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Primavera: estação trará chuva para grande parte do Brasil

21 de setembro de 2022, 16:02

Foto: Notícia Limpa

A primavera começa oficialmente nesta quinta-feira (22) no Hemisfério Sul. Com ela, chegam as chuvas , mais umidade predominante no Centro-Sul do país e a influência do fenômeno La Niña durante toda a estação . O equinócio da primavera ocorre às 22h04 (horário de Brasília) do dia 22 de setembro até às 18h48 de 21 de dezembro, pelo horário de Brasília.

Apesar da nova estação trazer chuvas para grande parte do Brasil, as áreas do Nordeste e a uma parte da região Norte (Roraima e o Amapá), terão calor intenso e pouca precipitação, segundo a Climatempo.

Sudeste

A região Sudeste contará com a presença de frentes frias advindas do Oceano Atlântico, da Argentina e do Uruguai. O frio deve atingir o sul e o leste do estado de São Paulo, o Rio de Janeiro, Espírito Santo, a Zona da Mata Mineira e deve avançar para o Sul do país.

Ainda, as chuvas serão mais frequentes no Sudeste nesta estação. Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), as precipitações serão acima da média e ocorrerão principalmente no final do dia.

Sul

Com a influência do fenômeno La Ninã, as chuvas na região Sul serão abaixo do esperado. Durante a primavera, ainda ocorrerão frentes frias em Santa Catarina, Paraná e no Rio Grande do Sul.

O Inmet alerta também para possíveis rajadas de ventos, picos intensos de raios e granizo em eventuais tempestades.

Centro-Oeste

Durante a primavera, com a chegada do calor e da umidade, a região Centro-Oeste terá fortes pancadas de chuva com rajadas de vento, raios e queda de granizo durante as tardes e noites. 

Nordeste

As frentes frias e o La Niña não devem ter tanta influência na região Nordeste, segundo a Climatempo. Os estados do Nordeste terão uma primavera mais seca e quente, com exceção do sul do Maranhão, sul do Piauí e do oeste da Bahia, que podem ter fortes chuvas ao longos desses três meses.

Norte

As frentes frias podem atingir alguns estados da região Norte, como o Pará, que, segundo a Climatempo, pode ter longos períodos de precipitação durante a primavera.

No mês de dezembro, a previsão é de chuva acima da média no leste do Amazonas, no centro-oeste do Pará e no extremo sul do Tocantins.

Frente Fria

Por estarmos no final do inverno, a frequência de frente fria se torna mais comum, gerando uma oscilação atmosférica na transição de estações.

Segundo a meteorologista Carine Gama, da Climatempo, é muito difícil especificar um dia para que a frequência de frentes frias acabe, mas a previsão é de que a partir do dia 10 de outubro o tempo volte a ficar estável.

“A gente não tem uma data exata, é claro, mas conforme a gente entra na primavera já temos mais aquecimento, então aos poucos a temperatura volta a ficar um pouco mais estável. Na primeira semana de outubro, a gente ainda tem muito sobe e desce. Só a partir do dia 10 de outubro a temperatura ficava um pouquinho mais estável”, destaca Carine.

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Procon notifica Nestlé por produtos com soro de leite que copiam originais

21 de setembro de 2022, 15:20

Foto: Reprodução

O Procon-SP (Programa de Proteção de Defesa do Consumidor) deu até o dia 26 de setembro para a empresa Nestlé Brasil prestar esclarecimentos sobre produtos similares a outros já consolidados no mercado que usam soro de leite em vez de leite em sua composição.

É o caso, por exemplo, do leite condensado chamado Moça Pra Toda Família, que, na verdade, é uma mistura láctea condensada de leite, soro de leite e amido -enquanto o Moça original é de leite condensado integral.

Além do leite condensado, o órgão notificou a Nestlé sobre o creme de leite original e a mistura de creme de leite -ambos também da marca Moça.

“O creme de leite original e o leite condensado Moça são produtos da marca tradicionais e conhecidos no mercado de consumo e os itens ‘Mistura Láctea Condensada De Leite, Soro De Leite e Amido -Moça’ e ‘Mistura De Creme De Leite – Moça’ são comercializados em apresentação bastante semelhante aos destes originais e que podem confundir o consumidor”, disse o Procon, em nota.

