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CICLOTURISMO: Caém é destaque em reportagem de afiliada da Rede Globo na Bahia (VÍDEO)

28 de janeiro de 2025, 14:35

O cicloturismo de Caém foi destaque no programa jornalístico Bahia Meio Dia, da Rede Bahia de Televisão (TV São Francisco), afiliada da Rede Globo. A matéria exibida nesta terça-feira (28), mostrou a principal atividade de lazer de um grupo de ‘amantes do pedal’, que já conta com cerca de quarenta participantes, a de explorar e contemplar a natureza na sua essência.

Apoiado pela Diretoria de Cultura e Turismo do Município, o cicloturismo tem atraído não só moradores locais, como desportistas de toda a região, que passaram a olhar para a natureza de forma a perceber a sua beleza, sem degradá-la. Uma demonstração de paixão pelo meio ambiente através da aventura.

Durante a reportagem, a trilheira Rubenita  Maria da Silva destacou a atenção dada pelo Poder Público Municipal à atividade, a partir dos cuidados com os acessos aos locais turísticos mais visitados. Segundo ela, antes se percorria no máximo doze quilômetros e depois das melhorias realizadas pela Prefeitura Municipal, se percorre até cinquenta quilômetros de trilha. “A diferença é bastante. A gente só andava em estrada livre (de acesso seguro), agora está ótimo as trilhas. Depois do cicloturismo viemos conhecer várias cachoeiras que não dávamos valor”, disse Rubenita.

O turismo de aventura e o ecológico são atrativos em expansão em Caém, cidade que já é bastante conhecida por realizar um dos melhores festejos juninos da Bahia, a sua tradicional festa de São Pedro e por sua culinária, com destaque para a produção de requeijão, queijo, manteiga e os beijus e sequilhos oriundos de comunidades quilombolas.

Para a diretoria de Turismo de Caém, Mabel Mota, o cicloturismo é uma das ações da atual gestão voltadas ao fortalecimento do setor turístico do município, é uma forma de oferecer mais um atrativo voltado ao entretenimento de quem busca associar atividade física ao lazer em meio a belas paisagens. “O cicloturismo, além dos benefícios para a saúde e bem-estar, é uma maneira de fomentar a economia local e uma oportunidade para a gente está movimentando e divulgando o que Caém tem para oferecer para a sua população e visitantes”, ressaltou Mabel.

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Produto indicado para parar de fumar é tão nocivo quanto o cigarro; entenda os riscos

28 de janeiro de 2025, 10:05

Foto: Meta IA

A presença dos sachês de nicotina, conhecidos como snus, tem alarmado autoridades brasileiras, com registros de apreensões recentes e anúncios ilegais circulando nas redes sociais. O G1 relatou que cerca de 2,2 mil unidades do produto foram confiscadas pela Vigilância Sanitária de Mato Grosso do Sul, em uma das primeiras operações do tipo no país. Especialistas alertam para os riscos associados ao uso desse produto, que é altamente viciante e pode causar sérios danos à saúde.

Os snus, originários dos países nórdicos, consistem em pequenas bolsas contendo nicotina sintética, frequentemente aromatizadas e saborizadas. Sua proposta é oferecer uma alternativa ao cigarro, sem fumaça, mas com absorção rápida de nicotina pela mucosa bucal. Apesar do apelo como uma ferramenta para abandonar o tabagismo, especialistas em saúde e controle do tabagismo são categóricos: “não é uma opção”, conforme enfatizou o médico Ubiratan Santos, dos ambulatórios antitabagismo do Incor e do Hospital das Clínicas da USP.

O que são os snus e como funcionam?

Tradicionalmente consumidos na Suécia, os snus surgiram em versões contendo tabaco, mas atualmente também são fabricados com nicotina sintética. A pessoa coloca o sachê entre o lábio superior e a gengiva, permitindo que a droga seja absorvida rapidamente pela mucosa, levando altos níveis de nicotina ao sistema nervoso em poucos minutos.

“É preciso que a pessoa tenha picos de nicotina no corpo, com absorção rápida para que a necessidade seja criada. No adesivo ou no chiclete, essa liberação da droga é muito gradativa e leva horas até que o corpo absorva. No sachê, uma quantidade maior é absorvida rapidamente”, explica o médico Ubiratan Santos.

