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Primeiro híbrido entre raposa e cachorro é encontrado no Brasil

19 de setembro de 2023, 09:34

Foto: Reprodução

Em 2021, o atropelamento de um animal selvagem levou a descoberta inédita no mundo todo: um híbrido entre um cão doméstico e uma raposa do pampa. Segundo o artigo que relata o caso, o animal, até então tido como uma raposa do pampa, muito comum no Rio Grande do Sul, foi atropelado na cidade de Vacaria.

Após ser transferido para o Centro de Conservação e Recuperação de Vida Selvagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pesquisadores notaram que as características fenotípicas do animal não eram compatíveis com nenhuma das espécies de caninos silvestres conhecidas no estado.

Chamavam a atenção características como pele escura, diferente das tonalidades brancas ou avermelhadas das raposas da região, o formato das orelhas e tamanho. O animal também apresentou comportamento estranho, recusando ração, mas latindo como cachorro.

Testando o híbrido

A partir daí, os pesquisadores decidiram realizar testes genéticos e cito-genéticos, a partir da biópsia da pele do animal, para entender a origem dele. Os resultados comprovaram que o animal é um híbrido entre cachorro doméstico (Canis lupus familiaris) e a raposa do pampa, também conhecida como graxaim (Lycalopex gymnocercus). Os testes genéticos mostraram que a fêmea híbrida possui 39 cromossomos de cachorro e 37 da raposa.

A ocorrência de animais híbridos é comum quando realizada entre espécies do mesmo gênero. No entanto, com gêneros diferentes, como o que ocorreu no RS, é extremamente raro. Isto porque a diferenciação das espécies gera barreiras reprodutivas que são dificilmente ultrapassadas. Este foi o primeiro caso de híbridos entre caninos registrado na América do Sul. Na América do Norte e na Europa, casos envolvendo espécies de lobo e cães domésticos já haviam sido registrados.

Riscos para espécies selvagens

Segundo os autores do artigo, a ocorrência de um híbrido pode ter sido ocasionada pelo efeito dos seres humanos sobre o habitat das espécies selvagens. Com a diminuição das matas, os caninos precisam se aventurar cada vez mais perto de aglomerados urbanos, onde a população de cães domésticos é grande.

O estudo cita que mais pesquisas são necessárias para comprovar se o indivíduo híbrido é capaz de se reproduzir. A família Canidae é originária da América do Norte e se espalhou em várias espécies ao longo de 40 milhões de anos. Atualmente são 12 gêneros e 36 espécies de animais.

Estima-se que os gêneros Lycalopex gymnocercus e Canis lupus familiaris tenham se distinguido há pelo menos 6 milhões de anos. Além disso, a ocorrência de um híbrido pode ser perigosa, pois torna os indivíduos silvestres suscetíveis a uma série de doenças para as quais os cães domésticos já criaram defesas.

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Tombamento da Igreja das Figuras é tema de reunião ocorrida no município de Caém

18 de setembro de 2023, 16:44

Foto: Gervásio Lima

O município de Caém, por meio da Diretoria de Cultura e Turismo e do Conselho Municipal de Cultura, anunciou, nesta quarta-feira (18), a abertura do Processo de Registro Especial e Tombamento das ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo (Igreja das Figuras). A medida vai proteger a áreas onde está localizado um dos principais patrimônios da região, além de garantir as atividades turísticas e estimular geração de empregos e renda.

Além da preservação de todo o conjunto que compõe sua estrutura, a medida compreende também o sítio arqueológico e patrimônio natural, exarada pela Câmara de Patrimônio Histórico, Artísitico, Arqueológico e Natural do Conselho Estadual de Cultura.

Participaram da reunião que discutiu sobre o assunto, Mabel Mota, diretora de Cultura e Turismo de Caém, Creso Júnior, secretário de Planejamento e Administração, Edvaldo Virgilino dos Santos (Lorys), presidente do Conselho Municipal de Cultura ( Lorys), Dona Ester, moradora e guardiã do Portal dos Arcanjos, na Igreja das Figuras e vice-presidente de Patrimônio Artístico, Arqueológico e Natural do Conselho Estadual de Cultura Evanice Lopes.