O órgão exige que até a data estipulada a Nestlé informe sobre as características de cada produto, apontando quais as diferenças nutricionais e indicações individualizadas de consumo de cada um. A empresa deve ainda apresentar documentos como informes, materiais publicitários e mídias de divulgação dos produtos.

O Procon também solicitou que a Nestlé apresente documentos referentes à autorização de comercialização dos produtos junto aos órgãos oficiais competentes e documentos que comprovem os testes de qualidade realizados, demonstrando o processo de manipulação, acondicionamento e prazos indicados de consumo.

“O Procon-SP está atento ao aumento da oferta de produtos similares aos tradicionais e apresentados ao público em embalagens muito parecidas, que podem induzir o consumidor ao erro, levando-o a achar que está comprando e consumindo outro produto, como o caso da bebida láctea à base de soro de leite, por exemplo”, diz o órgão.

“A informação clara, correta e verdadeira é um dos direitos básicos previstos pelo Código de Defesa do Consumidor”, acrescenta.

OUTRAS 10 EMPRESAS DE ALIMENTOS FORAM NOTIFICADAS

Em ação semelhante à da Nestlé, o Procon notificou outras dez empresas do setor alimentício por colocarem à venda produtos diferentes com rótulos parecidos.

Os notificados foram:

Companhia de Alimentos Ibituruna (fabricante da bebida láctea UHT Olá);

Laticínios Trevo de Casa Branca (fabricante da bebida láctea UHT Aquila);

Laticínios Bela Vista (fabricante da bebida láctea UHT MeuBom);

Cooperativa Central Mineira de Laticínios – Cemil (bebida láctea UHT Performance);

Doce Mineiro (bebida láctea UHT Triângulo Mineiro);

Vigor Alimentos Leco (Alimento à Base de Manteiga e Margarina Leco Extra Cremosa);

Tella Barros Comércio e Importação de Frios e Laticínios (Supremo Cremoso Sabor Requeijão);

Oceânica Comércio de Gêneros Alimentícios (que produz o Crioulo Queijos Ralados Latco);

Itambé Alimentos (que produz o Queijo Parmesão Ralado Itambé);

Gran Foods Indústria e Comércio Eireli, que fabrica o Do Chefe Premium Blend Azeite de Oliva.

As respostas das empresas já começaram a ser encaminhadas e estão sob análise, informou o órgão de defesa do consumidor.

COM TAXA DE IMPORTAÇÃO MENOR, USO DE SORO MAIS AGUADO QUE LEITE DEVE SUBIR

Desde o dia 1º de setembro, a tarifa de importação do soro de leite, subproduto que tem sido vendido em supermercados brasileiros, caiu de 11,2% para 4%. O Ministério da Economia, por meio do Gecex (Comitê-Executivo de Gestão) da Camex (Câmara de Comércio Exterior), diminuiu a alíquota do item até 31 de agosto de 2023.

O soro de leite, líquido que sobra da produção de queijos e geralmente era descartado pela indústria de laticínios, passou a ser opção para quem não tem mais dinheiro suficiente para comprar o tradicional leite de vaca. Ele é mais barato e é menos concentrado que o leite, ou seja, é mais aguado.

Com a nova medida, o consumo do subproduto deve aumentar nos próximos meses, avaliam especialistas ouvidos pelo UOL.

A presença do soro de leite em produtos consagrados começou a ser notada pelos consumidores no primeiro semestre. O fenômeno já acontece há um tempo, mas consumidores reclamam nas redes sociais de isso afeta a qualidade dos produtos. Manteiga misturada com margarina, leite e leite condensado com composto lácteo em vez de leite puro são alguns exemplos citados.

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Casos de varíola dos macacos caem no Brasil, mas riscos ainda existem

21 de setembro de 2022, 12:09

Foto: Reprodução

O surto de varíola dos macacos no Brasil dá sinais de declínio, repetindo a tendência de queda observada em alguns países europeus pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Porém, especialistas, tanto daqui quanto de fora, veem o recuo com cautela e defendem a manutenção de medidas para controlar o surto da doença.