Com concentrações que variam de 3 a 6 miligramas de nicotina por unidade — muito superiores ao 1 miligrama presente em um cigarro convencional —, os snus mantêm o vício ao invés de combatê-lo.

Riscos à saúde

Embora sejam promovidos como alternativas menos nocivas ao cigarro, estudos indicam que os snus podem ser perigosos. Segundo André Szklo, pesquisador de controle do tabaco no Instituto Nacional do Câncer (Inca), “as pesquisas mais recentes mostram aumento do risco de câncer de lábio, boca e esôfago com o uso desses dispositivos”.

Além disso, uma investigação do Ministério da Saúde sueco revelou que os snus têm atraído novos usuários, especialmente entre mulheres jovens, que historicamente não consumiam produtos com nicotina.

Alternativas seguras para abandonar o cigarro

Para quem busca abandonar o tabagismo, as alternativas recomendadas por especialistas incluem chicletes e adesivos com nicotina, que fornecem a substância de maneira mais controlada e gradativa, sem os picos que alimentam o vício.

Não há evidências científicas de que o snus seja eficaz para deixar de fumar. Pelo contrário, ele pode gerar novos dependentes. “No tecido cerebral, a nicotina se liga a receptores localizados nas membranas dos neurônios, criando a sensação de prazer. Isso é parte do processo de dependência”, explica Ubiratan Santos.

Com as apreensões recentes e o crescimento de anúncios ilegais, fica claro que os snus representam mais uma ameaça à saúde pública, reforçando a necessidade de regulamentação e conscientização sobre os seus riscos.

G1/Brasil 247

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Resultados do Sisu já estão disponíveis na internet

27 de janeiro de 2025, 11:47

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Com um dia de atraso, o Ministério da Educação divulgou na manhã desta segunda-feira (27), o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025. Nesta edição foram ofertadas 261.779 vagas para 6.851 cursos de graduação em 124 instituições públicas de ensino superior do país.

O resultado pode ser acessado pela página do Sisu no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Clique no botão “Inscreva-se”, em “Período de Inscrições”, para ingressar no sistema de inscrição do Sisu. Após realizar o acesso gov.br na página de inscrição do portal, o primeiro passo é confirmar seus dados de contato, além de preencher os questionários de Perfil Social e de Perfil Econômico referentes à Lei de Cotas (Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012).

Os classificados na chamada regular poderão fazer a matrícula até 31 de janeiro e os não selecionados poderão manifestar interesse em participar da lista de espera no período de 26 a 31 de janeiro.

Os candidatos que fizeram a inscrição no período de 17 a 21 de janeiro foram classificados de acordo com as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), até o limite de vagas disponíveis para cada curso e modalidade de concorrência. São consideradas também as escolhas de curso e turno bem como perfil social e econômico.

Atraso

De acordo com o calendário divulgado pela instituição, as listas com os classificados na chamada regular deveriam estar disponíveis desde o domingo (26). Sem informar a causa, o órgão divulgou durante a noite da data prevista um comunicado informando o atraso. “O MEC informa que as equipes técnicas da Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação seguem trabalhando na finalização dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025”.

O texto também estipulava a data de hoje como previsão para entrega do resultado, mas sem definir horário. “A divulgação ocorrerá ao longo desta segunda-feira, 27 de janeiro.”

Agência Brasil

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Sobrevivente do holocausto: é preciso denunciar apologias ao nazismo

27 de janeiro de 2025, 11:31

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rolande Fichberg deixou a Europa quando tinha 7 anos. De família judia, perseguida pelo regime nazista, ela é uma das sobreviventes do holocausto, que matou 11 milhões de pessoas, sendo 6 milhões, judeus. Aos 85 anos, ela assistiu o empresário bilionário norte-americano Elon Musk reproduzir o gesto do regime que foi responsável pela morte de muitos de seus familiares. Para ela, isso não pode passar incólume.

“Não era meu desejo assistir um ato igual àquele, o levantamento de um braço no sinal, a apologia ao nazismo, já que eu luto tanto contra isso. Mas isso acontece e a gente tem que combater. E é bom denunciar, é bom todo mundo saber que não passou despercebido, que aconteceu e que as pessoas tomaram até sua posição”, defendeu.

