Seis alimentos que limpam o fígado

10 de março de 2020, 08:21

(Foto: Reprodução)

O fígado é o órgão responsável por sintetizar proteínas e lipídeos, processar hormônios e desintoxicar o organismo. Contudo, ele também precisa de uma limpeza de vez em quando, para garantir um sono de qualidade, energia e equilíbrio hormonal e queima adequada de gorduras. Como consumimos substâncias nocivas diariamente, o fígado fica sobrecarregado com o passar do tempo. Pessoas qua consomem álcool com frequência acabam sobrecarregando o órgão, que precisa fazer trabalho redobrado para quebrar a macromolécula em acetaldeído e ser eliminado pelo corpo. Alimentação desregulada, rica em alimentos processados, açúcar, gorduras e substâncias industrializadas também acabam sobrecarregando o órgão. Por isso, aposte nesses seis alimentos amigos do fígado, segundo a revista Casa & Jardim, que ajudarão a fazer uma limpeza completa:

1. Beterraba – Rica em betaína, esta planta ajuda na hidratação das células e na substituição de sais inorgânicos, conforme pesquisa realizada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em 2015. Além disso, o aminoácido colabora para a eliminação de toxinas e no combate à inflamação.

2. Cúrcuma – pontente anti-inflamatório por conta da curcumina, a cúrcuma ajuda na limpeza de radicais livres e metaboliza colesterol e estrogênio, o hormônio feminino.

3. Cardo mariano – é uma planta medicinal muito usada em suplementos, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que eliminam compostos poluentes no corpo.

4. Comidas fermentadas e probióticos – comidas fermentadas, como picles, possuem bactérias que ajudam a trazer equilíbrio ao corpo. Probióticos como kefir e kombucha também possuem a mesma atuação.

5. Extrato de dente de leão – com gosto amargo, esta planta ajuda na eficiência da bile, que atua na digestão de gorduras e absorção de substâncias nutritivas ao passarem pelo intestino.

6. Abacate – a fruta adiciona na produção natural da glutationa, substância antioxidante.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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