“Assim como com a Covid-19, não é momento de baixar a guarda”, afirmou, no último dia 14, o diretor-geral da OMS”, Tedros Adhanom.

No Brasil, segundo o último boletim epidemiológico sobre a doença feito pelo COE (Centro de Operações de Emergências) ligado ao Ministério da Saúde, a queda da média móvel de casos é registrada desde a primeira semana epidemiológica de agosto, entre os dias 7 e 13 daquele mês.

Mesmo com a contração, agosto respondeu pelo maior número de notificações da doença: 3.699 casos. A soma é o dobro da registrada em julho.

A queda mais substancial se deu na última semana epidemiológica registrada pelo COE, entre os dias 28 de agosto e 3 de setembro. A média móvel de casos para esse período foi de 35 novos diagnósticos. Na semana anterior, era de 107.

O boletim também reporta que somente dois estados do Brasil continuam sem ter casos de varíola dos macacos: Amapá e Rondônia.

São Paulo continua sendo a unidade da Federação com maior número de diagnósticos: 57% dos testes positivos são no estado.

O cenário de diminuição não deve ser visto necessariamente como um arrefecimento da disseminação do vírus, afirma Ethel Maciel, epidemiologista e professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo). Ela ressalta que existem poucos laboratórios de testagem no Brasil –no total, são somente oito.

Isso ocasiona uma demora entre o envio da amostra e o resultado do teste, o que pode resultar em um número de casos não contabilizados, afirma Maciel.

“No Brasil, não temos certeza se essa retração está acontecendo ou se é um problema de diagnósticos”, resume.

Outro fator mencionado pela epidemiologista é que os sintomas da doença, como as vesículas pelo corpo, podem aparecer de forma sutil. Para Maciel, isso colabora com um possível número de casos que deixa de ser diagnosticado. “Às vezes, é uma ou duas lesões e a pessoa acaba não procurando o diagnóstico.”

Com essas ressalvas, a epidemiologista recomenda que medidas de prevenção continuem sendo tomadas. Algumas delas são evitar contato com suspeitos da doença, isolamento daqueles que apresentarem sintomas, como o aparecimento de lesões, e vacinação.

Na Europa Alguns países europeus já viram redução nos casos da infecção. Um deles é Portugal que está com queda há mais de um mês. O país, que já chegou a ter mais de 60 diagnósticos semanais, registrou dez novas infecções na última semana.

A redução sistemática dos casos em território português foi destacada pelo último relatório do ECDC (Centro Europeu de Controle das Doenças). No documento, que considera os resultados de 43 países, Portugal aparece com a terceira maior redução, atrás apenas da Letônia e da Eslováquia.

Autoridades sanitárias do país, no entanto, pedem cautela frente ao cenário epidemiológico. Responsável pelo grupo de trabalho da DGS (Direção-Geral da Saúde) para lidar com o vírus no país, a infectologista Margarida Tavares relembra os cenários de aumentos e quedas vividos na pandemia da Covid-19 e destaca que as infecções virais muitas vezes têm dinâmicas cíclicas de contágio.

“Podemos ter o fim de uma onda mas que, rapidamente, poderia ser seguida por outra. Mesmo a OMS (Organização Mundial da Saúde) tem sido muito cautelosa com essa redução”, pondera.
“Mas factualmente sim, é verdade, temos uma diminuição dos casos. Aliás, Portugal foi um dos primeiros países a estabilizar e agora a ter uma tendência decrescente”, completa a médica.

Segundo o último boletim oficial, Portugal tinha 908 casos confirmados de varíola dos macacos até a última quarta-feira (14).

Na vizinha Espanha, que também vinha com uma tendência de decréscimo em agosto, o número de novos casos voltou a subir na última semana. As 198 infecções, no entanto, ainda permanecem bem abaixo das 778 registradas na primeira semana de julho.