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Conheça os peixes elétricos da Amazônia, que dão descargas de quase 900 volts

18 de setembro de 2023, 13:39

Foto: Reprodução

A floresta amazônica pode abrigar muitas riquezas, mas também muitos perigos. Um visitante será orientado a tomar cuidado para não pisar em uma cobra venenosa e a se proteger dos pernilongos, que podem transmitir doenças como dengue e febre amarela.

Mas o risco de sofrer um choque elétrico de um peixe é algo que poucos provavelmente imaginem que possa acontecer.

A Amazônia tem uma diversidade de peixes elétricos capazes de descarregar pulsos elétricos de até 900 volts, o suficiente para provocar um acidente em humanos. Entre as espécies mais conhecidas estão o poraquê, o ituí-cavalo e o tuvira.

Existem no mundo três grupos de peixes capazes de gerar eletricidade: os bagres-elétricos de água doce da África (ordem Siluriformes), as raias elétricas (ordens Torpediniformes e Rajiformes) e os peixes elétricos de água doce neotropicais, que ocorrem desde o norte da Argentina até a América Central e fazem parte da ordem Gymnotiformes.

Dotados de órgãos elétricos, esses animais possuem células especializadas, conhecidas como eletrócitos, em geral produzidas a partir de células musculares modificadas, capazes de emitir e também perceber o campo elétrico. Já no ituí-cavalo, são células neurais modificadas.

Atualmente, são conhecidas cerca de 280 espécies de gimnotiformes, mas é provável que essa diversidade seja expandida, segundo o ictiólogo Luiz Peixoto, professor da UFPA (Universidade Federal do Pará), campus de Bragança.

“Dessa diversidade, cerca de 70 espécies novas foram descritas nos últimos dez anos com o incremento de novas ferramentas tecnológicas, como a tomografia computadorizada”, explica.

“E uma das coisas que mais têm evoluído em termos de conhecimento sobre o grupo é que os choques são espécie-específicos, isto é, cada espécie reconhece as descargas somente da sua própria espécie. Isso é interessante também para explicar a diversidade de formas, já que a própria percepção da eletricidade em cada grupo atuou como um isolamento reprodutivo para as demais espécies”, diz.

Os estudos feitos até então mostram que a maioria dos peixes utiliza a eletricidade para comunicação dentro d’água, servindo tanto para perceber indivíduos da mesma espécie para reprodução como para encontrar alimento ou outros elementos que podem estar submersos. Só o poraquê usa a eletricidade como defesa ou para caça.

Os bagres-elétricos, raias e grande parte dos peixes elétricos da ordem Gymnotiformes produzem descargas elétricas que variam de menos de 10 volts a cerca de 50, o que não é suficiente para ser sentido por uma pessoa, por exemplo. A única espécie de poraquê conhecida até então, Electrophorus electricus, tinha registro de choques de até 480 volts.

Em 2019, pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, no Pará, junto com cientistas do Museu de Zoologia da USP (MZUSP) e do Museu de História Natural do Smithsonian Institute, nos EUA, além de outros institutos nacionais e estrangeiros, descreveram duas novas espécies de poraquê, Electrophorus voltai, cuja descarga foi a maior já registrada, de cerca de 860 volts, e E. varii, com choques atingindo até 572 volts.

“Apesar de não serem enguias, esses peixes são chamados de enguias elétricas justamente por terem uma anatomia muito distinta, com corpo alongado e só três nadadeiras, sendo que eles utilizam a nadadeira anal [localizada embaixo do corpo] para movimento”, diz o ictiólogo, que é também professor de pós-graduação no Neap (Núcleo de Ecologia Aquática e Pesca da Amazônia), em Belém.

Apesar das descargas altas, os acidentes diretos com peixes elétricos são raros, sendo mais provável sentir a descarga se tocar o animal. É menos provável sentir a descarga elétrica enquanto está no rio no momento da caça dos peixes, explica o pesquisador. “Mas isso depende de diversas condições físico-químicas da água, como turbidez, condutividade, quantidade de matéria orgânica. Não é que não possa acontecer, mas há poucos registros de acidentes fatais envolvendo poraquês.”

