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Caém: Prefeito Arnaldinho participa de atividade no Território Rural Mata Branca

16 de agosto de 2023, 14:42

Foto: Ascom/PMC

Na manhã desta quarta-feira (16), o prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira, participou de uma oficina sobre agroecologia na comunidade de Várzea Redonda. A atividade faz parte das ações do projeto Território Rural Mata Branca que tem como objetivo promover formas de organizar e melhorar os sistemas tradicionais de produção, criando condições para que os produtores rurais consigam escoar o que produzem.

O encontro que aconteceu na residência de dona Edmunda e Piano, como são conhecidos os anfitriões, contou com as presenças de representantes da Prefeitura Municipal de Caém e de técnicos da CAR e da Cofaspi (cooperativa de assistência rural).

O Território Mata Branca está situado a aproximadamente 40 km da sede do município de Caém e é formado pelas comunidades de Várzea do Boi, Várzea Dantas, Várzea Redonda e Zé da Costa.

Estão sendo investidos cerca de 300 mil reais nestas comunidades, com recursos advindos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), através do Programa Pró-Semiárido do Governo da Bahia e apoio da Prefeitura de Caém, em atividades de assistência técnica, capacitação, estruturações físicas e aquisição de equipamentos técnicos e tecnológicos para impulsionamento de quintais agroecológicos (hortas) e avicultura.

Membros da Associação de Moradores Rurais das Comunidades Unidas pela Agricultura Familiar (AMCUPAF), participaram do encontro
Os viveiros agroecológicos já estão produzindo hortaliças para o consumo da família e para comercialização
O prefeito Arnaldinho foi conferir de perto a qualidade da produção orgânica de um dos viveiros existentes nas comunidades beneficiadas com o projeto
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Margareth Menezes quer criar novos equipamentos culturais em favelas do país

15 de agosto de 2023, 15:58

Foto: Reprodução

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, afirmou nesta segunda-feira, dia 14, que pretende abrir novos equipamentos culturais nas favelas do Brasil e construir unidades do CEU, o Centro de Artes e Esportes Unificados.

O objetivo, diz ela, é fazer com que a cultura possa ser uma forma de combater a desigualdade socioeconômica do Brasil.

“A arte deve contribuir para pautas centrais que façam o Brasil avançar. Parte desses avanços é a superação de um histórico perverso de desigualdade que persiste há tantos séculos. Os investimentos da cultura não podem perpetuar essa desigualdade”, afirmou a ministra durante o 1° Encontro Nacional de Gestores da Cultura.

O evento reúne dirigentes públicos de todos os estados do país para discutir, entre segunda e terça-feira, as políticas da área cultural. A iniciativa é realizada pelo Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura e pelo Fórum Nacional de Secretários e Gestores de Cultura das Capitais e Municípios Associados.

Os recursos para abrir centros culturais nas favelas devem vir do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Na semana passada, o governo anunciou investimentos de R$ 240 bilhões para os próximos quatro anos, dos quais R$ 1,3 bilhão será destinado ao Ministério da Cultura, o MinC.

A ideia da pasta é construir 250 novos espaços em todas as regiões do Brasil ao custo de R$ 500 milhões. Além disso, R$ 10 milhões devem ser destinados para reformar e concluir as obras de 26 equipamentos culturais. A ideia é que esses centros sejam construídos em áreas de vulnerabilidade socioeconômica.

“Na prática, a cultura é um dos elementos de uma alquimia potente e infalível para gerar transformação no ser humano e no ambiente onde ele vive”, disse Margareth durante o encontro com os gestores.

A ministra prometeu ainda ampliar o Sistema Nacional de Cultura. Esse modelo de gestão é baseado em uma dinâmica democrática, na qual a sociedade civil e os entes federativos discutem em conjunto os rumos das políticas públicas para a área.

“Vamos fortalecer os sistemas estaduais e municipais, onde existem, e apoiar a implementação onde ainda não exista essa instituição. A beleza do Sistema Nacional de Cultura é o seu sentido coletivo e social.”