Uma vez que agosto é o principal mês de férias de verão na Europa, alguns especialistas também acautelam que pode ter havido redução nas testagens.

“A dúvida é se houve uma redução real ou se é um efeito do mês de agosto, quando pode ter havido dificuldades diagnósticas por conta das férias. Ou se é uma combinação de ambas essas coisas”, pondera o epidemiologista espanhol Joan Caylá, em entrevista ao jornal El Independiente.

Com 6.947 diagnósticos do vírus desde o início do surto fora da África, a Espanha permanece como o segundo país com mais infecções confirmadas no mundo, atrás apenas dos EUA, que têm mais de 21,5 mil casos.

Portugal, que já chegou a contabilizar mais de 60 casos em uma semana, registrou 27 infecções pelo vírus no último boletim semanal do governo, divulgado na última quinta-feira (15).

Recentemente, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o declínio de novas infecções em nível mundial pode ser um indicativo de que o surto está sendo contido.

Na União Europeia, os países têm agora se movimentado para aumentar a vacinação.

A decisão da Agência Europeia do Medicamento de permitir a técnica de administração intradérmica da vacina, anunciada em meados de agosto, está ajudando a ampliar a oferta do imunizante no continente. O uso desse método permite administrar doses mais baixas, multiplicando a quantidade de pessoas imunizadas.

Stella Kyriakides, comissária europeia da Saúde, classificou a decisão como “extremamente importante”, uma vez que “permite a vacinação de cinco vezes mais pessoas” com o estoque de vacinas disponíveis.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde anunciou, na última quinta (15), que irá começar a vacinação preventiva contra a doença, utilizando justamente esse método.

Os grupos prioritários ainda não foram definidos, mas devem incluir pessoas que já fazem uso de profilaxia pré-exposição ao HIV (conhecida como Prep) e profissionais de saúde.

Até agora, o país vinha adotando a política de vacinar pessoas que haviam tido contatos próximos e prolongados com pacientes com diagnóstico do vírus. Essa política irá se manter.
“No início, todos os países começaram por vacinar os contatos próximos dos casos. No entanto, isso revelou-se difícil e pouco eficaz por muitos motivos”, diz a infectologista Margarida Tavares.

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Presidente da Rússia mobiliza cidadãos da reserva e faz ameaça nuclear: ‘Não é blefe’

21 de setembro de 2022, 11:03

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Nesta quarta-feira (21), em pronunciamento à nação, o presidente da Rússia , Vladimir Putin , disse que vai convocar cerca de 300 mil cidadãos da reserva para se unir às  tropas russas na Ucrânia e fez ameaças de uso de armas nucleares .

Putin também disse que prorrogou indefinidamente os contratos dos soldados que já estão lutando pela  Rússia contra a Ucrânia e anunciou o aumento de gastos com a produção de armamentos. Na ocasião, o mandatário também fez ameaças  nucleares aos países do ocidente e afirmou que não se trata de um “blefe”.

“Não é um blefe”, declarou o líder russo. “[…] Nosso país tem vários meios de destruição, alguns dos quais são mais modernos do que os dos países da Otan”.

“Aqueles que tentam nos chantagear com armas nucleares devem saber que os ventos predominantes podem virar em sua direção”, continuou. “E se a integridade territorial de nosso país estiver ameaçada, certamente usaremos todos os meios à nossa disposição para proteger a Rússia e nosso povo.”

No pronunciamento, o russo disse que vai dar apoio aos referendos anunciados para este fim de semana em Luhansk, Donetsk, Kherson e Zaporizhzhia, regiões ucranianas que já foram invadidas pela Rússia.

Preocupação do ocidente

As ameaças de Putin preocupam o ocidente e surgem em um momento em que a Ucrânia tenta fazer uma operação contraofensiva , com o apoio de países europeus e dos EUA.

Quando questionado sobre o que ele diria a Putin sobre o uso de forças nucleares, Biden respondeu: “Não. Não. Não. Não”.

“Você mudará a face da guerra como nada desde a Segunda Guerra Mundial”, disse ele, acrescentando que a resposta dos EUA a esses meios seria “consequente”.