A presença de uma substância conhecida como acetilcolinesterase, que pode ser usada no tratamento de doenças neurodegenerativas, nos órgãos elétricos dos animais, e sua biologia única –já que é um mistério ainda como fazem para eles próprios não se eletrocutarem no momento da descarga– reforçam a importância da preservação desses animais

No entanto, a população em geral desconhece a diversidade dos peixes elétricos. “São peixes fascinantes capazes de produzir descargas elétricas, e a maior diversidade observada é na região da Amazônia, o que só reforça a importância do conhecimento biológico sobre eles”, completa Peixoto.

A diversidade e biologia desses animais é tema de uma exposição, aberta na última quarta (13) no MZUSP. A mostra é feita em parceria com o Smithsonian, o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, a Pró-Reitoria de Graduação da USP e o Aquário de São Paulo e, também, tem apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

“Como curador, docente de um museu e também frequentador, valorizo muito trazer essa riqueza do acervo da universidade ao público, para a própria universidade que às vezes não reconhece o tesouro que são as suas coleções científicas e de museus”, afirma Marcelo Duarte, diretor do MZUSP.

Montada na sala de exposições temporárias do museu, antiga sala ocupada por Paulo Vanzolini, um de seus mais longevos diretores, a exposição contém materiais do acervo da Coleção de Ictiologia do MZUSP, displays visuais e também animais vivos em aquários, como o que abriga poraquês e é possível “escutar” o pulso elétrico dos peixes.

“Exposições como essa, mais interativas, conseguem atrair ainda mais um público que já frequenta o espaço e irão retornar interessados na novidade”, explica a diretora da Divisão de Difusão Cultural do MZUSP, Maria Isabel Landim, realizadora do projeto.

A exposição “A vida secreta dos peixes elétricos” ficará em cartaz no Museu de Zoologia da USP, na av. Nazaré, 481, no Ipiranga, zona sul da capital, de quarta a domingo, das 10h às 17h, por um ano.

Folhapress

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Quanto tempo o arroz pode durar na geladeira?

18 de setembro de 2023, 11:40

Foto: Reprodução

Quem é que nunca cozinhou uma panela gigante de arroz para deixar as sobras para o restante da semana na geladeira, não é mesmo? Além de fazer parte da base da dieta dos brasileiros, o arroz é um dos acompanhamentos mais fáceis e saborosos de refeições saudáveis. Porém, assim como qualquer comida, não queremos comê-lo quando seu prazo de validade já expirou.

Então, como saber quando o arroz já não está mais apto para consumo? Quanto tempo podemos deixar as sobras na geladeira antes delas estragarem? Afinal, desperdiçar alimentos nunca é o desejo de alguém e essas são informações importantes de se ter em mãos.

Tempo de validade do arroz

Se você quer saber qual o tempo de validade de um arroz seco, fechado e cru, isso não é algo para se preocupar. O arroz branco fechado durará quase que indefinidamente se for mantido em um recipiente hermético de armazenamento de alimentos, com estudos mostrando que ele mantém seu sabor e nutrientes por até 30 anos.

Já o arroz cozido, em condições ideais, dura de quatro a seis dias na geladeira. Porém, o tempo que as sobras de arroz vão durar na geladeira tem muito a ver com uma variedade de sabores: o método de cozimento, quanto tempo permaneceu em temperatura ambiente, a rapidez com que esfriou, qual recipiente de armazenamento ele ficou mantido, quão lotado a sua geladeira está e quanto arroz você tem em mãos.

Tudo isso pode alterar os prazos. Além disso, a resposta para “quanto tempo dura o arroz na geladeira?” só pode ser aplicada a pessoas saudáveis que não correm um risco aumentado de doenças de origem alimentar. Se você faz parte de um grupo de risco, a melhor opção é ser mais conservador em relação a esse tempo e acreditar que o arroz cozido pode durar de dois a quatro dias na geladeira.