Para Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú, é preciso dar um novo passo e democratizar a participação cultural. Ele explica que, no primeiro governo Lula, a meta era promover a democratização do acesso, isto é, fazer com que os bens culturais chegassem a todos. Passados 20 anos, diz ele, é importante fazer com que as pessoas participem de atividades artísticas, como cursos e oficinas.

“Além de dar o acesso à produção cultural, é preciso garantir a formação e fomento para que as pessoas sejam protagonistas e possam participar deste processo”, afirmou ele durante o encontro de gestores.

Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale, também considera que a cultura ajuda a formar cidadãos mais conscientes e a promover transformações sociais. Para ilustrar isso, ele lembrou que a ONU, a Organização das Nações Unidas, reconheceu que a arte fortalece políticas sociais, econômicas e ambientais, sendo um vetor importante para o desenvolvimento sustentável.

“A cultura se relaciona com a geração de renda, redução de desigualdade, melhor ocupação urbana e adoção de práticas antirracistas”, diz Barreto. “O fomento e disseminação da cultura são caminhos para ajudar a construir um sistema de direitos ampliados, porque ela contribui para o desenvolvimento de cidadãos.”

Para além do papel social e político, a indústria cultural e criativa tem uma função econômica relevante. “Esse setor emprega formalmente 1 milhão de pessoas e gera mais de R$ 250 bilhões por ano”, diz Raphael Callou, diretor e chefe da representação da OEI, a Organização dos Estados Ibero-Americanos no Brasil.

“Acreditamos que a cultura e a economia criativa são ferramentas importantes de inclusão social e produtiva. Elas são ativos importantes que o Brasil tem de cultivar e que contribuem para uma fatia importante do nosso Produto Interno Bruto.”

Folhapress

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Cão mora em delegacia enquanto dono está preso

15 de agosto de 2023, 13:49

Foto: Reprodução

Reencontros são sempre emocionantes para todos, e não foi diferente para um cachorrinho da cidade de Cascavel, no Oeste do Paraná, que encontrou seu dono após 90 dias separados. Acontece que o homem estava detido durante esse período.

De acordo com informações, o cãozinho passou a morar nas dependências da Delegacia de Polícia Civil de Cascavel enquanto seu tutor estava detido. Por três meses, o “caramelo” ficou no local e aguardou pacientemente pela soltura do dono.

O esperado reencontro aconteceu no último último sábado (12), e um vídeo do momento mostram a pura felicidade do cãozinho. As imagens mostram uma cena de felicidade tripla: o cachorro por reencontrar o dono, o homem por rever o animal de estimação e também por “ganhar” a liberdade novamente.

Não há informações por qual crime o homem teria ficado detido por cerca de 90 dias na Delegacia da PC de Cascavel.

https://beltraoagora.com.br/wp-content/uploads/2023/08/video-output-6CA4A1A8-C4CA-49F7-917D-95E0B28FDB3C-1.mov

*Com informações do portal de notícias CGN.

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Nota de Esclarecimento

15 de agosto de 2023, 13:21

O Governo Estado, através da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), está acompanhando junto ao Ministério de Minas e Energia, a Aneel e ao Operador Nacional do Sistema (ONS) as ações do grupo de trabalho criado pelo ministério para identificar as causas da falha no Sistema Interligado Nacional (SIN), que interrompeu 16 mil MW de carga em estados do Norte, Nordeste, Sul e Sudeste na manhã desta terça-feira (15). De acordo com o secretário de Infraestrutura, Sérgio Brito, a ONS informou, em nota, que já foram recompostos 13.500 mil MW de carga e 73% da região Nordeste já está com o fornecimento de energia normalizado.

Em comunicado à Seinfra, a Neoenergia ressaltou que a pane ocorreu fora do sistema de distribuição e que equipes técnicas já estão de maneira coordenada com Operador Nacional restabelecendo pontos de suprimento de energia no estado. Já foram normalizadas as cargas nas subestações de Barreiras, Funil, Eunápolis, Itabuna, Irecê, Juazeiro e Cícero Dantas. Na capital, nas subestações de Pituaçu II, Candeal, Fonte Nova, São Cristóvão e Patamares. Ao longo do dia as demais subestações terão o funcionamento normalizado.

