Você sabe a maneira correta de limpar sua tábua de corte? Confira!

31 de março de 2020, 11:39

A tábua é um item essencial na cozinha (Foto: Reprodução)

A tábua de corte é o local onde você manipula diretamente seus alimentos, incluindo aqueles que não são cozidos, como as folhas e hortifrutis das suas saladas. Por esta razão, todo cuidado é pouco ao limpar e desinfetar suas tábuas de corte, tanto as de madeira quanto as de plástico ou vidro.

Segundo o site Como Limpar, superfícies denominadas “não-porosas”, ou seja, que não apresentam fissuras ou rachaduras com o uso, como vidro ou plástico, são mais fáceis de serem limpas e higienizadas do que as de madeira. As fissuras podem, com o tempo, facilitar a proliferação de mofo, bolor e bactérias. Por esta razão, é melhor investir nesse tipo de material, principalmente para cortar carnes.

A primeira dica é fazer a limpeza com esponja macia e detergente neutro sempre que a tábua for usada, evitando assim que manchas e odores se impregnem no utensílio. Enxágue com água morna e deixe a tábua em posição vertical para permitir uma melhor secagem.

Caso sua tábua seja de madeira, ela jamais deve ser limpa na máquina de lavar louça. Quando não estiver sendo usada, guarde o utensílio em local seco e não úmido, para não acumular sujeira, mofo e bolor e lave sempre antes de qualquer utilização. Caso a tábua seja de plástico, vidro ou acrílico, ela poderá ser levada à lava-louça.

Para desinfetá-las após o corte de carnes, por exemplo, esfregue uma pasta feita de bicarbonato de sódio, limão e sal na superfície. Passar vinagre, um desinfetante natural, também é sempre uma boa opção para limpá-la. Uma vez por mês, você pode fazer uma solução com uma colher de sopa de água sanitária dissolvido em um litro de água, deixando a solução agir por 20 minutos e depois enxaguando com água corrente. Por fim, para eliminar odores da tábua, esfregue-a com sal e metade de um limão.

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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