Identificando arroz estragado

Quando você está tentando determinar quanto tempo o arroz dura na geladeira e se ele estragou, muitas das mesmas regras se aplicam a outros alimentos, como leite ou frango. Os principais métodos consistem em avaliar se o alimento está pegajoso, cheirar mal ou tiver uma descoloração visível. Nesses casos, o melhor que você pode fazer é jogá-lo fora.

Da mesma forma, se você tirar o arroz da geladeira e ele estiver duro, seco e crocante, é bem provável que ele já tenha passado do ponto e não serve mais para consumo. Se você tiver consumido sobras que estejam visivelmente ruins, você poderá sofrer com uma mordida desagradável na comida — ou poderá ficar gravemente doente. 

Os tipos mais comuns de doença decorrentes do consumo de arroz estragado são vômitos e diarreia. Porém, em casos muito caros, se o arroz contiver uma quantidade anormalmente elevada da bactéria Bacillus cereus, você pode acabar tendo uma doença mais grave. Sendo assim, todo cuidado ainda é pouco!

Mega Curioso

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Pistola e revólver são apreendidos com integrantes de bonde que agiu em Valéria

18 de setembro de 2023, 11:20

Foto: Divulgação SSP

Apoio: Criminosos foram localizados por equipes da PM, PC e PF nos bairros de Periperi e Palestina.

Uma pistola e um revólver foram apreendidos na noite de domingo (17), com dois criminosos que participaram do “bonde” que entrou em confronto com forças de Segurança Pública no bairro de Valéria, na última sexta-feira (15).

Em Periperi, guarnições da 18a CIPM patrulhavam na Rua Novos Unidos, após denúncias de que um traficante integrante da facção estava com outros comparsas. Os criminosos foram encontrados e houve confronto. Um deles acabou atingido, foi socorrido, mas não resistiu. Um revólver calibre 38 e munições foram apreendidos.

Na Palestina, policiais da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE) da PC e do Comando de Operações Táticas (COT) da PF localizaram outro traficante. Uma pistola calibre 9mm, com carregador alongado e munições foram apreendidos com o indivíduo. Ele atirou contra as equipes, terminou atingido e não resistiu.

Nas últimas 72h, ações integradas contra a facção que agiu em Valéria localizaram três fuzis, uma carabina, uma submetralhadora, três pistolas, um revólver, carregadores, munições, rádios comunicadores e peças de veículo roubado. Um traficante, que possuía mandado de prisão por homicídio foi preso e outros nove morreram em confrontos.

Ascom/SSP

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Comando das forças de segurança destacam integração no combate ao tráfico de drogas em Valéria

15 de setembro de 2023, 16:08

Foto: Antônio Queirós/GOVBA

Os titulares das forças de Segurança Pública da Bahia deram detalhes sobre operação realizada no bairro de Valéria, nesta sexta-feira (15), em coletiva de imprensa promovida no Centro de Operações e Inteligência (COI), no Centro Administrativo.

De acordo com o secretário Marcelo Werner, o Rei de Espadas do Baralho do Crime da SSP, Uélisson Neves Brito, foi localizado após confrontar com policiais das forças federal e estadual de segurança. O criminoso, que integrava uma facção, foi atingido e acabou não resistindo aos ferimentos. Outros três suspeitos também atacaram as equipes e terminaram mortos em confrontos. Dois fuzis, duas pistolas, carregadores e munições foram apreendidos durante a ação.

“Estamos empenhados na captura dos traficantes que acertaram três policiais. Não descansaremos até encontrarmos todos os criminosos envolvidos. A polícia e a sociedade têm um inimigo: o crime organizado. Vamos juntos combater as facções”, frisou Werner, solicitando ainda que a população ajude através dos telefones 181 (Disque Denúncia) e 190 (Centro Integrado de Comunicações).

O comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Paulo Coutinho, explicou a parceria entre as forças na operação. “É uma operação integrada, com o envolvimento das três forças: Polícia Federal, Polícia Militar e Polícia Civil. Nós estivemos dando um aporte significativo. Quero reiterar que a Polícia Militar está na rua, combatendo o crime, para levar uma segurança cada vez melhor aos cidadãos baianos”, afirmou.

