Pastor é preso suspeito de estuprar neta de 8 anos em Cuiabá
01 de setembro de 2026, 11:38

Viatura da Polícia Civil de São Paulo (Foto: PCSP/Divulgação)
Um pastor de 60 anos foi preso em flagrante em Cuiabá, suspeito de estuprar a própria neta, de 8 anos. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (31), depois que a mãe da criança procurou a Polícia Civil ao perceber que a filha sentia dores e apresentava dificuldade para andar.
As informações foram publicadas pelo Metrópoles nesta terça-feira (1º). Segundo a reportagem, policiais do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica Sexual de Cuiabá efetuaram a prisão depois que a responsável pela menina denunciou o caso às autoridades.
De acordo com a investigação, a mãe havia deixado a filha na casa do avô no domingo (30) para que a criança o acompanhasse à igreja. Quando a menina retornou para casa, no dia seguinte, a mulher percebeu alterações físicas e passou a questioná-la sobre o que havia ocorrido.
Ao conversar com a mãe, a criança começou a chorar e relatou ter sido vítima de abuso sexual. Segundo o depoimento reproduzido pela Polícia Civil, após a violência, o avô teria mandado a menina tomar banho antes de levá-la ao culto religioso.
A vítima também informou às autoridades que episódios semelhantes já teriam ocorrido anteriormente, o que passou a integrar a investigação conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso.
O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável e encaminhado à unidade policial. Posteriormente, passou por audiência de custódia e permaneceu à disposição da Justiça.
A Polícia Civil também pediu ao Judiciário que a prisão em flagrante fosse convertida em preventiva. Além disso, foram solicitadas medidas de proteção para a criança com base na Lei Henry Borel, criada para ampliar mecanismos de prevenção e enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes.
O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias dos abusos relatados e verificar a possível ocorrência de outros episódios envolvendo a vítima.
Brasil 247
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