“A gente tem que se importar sim com tudo que acontece, denunciar e mostrar a nossa indignação”.

Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – Rolande Fichberg, sobreviente do Holocausto, no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas, no Palácio da Cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – Rolande Fichberg, sobreviente do Holocausto, no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas, no Palácio da Cidade – Fernando Frazão/Agência Brasil

Neste domingo (26), Rolande Fichberg participou de cerimônia em homenagem às vítimas do regime nazista e pela passagem dos 80 anos da libertação dos prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia. O evento, no Palácio da Cidade do Rio de Janeiro, marca o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado nesta segunda-feira (27), implementado por meio de resolução da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2005.

Auschwitz foi uma rede de campos de concentração localizados no sul da Polônia em áreas anexadas pela Alemanha Nazista. É considerada o maior símbolo do holocausto durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945. Apenas em Auschwitz foram mortas aproximadamente 1,2 milhão de pessoas. Além dos judeus, minorias como pessoas LGBTI+, ciganos, pessoas negras, pessoas com deficiência, entre outras, foram também perseguidas e mortas não somente em Auschwitz, mas também nos demais campos de concentração.

Rolande Fichberg viveu isso de perto. A avó e seis tios foram presos em Auschwitz e morreram ou dentro do próprio campo de concentração ou não conseguiram sobreviver às sequelas deixadas. “Muitos morreram sem saber por que, pelo simples fato de serem judeus e mais os 5 milhões que não eram judeus e que muitas vezes talvez nem soubessem por que estavam nessa situação”, relembra.

O evento no Palácio da Cidade, sob o tema 80 anos depois: Memória, Resistência e Esperança, foi uma ação colaborativa entre o vereador Flávio Valle e a Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (FIERJ) e com apoios da Prefeitura, e da Confederação Israelita do Brasil (Conib). A cerimônia reuniu autoridades, sobreviventes do Holocausto e seus descendentes, políticos e autoridades eclesiais.

Em discurso, o Secretário Municipal de Cultura, Lucas Padilha, também defendeu que apologias ao nazismo não podem ser aceitas atualmente. “Na internet, que a gente saiba exatamente o que os símbolos significam. Que a gente jamais relativize um símbolo nazista em 2025”, disse em discurso na cerimônia.

Preservação da memória

O presidente da FIERJ, Bruno Feigelson, defendeu a importância de se preservar a memória das vítimas, para que o holocausto não seja esquecido e isso não se repita em nenhum lugar do mundo. Ele também ressaltou a importância do Brasil para os judeus.

Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – O presidente da Federação israelita do Estado do Rio de Janeiro, Bruno Feigelson, no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas do Holocausto, no Palácio da Cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – O presidente da Federação israelita do Estado do Rio de Janeiro, Bruno Feigelson, no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas do Holocausto Fernando Frazão/Agência Brasil

“O Brasil entrou na guerra e lutou contra a atrocidade que foi o Eixo do Mal, compreendido ali na época pela Alemanha Nazista, pela Itália Fascista. A participação do Brasil foi muito importante, inclusive culminou com a libertação dos prisioneiros tanto de Auschwitz quanto de todas as pessoas que estavam ali sendo dizimadas”, disse.

Ele também destacou o papel do Brasil como país que recebeu muitos judeus, como os próprios bisavós. “Se eu estou aqui e tantos outros judeus estão aqui há muitas gerações no Brasil e tanto contribuíram com esse país, é porque o Brasil abriu as portas para que a gente fosse recebido”.

Também presente na cerimônia Cônsul-Geral da República Federal da Alemanha, Jan Freigang, afirmou que a Alemanha assume a responsabilidade pelo holocausto e pela preservação da memória para isso não volte a acontecer.

“A Alemanha reafirma sua responsabilidade inabalável pela ruptura da civilização cometida de forma nunca antes vista, que foi o holocausto. A memória dessa ruptura, seu enfrentamento e construção de uma memória voltada para o futuro é, para nós, uma tarefa permanente”, garantiu.

Segundo Freigang a Alemanha busca combater qualquer forma de antissemitismo, mesmo discordando de posicionamentos de Israel. “A nossa responsabilidade histórica significa que a Alemanha continuará a defender, mesmo em tempos de críticas ao governo israelense, o direito de existência e a segurança do Estado de Israel”.

