valentina tiveram crescimento vertiginoso a partir de 2010. Se na primeira década do século 21 nasceram 763 pessoas chamadas Gael, entre 2020 e 2022 foram 96,5 mil.

Ao todo, o IBGE identificou mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes. Não há diferenciação entre sinais gráficos, ou seja, não há diferenciação entre Tamara e Tâmara. Já casos como Ana e Anna, Luís e Luiz, os nomes são contabilizados separadamente.

Confira os nomes e sobrenomes mais populares no país:

Mulheres

Maria: 12.224.470 pessoas

Ana: 3.929.951

Francisca: 661.582

Julia: 646.239

Antonia: 552.951

Juliana: 536.687

Adriana: 533.801

Fernanda: 520.705

Márcia: 520.013

Patrícia: 499.140

 
Homens

José: 5.141.822 pessoas

João: 3.410.873

Antônio: 2.231.019

Francisco: 1.659.196

Pedro: 1.613.671

Carlos: 1.468.116

Lucas: 1.332.182

Luiz: 1.326.222

Paulo: 1.326.222

Gabriel: 1.201.030

Marcos, 1.082.739

Davi, 876.593

Rafael, 873.321

Luis, 838.237

Daniel, 770.743

Miguel, 715.241

Gustavo, 680.738

Felipe, 676.680

Guilherme, 676.181

Francisca, 665.602

Eduardo, 658.697

Matheus, 652.373

Julia, 650.271

Bruno, 645.929

Marcelo, 644.503

Arthur, 617.823

Leonardo, 566.973

Rodrigo, 561.663

Sobrenomes

Silva: 34.030.104 pessoas

Santos: 21.367.475

Oliveira: 11.708.947

Souza: 9.197.158

Pereira: 6.888.212

Ferreira: 6.226.228

Lima: 6.094.630

Alves: 5.756.825

Rodrigues: 5.428.540

Costa: 4.861.083

Sousa, 4.797.390

Gomes, 4.046.634

Agência Brasil

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Ação contra o Comando Vermelho prende 35 na Bahia; 1 pessoa foi morta

04 de novembro de 2025, 12:30

Foto: PCBA

Ao menos 35 pessoas suspeitas de envolvimento com o crime organizado na Bahia foram detidas na manhã desta terça-feira (4), durante uma operação da Polícia Civil contra a facção criminosa Comando Vermelho (CV) no estado.

Realizada com o objetivo de desarticular o núcleo armado e financeiro da facção na Bahia, a Operação Freedom contou com o apoio da Polícia Militar baiana, da Polícia Civil do Ceará e da Polícia Federal (PF).

Além de Salvador e Eusébio, há mandados judiciais sendo cumpridos em Ilhéus e Aratuípe, na Bahia. A Justiça também autorizou o bloqueio de 51 contas bancárias ligadas aos investigados.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia, um homem foi morto ao reagir à ação policial. O homem, cujo nome não foi divulgado, não constava entre os alvos dos mais de 90 mandados judiciais que estão sendo cumpridos, mas tinha antecedentes criminais; era conhecido dos policiais por, supostamente, organizar os ataques a grupos rivais do CV na Bahia, e reagiu a tiros quando os agentes tentaram deter parte dos investigados localizados no bairro Uruguai, na Cidade Baixa de Salvador.

De acordo com a secretaria estadual, a Operação Freedom é resultado de uma apuração iniciada em 2022 que apontou que os principais investigados são suspeitos de participação em ao menos 30 assassinatos ocorridos em Salvador e na expansão da atuação do CV para várias cidades da Bahia.

Entre os detidos nesta manhã está um casal suspeito de liderar as ações da facção criminosa em Salvador. O homem, baiano, cuja identidade também não foi confirmada, é apontado como responsável por organizar o tráfico de drogas e os ataques a grupos rivais. Já sua companheira é apontada como responsável por organizar as finanças da organização. Os dois foram presos na cidade de Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza (CE).

Contenção

A ação na Bahia acontece exatamente uma semana após a Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrar a chamada Operação Contenção, contra o mesmo Comando Vermelho.

Criticada por entidades de defesa dos direitos humanos, associações de moradores e especialistas, mas bem avaliada por parte da população, a ação policial fluminense resultou em 121 mortes – incluindo as de quatro policiais.

Vinte dos 100 mandados judiciais de prisão foram cumpridos durante a megaoperação fluminense nos complexos do Alemão e da Penha. Ao todo, foram feitas 113 prisões em flagrante. Principal alvo da ação, Edgar Alves de Andrade, o Doca, não foi encontrado e segue foragido.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, avaliou a operação como um “sucesso”. A Anistia Internacional classificou como “desastroso” o resultado do emprego de 2,5 mil policiais civis e militares – no caso do Rio de Janeiro, a ação não contou com apoio federal.

“As autoridades da segurança pública [do Rio de Janeiro] dizem que esta foi uma operação planejada. [Mas] uma operação com tanta morte?”, questionou a diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, a médica Jurema Werneck, em entrevista ao telejornal Repórter Brasil, da TV Brasil.

Agência Brasil

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Presidente do STF elogia política de segurança da Bahia na abertura do Mês do Júri

03 de novembro de 2025, 21:18

Foto: Wuiga Rubini/GOVBA*

O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Edson Fachin, elogiou a política de segurança pública da Bahia durante a abertura do Mês Nacional do Júri, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

“Acompanho de perto o que vem sendo feito aqui no Estado da Bahia, especialmente desse programa (Bahia apela Paz) que aponta para um norte importante e imprescindível, que é a busca da paz”, afirmou o ministro, destacando o papel do Judiciário na garantia do direito de ir e vir com segurança.

Fachin enalteceu o programa de valorização das forças de segurança (Plano de Atuação Qualificada de Agentes do Estado – PQUALI) e ressaltou que “segurança pública e direitos humanos são duas faces da mesma moeda”, defendendo o uso proporcional da força legitimada pela lei.

O evento contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que reafirmou o compromisso do Estado com uma atuação firme e humana no enfrentamento à violência.

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