As ameaças também acontecem enquanto líderes mundiais se encontram em Nova York, nos Estados Unidos, para discursar na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) . Putin não vai comparecer ao evento. Em seu lugar, o russo mandou o chanceler Serguei Lavrov, alvo de sanções da Casa Branca.

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Botijão de gás fica mais caro após corte de preço na refinaria

20 de setembro de 2022, 16:12

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A Petrobras cortou em 4,7% o preço do gás de cozinha vendido por suas refinarias na última segunda-feira (12), mas o preço do botijão nas revendas durante a semana, de acordo com a pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis).

A alta foi de 1,2%, com o botijão de 13 quilos, mais usado por residências, passando de R$ 111,91 para R$ 113,25, na média nacional. Foi a terceira semana consecutiva de alta, embora os percentuais tenham sido bem menores nas semanas anteriores.

A evolução na semana passada contradiz previsão da Petrobras, que calculava uma redução média de R$ 2,60 por botijão. Os revendedores do produto alegam que precisaram iniciar os repasses do reajuste salarial de seus trabalhadores.

As empresas e os sindicatos ainda negociam o percentual de reajuste, mas a Abragás, entidade que reúne sindicatos de revendedores, diz que o repasse já foi feito porque a data-base da categoria é o dia 1º de setembro.

O presidente da entidade, José Luiz Rocha, alega que os valores devem ser pagos de forma retroativa quando as negociações não se concluem no mês do dissídio e, por isso, os revendedores já estão incluindo o aumento de custo em seus preços.

Os trabalhadores pedem reposição da inflação pelo INPC mais 2,3% por perdas anteriores em salários de empregados que recebem acima do piso. Na última reunião, as empresas distribuidoras apresentaram proposta de reajuste de 8,83%, que reflete a variação de 12 meses do INPC.

Logo após o anúncio do corte nas refinarias, a Abragás divulgou nota dizendo que “possivelmente os consumidores não perceberão redução nos preços, devido ao aumento repassado pelas distribuidoras referente ao dissídio e custo outros custos operacionais do segmento”.

Já o Sindigás, sindicato que representa o segmento de distribuição, diz apenas que os preços “são livres em todos os elos da cadeia e suscetíveis às variações do mercado”.

“É recomendado aos consumidores que façam sempre uma pesquisa antes de efetuar a compra, de forma a buscar a melhor combinação de oferta de serviço e preço sempre tendo em conta sua relação de confiança com sua marca e revenda de preferência”, afirma.

A alta no preço do botijão frustra expectativas do governo, que vem usando a queda dos preços dos combustíveis como um trunfo na campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Diferentemente de gasolina, etanol e, em menor intensidade, o diesel, o gás de cozinha não teve grande redução de preço após ofensiva do governo para cortar impostos sobre os combustíveis, já que os tributos federais sobre o produto foram zerados em 2020.

Desde os picos atingidos na última semana de junho, gasolina e diesel já ficaram 32,1% e 9,6% mais baratos, respectivamente. O preço médio do etanol hidratado caiu 29,5% no mesmo período. Já o preço do botijão de 13 quilos ficou oscilando em torno dos R$ 112.

No fim de 2021, o governo aprovou um programa de subsídio a consumidores de baixa renda, batizado de Auxílio-Gás, mas a queda nas vendas de botijões sinaliza que o benefício não vinha sendo utilizado apenas para a compra de botijões.

No primeiro semestre, as vendas de botijões de 13 quilos registraram queda de 4,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume vendido é menor do que o registrado em 2019, antes da pandemia.

Em agosto, o governo ampliou o valor do subsídio, de 50% para 100% do preço de um botijão. O valor é pago a cada dois meses a cerca de 5,7 milhões de famílias.

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O que acontece se eu não votar nem justificar ou pagar multa?

20 de setembro de 2022, 15:59

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Todos os brasileiros obrigados a votar — ou seja, todos aqueles alfabetizados com idades entre 18 e 70 anos — devem dar uma justificativa à Justiça Eleitoral caso não compareçam para votar em uma eleição, uma vez que o voto no Brasil é obrigatório. O eleitor tem 60 dias para efetuar sua justificativa. Caso não o faça, ele deve procurar o cartório eleitoral para regularizar pendências e pagar uma multa. O valor é de R$ 3,51 por cada turno de votação que ele tenha faltado.