Também presente na coletiva, a delegada-geral da Polícia Civil da Bahia, Heloísa Brito, destacou o empenho das equipes para garantir a segurança em todo o estado. “Nós não vamos desistir, nós não vamos parar. A Bahia não é um local de criminosos. Vamos prosseguir até levar para o julgamento da lei todos os indivíduos envolvidos, não só nesse conflito, mas que desafiem a tranquilidade da sociedade baiana”.

Ainda segundo Heloísa, a Polícia Civil sempre teve uma grande interação com a Federal, por serem polícias judiciárias, uma no âmbito federal, outra no âmbito estadual. “O trabalho de uma acaba complementando o da outra. A Polícia Federal se debruça sobre o tráfico internacional de drogas e de armas, e isso reverbera no trabalho da Polícia Judiciária estadual”, esclareceu.

Secom/Ba.

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Policlínica Regional de Saúde de Jacobina completa 4 anos de funcionamento

15 de setembro de 2023, 12:26

Foto: Notícia Limpa

A Policlínica Regional de Jacobina chega nesta sexta-feira (15) aos seus 4 anos de funcionamento.

Prefeitos, secretários de saúde e outros representantes dos 17 municípios que compõem o Consórcio Público Interfederativo de Saúde do Piemonte da Chapada Norte (Consan), participaram das comemorações que contaram com som ao vivo e um coquetel compartilhado com os pacientes que aguardavam atendimentos na unidade.

O presidente do Consan, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), prefeito de Caém, ressaltou o importante ganho para toda a região a chegada do que considera como o ‘revolucionário equipamento de saúde’.

“A Policlínica humanizou as ofertas da área de saúde em nossa região. Nossa população não precisa mais buscar especilidades médicas nos grandes centros, diminuindo assim o sofrimento das longas e cansativas viagens”, salientou Arnaldinho, agradecendo ao então governador Rui Costa pela construção da Policlínica. “Agradecemos ao ex-governador da Bahia, Rui Costa pela construção deste mega equipamento prestador de serviços de excelência que tem salvado vidas a partir de atendimentos gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”.

A Policlínica Regional em Jacobina é uma unidade especializada de apoio diagnóstico com serviços de consultas clínicas especializadas em exames gráficos e de imagem, que potencializa o cuidado e atenção à saúde da população de forma humanizada. Ela oferece um maior bem-estar aos pacientes do SUS, por meio de uma equipe multiprofissional qualificada e preparada para atender as demandas da região

São oferecidas diversas especialidades entre elas: angiologia, cardiologia, endocrinologia, gastrenterologia, neurologia, ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia/obstetrícia, mastologia e urologia.

Mais de 100 profissionais atuam na unidade para dar assistência à população. São médicos, enfermeiros, psicólogo, farmacêutico, nutricionista, ouvidor, assessores técnicos, assistente social, técnicos em enfermagem, técnicos em radiologia e assistentes administrativos.

Municípios Consorciados – Caém, Caldeirão Grande, Capim Grosso, Jacobina, Mairi, Miguel Calmon, Mirangaba, Mundo Novo, Ourolândia, Piritiba, Quixabeira, São José do Jacuípe, Saúde, Serrolândia, Umburanas, Várzea da Roça, Várzea do Poço, Várzea Nova.

Prefeito de Caém, Arnaldinho, é o presidente do Consan
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Lei Municipal determina que festejos de São Pedro de Caém sejam obrigatoriamente chamado ‘Arraiá do Papagaio’

14 de setembro de 2023, 14:45

Foto: Ascom/CMVC

Agora é lei. De proposição dos vereadores Joelson Jesus Rocha (Kenho Goleiro) e Pablo Diego Piauhy, foi aprovado por unanimidade durante sessão ordinária da Câmara de Vereadores, ocorrida na manhã desta quinta-feira (14), o Projeto de Lei que institui como nome oficial da festa do São Pedro de Caém a denominação de “Arraiá do Papagaio”. Realizada pelo Poder Público Municipal, o tradicional festejo junino será obrigatoriamente denominado como “Arraia do Papagaio”, a partir de 2024.

