Rover chinês encontra substância gelatinosa de ‘cor incomum’ no lado oculto da Lua

31 de agosto de 2019, 10:38

(Foto: Reprodução)

O rover lunar da missão chinesa Chang’e 4 descobriu uma substância gelatinosa e de cor incomum durante as suas atividades de exploração no lado oculto da Lua.

A sonda espacial Yutu-2, que está conduzindo o estudo lunar, encontrou esse material que difere de outros já observados na superfície do satélite natural da Terra.

Um membro da equipe, verificando imagens da câmera principal do rover, avistou uma pequena cratera que parecia conter material com uma cor e brilho que difere do solo lunar circundante.

A descoberta levou os cientistas da missão a adiar as operações que o veículo tinha que realizar antes de entrar em hibernação no 8° dia lunar e ordenaram a análise não apenas da descoberta em si, mas do território próximo à área onde a substância foi encontrada – uma área repleta de crateras de pequeno impacto.

Até o momento, os especialistas ainda não conseguiram explicar a natureza da substância colorida  e disseram apenas que ela é “semelhante a um gel” e tem uma “cor incomum”.

Marcas deixadas pelo rover chinês Yutu-2 na superfície da lua
Foto : Programa Chinês d3 Exploração Lunar/Administração Espacial Nacional da China

Contudo, o portal Space.com aponta que a matéria poderia ser vidro derretido, que apareceu como resultado do impacto de meteoritos que atingem a superfície lunar.

Área inexplorada da Lua

Em 8 de dezembro, a China lançou com sucesso a sonda da missão Chang’e 4, no foguete Longa Marcha 3B, e tornou-se o primeiro país da história a conseguir realizar um pouso bem-sucedido no lado oculto lunar.

Chang’e-4 e Yutu-2 estão realizando medições e coletando rochas que poderiam revelar novos detalhes sobre esta área inexplorada da Lua.

 

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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