Mas, o que acontece se o eleitor deixa de votar, não justifica sua ausência nas urnas e também não paga a multa? Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a atitude implica em uma série de restrições e impedimentos legais. A pessoa não poderá, por exemplo, inscrever-se em concurso público, obter empréstimo na Caixa Econômica Federal e emitir passaporte ou carteira de identidade.

Veja abaixo a lista completa de atos civis aos quais aqueles que não votam, não justificam e não pagam a multa ficam impedidos de realizar:

Inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles; 

Receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição; 

Participar de concorrência pública; 

Obter empréstimos nas autarquias, sociedades de economia mista, caixas econômicas federais ou estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos; 

Obter passaporte ou carteira de identidade (não se aplica à eleitora ou ao eleitor no exterior que requeira novo passaporte para identificação e retorno ao Brasil); 

Renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; 
praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.

Ainda de acordo com o site do TSE, o eleitor que não votar, não justificar ou pagar a multa por três turnos consecutivos, terá o título eleitoral cancelado . É possível reverter a situação. Para tal, o cidadão precisa se dirigir a um cartório eleitoral e apresentar documento de identificação e comprovante de residência para solicitar a regularização do título. A normalização só será possível se não houver pendência do cidadão com a Justiça Eleitoral.

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Caém: Prefeitura Itinerante chega ao distrito de Gonçalo

20 de setembro de 2022, 14:44

Foto: Ascom/PMC

O programa Prefeitura Itinerante de Caém chegou ao distrito de Gonçalo. A ação que envolve as secretarias municipais, colocou à disposição da população do distrito e seu entorno uma série de serviços, além de discutir com a comunidade ações que devem transformar a vida dos moradores.

Além dos atendimentos de rotina, com atividades que são realizadas na comunidade, os moradores tiveram acesso a serviços especiais como assistência jurídica, emissão e renovação de DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf), atendimento e orientação do Conselho Tutelar, cadastramento para os programas sociais como o Auxílio Brasil, além de acesso à área de saúde, com aferição da pressão e glicemia, consulta odontológica, entre outros.

Para o prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), o programa é muito importante, pois oferece aos moradores do interior do município o atendimento em diversas áreas da administração, o que só seria possível na sede. “Levamos os serviços que são ofertado apenas na sede do município para as comunidades do interior. Fazemos questão de sair do nosso gabinete para visitar as comunidades para ver questões de melhoria, e atender o povo mais de perto”, disse o prefeito.

Conforme a Secretaria de Assistência Social de Caém, que está coordenando o programa, a próxima comunidade a ser beneficiada será o distrito de Piabas. O Prefeitura Itinerante estará na comunidade durante todo o dia da próxima sexta-feira, dia 23.

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Prazo para tirar 2ª via de título de eleitor termina nesta quinta (22)

19 de setembro de 2022, 14:03

Foto: Reprodução

O prazo para solicitação da 2ª via do título de eleitor termina nesta quinta-feira (22). O pedido de um novo documento só pode ser feito na zona eleitoral em que o interessado está cadastrado. Outro requisito para a solicitação é estar em dia com a Justiça Eleitoral .

Somente os eleitores que não têm multas pendentes por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, como mesário, ou que não violaram o Código Eleitoral (Lei 4.737/1965) ou a Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) podem solicitar a 2ª via do documento.

Apesar de ser o mais tradicional, o título de eleitor não é o único documento que permite a participação nas eleições . O eleitor também pode apresentar ao mesário qualquer documento oficial com foto, bem como carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira de motorista ou passaporte.

Além disso, o eleitor em situação regular tem outra alternativa: o e-Título . O aplicativo oficial do governo substitui o documento impresso e pode ser obtido gratuitamente.