Ascom Seinfra

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‘Relatos são de chorar’: energia eólica está matando onças na Caatinga

15 de agosto de 2023, 11:23

Foto: Roland Brack/Programa Amigos da Onça

Entre março de 2017 e janeiro de 2018, uma fêmea de onça-parda (Puma concolor) teve seu deslocamento monitorado no norte da Bahia, na região da Área de Proteção Ambiental do Boqueirão da Onça, que junto ao parque nacional de mesmo nome forma o maior contínuo preservado da Caatinga.

Batizada de Vitória, ela foi o primeiro indivíduo da espécie na região a ser capturado, receber um rádio-colar e ter sua movimentação estudada pelas pesquisadoras do Programa Amigos da Onça, projeto de conservação de felinos no bioma, filiado ao Instituto Pró-Carnívoros.

Todavia, nesse mesmo período, notou-se uma mudança em seu padrão de deslocamento.

Na mesma área onde Vitória costumava viver, dava-se início à construção de um complexo eólico. Fase de muitos ruídos, abertura de estradas, presença humana constante e vai-e-vem de veículos.

Rapidamente, a onça começou a evitar a obra e seu entorno.

“Nesses dez meses ela não cruzou a área dos aerogeradores”, conta Carolina Esteves, pesquisadora do Pró-carnívoros e cofundadora do Amigos da Onça. “E essa maior movimentação da onça, circundando todo o complexo para chegar até um ponto de água, traz um gasto energético muito maior para ela.”

A mesma mudança de comportamento, de manter a distância do empreendimento, foi observada também com onças-pintadas (Panthera onca).

A bióloga explica que, dependendo do bioma onde as onças habitam, suas características físicas são diferentes, tanto as pardas quanto as pintadas.

As da Caatinga possuem um porte menor, bigodes mais duros e pelos das patas mais espessos para pisar no chão quente. E, para sobreviver nesse bioma, o conhecimento sobre onde encontrar água é fundamental.

“Costumamos falar que, se pegarmos uma onça adulta de qualquer outro bioma e soltarmos na Caatinga, provavelmente ela não sobreviverá, ainda mais na época da seca”, diz Carolina.

Quando um filhote de onça nasce, durante um ano e meio a dois anos, a mãe irá ensinar tudo o que ele precisa saber para sobreviver. Na Caatinga, além de como caçar e se proteger, ela também mostrará onde estão os principais pontos de água.

Carolina Esteves, pesquisadora do Pró-carnívoros e cofundadora do Amigos da Onça

O grande problema desse impacto, que parece pouco diante do enorme apelo que as energias renováveis têm, e geralmente só parece recair sobre as aves, é que as onças da Caatinga estão à beira da extinção e elas dependem das matas nativas para sobreviver.

Estima-se que vivam apenas 250 onças-pintadas e 2.500 onças-pardas em todo o bioma, o que inclui o trecho do norte baiano e o sul do Piauí, na região da Serra da Capivara. Desse total, 30 pintadas estão justamente no Boqueirão da Onça.

Onça-pintada monitorada por rádio-colar na região do Boqueirão da Onça. Imagem: Programa Amigos da Onça

A onça-pintada está na lista das espécies “criticamente ameaçadas de extinção” na Caatinga, ou seja, um estágio antes do completo desaparecimento na vida livre.

Já a parda é classificada como “em perigo de extinção” nesse bioma, diferentemente de todos os demais do país, onde sua categoria é “vulnerável”.

Infelizmente, esses números podem ser menores, pois são de um levantamento de 2013. “Pelos relatos que temos de caça, de retirada comprovada de indivíduos, as estimativas atuais não são boas”, diz Carolina.

Avanço das eólicas na Caatinga

Se Vitória já demonstrou alteração em seu deslocamento há seis anos, dá pra imaginar que hoje em dia as onças da mesma região enfrentam uma realidade bem mais difícil.

Atualmente há quatro complexos eólicos em funcionamento na Área de Proteção Ambiental (APA) do Boqueirão da Onça. Um deles com 500 torres. Outros dois estão em expansão.