Conforme a nova lei, fica proibido a utilização de subtítulos para denominação da festa e serão permitidos apenas outras denominações para blocos ou festas particulares no período momesco, e estes deverão obrigatoriamente mencionar em sua divulgação e publicidade que os eventos serão realizados durante a realização dos “Festejos do Arraia do Papagaio”.

Na justifica os vereadores que apresentaram o Projeto de Lei afirmam que o São Pedro de Caém além de proporcionar alegria e diversão, já virou a maior e mais tradicional festa do município, gerando emprego e renda para muitos munícipes. Kenhoe Pablo destacam ainda que há cerca de três décadas de realização a festa já recebeu diversas denominações, impossibilitando desta forma, a criação de uma identidade cultural que venha a fortalecer a marca e a grandiosidade do evento.

“Arraia do Papagaio remete a história e identidade do território caenense, haja vista que antes da emancipação o município já foi conhecido como Sítio do Papagaio, por tanto esta propositura tem como objetivo oficializar tal denominação, impedindo assim que os gestores municipais possam nomear com outros temas nossa tradicional festa que é a festa que mais movimenta a cultura, o lazer e a economia do nosso município”, ressaltam os edis.

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Mariana Oliveira é homenageada como Cidadã Caenense pelos serviços prestados ao município

14 de setembro de 2023, 14:10

Foto: Reprodução

A odontóloga Mariana Matos de Oliveira é a mais nova cidadã caenense, conforme Projeto de Resolução votado em segunda e última sessão nesta quinta-feira (14). Por indicação do vereador Pablo Piauhy, a honraria do Legislativo Municipal de Caém é, conforme o autor, uma homenagem e reconhecimento aos serviços prestados ao município, como profissional e como pessoa pública’.

Mariana nasceu em Jacobina, é filha de João Nunes Oliveira, ex-vice-prefeito de Caém e sobrinha do atual prefeito da cidade, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) e tem, além da ligação familiar, uma relação profissional. Ela foi secretária Municipal de Saúde e atualmente atua como servidora efetiva na função de dentista.

O Título de Cidadã Caenense para Mariana Oliveira foi aprovado por unanimidade pelos vereadores. Os mesmos fizeram questão de destacar o seu comprometimento e contribuição com o desenvolvimento de Caém e da sua reputação ilibada e idoneidade moral.

“Uma justa homenagem a essa pessoa que goza do carinho e do respeito do povo de Caém. Não poderíamos deixar de homenagear essa figura humana que sempre esteve presente e com raízes em nosso município”, ressaltou o vereador Pablo Piauhy.

Mariana é um dos principais nomes da corrida para o Executivo Municipal de Jacobina para o ano que vem, aparecendo, inclusive, entre as melhores posições.

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13 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Cachaça

13 de setembro de 2023, 16:39

Foto: Reprodução

Todo dia 13 de setembro é comemorado O Dia Nacional da Cachaça. A data, que é uma iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC), entidade representativa do setor, já vem sendo comemorada desde 2009.

A Cachaça representa a pluralidade brasileira. Com um sabor único e ricas combinações, permite vários tipos de consumo, seja pura, gelada, misturada em drinks ou pratos.

Há quem se refira como aguardente, mas não se confunda: aguardente e Cachaça não são a mesma coisa! “Cachaça” é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, tendo como matéria-prima exclusiva o mosto fermentado do caldo da cana-de-açúcar, com teor alcoólico de 38% a 48%.

Cachaça – da Colônia à Independência do Brasil

A escolha da data tem um motivo histórico: foi em 13 de setembro de 1661 que a Coroa portuguesa liberou a produção e a comercialização da Cachaça no Brasil, após a pressão de uma rebelião de produtores brasileiros, na famosa Revolta da Cachaça.