Além de fornecer a via digital do título de eleitor, o e-Título também pode ser utilizado para reproduzir as certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, emitir e pagar multas, consultar o local de votação, justificar a ausência às urnas e se inscrever como mesário voluntário, entre outros serviços. Dessa forma, o eleitor pode fazer todas essas operações de casa e não precisa ir até um cartório eleitoral.

Para utilizar o e-Título, o eleitor deve inserir o número do título ou do CPF, seu nome, nome da mãe e do pai e data de nascimento no aplicativo. Depois, é só seguir os passos indicados.

O eleitor que já tenha feito o cadastramento biométrico (impressão digital, fotografia e assinatura) terá uma fotografia na sua versão do e-Título, facilitando a identificação na hora do voto. Caso contrário, deverá levar outro documento oficial com foto para se identificar ao mesário no dia da votação.

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56% dos eleitores de Ciro e 50% de Simone podem mudar de voto, diz pesquisa

19 de setembro de 2022, 11:26

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Pesquisa do Instituto FSB para presidente da República encomendada pelo banco BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira, 19, aponta que 56% dos eleitores declarados de Ciro Gomes (PDT) e 50% dos de Simone Tebet (MDB) poderiam mudar de voto em menos de duas semanas para o primeiro turno. O desempenho dos dois candidatos contrasta com o dos líderes da pesquisa: apenas 10% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PL) e 11% dos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declararam que podem trocar o voto até 2 de outubro.

Entre os que disseram votar em Ciro e que podem mudá-lo, 43% escolheriam Lula como alternativa, 18% Bolsonaro e 14%, Simone.

Entre os que deixariam de votar na candidata do MDB, 34% escolheriam Ciro, 32% teriam Bolsonaro como opção e 15% migrariam para Lula.

Na pesquisa estimulada BTG/FSB, Lula tem 44% das intenções de voto, Bolsonaro (PL) 35%, Ciro 7% e Simone 5%.

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Ex-apoiador de Bolsonaro aposta R$ 1,5 mi na vitória de Lula

19 de setembro de 2022, 10:50

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Um empresário de Grajaú, no Maranhão, já apostou R$ 1,5 milhão na vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Palácio do Planalto. A mais alta aposta de Artu Vieira de Oliveira Filho foi uma fazenda de 23 hectares avaliada em R$ 800 mil. O acordo foi feito com o também empresário Gildenberg de Sá, que apostou no triunfo do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Artu votou em Bolsonaro em 2018, mas diz que escolherá o petista. “Bolsonaro me decepcionou em 4 anos de governo. Votei nele na última eleição, mas acho que, de lá para cá, o Brasil só piorou”, declarou ao portal UOL.

A ideia da disputa foi de Artu, no começo de setembro. “Sou apaixonado por política, já fui candidato duas vezes e faço apostas desde sempre. Nada que possa colocar o patrimônio da minha família em risco. Já fiz mais de 16 apostas sobre Lula porque acredito que ele vai ganhar, como teria ganho se tivesse conseguido disputar em 2018”, disse Artu.

O convite a Gildenberg foi feito por vídeo. Nas imagens, que circulam nas redes sociais, ele disse que apostaria sua chácara na vitória de Lula.

Gildenberg aceitou o desafio. “Eu sou Bolsonaro, você é Lula, está apostado”, disse também em vídeo. A aposta será desconsiderada caso nenhum dos 2 candidatos vença.

Segundo o contrato, também divulgado nas redes sociais, a aposta de Gildenberg foi feita por meio de sua empresa, a Bengesso Mineração Eurelli.  Foi acordado que ele daria 11.111 toneladas de pedras de gesso a Artu caso perca a aposta.

Segundo o Agregador de Pesquisas do Poder360, Lula está na frente na disputa à Presidência.

Pesquisa PoderData realizada de 11 a 13 de setembro de 2022 mostra que Lula lidera com 43%, enquanto Bolsonaro tem 37%. Em eventual 2º turno entre os 2, o petista venceria por 51% contra 42% do presidente.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os resultados são divulgados em parceria editorial com a TV Cultura. Os dados foram coletados de 11 a 13 de setembro de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 298 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-02955/2022.

MSN

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