“E há mais seis empreendimentos eólicos a serem instalados”, afirma Cláudia Bueno de Campos, bióloga especialista na conservação de mamíferos carnívoros silvestres, servidora do ICMBio e cofundadora do Amigos da Onça.

Complexo eólico na Caatinga.Imagem: Ismael A. Silva

Se não bastassem essas plantas de geração eólica, a região também se tornou atrativa para a geração de energia solar. Em 2021, foi erguida a primeira usina sobre uma área de 3 mil hectares de vegetação nativa da Caatinga, que acabou totalmente suprimida.

“A abertura da vegetação ou sua remoção em topos de serra altera o escoamento natural da água da chuva, que alimenta todo o entorno, como nos boqueirões, e ainda afeta nascentes próximas, que podem secar”, revela Cláudia.

Essas nascentes são extremamente importantes para as onças, porque durante as secas se tornam os únicos pontos de água para elas beberem, isto sem falar de sua importância para os moradores locais.

Cláudia Bueno de Campos, bióloga e cofundadora do Amigos da Onça

Conflitos com produtores rurais

Durante décadas houve muita expectativa por especialistas da conservação sobre a criação de uma grande Unidade de Conservação no Boqueirão da Onça. Seria uma maneira de garantir a proteção da fauna nessa região ainda bem preservada da Caatinga.

Depois de anos e idas e vindas, finalmente em 2018 um decreto foi assinado durante o governo do então presidente Michel Temer.

Uma área de 347 mil hectares foi transformada em Parque Nacional, com proteção integral, e, vizinho a ele, outros 505 mil hectares viraram a Área de Proteção Ambiental (APA) do Boqueirão, onde a exploração “sustentável” é permitida por lei.

Enquanto a decisão frustrou ambientalistas, empresas do setor energético comemoraram. A região demonstrava um enorme potencial para seus negócios.

Mapa da área de Proteção Ambiental do Boqueirão da Onça (em verde) e do Parque Nacional homônimo (em amarelo). Imagem: Programa Amigos da Onça

A região Nordeste concentra 90% dos empreendimentos eólicos no Brasil e 85% deles estão na Caatinga, a maior parte nos estados do Rio Grande do Norte e na Bahia.

A chegada desses investimentos é vista com ótimos olhos por governos estaduais e municipais, mas localmente exacerba ainda mais um problema antigo: o abate intencional das onças.

“Ao se deparar com os complexos e se locomover muito mais para encontrar recursos como água e alimentos, muitas vezes as onças acabam se aproximando mais de propriedades rurais onde há animais domésticos ou criação de bodes e cabras, comum nessas regiões. Assim, acirram-se os conflitos entre produtores e esses felinos, resultando em mortes”. Paulo Marinho, biólogo doutor em Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e especialista na conservação de mamíferos na Caatinga

Para evitar prejuízos com a perda do rebanho, produtores colocam armadilhas para matar os predadores, e tanto as onças-pardas quanto as pintadas, já raríssimas no bioma, perdem a vida.

Além do estudo e monitoramento da população de felinos, o Amigos da Onça tem um programa de “educação para a conservação” com criadores para conscientizá-los sobre a convivência mais harmônica com esses animais e ainda um projeto específico para tentar evitar a retaliação a elas.

Contudo, antes disso, o objetivo é que elas nem consigam atacar os rebanhos. Foram desenvolvidos chiqueiros protegidos, ambientes em que as onças não conseguem entrar, diferentes dos currais tradicionais, totalmente abertos.

A ideia é que, durante o período da noite, caprinos e ovinos sejam recolhidos para esses espaços bem ventilados, o que garante ainda o conforto térmico, resultando numa melhor saúde e qualidade da carne para a futura venda.

O patinho feio dos biomas brasileiros

Até o início deste século, nada se sabia sobre os grandes felinos da Caatinga, embora não houvesse dúvida de que eles sempre existiram por ali – pinturas rupestres são prova de que as onças faziam parte da fauna daquela região.

Contudo, diante da exuberância da Mata Atlântica e da Amazônia, o bioma nordestino sempre foi pouquíssimo valorizado, e, como consequência, pouco estudado. Acreditava-se que a aridez de seu solo em muitas áreas era sinônimo de pouca diversidade de animais e plantas. Um engano enorme.