Ele também chamou atenção para os riscos atuais da disseminação de ideias e ideais extremistas e apologias ao nazismo. “Infelizmente tudo isso está crescendo, tanto off-line quanto on-line, e o on-line é amplificado por algoritmos e até mesmo por indivíduos poderosos com visões extremistas”.

Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – O Cônsul-Geral da Alemanha, Jan Freigang, no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas do Holocausto, no Palácio da Cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – O Cônsul-Geral da Alemanha, Jan Freigang, no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas do Holocausto – Fernando Frazão/Agência Brasil

Luta por justiça

Durante a cerimônia, sete velas foram acesas por sobreviventes, autoridades políticas, líderes religiosos e jovens.⁠ Ana Bursztyn Miranda, uma das presas políticas durante a ditadura no Brasil, entre 1964 e 1985, que integra o Coletivo RJ Memória, Verdade, Justiça, Reparação e Democracia, foi uma das pessoas que acenderam uma das velas.

Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – Ana Bursztyn Miranda fala no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas do Holocausto, no Palácio da Cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ) 26/01/2025 – Ana Bursztyn Miranda fala no ato pelos 80 anos da libertação de Auschwitz e em memória das vítimas do Holocausto – Fernando Frazão/Agência Brasil

 A exemplo da Alemanha, que assume os crimes cometidos, Miranda defendeu, em discurso a necessidade do Brasil assumir também o que foi feito durante a ditadura.

“A memória do holocausto, felizmente, hoje está consagrada porque o nazismo foi derrotado, o Terceiro Reich foi condenado pela memória histórica. A verdade apareceu, a justiça em grande parte foi realizada em tribunais públicos. Há relatos dos sobreviventes, livros, filmes, palestras, homenagens, como esta de hoje. Não há ruas e logradouros, me parece, na Alemanha com homenagens a nazistas. Houve reparação financeira e moral às vítimas”, disse, acrescentando que, em relação à ditadura, não ocorre o mesmo.

“Nós vamos normalizar, vamos considerar normal? Sessenta anos depois, a ditadura de 64 ainda não terminou, não foi derrotada”, disse.

Agência Brasil

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Pousa em Belo Horizonte nesta sexta primeiro voo de deportados dos EUA na era Trump

24 de janeiro de 2025, 13:55

Foto: Reprodução

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, será o ponto de chegada, nesta sexta-feira (24), do primeiro voo de deportados dos Estados Unidos sob a administração do presidente Donald Trump. De acordo com informações da Polícia Federal, a aeronave trará 158 deportados, relata o g1. A notícia foi confirmada pela emissora norte-americana NBC News, que acompanha as movimentações relacionadas à política de imigração do republicano desde sua posse.

Este será o segundo voo com deportados que pousa em Confins neste ano. O primeiro, ainda sob o governo de Joe Biden, aconteceu em 10 de janeiro, transportando 100 pessoas. A diferença de escala entre os dois voos já reflete a mudança de postura com relação à imigração entre as administrações democrata e republicana.

Endurecimento das políticas imigratórias – Logo no início de seu novo mandato, Donald Trump deixou claro que sua abordagem sobre imigração seria ainda mais rígida. Entre as medidas anunciadas pela Casa Branca está o restabelecimento da controversa política “Permaneça no México”, que exige que solicitantes de asilo aguardem fora dos Estados Unidos durante o processamento de seus pedidos. Além disso, a construção do muro na fronteira entre EUA e México foi retomada, reforçando o discurso de campanha de Trump.

A Casa Branca também divulgou que outros voos de deportação já foram realizados. Em suas redes sociais, a porta-voz Karoline Leavitt afirmou que “centenas de imigrantes ilegais já foram deportados em aeronaves militares”, destacando que o governo está conduzindo “a maior operação de deportação em massa da história”. Leavitt ainda ressaltou que, desde a posse de Trump, 538 imigrantes foram presos, incluindo membros de gangues e suspeitos de terrorismo.

