Tenho mesmo que dormir oito horas? O tempo ideal de sono em cada idade

25 de janeiro de 2020, 08:53

Os pesquisadores alertam que dormir mais ou menos horas conforme a idade não é necessariamente um indicador de que algo está mal (Foto: Reprodução)

Uma boa noite de sono ajuda a recarregar as energias, a restaurar o organismo, melhora a memória, o humor e combate a ansiedade. Mas, será que temos mesmo que dormir oito horas? Segundo um estudo realizado pela entidade norte-americana National Sleep Foundation, e partilhado pela publicação Mega Curioso, a quantidade de horas que devemos dormir varia de acordo com a idade e organismo de cada um.

Eis as horas que deve dormir:

Recém-nascidos (0 – 3 meses): entre 14 e 17 horas;

Bebês (4 – 11 meses): entre 12 e 15 horas;

Crianças (1 – 2 anos) entre 11 e 14 horas;

Crianças em fase pré-escolar (3 – 5 anos): entre 10 e 13 horas;  

Crianças em fase escolar (6 – 13 anos): entre 9 e 11 horas;

Adolescentes (14 – 17 anos): entre 8 a 10 horas; 

Adultos jovens (18 – 25 anos): entre  7 a 9 horas;

Adultos (26 – 64 anos): entre 7 a 8 horas;

Idosos (mais de 65 anos):  7 a 8 horas.

Os pesquisadores alertam que dormir mais ou menos horas conforme a idade não é necessariamente um indicador de que algo está mal, a não ser que a pessoa esteja apresentando sintomas que apontem para algum distúrbio ou doença que esteja a condicionar o período de descanso – e sim, nesses casos recomendam procurar um médico para que possa avaliar a condição do indivíduo. 

Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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