Foi após um levantamento feito entre 2006 e 2011 pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do ICMBio, que se teve um primeiro diagnóstico da preocupante situação das onças no bioma.

O foco principal era a pintada, mas percebeu-se que a parda também estava ameaçada, e, sem a proteção de uma, a outra não sobreviveria. “Foi possível ver a fragilidade das espécies”, relembra Cláudia.

Na época, ela participou do trabalho e, depois de terminado, viu a necessidade urgente em traçar ações para proteger os felinos. Foi então que nasceu o Amigos da Onça, em 2012.

Onça Vitória, uma das monitoradas na APA Boqueirão da Onça. Imagem: Programa Amigos da Onça

Apesar do esforço árduo das pesquisadoras e seus colaboradores em campo – todos trabalhando de forma voluntária pela conservação desses animais – ao longo da última década o que se viu foi uma perturbadora transformação naquele cenário.

“A abertura de estradas para esses complexos, por exemplo, facilita o acesso de caçadores. Muitos aerogeradores de testes são instalados sem a permissão prévia do órgão licenciador. Ali eles abrem estradas de acesso e colocam uma torre com aparelhos de medição durante um ano aproximadamente. Daí o estrago já foi feito”.  Carolina Esteves, pesquisadora do Pró-carnívoros e cofundadora do Amigos da Onça

“Relatos de moradores são de chorar. A cada conversa, mais estradas abertas, a vegetação sendo removida”, diz Carolina, consternada. Para a pesquisadora, um dos agravantes dessa situação continua sendo esse olhar diferenciado para a Caatinga.

“O grande desafio é realmente trazer os olhares da população, das políticas públicas e da mídia para o bioma. Ele é visto como o patinho feio dos biomas. Isso reflete na falta de recursos destinados para a melhoria da convivência do sertanejo com o semiárido”, lamenta.

“Olha quanto tempo demoramos para entender o valor que o bioma tem. A Caatinga ainda não é considerada um patrimônio nacional pela Constituição. Essa percepção de terra rachada precisa mudar”. Carolina Esteves

Enquanto essa percepção permanece ainda no passado, o relógio do desenvolvimento energético anda a passos largos e não espera. E, a cada segundo, as poucas onças que ainda sobrevivem ali ficam mais ameaçadas.

“É importante deixar claro que a proposta da geração de energia é extremamente pertinente e importante, mas o que precisa avançar na mesma velocidade é o entendimento do impacto desses empreendimentos em regiões conservadas”, finaliza Cláudia.

(Por Suzana Camargo)

Notícias da Floresta é uma coluna que traz reportagens sobre sustentabilidade e meio ambiente produzidas pela agência de notícias Mongabay, publicadas semanalmente em Ecoa.

Esta reportagem foi originalmente publicada no site da Mongabay Brasil.

ECOA – UOL

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Quatro pessoas são assassinadas a bala em restaurante de Feira de Santana na tarde desta segunda-feira (14)

14 de agosto de 2023, 16:48

Foto: Reprodução

Um grupo armado realizou um ataque em um restaurante no centro de Feira de Santana, localizado a aproximadamente 100 quilômetros de Salvador, resultando na morte de quatro pessoas na tarde desta segunda-feira (14). 

Três das vítimas perderam a vida no local, enquanto uma quarta pessoa foi atingida por um disparo na perna. Até o momento, não se sabe qual a razão para o ataque. Nenhuma prisão foi efetuada.

Com base em detalhes obtidos pela TV Subaé, uma filial da TV Bahia situada em Feira de Santana, foi constatado que as vítimas pertencem à comunidade cigana. 

No local dos acontecimentos, as autoridades policiais divulgaram que quatro indivíduos usando capuzes e distintivos de polícia adentraram o restaurante e abriram fogo contra o grupo de ciganos, fugindo logo em seguida. Não há informações sobre quem seriam os integrados do grupo.