Impactos no Brasil – A chegada do voo com deportados reacende debates sobre os impactos das políticas migratórias dos EUA no Brasil. Organizações de direitos humanos alertam para o possível aumento de casos de brasileiros que enfrentam dificuldades ao retornarem ao país sem apoio governamental ou infraestrutura adequada para reintegração social e econômica.

Além disso, a decisão de Trump de revogar decretos do governo Biden, como os que permitiam a reunificação de famílias separadas na fronteira, agravou a situação de milhares de imigrantes. Outra medida polêmica é a suspensão da concessão de refúgios por quatro meses, o que afeta não apenas brasileiros, mas também migrantes de diversas nacionalidades que buscavam abrigo nos EUA.

Guilherme Lavorato – Brasil 247

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ProUni 2025: inscrições abrem nesta sexta-feira; veja como participar

24 de janeiro de 2025, 08:44

Foto: Divulgação/MEC

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) 2025, do primeiro semestre, abrem nesta sexta-feira, 24. Os estudantes interessados em participar do processo seletivo têm até a próxima terça-feira, 28, para se candidatar às vagas.

O ProUni oferece bolsas de estudo integrais (100%) e parciais (50%) para graduação em instituições privadas de ensino superior, usando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A inscrição é gratuita e deve ser feita no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O candidato pode optar por concorrer às bolsas destinadas à ampla concorrência ou às cotas para pessoas com deficiência e autodeclaradas indígenas, pardas ou pretas.

Quem pode se inscrever no ProUni?

Para se inscrever no ProUni, o candidato precisa ter feito o Enem nos últimos dois anos, ter nota média superior a 450 pontos e não ter zerado a prova de redação.

Para concorrer às bolsas integrais, o candidato também deve ter renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa. Já para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. 

Além dos critérios acima, o candidato precisa ainda atender a pelo menos uma das seguintes condições:

Ter feito o ensino médio integralmente em escola da rede pública; 
Ter concluído o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista; 
Ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista integral; 
Ter feito o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada na condição de bolsista parcial; 
Ter feito o ensino médio integralmente em instituição privada na condição de bolsista parcial ou sem a condição de bolsista;
Ser uma pessoa com deficiência na forma prevista na legislação; 
Ser professor da rede pública de ensino, exclusivamente para concorrer aos cursos de licenciatura e pedagogia. Neste caso, não é aplicado o limite de renda.

Como fazer a inscrição no ProUni 2025?

Acesse o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior;
Entre com o seu login da plataforma gov.br ou faça o cadastro;
Pesquise as vagas;
Escolha, em ordem de preferência, até duas opções de curso.
Durante o período de inscrição, o candidato consegue alterar as opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.

O que são as notas de corte parciais?

Em todo o período de inscrição, a partir do sábado, 25, os candidatos conseguem ver as notas de corte parciais de cada curso. A informação ajuda o estudante a saber se tem chances de ser aprovado naquele curso e se deseja ou não manter as opções escolhidas na inscrição. As notas de corte parciais são atualizadas uma vez por dia.

As notas de corte são as notas mínimas que o candidato precisa ter para conseguir uma vaga no curso e faculdade que deseja entrar.

Quando sai o resultado do ProUni?

O resultado da primeira chamada do ProUni 2025 do primeiro semestre está previsto para o dia 4 fevereiro. Os pré-selecionados devem comprovar as informações fornecidas na inscrição entre os dias 4 e 17 de fevereiro.

Já o resultado da segunda chamada deverá sair em 28 de fevereiro. O prazo para comprovação de informações dos aprovados em segunda chamada será de 28 de fevereiro a 17 de março.

Quem não for convocado em nenhuma das duas chamadas, ainda poderá manifestar interesse em participar da lista de espera do programa entre os dias 26 e 27 de março.

Saiba mais sobre como funciona o ProUni

Calendário do ProUni 2025

Inscrições: 24 a 28 de janeiro;
Resultado da primeira chamada: 4 de fevereiro.
Comprovação de informações da 1ª chamada: 4 a 17 de fevereiro;
Resultado da segunda chamada: 28 de fevereiro;
Comprovação de informações da 2ª chamada: 28 de fevereiro a 17 de março;
Manifestação de interesse na lista de espera: 26 a 27 de março;
Divulgação da lista de espera: 1º de abril;
Comprovação de informações da lista de espera: 1º a 11 de abril.