A história remonta ao ano de 1630, quando os portugueses notaram que o mercado da Cachaça crescia e o produto tomava o lugar da bagaceira, produzida por eles a partir do bagaço da uva. Com isso, em 1635, o rei de Portugal proibiu a produção e a comercialização da Cachaça com o objetivo de incentivar o consumo da bagaceira. A pouca fiscalização permitiu a continuidade do comércio da Cachaça.

Em 1659, um novo decreto real proibiu o comércio da Cachaça, com os portugueses apertando o cerco aos produtores com ameaças de deportação, apreensão do produto e destruição dos alambiques. Em 1660, os produtores fluminenses lideraram uma rebelião e tomaram o governo da cidade. Era a Revolta da Cachaça, movimento que abriu caminho para sua legalização (o que ocorreu em 13 de Setembro de 1661) por Ordem Régia.

Versatilidade

Para quem quer fugir do tradicional, a Cachaça é repleta de novas possibilidades. Existem mais de 20 tipos de madeira para envelhecimento e uma variedade de ingredientes genuinamente brasileiros para se misturar.

Amburana, Jequitibá, Amendoim, Bálsamo, Ipê, Freijó, Eucalipto, Castanheira, entre várias outras, além do conhecido Carvalho, são exemplos dessa diversidade que enaltece e realça sabores riquíssimos e diferenciados na Cachaça.

Mesmo ao se degustar uma Cachaça sem envelhecimento em madeira, também é possível ter uma experiência única de um destilado com sabor e aroma característicos, com destaque para o frescor e os sabores originais da cana.

Não há limites para as combinações que você pode fazer, já que a cachaça tem os sabores mais variados e os mais diferentes processos de envelhecimento usando madeira.

Tipos de Consumo

A Cachaça é usada como base para coquetéis, em especial aqueles com frutas, além da utilização do destilado na tradicional e conhecidíssima caipirinha que, para ser autêntica, deve ser feita exclusivamente com cachaça.  

Mas dada a versatilidade da bebida, na área de coquetelaria vários bartenders a utilizam para reinventar drinks famosos como o Mojito, Dry Martini e a Margarita. 

A grande variedade, cada uma com impactos sensoriais distintos, vem proporcionando uma base extensa de experimentação de coquetéis contemporâneos, tanto no Brasil como internacionalmente. É essa quantidade de atributos que faz a Cachaça um destilado distinto dos demais, que vem conquistando espaço e angariando novos fãs no mundo todo.

Veja abaixo algumas variações de drinks com a cachaça, para sair um pouco da famosa caipirinha.

Caipirinha de Erva-Mate

60ml de Cachaça com infusão de Erva Mate (para a infusão, basta coar 500ml de Cachaça e 50g de erva mate em um bom coador)

20ml de melaço de Cana

50ml de suco de maracujá

Meio Limão

Coquetel de Ostras

1 limão

2 colheres de sopa de açúcar

50ml de Cachaça

2 ostras in natura

1 xicara de chá de gelo

Dry Cachaça 

(variação do Dry Martini)70 ml de cachaça envelhecida em ipê;

5 ml de vermute dry (Noilly Pratt);

1 twist (pequena fatia da casca, torcida) de limão siciliano.

O potencial do setor

Atualmente, a Cachaça é um dos destilados mais consumidos no mundo, e se destaca por comunicar a riqueza cultural e diversidade do Brasil. No ano passado, a bebida bateu recorde de exportações dos últimos doze anos, sendo enviada para mais de 75 países, como Estados Unidos, Alemanha, Portugal, França e Itália.

Iniciativas como o projeto setorial de Promoção às Exportações de Cachaça – Cachaça: Taste The New, Taste Brasil, desenvolvido pelo IBRAC em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, e o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) Agro Cachaça, desenvolvido pela Agência com o apoio do IBRAC, fazem parte da estratégia para impulsionador a Cachaça no mercado externo.

O setor da Cachaça também é responsável por mais de 600 mil empregos diretos e indiretos gerados dentro do país. Hoje, segundo o Anuário da Cachaça (dados de 2021), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), existem 936 estabelecimentos produtores da bebida devidamente registrados no Brasil, e 4.969 produtos.

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