Seis veículos da Polícia Militar foram deslocados para o local, juntamente com equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A região foi isolada e permanece resguardada. Três corpos ainda se encontram no local da ocorrência, enquanto a quarta vítima fatal faleceu no Hospital Clériston Andrade, a mesma unidade de saúde para onde a mulher atingida na perna foi levada para receber socorro.

A investigação sobre o ataque que resultou nas quatro mortes será conduzida pela Delegacia de Homicídios (DHPP) de Feira de Santana, da Polícia Civil.

Último Segundo

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Cantor de brega funk morre aos 29 anos após ser baleado durante festa

14 de agosto de 2023, 16:22

Foto: Reprodução

O cantor de brega funk Sergio Murilo Gonçalves Filho, conhecido como MC Serginho Porradão, e uma mulher morreram após serem baleados, no domingo (13), em Recife (PE). A informação foi confirmada ao UOL pela assessoria de imprensa da Polícia Civil.

O duplo homicídio foi registrado por meio da equipe de Força Tarefa de Homicídios da Capital, nesta segunda-feira (14).

“As vítimas, um homem de 29 anos e uma mulher, ainda não identificada, deram entrada em uma unidade hospitalar com perfurações de arma de fogo, porém não resistiram”, informou.

Os dois teriam sido encontrados próximo a praça Bola na Rede, no bairro de Guabiraba, de acordo com informações da Polícia Civil. “As investigações seguem até elucidação do crime”, completou.

Segundo o site Metrópoles, testemunhas informaram que o artista tentava separar uma confusão entre um homem e uma mulher, quando foi baleado. Ele estava em uma festa do Dia dos Pais.

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Prefeitura de Caém entrega à população mais uma grande obra, mais de 4 mil m² de pavimentação da Avenida Francisco Pereira dos Santos (Foto)

14 de agosto de 2023, 11:34

Foto: Reprodução

A Prefeitura de Caém entregou na noite da última sexta-feira (11), a pavimentação em paralelepípedo da (Chico do Engenho) e de algumas de suas transversais.

O logradouro já batizado de Avenida Chico do Engenho, homenagem a um dos seus primeiros moradores, ganhou não apenas a pavimentação, mas passeios, drenagem e uma nova iluminação e LED, o que deixou o local mais agradável e com a sensação de segurança aumentada.

“Uma noite memorável para quem trafega diariamente por esse local. Para os moradores esta obra é um sonho realizado pois nunca se imaginava que fossemos receber uma obra tão imporante como esta. Ganhamos até passeio”, comemora um morador.

Para o prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), a pavimentação traz vários benefícios para a população, pois além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida, melhora também a mobilidade urbana. “A conclusão dessa obra era um sonho de todos os moradores de nossa cidade.

“Este calçamento é uma transformação. Além de deixar a rua mais bonita traz a comodidade de não ter mais lama e nem poeira. Ficamos felizes em cumprir mais um compromisso de nossa gestão. Continuaremos trabalhando para transformar para melhor a vida de nossa população”, disse o prefeito, anunciando que outras ruas  serão beneficiadas com pavimentações.

Prestigiaram o ato inaugural, além do prefeito Arnaldinho, o vice-prefeito Silmar Matos, vereadores, secretários municipais, familiares do homenageado e a população em geral.

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Produção de morangos da Chapada Diamantina será elevada de patamar com chegada de agroindústria

12 de agosto de 2023, 15:48

Foto: Ascom/CAR

Agricultores e agricultoras familiares, produtores de morango, de Barra da Estiva e Ibicoara, na Chapada Diamantina, estão em contagem regressiva para a chegada da unidade de beneficiamento de morango, que vai atender produtores da Associação dos Produtores de Morango e Hortifrut da Chapada Diamantina (Aspromh) e mais de 100 famílias filiadas à Cooperativa de Produtores Rurais de Ibicoara e Chapada Diamantina (Coopric).  Quando iniciar o funcionamento a agroindústria terá capacidade de armazenamento de 20 toneladas para o morango congelado e de 15 para o resfriado.

A parceria entre a Aspromh e a Coopric foi firmada nesta sexta-feira (11/08), durante visita técnica aos empreendimentos de Barra da Estiva e Ibicoara, de representantes da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvilvimento Rural (SDR), que destinou recursos da ordem de R$ 477.7 mil para a construção da unidade de beneficiamento.