Terra

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Bahia mantém equilíbrio fiscal e encerra o ano com saldo positivo nas contas em 2023 e 2024

23 de janeiro de 2025, 11:33

Foto: Divulgação

Assim como aconteceu em 2023 e nos anos anteriores, o Estado da Bahia encerrou o exercício de 2024 em equilíbrio fiscal, tendo cumprido todos os seus compromissos financeiros com a utilização de recursos disponíveis em caixa. O governo baiano encerrou a contabilidade com saldo positivo no caixa, ou seja, dispondo de recursos para utilização nos anos seguintes.

A solidez fiscal na gestão das contas do Estado é atestada pela conquista da nova Nota A+, concedida pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) aos entes da Federação que obtiveram as notas máximas para a Capacidade de Pagamento (Capag A), relativa ao exercício de 2023, e para o Indicador da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal (ICF A).

A Bahia possui ainda um dos mais baixos índices de endividamento do país, tendo encerrado o ano de 2023 com a dívida equivalendo a 36% da receita, e o de 2024 com esta participação em patamar equivalente, tendo oscilado para 37%. De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a Dívida Consolidada Líquida (DCL) não deve ultrapassar o limite de 200% da Receita Corrente Líquida (RCL).

A situação baiana segue em contraste com a dos maiores estados do país, que apresentaram dívidas acima de 100% da receita: a do Rio de Janeiro, que encerrou o quadrimestre em 200%, atingiu o teto, e a do Rio Grande do Sul ficou próxima, com 183%. Já o endividamento de Minas Gerais chegou a 156%, e o de São Paulo, a 120%.

Secom/BA

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Pesquisadores dizem que decisões da Meta ameaçam liberdade no Brasil

23 de janeiro de 2025, 07:21

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Em audiência pública em Brasília (DF), nesta quarta-feira (22), pesquisadores e membros de organizações da sociedade civil manifestaram contrariedade às novas políticas da empresa Meta, que alteraram as formas de moderação e que até permitem a publicação de conteúdos preconceituosos. Representantes das plataformas digitais foram convidados, mas não compareceram. A companhia controla as redes Facebook, Instagram e Whatsapp. 

Na audiência pública, realizada pela Advocacia-Geral da União (AGU), os pesquisadores chamaram atenção para o fato que essas políticas aumentam as dificuldades de grupos já vulnerabilizados. A professora Rose Marie Santini, diretora do laboratório de estudos de internet da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirmou que as decisões da empresa de remodelar programas de checagem de fatos e relaxar os trabalhos de moderação sobre a formação de discursos de ódio representam ameaça à sociedade.

Para ela, uma mudança muito significativa anunciada pelo presidente da Meta, Mark Zuckerberg, foi sobre as alterações dos algoritmos, ao decidir quais vozes serão divulgadas e silenciadas. “Esses algoritmos, programados pela curadoria e moderação de conteúdo, operam sem nenhuma transparência sobre a realidade e sobre seus critérios. Não sabemos quais conteúdos são efetivamente moderados”, ponderou. 

A professora afirma que a divulgação dos critérios de moderação demonstrou “graves inconsistências”. “Essa opacidade mina a confiança pública na real preocupação da empresa com a liberdade de expressão. Afinal, a liberdade só é efetiva quando acompanhada de transparência”, argumentou. 

Para a pesquisadora, esse tipo de moderação permite que se dê liberdade somente às pessoas escolhidas pela empresa. “O discurso das empresas induz a um entendimento de que a censura só poderia vir do Estado. Contudo, na realidade atual, as plataformas digitais se constituem como a principal estrutura de censura dos usuários na internet”.

Ela entende que essas grandes plataformas detêm mais informações sobre seus usuários do que qualquer Estado tem de seus cidadãos. “(As empresas) Usam dados das pessoas, inclusive os sensíveis, para distribuir anúncios personalizados, independente se são legítimos ou não, se contêm crimes de qualquer ordem ou se colocam os usuários em risco”. 

Conteúdos sexistas

A professora de direito Beatriz Kira, da Universidade de Sussex, no Reino Unido, avaliou que a prioridade e o engajamento dos algoritmos das plataformas contribuem para a disseminação de conteúdos sexistas e misóginos que não conseguiriam o mesmo impacto não fosse pela internet. “Tecnologias emergentes com inteligência artificial generativa geraram esse cenário, facilitando novas formas de violência”. 

