3 taças em 10 dias: final da Recopa é chance para Fla ‘bater’ marca de 81

26 de fevereiro de 2020, 09:35

(Foto: Reprodução)

O Flamengo tem, hoje (26), na segunda partida da final da Recopa Sul-Americana, contra o Independiente del Valle, do Equador, a oportunidade de levantar o terceiro troféu em um espaço de dez dias. Caso tenha sucesso na missão, o atual elenco pode subir mais um degrau na escala de comparação com aquele de 1981, que marcou época no Rubro-Negro.

No primeiro confronto, em Quito, empate em 2 a 2. Em caso de nova igualdade, prorrogação e, se insistir, disputa de pênaltis.

É importante destacar que a DAZN está com um promoção, para que que os torcedores façam o seu cadastro, e assistam o jogo de graça, ou seja, é possível assistir o jogo do Mengão com imagem sem gastar nada.

Guardada as devidas proporções, o Rubro-Negro versão 2020 conseguiria superar um feito do time de Zico e companhia, que conquistou três títulos em 20 dias. Naquela ocasião, porém, tratava-se de Campeonato Carioca, Libertadores e Mundial, títulos com pesos, claro, muito maiores que os que estão do outro lado da balança, como a Supercopa do Brasil, Taça Guanabara (primeiro turno do Carioca) e Recopa Sul-Americana.

Em 1981, a equipe da Gávea entrou em campo no dia 23 de novembro para enfrentar o Cobreloa, do Chile, pelo terceiro jogo da final da Libertadores. No dia 6 de dezembro, encarou o Vasco e se sagrou campeão do Estadual. Já no dia 13, venceu o Liverpool, da Inglaterra, e conquistou o mundo.

Na atual jornada, o Flamengo conquistou a Supercopa do Brasil no último dia 16, após bater o Athletico-PR. No sábado passado, levou a Taça Guanabara depois de uma virada sobre o Boavista. Hoje, a chance de chegar ao topo do pódio na Recopa Sul-Americana.

“Acho que estamos formando um grande time. Estamos no caminho certo para conquistar títulos. É muito relativo falar que vai superar [a equipe de 81]. Eu nasci em 82, não vi jogar. Tem o Zico (risos)… Estamos deixando nossa marca. Em nossa cabeça, queremos conquistar o máximo de títulos que a gente pode. Não dar chances para o adversário. Queremos dominar os jogos e os campeonatos que a gente disputar. Esse é o nosso pensamento”, disse o volante Willian Arão.

Títulos em sequência não chega a ser uma novidade para o atual Flamengo. No ano passado, a equipe do técnico Jorge Jesus conquistou a Libertadores e o Campeonato Brasileiro no mesmo fim de semana.

No dia 23 de novembro, o Rubro-Negro bateu o River Plate, da Argentina, em Lima, no Peru, e chegou ao topo da América. No dia seguinte, sem entrar em campo, garantiu o Brasileiro – o Palmeiras precisava vencer o Grêmio para continuar com chances matemáticas, resultado que não aconteceu.

Retirado de: UOL

Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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