O agricultor familiar e associado da Aspromh, Denevaldo Carvalho Luz, mais conhecido como Barão, ressaltou que esse empreendimento vai fazer a diferença na agregação de valor e comercialização da produção de morangos da região. Ele narrou ainda que o morango salvou a sua vida e a de muitos na região, possibilitando aos produtores sonhar. “A gente vai poder comercializar o morango congelado, pois temos câmera de resfriamento e de congelamento. Assim, a gente vai conseguir agregar valor e armazenar, para depois buscar um mercado que valorize mais”.

O diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, destacou que a experiência de Barão é um belo o exemplo de empreendedor rural. “Barão acreditou numa proposta que veio pra ele e construiu um ambiente muito favorável para que pudéssemos estar aqui hoje. O Estado enxergou essa potencialidade e, através da CAR, fez investimentos, que agora são realidade. A gente está vendo aqui um depoimento belíssimo do que é empreender no ambiente rural da nova agricultura familiar e vendo que daqui pra frente teremos mais ‘Barões’ sendo visualizados”.

A Coopric também foi beneficiada com R$ 60 mil reais em investimentos, por meio do projeto da CAR, Bahia Produtiva, aplicados em um container e em caixas para o armazenamento de morangos. Orlando Feiler, presidente da Coopric, comemorou a parceria firmada com a Aspromh, que vai qualificar ainda mais o trabalho da cooperativa e ampliar a renda dos cooperados. “Vamos fazer um trabalho em conjunto no beneficiamento de morango. Isso vai ser muito importante para os produtores porque vai racionalizar o trabalho e criar um produto de qualidade beneficiando a todos os cooperados”.

Estufas para citrus e café

Outra estrutura visitada foi a das estufas instaladas no povoado de Santo Antônio, próximo à área urbana do Municipio de Ibicoara. No local será implantado um viveiro de mudas que terá a plantação inicial de 15 mil mudas de citrus e 150 mil mudas. A ação é resultado do convênio, que tem recursos da ordem de R$ 194 mil, firmado entre a CAR a Prefeitura de Ibicoara. A iniciativa contará com a parceria da Coopric, que ficará responsável, inicialmente, pela produção de dois mil metros quadrados.

De acordo com o presidente da Coopric, a ideia é ser um viveiro de mudas certificado que deverá beneficiar mais de 1.000 famílias entre cooperados e não cooperados. “A gente quer que seja um uso de qualidade para atender o produtor da região, evitando a vinda de mudas de outros locais que possam trazer doenças e pragas. Essas parcerias vão produzir muitos bons frutos para os cooperados, o município e a região aqui da Chapada Diamantina”.

Turismo Rural

O grupo visitou ainda a estação de Turismo Rural no Sítio e Cafeteria Canjerana, que conta com uma estrutura que inclui produção de morangos, café, cacau e outras culturas, numa área preservada de agrofloresta do município de Ibicoara. No local é possível conhecer espécies de árvores nativas como a Canjerana e apreciar o processo de torra do café, produzido na propriedade, entre outros atrativos.

Ascom/CAR

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Prefeito de Caém participa de reunião com o governador da Bahia para discutir o desempenho das policlínicas regionais

10 de agosto de 2023, 12:51

Foto: Reprodução

O prefeito de Caém e presidente do Consórcio de Saúde do Piemonte da Chapada (Consan), Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), participou nesta quarta-feira (9), no Centro Administrativo, em Salvador, de uma reunião com governador Jerônimo Rodrigues e a secretária de Saúde do Estado, Roberta Santana, para avaliar o desempenho das policlínicas regionais.

Na ocasião, foram apresentadas sugestões para a melhoria e ampliação da cobertura das unidades de saúde. Proposição de mutirões de exames e cirurgias eletivas, análise da inadimplência dos municípios consorciados e organização o fluxo de participação na rede e regulação do acesso aos serviços foram as principais pautas do encontro que contou com a participação dos 23 presidentes dos Consórcios Públicos Interfederativos de Saúde da Bahia.

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