Ela cita a divulgação de conteúdos íntimos, como deep nudes, que evidenciam o uso estratégico da necrologia para reforçar a violência de gênero no âmbito político. “Nesse contexto, mudanças recentes nas políticas de discurso de ódio e a reivindicação do sistema de automatização de organização de conteúdo são profundamente preocupantes. Essas mudanças evidenciam a necessidade urgente de um papel mais ativo do Estado na regulação das plataformas digitais”.

Atenção às crianças

O diretor de políticas e direitos das crianças do Instituto Alana, Pedro Hartung, ressaltou que a moderação de conteúdo por parte das plataformas para a proteção de crianças e prevenção de violências não é só uma necessidade, mas também um dever constitucional. “No caso das crianças, já temos a legislação para basear ações de responsabilização objetiva por conduta própria ou ação por omissão das plataformas”, defendeu. 

Hartung contextualizou que 93% de crianças e adolescentes usam a internet no Brasil, 71%, o WhatsApp, além de uma expressiva participação no Instagram e TikTok. “Essa é uma internet que não é uma praça pública, mas sim um shopping, que busca por uma economia da atenção, a exploração comercial das crianças”, explicou.

Ele exemplificou que, como parte desse conteúdo prejudicial, houve no Brasil os ataques nas escolas principalmente no ano de 2023. Ele cita que uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) conseguiu avaliar a influência do mundo on-line na radicalização desses adolescentes. “É importantíssimo, para a gente, olhar para a moderação de conduta nas plataformas”.

Outro tema que preocupa em relação à infância, segundo Hartung, é o impacto significativo das publicidades e também do crescimento do trabalho infantil artístico nas redes. “É importante ressaltar que a culpa não pode ser colocada exclusivamente em cima das famílias, mas em empresas”.

Violência contra homossexuais

O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos, Victor De Wolf, também participou da audiência pública, manifestou que a política de monitoramento da Meta já era equivocada e intolerante. “A gente já vê graves crimes de ódio acontecendo, violações, calúnias e golpes. A nossa comunidade não é incomum”.

No texto da Meta, que aponta uma nova política de moderação, há textualmente a informação que haveria permissão para relacionar doença mental a questões de gênero ou orientação sexual. 

“Ainda somos um país que mais persegue a comunidade LGBT, e principalmente travestis e transexuais no mundo. Nós ainda somos o país com mais assassina em qualquer relação de direitos”, contextualizou. Para ele, é necessário que a justiça faça o papel de responsabilizar redes que violem os direitos dos cidadãos. “A anarquia digital proposta por esse grupo de empresários, na verdade, nada mais é do que uma ditadura”, disse.

Agência Brasil

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Bahia amplia efetivo com novos cargos e convocações para forças de segurança

22 de janeiro de 2025, 15:55

Foto: Thuane Maria/GOVBA

O Governo do Estado sancionou nesta quarta-feira (22) a criação de 2.397 novos cargos para a Polícia Civil da Bahia e autorizou concursos públicos voltados aos quadros de saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. As ações visam fortalecer a segurança pública e aprimorar a capacidade de investigação criminal. O anúncio foi feito pelo governador Jerônimo Rodrigues durante cerimônia no Centro de Operações e Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), acompanhado pelos secretários estaduais Marcelo Werner (Segurança Pública) e Edelvino Góes (Administração).

Entre os novos cargos para a Polícia Civil, foram criadas 500 vagas para delegados, 437 para escrivães e 1.460 para investigadores, fortalecendo significativamente a estrutura da instituição. Além disso, o governador assinou decretos para convocar 512 policiais militares e 23 bombeiros militares da reserva remunerada, aumentando a capacidade operacional das forças de segurança.

“Essas medidas são estratégicas para garantir mais segurança e efetividade nas ações de combate à criminalidade. Com o aumento no efetivo, asseguramos uma presença mais forte do estado onde mais se precisa”, afirmou Jerônimo Rodrigues, destacando que as novas vagas atenderão às demandas da população e melhorarão a resolução de casos.

A delegada Geral da Polícia Civil, Heloísa Brito, destacou que a criação dos novos cargos representa um avanço significativo para a segurança pública na Bahia. “Esse reforço amplia nossa capacidade de investigação e resposta às demandas da população. Essa iniciativa nos fortalece e nos permite atuar de forma mais eficiente no combate à criminalidade, promovendo justiça e segurança em todas as regiões do estado.”

Ampliação do efetivo

Outro destaque é a autorização para concursos públicos voltados aos quadros de saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Serão ofertadas 24 vagas no Quadro de Oficiais de Saúde dos Bombeiros, sendo 16 para médicos e quatro para odontólogos, além de 16 vagas no Quadro de Saúde da PM, com 12 para médicos e quatro para odontólogos.

Para o secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, a ampliação do efetivo impactará diretamente na eficiência das ações de segurança. “A inserção de novos profissionais fortalece o enfrentamento à criminalidade, permitindo uma resposta mais rápida e qualificada”, afirmou.

O comandante geral da Polícia Militar, Coronel Paulo Coutinho, destacou a ação. “A convocação de policiais militares da reserva, a inclusão de novos integrantes para reforçar o patrulhamento nas ruas e a ampliação do quadro de saúde mostram uma preocupação em cuidar da tropa e da população. Com essas ações, atingimos o maior efetivo da Polícia Militar em todos os tempos, justamente no ano em que nossa instituição completa 200 anos”.

Repórter: Tacio Santos/GOVBA

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BATATA-DOCE: os benefícios não se limitam aos praticantes de atividade física

22 de janeiro de 2025, 08:00

Foto: Reprodução

Batata-doce é uma das fontes de carboidrato mais populares entre os marombeiros. Junto com o peito de frango – fonte de proteína – constitui o prato mais clássico de quem quer ganhar músculos na academia. Toda essa fama não é mera coincidência, o alimento é uma ótima fonte de energia e ainda auxilia na perda de peso. Mas, não para por aí. Incluir batata-doce na dieta pode ajudar melhorar o sistema imunológico a até o aspecto da pele. É o que conta a nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo, Adriana Stavro. A especialista listou os principais benefícios do tubérculo. Confira:

Aumenta a imunidade

A coloração alaranjada do alimento sinaliza uma boa contração de betacaroteno, uma substância convertida em vitamina A no organismo. Item fundamental para fortalecer o sistema imunológico e manter a saúde em dia.

Auxilia o trato gastrointestinal

Por ter uma quantidade significativa de fibras em sua composição, a batata-doce é uma ótima aliada do bom funcionamento intestinal. “Estudos demonstraram que a deficiência de vitamina A aumenta a inflamação intestinal e reduz a capacidade imunológica de responder adequadamente a ameaças potenciais a patógenos”, conta a especialista.

Contribui para o emagrecimento

As fibras do alimento, além de facilitarem o trato gastrointestinal, também proporcionam uma maior sensação de saciedade. Efeito mais do que bem-vindo para pessoas que se encontram em restrição dietética para perder gordura corporal. A batata-doce também é uma ótima fonte de energia para a realização de atividades físicas, que contribuem para a perda de peso.

Melhora a beleza da pele

O betacaroteno presente na composição do tubérculo, e que lhe dá a coloração alaranjada, além de ótima fonte de vitamina A, tem propriedades antioxidantes. Algo que auxilia a restaurar a elasticidade da pele, renova as células inativas e deixa a pele mais macia e saudável. A batata-doce também é rica em vitaminas C e E, que aumentam a produção de colágeno e fortalecem os tecidos.

Ajuda a enxergar melhor

Outro fator ligado aos altos índices de vitamina A encontrados no alimento. O nutriente é responsável por evitar a secura dos olhos, infecções oculares e até mesmo cegueira noturna. A deficiência do componente pode ocasionar a xeroftalmia – doença que interfere na produção de lágrimas e compromete a visão.

Reduz o risco de câncer

De acordo com a nutricionista, “estudos sugerem que os antioxidantes da casca da batata-doce roxa, podem reduzir o risco de câncer. Para obter o máximo de nutrição das batatas não descasque, apenas esfregue e lave bem antes de cozinhar. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes”, finaliza Stavro.

MSN

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